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Concentração e crescimento regional do emprego industrial no Brasil, no período 1994-2004: uma análise a partir das economias de aglomeração e da nova geografia econômica
Magno Vamberto Batista da Silva
Location: http://www.bdtd.ufpe.br/tedeSimplificado//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1844

A tese tem dois objetivos. O primeiro é caracterizar os níveis e padrões da concentração da indústria de transformação, por espaços geográficos de estados da federação e microrregiões brasileiras, nos anos polares de 1994 e 2004. O segundo objetivo busca identificar os determinantes econômicos do crescimento do emprego industrial para os estados do Brasil, no período de 1994 a 2004. Os dados do estoque do emprego são extraídos da RAIS. Como esperado, as evidências para as microrregiões mostram que a concentração industrial é mais forte, comparada aos estados. Da mesma forma, a hierarquia da concentração é a mesma daquela obtida para os estados, sendo o setor capital intensivo o mais concentrado e o recursos naturais intensivos o menos concentrado. No entanto, nas microrregiões, a desconcentração industrial é mais forte para o segmento recursos naturais intensivos e, de novo, mais fraca no capital intensivo. O setor trabalho intensivo aparece como caso intermediário. Clusters locais da participação do emprego são identificados no Sul e Sudeste do país, especialmente, nas microrregiões de São Paulo. E novos pólos de crescimento do emprego parecem surgir na região Nordeste. Os resultados obtidos para o crescimento do emprego na indústria de transformação apontam correlação positiva entre os linkages de mercado e o crescimento do emprego, consistente com o trabalho de Venables (1996). As externalidades dinâmicas também parecem ter influência positiva sobre a demanda do emprego local, embora, apenas a diversidade seja identificada como importante para o crescimento, o que é consistente com os trabalhos de Jacobs (1969) e Fingleton (2003). Ao contrário do sugerido por alguns modelos, a medida de spillovers dentro da indústria ? especialização ? não é significante para a localização industrial, enquanto os custos de transportes e os salários apresentam correlação estatística negativa e positiva, na ordem, com o crescimento do emprego, consistentes com a Nova Geografia Econômica. Também verifica que a variável de tamanho médio das firmas afeta o crescimento do emprego, onde este é mais elevado em locais com existência de firmas de tamanho menores, consistente com Jacobs (1969) e Porter (1990). Os resultados apresentados da amostra em pooling para a indústria de transformação sugerem que os efeitos das externalidades pecuniárias e da variável do tamanho médio das firmas parecem ser robustos ao tempo e à escolha do período base. Observa-se também que a importância das variáveis para o crescimento do emprego pode se alterar conforme o segmento industrial analisado

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Concentração e crescimento regional do emprego industrial no Brasil, no período 1994-2004: uma análise a partir das economias de aglomeração e da nova geografia econômica
Id. 30904844
Idioma PT
Titulo Concentração e crescimento regional do emprego industrial no Brasil, no período 1994-2004: uma análise a partir das economias de aglomeração e da nova geografia econômica
Autor(es) Magno Vamberto Batista da Silva
Location http://www.bdtd.ufpe.br/tedeSimplificado//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1844
Versión 1.0
Estado Final
Descripción A tese tem dois objetivos. O primeiro é caracterizar os níveis e padrões da concentração da indústria de transformação, por espaços geográficos de estados da federação e microrregiões brasileiras, nos anos polares de 1994 e 2004. O segundo objetivo busca identificar os determinantes econômicos do crescimento do emprego industrial para os estados do Brasil, no período de 1994 a 2004. Os dados do estoque do emprego são extraídos da RAIS. Como esperado, as evidências para as microrregiões mostram que a concentração industrial é mais forte, comparada aos estados. Da mesma forma, a hierarquia da concentração é a mesma daquela obtida para os estados, sendo o setor capital intensivo o mais concentrado e o recursos naturais intensivos o menos concentrado. No entanto, nas microrregiões, a desconcentração industrial é mais forte para o segmento recursos naturais intensivos e, de novo, mais fraca no capital intensivo. O setor trabalho intensivo aparece como caso intermediário. Clusters locais da participação do emprego são identificados no Sul e Sudeste do país, especialmente, nas microrregiões de São Paulo. E novos pólos de crescimento do emprego parecem surgir na região Nordeste. Os resultados obtidos para o crescimento do emprego na indústria de transformação apontam correlação positiva entre os linkages de mercado e o crescimento do emprego, consistente com o trabalho de Venables (1996). As externalidades dinâmicas também parecem ter influência positiva sobre a demanda do emprego local, embora, apenas a diversidade seja identificada como importante para o crescimento, o que é consistente com os trabalhos de Jacobs (1969) e Fingleton (2003). Ao contrário do sugerido por alguns modelos, a medida de spillovers dentro da indústria ? especialização ? não é significante para a localização industrial, enquanto os custos de transportes e os salários apresentam correlação estatística negativa e positiva, na ordem, com o crescimento do emprego, consistentes com a Nova Geografia Econômica. Também verifica que a variável de tamanho médio das firmas afeta o crescimento do emprego, onde este é mais elevado em locais com existência de firmas de tamanho menores, consistente com Jacobs (1969) e Porter (1990). Os resultados apresentados da amostra em pooling para a indústria de transformação sugerem que os efeitos das externalidades pecuniárias e da variável do tamanho médio das firmas parecem ser robustos ao tempo e à escolha do período base. Observa-se também que a importância das variáveis para o crescimento do emprego pode se alterar conforme o segmento industrial analisado
Tipo PDF
Palabras clave Concentração industrial
Tipo de recurso Electronic Thesis or Dissertation
Tese ou Dissertacao Eletronica
Tipo de Interactividad Expositivo
Nivel de Interactividad muy bajo
Audiencia Estudiante
Profesor
Autor
Estructura Atomic
Coste no
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Fecha de contribución 06-sep-2008
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