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MODULAÇÃO AUTONÔMICA CARDÍACA NO REPOUSO E NA RECUPERAÇÃOAPÓS ESFORÇO FÍSICO MÁXIMO DE JOVENS SAUDÁVEIS COM DIFERENTESNÍVEIS E TIPOS DE ATIVIDADE FÍSICA

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MODULAÇÃO AUTONÔMICA CARDÍACA NO REPOUSO E NA RECUPERAÇÃOAPÓS ESFORÇO FÍSICO MÁXIMO DE JOVENS SAUDÁVEIS COM DIFERENTESNÍVEIS E TIPOS DE ATIVIDADE FÍSICA
Id. 43251905
Idioma PT
Titulo MODULAÇÃO AUTONÔMICA CARDÍACA NO REPOUSO E NA RECUPERAÇÃOAPÓS ESFORÇO FÍSICO MÁXIMO DE JOVENS SAUDÁVEIS COM DIFERENTESNÍVEIS E TIPOS DE ATIVIDADE FÍSICA
Autor(es) Zaqueline Fernandes Guerra
Localización http://www.bdtd.ufjf.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=387
Versión 1.0
Estado Final
Descripción Os fatores que influenciam a modulação autonômica cardíaca são ainda poucoconhecidos, destacando-se resultados controversos com relação à influência dotreinamento físico regular. Neste contexto, propusemos o desenvolvimento de doisestudos cujos resultados poderiam contribuir com informações adicionais sobreesses fatores. O primeiro intitulado por "Influência do treinamento aeróbio e resistidona modulação vagal cardíaca no repouso e recuperação" teve como objetivoinvestigar a influência do treinamento físico (aeróbio ou resistido) na modulaçãoautonômica cardíaca observando o comportamento da variabilidade da frequênciacardíaca (VFC) e da taxa de recuperação da frequência cardíaca (RFC). Quarenta esete jovens saudáveis com níveis de aptidão aeróbia estatisticamente semelhantes epróximos à média populacional foram divididos em três grupos de acordo com onível e tipo de atividade física identificados pelo escore bruto esportivo (EBE) doquestionário de Baecke: 18 sedentários (SE) com 21,8±1,5 anos; 15 treinados emresistência (RT) com 21,2±2,3 anos e 14 treinados aerobicamente (AT) com23,3±4,1 anos. O registro dos intervalos R-R foi feito ao repouso na posição supinapor 15 min, durante todo o período de realização do teste cardiopulmonar máximoem cicloergômetro e por 5 min de recuperação após o teste. Os dados coletadospermitiram a análise da VFC no domínio do tempo (índices SDNN, RMSSD, pNN50)e da frequência, pelas bandas de baixa frequência (LF), alta frequência (HF) e razãoHF/(LF+HF); além do índice SD1 da plotagem de Poincaré. Os principais resultadoscom plt;0,05 mostraram que independente do tipo de treinamento físico realizado, osvoluntários ativos apresentaram melhor taxa de RFC obtida pelo D60s (p=0,002) e(p=0,046), sem no entanto apresentarem diferença nos índices da VFC de repouso.Apenas os voluntários do grupo AT apresentaram melhor reativação vagal noperíodo de recuperação medida pelo RMSSD30 (plt;0,05). Nenhuma correlação foiencontrada entre os índices da VFC no repouso e os índices de RFC. Em conclusão,encontramos que, no início da recuperação após esforço físico máximo, tanto ospraticantes de treinamento aeróbio, quanto os de treinamento resistidoapresentaram melhor RFC do que sedentários. Apenas os praticantes dotreinamento aeróbio apresentaram melhor reativação vagal medida pelo RMSSD30.Além disso, nem a queda da FC durante o período de recuperação, nem oRMSSD30 se relacionaram com os índices vagais da VFC de repouso. O segundoestudo com o título: "Influência do nível das atividades laborais e de lazer nocomportamento autonômico cardíaco de repouso e recuperação de jovenssaudáveis" objetivou investigar a influência do nível das atividades laborais e delazer na modulação autonômica cardíaca de repouso e recuperação de jovens queembora não realizassem treinamento físico sistematizado, apresentassem diferentesníveis de atividade física ocupacional e de lazer. 20 homens foram divididos em doisgrupos de acordo com escore bruto total (EBT): 10 menos ativos com 22,8±1,9 anose 10 mais ativos com 22,3±2,2 anos. Os voluntários passaram pelos mesmosregistros descritos anteriormente, assim como seus dados foram submetidos àmesma análise da VFC e da taxa de RFC do primeiro estudo. O principal achadomostra que não houve diferença significativa entre os dois grupos em nenhum dosíndices no domínio do tempo e da frequência da VFC, assim como nos índices deRFC. Em conclusão, sugere-se que apenas atividades laborais e de lazer parecemnão ter promovido efeitos significativo na modulação autonômica cardíaca dosjovens estudados. Nesse sentido, reforça-se a idéia da necessidade de umtreinamento físico regular para promover adaptações autonômicas cardíacas
Tipo PDF
Palabras clave atividade física
Tipo de recurso Electronic Thesis or Dissertation
Tese ou Dissertacao Eletronica
Tipo de Interactividad Expositivo
Nivel de Interactividad muy bajo
Audiencia Estudiante
Profesor
Autor
Estructura Atomic
Coste no
Copyright
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Formatos PDF
Requerimientos técnicos Browser: Any
Fecha de contribución 16-may-2009
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