A educação sexual, mesmo que de maneira informal, está presente nas salas de aula. O presente estudo investigou a atuação de professoras da rede estadual de ensino na cidade de Aracaju, no tocante à educação sexual dos alunos portadores de deficiência mental. Para a consecução de tal objetivo, foi utilizado um roteiro de entrevita que focalizava 4 (quatro) principais aspectos: 1) o conceito de educação sexual, 2) a formação do professor, 3) a sexualidade do deficiente mental e 4) as atuações dos professores diante das manifestações sexuais. Participaram das entrevistas 21 (vinte e uma) professoras de classes especiais e de classes regulares em que foram implantados programas de inclusão escolar. Após análises quantitativas e qualitativas dos discursos, concluiu-se que a formação limitada , a falta de compreensão dos objetivos de uma educação sexual e uma visão equivocada da sexualidade dos deficientes mentais levam, em alguns casos, a intervenções que não contribuem para o desenvolvimento desses alunos. Todavia, há também professoras que, utilizando o bom senso, conseguem realizar boas intervenções. Este fato, no entanto, não torna menos urgente uma formação continuada, com o objetivo de assegurar às professoras uma prática de qualidade, cuja proposta seja a aceitação da diversidade sexual e a não estigmatização destes sujeitos.
A educação sexual, mesmo que de maneira informal, está presente nas salas de aula. O presente estudo investigou a atuação de professoras da rede estadual de ensino na cidade de Aracaju, no tocante à educação sexual dos alunos portadores de deficiência mental. Para a consecução de tal objetivo, foi utilizado um roteiro de entrevita que focalizava 4 (quatro) principais aspectos: 1) o conceito de educação sexual, 2) a formação do professor, 3) a sexualidade do deficiente mental e 4) as atuações dos professores diante das manifestações sexuais. Participaram das entrevistas 21 (vinte e uma) professoras de classes especiais e de classes regulares em que foram implantados programas de inclusão escolar. Após análises quantitativas e qualitativas dos discursos, concluiu-se que a formação limitada , a falta de compreensão dos objetivos de uma educação sexual e uma visão equivocada da sexualidade dos deficientes mentais levam, em alguns casos, a intervenções que não contribuem para o desenvolvimento desses alunos. Todavia, há também professoras que, utilizando o bom senso, conseguem realizar boas intervenções. Este fato, no entanto, não torna menos urgente uma formação continuada, com o objetivo de assegurar às professoras uma prática de qualidade, cuja proposta seja a aceitação da diversidade sexual e a não estigmatização destes sujeitos.