Apropriando-se das características de ?movimento?, ?imprevisibilidade? e ?inconstância? das viagens, a pesquisa teve como foco os ?sentidos? e as ?possibilidades? que a ?presença? do Programa de Educação Afetivo-Sexual (PEAS) mobilizou em seus participantes que atuam em três escolas municipais de Juiz de Fora (MG). A dissertação apresenta as análises empreendidas a partir de alguns temas específicos: sexualidade, educação sexual, formação de identidades, produção de sujeitos, relações de poder na escola e formação docente. A referência teórico-metodológica que embasa as análises está ancorada na perspectiva pós-estruturalista e nas teorizações do filósofo Michel Foucault, permitindo o fomento e a multiplicação das questões, sem o objetivo de apresentar respostas ou conclusões definitivas. As principais questões da pesquisa, que deram margem a diversas outras, foram: que sentidos são atribuídos ao PEAS por professoras e outros profissionais(as) que participam de sua ?capacitação?? Que tipos de sujeitos são produzidos e o que estes sujeitos produzem nos contextos de ações do PEAS? Que possibilidades esses sujeitos vêem para o PEAS e para a educação sexual na escola? As problematizações apontam para as formas diversas pelas quais o PEAS se associa ao cotidiano da escola, incorporando-se às relações de poder presentes nesse espaço. Isso nos permite argumentar que o programa atua como tecnologia de produção de sujeitos e identidades, disponibilizando determinadas formas de compreender e vivenciar as relações afetivo-sexuais
Apropriando-se das características de ?movimento?, ?imprevisibilidade? e ?inconstância? das viagens, a pesquisa teve como foco os ?sentidos? e as ?possibilidades? que a ?presença? do Programa de Educação Afetivo-Sexual (PEAS) mobilizou em seus participantes que atuam em três escolas municipais de Juiz de Fora (MG). A dissertação apresenta as análises empreendidas a partir de alguns temas específicos: sexualidade, educação sexual, formação de identidades, produção de sujeitos, relações de poder na escola e formação docente. A referência teórico-metodológica que embasa as análises está ancorada na perspectiva pós-estruturalista e nas teorizações do filósofo Michel Foucault, permitindo o fomento e a multiplicação das questões, sem o objetivo de apresentar respostas ou conclusões definitivas. As principais questões da pesquisa, que deram margem a diversas outras, foram: que sentidos são atribuídos ao PEAS por professoras e outros profissionais(as) que participam de sua ?capacitação?? Que tipos de sujeitos são produzidos e o que estes sujeitos produzem nos contextos de ações do PEAS? Que possibilidades esses sujeitos vêem para o PEAS e para a educação sexual na escola? As problematizações apontam para as formas diversas pelas quais o PEAS se associa ao cotidiano da escola, incorporando-se às relações de poder presentes nesse espaço. Isso nos permite argumentar que o programa atua como tecnologia de produção de sujeitos e identidades, disponibilizando determinadas formas de compreender e vivenciar as relações afetivo-sexuais