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Aplicação do processo administrativo de arbitragem de conflitos pelo uso de recursos hídricos-PARH-no âmbito do comitê de gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí
Juliano Alaide Albano
Location:
http://proxy.furb.br/tede/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=462
Com base no artigo 38, inciso II da Lei 9.433/97 que atribui aos Comitês de Bacia Hidrográfica a competência de arbitrar em primeira instância administrativa conflitos relacionados ao uso de recurso hídrico foi desenvolvido o processo administrativo de arbitragem de conflitos pelo uso derecursos hídricos (PARH). O PARH foi construído por meio do método indutivo, que se apóia basicamente em pesquisa bibliográfica de fontes normativas, doutrinárias e técnicas relacionadas à gestão de recursos hídricos, ao processo administrativo, à mediação e à arbitragem. A propostadeste trabalho foi aplicar este processo a situações reais de conflitos. Desta forma, o PARH foi aplicado a dois casos na Bacia do Itajaí. O primeiro caso (Município de Gaspar) envolveu dois rizicultores e se tratava de um conflito de valores causado pelo rompimento de um acordo informal feito por uma antiga associação de vala. No segundo caso (Município de Pouso Redondo) o conflito estava diretamente ligado à Prefeitura Municipal e à Empresa de abastecimento de água (CASAN), porém, indiretamente, envolveu outros atores como os rizicultores e representantes da comunidade. Neste caso, o conflito foi gerado devido à insatisfação da comunidade com a qualidade da água fornecida pela CASAN, que apresentava altos índices de turbidez e suspeitas de contaminação por agrotóxicos oriundos da rizicultura. Emambos os casos a aplicação do PARH chegou até o processo de mediação, que foi finalizado com um acordo pelas partes. Durante as negociações foram inseridos nas discussões, como eixo norteador para as decisões, aspectos relacionados à Política de Recursos Hídricos, como os seus fundamentos e dados técnicos do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Itajaí. A partir da aplicação do PARH a essas situações reais de conflitos, conclui-se que o processo de mediaçãoque antecede a arbitragem ajuda as partes a restabelecerem relacionamentos, fortalecendo a solidariedade hídrica e que a tomada de decisão, seja ela da diretoria do Comitê, do Comitê ou das partes envolvidas, deve ter como base a Política de Recursos Hídricos
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Detalles del recurso
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Aplicação do processo administrativo de arbitragem de conflitos pelo uso de recursos hídricos-PARH-no âmbito do comitê de gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí
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| Id. |
35239143 |
| Idioma |
PT
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| Titulo |
Aplicação do processo administrativo de arbitragem de conflitos pelo uso de recursos hídricos-PARH-no âmbito do comitê de gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí |
| Autor(es) |
Juliano Alaide Albano |
| Location |
http://proxy.furb.br/tede/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=462
|
| Versión |
1.0 |
| Estado |
Final
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| Descripción |
Com base no artigo 38, inciso II da Lei 9.433/97 que atribui aos Comitês de Bacia Hidrográfica a competência de arbitrar em primeira instância administrativa conflitos relacionados ao uso de recurso hídrico foi desenvolvido o processo administrativo de arbitragem de conflitos pelo uso derecursos hídricos (PARH). O PARH foi construído por meio do método indutivo, que se apóia basicamente em pesquisa bibliográfica de fontes normativas, doutrinárias e técnicas relacionadas à gestão de recursos hídricos, ao processo administrativo, à mediação e à arbitragem. A propostadeste trabalho foi aplicar este processo a situações reais de conflitos. Desta forma, o PARH foi aplicado a dois casos na Bacia do Itajaí. O primeiro caso (Município de Gaspar) envolveu dois rizicultores e se tratava de um conflito de valores causado pelo rompimento de um acordo informal feito por uma antiga associação de vala. No segundo caso (Município de Pouso Redondo) o conflito estava diretamente ligado à Prefeitura Municipal e à Empresa de abastecimento de água (CASAN), porém, indiretamente, envolveu outros atores como os rizicultores e representantes da comunidade. Neste caso, o conflito foi gerado devido à insatisfação da comunidade com a qualidade da água fornecida pela CASAN, que apresentava altos índices de turbidez e suspeitas de contaminação por agrotóxicos oriundos da rizicultura. Emambos os casos a aplicação do PARH chegou até o processo de mediação, que foi finalizado com um acordo pelas partes. Durante as negociações foram inseridos nas discussões, como eixo norteador para as decisões, aspectos relacionados à Política de Recursos Hídricos, como os seus fundamentos e dados técnicos do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Itajaí. A partir da aplicação do PARH a essas situações reais de conflitos, conclui-se que o processo de mediaçãoque antecede a arbitragem ajuda as partes a restabelecerem relacionamentos, fortalecendo a solidariedade hídrica e que a tomada de decisão, seja ela da diretoria do Comitê, do Comitê ou das partes envolvidas, deve ter como base a Política de Recursos Hídricos |
| Tipo |
PDF |
| Palabras clave |
resolução de conflitos |
| Tipo de recurso |
Electronic Thesis or Dissertation
Tese ou Dissertacao Eletronica
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| Tipo de Interactividad |
Expositivo
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| Nivel de Interactividad |
muy bajo
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| Audiencia |
Estudiante
Profesor
Autor
|
| Estructura |
Atomic |
| Coste |
no
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| Copyright |
sí
|
|
Liberar o conteúdo dos arquivos para acesso público |
| Formatos |
PDF |
| Requerimientos técnicos |
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| Fecha de contribución |
06-sep-2008 |
| Contacto |
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