Enraizamento de estacas herbáceas de Passifloras silvestres e sua utilização como porta-enxertos de maracujazeiro-azedo
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Detalles del recurso
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Enraizamento de estacas herbáceas de Passifloras silvestres e sua utilização como porta-enxertos de maracujazeiro-azedo
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| Id. |
38418230 |
| Idioma |
PT
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| Titulo |
Enraizamento de estacas herbáceas de Passifloras silvestres e sua utilização como porta-enxertos de maracujazeiro-azedo |
| Autor(es) |
Carolina de Faria Vaz |
| Localización |
http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=4248
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| Versión |
1.0 |
| Estado |
Final
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| Descripción |
O uso de porta-enxertos resistentes a doenças de solo vêm sendo uma alternativa de controle a curto prazo, onde várias espécies silvestres de maracujazeiro vêm demonstrando um bom potencial. O presente trabalho teve como objetivo avaliar em casa-de-vegetação, o desenvolvimento de dois híbridos (P. edulis x P. setacea e P. coccínea x P. setacea) e quatro espécies de maracujá (P. setacea, P. coccínea, P. amethystina e P. edulis) como porta-enxerto para o maracujá-azedo, visando resistência às principais doenças de solo que atacam a cultura. No Capítulo 01 estudou-se a viabilidade da propagação assexuada do maracujazeiro através do enraizamento de estacas herbáceas utilizando cinco concentrações de AIB (ácido indolbutírico). O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com 5 repetições e 30 tratamentos em arranjo fatorial 6 x 5 (seis espécies e cinco níveis do hormônio) e 6 estacas úteis por unidade experimental. Observouse que P. amethystina se destacou entre as demais espécies apresentando excelente percentual de enraizamento e que, à medida que se aumentava as doses de AIB aumentavase também os níveis de enraizamento e emissão de brotos das estacas. O Capítulo 02 foi conduzido com o objetivo de avaliar a enxertia do maracujá-azedo comercial em estacas herbáceas. Realizou-se dois experimentos, sendo o experimento I com enxertia de mesa e o experimento II com enxertia em estaca enraizada, ambos realizados com a enxertia do tipo ?garfagem lateral no topo?. No experimento I, o delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com 5 repetições, 6 espécies estudadas, tendo a parcela experimental 6 estacas úteis. Avaliou-se a percentagem de pegamento, sobrevivência e mortalidade das estacas com avaliações realizadas aos 30, 60 dias e 30 dias após o transplantio. No experimento II o delineamento foi o mesmo do anterior, porém, com 5 espécies estudas. As estacas foram colocadas para enraizar 60 dias antes da enxertia. As avaliações foram feitas 30 e 60 dias após a enxertia e não houve o transplantio. No experimento I a espécie P.amethystina mostrou-se viável devido ao rápido desenvolvimento da muda enxertada, obtendo 90% de pegamento. A espécie P. setacea apresentou os maiores índices de mortalidade antes e após o transplantio. No experimento II não houve diferenças significativas entre as espécies em nenhuma das variáveis analisadas. Comparando-se os dois métodos de enxertia e, com base nos resultados obtidos, pode-se dizer que a técnica de enxertia de mesa, nas condições em que foi conduzido o trabalho, mostrou-se viável, com boas percentagens de sobrevivência. |
| Tipo |
PDF |
| Palabras clave |
CIENCIAS AGRARIAS |
| Tipo de recurso |
Electronic Thesis or Dissertation
Tese ou Dissertacao Eletronica
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| Tipo de Interactividad |
Expositivo
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| Nivel de Interactividad |
muy bajo
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| Audiencia |
Estudiante
Profesor
Autor
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| Estructura |
Atomic |
| Coste |
no
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| Copyright |
sí
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Liberar o conteúdo dos arquivos para acesso público |
| Formatos |
PDF |
| Requerimientos técnicos |
Browser: Any |
| Fecha de contribución |
20-dic-2008 |
| Contacto |
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