Publicidad

Publicidad

becas.universia.netBiblioteca.Net

Buscar recursos:

Buscador Google

Microhabitats de Aedes albopictus (Skuse) na região do Vale do Paraíba, Estado de São Paulo, Brasil

Descargar SCORM

Este recurso ha sido solicitado 1 veces (0 veces en los últimos 31 días).

Para poder solicitar este recurso debe identificarse como usuario de la biblioteca

 
Ver

Detalles del recurso

Marcadores Sociales
Microhabitats de Aedes albopictus (Skuse) na região do Vale do Paraíba, Estado de São Paulo, Brasil
Id. 273768
Idioma portugués
Titulo Microhabitats de Aedes albopictus (Skuse) na região do Vale do Paraíba, Estado de São Paulo, Brasil
Autor(es) Gomes,Almério de Castro
Forattini,Oswaldo Paulo
Kakitani,Iná
Marques,Gisela Rita A. M.
Marques,Cristiano C. de Azevedo
Marucci,Daniel
Brito,Marylene de
Localización http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89101992000200007
Versión 1.0
Estado Final
Descripción Objetivou-se determinar o nível de disseminação de Ae. albopictus na região do Vale do Paraíba, Estado de São Paulo, Brasil. Foram realizadas coletas de larvas e pupas em seis locais distintos, segundo transecto com 10 km de extensão. O alvo principal foi oco de árvores, tendo sido também incluídos artefatos antrópicos. As espécies Ae. terrens e Ae. albopictus foram as únicas do gênero Aedes presentes e, algumas vezes, coexistiram no mesmo microhabitat natural. A segregação de sete espécies da comunidade de oco variou de acordo com os macro e microhabitats examinados. Assim, a distribuição de Ae. albopictus envolveu as zonas rural, rural-urbana e urbana, porém a segunda área foi a mais preferida. Como fator favorável à infestação de Ae. albopictus na região, destacou-se a vacância de nichos ecológicos naturais resultante da influência antrópica. As chuvas foram relevantes no "input" de larvas e pupas e os ocos, com volumes superiores a 600 ml, foram os mais produtivos. A abundância desses dois estádios ocorreu nas estações verão-outono, sendo o pico máximo alcançado nos meses de março-abril. Essa sazonalidade foi comum em bambu experimental e recipientes artificiais. Os dados de temperatura média sugeriram a faixa de 23 a 17°C como o período mais favorável ao desenvolvimento larvário. Face a isso, a cepa de Ae. albopictus estudada parece ser oriunda da Ásia tropical e, portanto, se reveste de elevada importância epidemiológica pela possibilidade dessa espécie vir a exercer, além do dengue, papel vetorial para a febre amarela no Brasil.
Tipo text/html
Palabras clave Aedes
Tipo de recurso journal article
Tipo de Interactividad Expositivo
Nivel de Interactividad muy bajo
Audiencia Estudiante
Profesor
Autor
Estructura Atomic
Coste no
Copyright
Formatos text/html
Requerimientos técnicos Browser: Any
Fecha de contribución 22-may-2005
Contacto

Valoración de los usuarios

No hay ninguna valoración para este recurso. Sea el primero en valorar este recurso.