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Morfologia e patogenicidade de Colletotrichum cocodes em frutos de tomate e plantas de batata

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Morfologia e patogenicidade de Colletotrichum cocodes em frutos de tomate e plantas de batata
Id. 31920434
Idioma PT
Titulo Morfologia e patogenicidade de Colletotrichum cocodes em frutos de tomate e plantas de batata
Autor(es) Maria Helena Diógenes Costa
Localización http://bibtede.ufla.br/tede//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1003
Versión 1.0
Estado Final
Descripción Colletotrichum coccodes (Wallr.) S.J. Hughes é um patógeno de plantas da família Solanaceae. O patógeno é bem estudado em outros países, onde pode causar danos consideráveis nas plantações de tomate e batata. No Brasil, embora existam registros sobre sua ocorrência, não há informações sobre a biologia e distribuição do fungo. Neste trabalho foram conduzidos ensaios visando a caracterização morfológica e biológica, testes de patogenicidade em frutos destacados de tomate e um estudo do progresso temporal de ?black dot? em plantas de batata. Os estudos foram realizados no Departamento de Fitopatologia da UFLA em Lavras, MG. Cinco isolados de C. coccodes, mais três isolados das espécies C. lindemuthianum, C. gloeosporioides e C. acutatum foram usados para o estudo morfológico. No bioensaio, apenas os isolados de C. coccodes foram usados. Isolados de C. coccodes apresentaram morfologia uniforme e crescimento ótimo entre 20 e 21 °C. Diferenciaram-se das demais espécies estudadas pela produção abundante de esclerócios, formato e dimensões dos conídios e aspecto visual das colônias. Os isolados apresentaram esporulação que variava entre 1 x 105 e 1 x 106 conídios/mL. Na germinação de conídios, os isolados CML 69, CML 71 e CML 302 apresentaram maiores índices. No teste de patogenicidade, todos os isolados comportaram-se da forma similar. Os isolados CML 69, CML 71 e CML 302, foram os selecionados para os demais estudos. Testes de patogenicidade foram feitos com frutos de tomate maduros, nas temperaturas de 10, 15, 20, 25 e 30 °C. Estruturas do patógeno foram depositadas sobre a superfície dos frutos, feridos ou não. A temperatura influenciou significativamente (P=0,05) no desenvolvimento de lesões em frutos de tomate. Os isolados apresentaram diferentes pontos de máximo desenvolvimento da doença variando entre 21,4 e 30 °C. Frutos inoculados, porém não feridos, não desenvolveram a doença, mostrando que o fungo necessita de uma injúria para que possa penetrar e causar danos. Para o progresso temporal do ?black dot? em plantas de batata, mudas com 20 dias de idade tiveram suas raízes imersas em uma suspensão de 1 x 106 conídios/mL, por 20 segundos. Vasos foram acondicionados em casa de vegetação e avaliações feitas semanalmente a partir do sétimo dia, medindo a altura da planta, o comprimento de raiz e de tubérculo e observando o aparecimento de sintomas. O patógeno foi re-isolado das partes avaliadas a cada avaliação, por 12 semanas. Os sinais do patógeno e o re-isolamento dos isolados foram possíveis a partir dos 14 dias. As plantas testemunhas não apresentaram sinais ou sintomas da doença em nenhuma das avaliações. Os tubérculos apresentaram redução da qualidade visual e redução de peso. As raízes foram as primeiras a manifestar sintomas da doença. Plantas testemunhas diferiram dos demais tratamentos a partir da quarta semana. A reprodução de sinais e sintomas em frutos de tomate e de ?black dot? em plantas de batata mostra que C. coccodes pode infectar e causar danos nessas culturas sob condições brasileiras.
Tipo PDF
Palabras clave FITOPATOLOGIA
Tipo de recurso Electronic Thesis or Dissertation
Tese ou Dissertacao Eletronica
Tipo de Interactividad Expositivo
Nivel de Interactividad muy bajo
Audiencia Estudiante
Profesor
Autor
Estructura Atomic
Coste no
Copyright
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Formatos PDF
Requerimientos técnicos Browser: Any
Fecha de contribución 06-sep-2008
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