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Farinhada: construção simbólica na reprodução da agricultura familiar
MARYANE MENEZES SILVEIRA
Location: http://cinelandia.ufs.br/tede//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=117

Este trabalho aborda a tradição como herança cultural do saber-fazer da farinha, a farinhada. Trata-se de uma herança da cultura indígena absorvida pelos portugueses no período colonial e mantida como expressão cultural dos pequenos agricultores até o presente, num processo de transformação da mandioca, intercambiado com o tradicional e o moderno. O espaço estudado compreendeu farinhadas ocorridas nos municípios sergipanos de Nossa Senhora de Lourdes, São Domingos, Malhador e Moita Bonita. Observou-se que o fazer da farinha reproduz as relações sociais e de pertencimento, pois é o grupo doméstico que constrói a farinhada anualmente numa apropriação simbólica do espaço da casa de farinha. Eles se reúnem de forma solidária para produzir a farinha e a tapioca em rituais que intercalam o trabalho com cantos e brincadeiras, traduzindo um fazer prazeroso entre ?compadres e as comadres?. Nesse contexto verificou-se que a farinhada constitui-se numa manifestação cultural que, embora ressignificada, permaneceu como prática importante na reprodução da agricultura familiar.

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Farinhada: construção simbólica na reprodução da agricultura familiar
Id. 17540739
Idioma PT
Titulo Farinhada: construção simbólica na reprodução da agricultura familiar
Autor(es) MARYANE MENEZES SILVEIRA
Location http://cinelandia.ufs.br/tede//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=117
Versión 1.0
Estado Final
Descripción Este trabalho aborda a tradição como herança cultural do saber-fazer da farinha, a farinhada. Trata-se de uma herança da cultura indígena absorvida pelos portugueses no período colonial e mantida como expressão cultural dos pequenos agricultores até o presente, num processo de transformação da mandioca, intercambiado com o tradicional e o moderno. O espaço estudado compreendeu farinhadas ocorridas nos municípios sergipanos de Nossa Senhora de Lourdes, São Domingos, Malhador e Moita Bonita. Observou-se que o fazer da farinha reproduz as relações sociais e de pertencimento, pois é o grupo doméstico que constrói a farinhada anualmente numa apropriação simbólica do espaço da casa de farinha. Eles se reúnem de forma solidária para produzir a farinha e a tapioca em rituais que intercalam o trabalho com cantos e brincadeiras, traduzindo um fazer prazeroso entre ?compadres e as comadres?. Nesse contexto verificou-se que a farinhada constitui-se numa manifestação cultural que, embora ressignificada, permaneceu como prática importante na reprodução da agricultura familiar.
Tipo PDF
Palabras clave GEOGRAFIA
Tipo de recurso Electronic Thesis or Dissertation
Tese ou Dissertacao Eletronica
Tipo de Interactividad Expositivo
Nivel de Interactividad muy bajo
Audiencia Estudiante
Profesor
Autor
Estructura Atomic
Coste no
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Requerimientos técnicos Browser: Any
Fecha de contribución 24-ago-2008
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