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A constituição da subjetividade e aação ética no pensamento de Emmanuel Levinas
Maristela Godoy
Location:
http://bdtd.unisinos.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=51
Esta dissertação tem como tema a constituição da subjetividade e ação ética no pensamento de Emmanuel Levinas. Seu objetivo é investigar a constituição da identidade do eu segundo a obra de Levinas. A hipótese que defendemos é que, segundo Levinas, a identidade do sujeito não se anula na acolhida responsável do outro, mas se constrói sempre como referência necessária na relação com o outro, relação que se torna sempre uma interpelação ética. A alteridade é um convite-demanda para sair de si, para se transcender na responsabilidade pelo outro. O primeiro capítulo mostra que o eu se constitui como uma identidade fechada quando considerado meramente na sua relação com o mundo. O eu, na sua relação com o mundo, não tem um ponto fixo, nem um lugar definido para onde retornar; é um ser peregrino no mundo. O segundo capítulo aborda de forma especial o tema do tempo. Em Lévinas o tempo é diacrônico, isso indica que ele não é uma mera sucessão de acontecimentos pontuais. Essa experiência inédita de uma temporalidade diacrônica só é possível pela experiência do perdão que o outro outorga. O terceiro capítulo apresenta como tema central o rosto. O rosto sempre é manifestação e novidade do outro. O rosto remete à dimensão insondável da alteridade, por isso o eu não conseguirá abarcá-lo em conceitos, nem compreendê-lo em categorias ou sistemas. O sujeito deve acolher o convite que o rosto lhe faz de ser ético, pois a ética é a condição de existência da própria subjetividade. A ética implica numa relação de responsabilidade pelo outro que impõe o ?não matarás? como condição de existência do outro e do eu. O quarto e último capítulo apresenta a religiosidade em Levinas. O reino messiânico é de perfeita justiça entre as pessoas, será resultado dos esforços humanos. O conceito de Deus não é problemático para Levinas, simplesmente porque não é um conceito. O rosto do outro é um vestígio de Deus
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Detalles del recurso
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A constituição da subjetividade e aação ética no pensamento de Emmanuel Levinas
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| Id. |
3279484 |
| Idioma |
PT
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| Titulo |
A constituição da subjetividade e aação ética no pensamento de Emmanuel Levinas |
| Autor(es) |
Maristela Godoy |
| Location |
http://bdtd.unisinos.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=51
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| Versión |
1.0 |
| Estado |
Final
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| Descripción |
Esta dissertação tem como tema a constituição da subjetividade e ação ética no pensamento de Emmanuel Levinas. Seu objetivo é investigar a constituição da identidade do eu segundo a obra de Levinas. A hipótese que defendemos é que, segundo Levinas, a identidade do sujeito não se anula na acolhida responsável do outro, mas se constrói sempre como referência necessária na relação com o outro, relação que se torna sempre uma interpelação ética. A alteridade é um convite-demanda para sair de si, para se transcender na responsabilidade pelo outro. O primeiro capítulo mostra que o eu se constitui como uma identidade fechada quando considerado meramente na sua relação com o mundo. O eu, na sua relação com o mundo, não tem um ponto fixo, nem um lugar definido para onde retornar; é um ser peregrino no mundo. O segundo capítulo aborda de forma especial o tema do tempo. Em Lévinas o tempo é diacrônico, isso indica que ele não é uma mera sucessão de acontecimentos pontuais. Essa experiência inédita de uma temporalidade diacrônica só é possível pela experiência do perdão que o outro outorga. O terceiro capítulo apresenta como tema central o rosto. O rosto sempre é manifestação e novidade do outro. O rosto remete à dimensão insondável da alteridade, por isso o eu não conseguirá abarcá-lo em conceitos, nem compreendê-lo em categorias ou sistemas. O sujeito deve acolher o convite que o rosto lhe faz de ser ético, pois a ética é a condição de existência da própria subjetividade. A ética implica numa relação de responsabilidade pelo outro que impõe o ?não matarás? como condição de existência do outro e do eu. O quarto e último capítulo apresenta a religiosidade em Levinas. O reino messiânico é de perfeita justiça entre as pessoas, será resultado dos esforços humanos. O conceito de Deus não é problemático para Levinas, simplesmente porque não é um conceito. O rosto do outro é um vestígio de Deus |
| Tipo |
PDF |
| Palabras clave |
FILOSOFIA |
| Tipo de recurso |
Electronic Thesis or Dissertation
Tese ou Dissertacao Eletronica
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| Tipo de Interactividad |
Expositivo
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| Nivel de Interactividad |
muy bajo
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| Audiencia |
Estudiante
Profesor
Autor
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| Estructura |
Atomic |
| Coste |
no
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| Copyright |
sí
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Liberar o conteúdo dos arquivos para acesso público |
| Formatos |
PDF |
| Requerimientos técnicos |
Browser: Any |
| Fecha de contribución |
06-sep-2008 |
| Contacto |
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