Resource data
Peste e Estrangeiridade em Estado de Sitio de Albert Camus
Sandra de Padua Castro
Location:
http://hdl.handle.net/1843/ECAP-74TPQA
Trata-se, nesta dissertação, de um estudo da peça Estado de SÃtio (1949) de Albert Camus, tendo como eixos os conceitos de peste e de estrangeiridade. Partimos de uma apresentação do percurso teatral desse autor, destacando a criação dos grupos Téâtre du Travail e Teatro de l'Ã?quipe até a sua proposta do Novo Teatro, e procurando verificar como seu pensamento a Peste de diferentes formas: como personagem, como abstração do mal e de toda forma de injustiça, e como personagem, como que pretende tocar e, simultaneamente, ser a própria vida. Para demonstrar essa analogia cotejamos o teatro de Antonin Artaud e o de Camus, especificamente seus conceitos sobre a peste. Verificamos nessa peça o confronto de um povo com um poder arbitrário e, embasados no pensamento camusiano, procuramos responder o que é a peste e qual a sua relação com a condição humana de estrangeiridade, além de identificar, no contexto de Estado de SÃtio, as várias formas de ser estrangeiro. Por fim, procuramos demonstrar, a partir da montagem dessa mesma peça pelo grupo Oficinão do Galpão, a pertinência do pensamento de Camus para a nossa contemporaneidade na América Latina e, mais especificamente, no Brasil.
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Detalles del recurso
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Peste e Estrangeiridade em Estado de Sitio de Albert Camus
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| Id. |
35229781 |
| Idioma |
PT
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| Titulo |
Peste e Estrangeiridade em Estado de Sitio de Albert Camus |
| Autor(es) |
Sandra de Padua Castro |
| Location |
http://hdl.handle.net/1843/ECAP-74TPQA
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| Versión |
1.0 |
| Estado |
Final
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| Descripción |
Trata-se, nesta dissertação, de um estudo da peça Estado de SÃtio (1949) de Albert Camus, tendo como eixos os conceitos de peste e de estrangeiridade. Partimos de uma apresentação do percurso teatral desse autor, destacando a criação dos grupos Téâtre du Travail e Teatro de l'Ã?quipe até a sua proposta do Novo Teatro, e procurando verificar como seu pensamento a Peste de diferentes formas: como personagem, como abstração do mal e de toda forma de injustiça, e como personagem, como que pretende tocar e, simultaneamente, ser a própria vida. Para demonstrar essa analogia cotejamos o teatro de Antonin Artaud e o de Camus, especificamente seus conceitos sobre a peste. Verificamos nessa peça o confronto de um povo com um poder arbitrário e, embasados no pensamento camusiano, procuramos responder o que é a peste e qual a sua relação com a condição humana de estrangeiridade, além de identificar, no contexto de Estado de SÃtio, as várias formas de ser estrangeiro. Por fim, procuramos demonstrar, a partir da montagem dessa mesma peça pelo grupo Oficinão do Galpão, a pertinência do pensamento de Camus para a nossa contemporaneidade na América Latina e, mais especificamente, no Brasil. |
| Tipo |
text/html |
| Palabras clave |
Camus, Albert, 1913-1960. Estado de sÃtio CrÃtica e interpretação Teses. |
| Cobertura |
Departamento/Curso |
| Tipo de recurso |
Electronic Thesis or Dissertation
Tese ou Dissertacao Eletronica
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| Tipo de Interactividad |
Expositivo
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| Nivel de Interactividad |
muy bajo
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| Audiencia |
Estudiante
Profesor
Autor
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| Estructura |
Atomic |
| Coste |
no
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| Copyright |
sí
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| Formatos |
text/html |
| Requerimientos técnicos |
Browser: Any |
| Fecha de contribución |
24-ago-2008 |
| Contacto |
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