Dinâmica de inóculo de Alternaria solani, efeito da densidade de plantio na intensidade da pinta preta e requeima e previsão dessas doenças em tomateiro e batateira
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Dinâmica de inóculo de Alternaria solani, efeito da densidade de plantio na intensidade da pinta preta e requeima e previsão dessas doenças em tomateiro e batateira
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| Id. |
28451473 |
| Idioma |
PT
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| Titulo |
Dinâmica de inóculo de Alternaria solani, efeito da densidade de plantio na intensidade da pinta preta e requeima e previsão dessas doenças em tomateiro e batateira |
| Autor(es) |
Diógenes da Cruz Batista |
| Localización |
http://www.tede.ufv.br/tedesimplificado/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=883
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| Versión |
1.0 |
| Estado |
Final
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| Descripción |
Diferentes aspectos epidemiológicos, básicos e aplicados, relativos à pinta preta (Alternaria solani) (PP) e à requeima (Phytophthora infestans) (RQ), foram estudados com o objetivo de gerar informações necessárias ao manejo dessas doenças foliares do tomateiro e batateira. Os estudos básicos foram realizados com o propósito de determinar: a dinâmica de conídios de A. solani ao longo do ano; a sobrevivência do patógeno em restos de folíolos e hastes de tomateiro enterrados ou mantidos sobre a superfície do solo; e a influência da densidade de plantio na intensidade de PP em batateira e tomateiro e RQ em batateira. Foram também geradas informações epidemiológicas aplicadas, com: a validação de sistemas de previsão para PP do tomateiro (FAST, CUFAST e TOMCAST) e para RQ da batateira (BLITECAST, SIMCAST, NEGFRY, Wallin) na região de Viçosa, e o desenvolvimento de um modelo de previsão simples para a PP do tomateiro baseado em precipitação pluviométrica. Maior concentração de conídios foi detectada na primavera- verão e o maior pico (62 conídios/m3) foi verificado em outubro. A quantidade de conídios capturados foi negativamente correlacionada a umidade relativa (UR) e números de horas de UR acima que 90%, e foi positivamente correlacionada ao número de horas de UR abaixo de 70% e temperatura acima de 20oC. A viabilidade de A. solani declinou rapidamente quando restos de folíolos ou de hastes de tomateiros foram enterrados. A esporulação em restos de folíolos enterrados durante 90 dias foi até 10 vezes menor que naqueles mantidos na superfície. O tempo máximo de sobrevivência foi de 242 e 272 dias em folíolos e hastes na superfície, respectivamente. Não houve diferença quanto à severidade ou à área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD) da PP em parcelas de tomateiro ou batateira plantadas em três diferentes espaçamentos, com ou sem aplicação de clorotalonil. Para a RQ da batateira, a baixa densidade de plantio reduziu a AACPD. A razão entre os valores de AACPD obtidas em parcelas densas e espaçadas, não pulverizadas, foi 2,49 e 1,15 nas cvs. Bintje e Monalisa, respectivamente. O desempenho dos sistemas de previsão para a PP e RQ variou conforme a época do ano. Para a PP, os valores de AACPD, na primavera-verão e verão-outono, nos tratamentos CUFAST (64,0 e 359,2, respectivamente) e FAST (123,2 e 340,3, respectivamente) não diferiram daqueles do sistema calendário (82,5 e 225,7, respectivamente), porém houve redução de pulverizações com os sistemas. Em ambas as épocas, TOMCAST não diferiu da testemunha não- pulverizada. Os sistemas BLITECAST, SIMCAST, NEGFRY e Wallin recomendaram pulverizações em experimentos conduzidos no verão, apesar de não constatação de epidemia de RQ. No outono, os valores de AACPD dos modelos BLITECAST (19,5), SIMCAST (97,7), NEGFRY (193,1) e Wallin (69,7) não diferiram dos valores do calendário (63,5). Porém, houve economia de uma pulverização para os modelos Wallin e NEGFRY e aumento de uma e duas com os sistemas SIMCAST e BLITECAST, respectivamente. Desenvolveu-se um modelo por regressão logística, para a análise de risco de PP em tomateiro em função apenas de precipitação. O modelo final gerado para estimar a probabilidade (p) de aumentar a severidade da PP em dois pontos percentuais foi: ln (p/(1-p)) = -0,6208 -0,1373X1 + 0,5767X2 -0,0413X1X2 + 0,0042X2 1+ 0,0979X2 2 + u, onde X1 é a precipitação total, e X2 número acumulado de horas com precipitação, durante 4 dias e u é um efeito aleatório assumido ser normal com média igual a zero e variância ó2= 8,90. Este modelo ainda necessita ser validado em condições de campo, porém, juntamente com as demais informações geradas, poderá contribuir para melhorar o maneja da doença. |
| Tipo |
PDF |
| Palabras clave |
FITOPATOLOGIA |
| Tipo de recurso |
Electronic Thesis or Dissertation
Tese ou Dissertacao Eletronica
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| Tipo de Interactividad |
Expositivo
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| Nivel de Interactividad |
muy bajo
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| Audiencia |
Estudiante
Profesor
Autor
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| Estructura |
Atomic |
| Coste |
no
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| Copyright |
sí
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Liberar o conteúdo dos arquivos para acesso público |
| Formatos |
PDF |
| Requerimientos técnicos |
Browser: Any |
| Fecha de contribución |
23-feb-2009 |
| Contacto |
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