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O PÓLEN DE COPAIFERA L. (LEG. CAES.) E SUAS IMPLICAÇÕES FILOGENÉTICAS
Flávia Cristina Araújo Barata
Location: http://tede.inpa.gov.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=54
http://tede.inpa.gov.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=55
http://tede.inpa.gov.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=56
http://tede.inpa.gov.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=57

Grãos de pólen de sete espécies do gênero Copaifera L. que ocorrem na Amazônia brasileira, C. guyanensis, C. martii, C. multijuga, C. paupera, C. piresii, C. pubiflora e C. reticulata, foram estudados quanto aos mais diversos aspectos morfológicos, como tamanho, forma, número, posição e caráter das aberturas, e, ornamentação da exina. Pelo fato de estarem taxonomicamente correlacionadas, outras sete espécies com distribuição extra Amazônia brasileira também tiveram seus grãos de pólen analisados, como C. officinalis, C. bijuga, C. cearensis var. arenicola, C. langsdorfii, C. oblongifolia, C. reticulata var. grandifolia e C. rigida. As observações feitas tanto em microscopia de luz, quanto em eletrônica de varredura, revelaram que os grãos de pólen de Copaifera são muito semelhantes entre si, tratando-se, portanto, de um gênero estenopolínico. Como características gerais, as espécies do gênero apresentam grãos de pólen médios, isopolares, de simetria radial, 3-colporados, variam tanto na superfície, de punctada a microrreticulada, quanto na forma, de suboblata a prolata esferoidal. Os colpos em vista polar podem projetar-se de três formas: longicolpados, parassincolpados e sincolpados. Os mesocolpos podem ser côncavos ou retilíneos, e na maioria das vezes, em vista equatorial, expandem-se formando estruturas semelhantes a alas, denominadas aqui ?aletas?. A endoabertura é circular, contudo na maioria das espécies apresenta-se encoberta pela sexina. Quanto à ornamentação da exina, as pontuações na superfície podem ser esparsas ou aglomeradas, e o microrreticulo apresenta muros estreitos. A exina é fina e transparente, sendo que sexina e nexina apresentam praticamente a mesma espessura. O teto varia de liso a simples-baculado.Devido ao alto grau de homogeneidade morfológica, as espécies foram divididas em 5 Subtipos Polínicos, nos quais tomou-se como base a ornamentação da exina, descrita em microscopia eletrônica de varredura. Os Subtipos Polínicos são representados pelas espécies C. officinalis, C. bijuga, C. guyanensis, C. paupera e C. multijuga, e, a fim de separá-los, uma chave polínica foi elaborada. Com base nos caracteres morfológicos dos grãos de pólen, foi feita uma correlação evolutiva entre os Subtipos analisados, sendo o Subtipo officinalis considerado o menos derivado, e o Subtipo multijuga, o mais derivado evolutivamente.

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O PÓLEN DE COPAIFERA L. (LEG. CAES.) E SUAS IMPLICAÇÕES FILOGENÉTICAS
Id. 28218681
Idioma PT
Titulo O PÓLEN DE COPAIFERA L. (LEG. CAES.) E SUAS IMPLICAÇÕES FILOGENÉTICAS
Autor(es) Flávia Cristina Araújo Barata
Location http://tede.inpa.gov.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=54
http://tede.inpa.gov.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=55
http://tede.inpa.gov.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=56
http://tede.inpa.gov.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=57
Versión 1.0
Estado Final
Descripción Grãos de pólen de sete espécies do gênero Copaifera L. que ocorrem na Amazônia brasileira, C. guyanensis, C. martii, C. multijuga, C. paupera, C. piresii, C. pubiflora e C. reticulata, foram estudados quanto aos mais diversos aspectos morfológicos, como tamanho, forma, número, posição e caráter das aberturas, e, ornamentação da exina. Pelo fato de estarem taxonomicamente correlacionadas, outras sete espécies com distribuição extra Amazônia brasileira também tiveram seus grãos de pólen analisados, como C. officinalis, C. bijuga, C. cearensis var. arenicola, C. langsdorfii, C. oblongifolia, C. reticulata var. grandifolia e C. rigida. As observações feitas tanto em microscopia de luz, quanto em eletrônica de varredura, revelaram que os grãos de pólen de Copaifera são muito semelhantes entre si, tratando-se, portanto, de um gênero estenopolínico. Como características gerais, as espécies do gênero apresentam grãos de pólen médios, isopolares, de simetria radial, 3-colporados, variam tanto na superfície, de punctada a microrreticulada, quanto na forma, de suboblata a prolata esferoidal. Os colpos em vista polar podem projetar-se de três formas: longicolpados, parassincolpados e sincolpados. Os mesocolpos podem ser côncavos ou retilíneos, e na maioria das vezes, em vista equatorial, expandem-se formando estruturas semelhantes a alas, denominadas aqui ?aletas?. A endoabertura é circular, contudo na maioria das espécies apresenta-se encoberta pela sexina. Quanto à ornamentação da exina, as pontuações na superfície podem ser esparsas ou aglomeradas, e o microrreticulo apresenta muros estreitos. A exina é fina e transparente, sendo que sexina e nexina apresentam praticamente a mesma espessura. O teto varia de liso a simples-baculado.Devido ao alto grau de homogeneidade morfológica, as espécies foram divididas em 5 Subtipos Polínicos, nos quais tomou-se como base a ornamentação da exina, descrita em microscopia eletrônica de varredura. Os Subtipos Polínicos são representados pelas espécies C. officinalis, C. bijuga, C. guyanensis, C. paupera e C. multijuga, e, a fim de separá-los, uma chave polínica foi elaborada. Com base nos caracteres morfológicos dos grãos de pólen, foi feita uma correlação evolutiva entre os Subtipos analisados, sendo o Subtipo officinalis considerado o menos derivado, e o Subtipo multijuga, o mais derivado evolutivamente.
Tipo PDF
PDF
PDF
PDF
Palabras clave Leguminosae
Tipo de recurso Electronic Thesis or Dissertation
Tese ou Dissertacao Eletronica
Tipo de Interactividad Expositivo
Nivel de Interactividad muy bajo
Audiencia Estudiante
Profesor
Autor
Estructura Atomic
Coste no
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Fecha de contribución 24-ago-2008
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