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Aspectos éticos na ação gerencial do enfermeiro
Trevizan,Maria Auxiliadora Mendes,Isabel Amélia Costa Lourenço,Maria Regina Shinyashiki,Gilberto Tadeu
Location:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692002000100013
Com o propósito de abordar aspectos éticos na ação gerencial do enfermeiro, os autores evocam Etzioni(1) e adotam uma classificação de hospital como uma referência de organização, onde o consentimento é baseado na internalização de regras aceitas como legítimas. No caso do paciente, a necessidade de adaptação ao comportamento médico e regras hospitalares, através da internalização, é vista como devida ao poder do médico, do enfermeiro e do hospital. Na nossa visão, esta internalização ocorre de uma maneira ingênua, sem consentimento, desde que a maioria dos pacientes brasileiros não sabe que pode, ou não, consentir porque está acostumada a obedecer. Os autores enfocam a função gerencial do enfermeiro, indicando que esta deve ser baseada em valores da profissão, em seu código de ética e nos direitos do paciente hospitalizado, integrando cuidado humano qualificado, guiado pelo respeito, por livre consentimento e pela promoção do paciente como um protagonista e sujeito do cuidado.
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Detalles del recurso
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Aspectos éticos na ação gerencial do enfermeiro
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| Id. |
603109 |
| Idioma |
portugués
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| Titulo |
Aspectos éticos na ação gerencial do enfermeiro |
| Autor(es) |
Trevizan,Maria Auxiliadora Mendes,Isabel Amélia Costa Lourenço,Maria Regina Shinyashiki,Gilberto Tadeu |
| Location |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692002000100013
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| Versión |
1.0 |
| Estado |
Final
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| Descripción |
Com o propósito de abordar aspectos éticos na ação gerencial do enfermeiro, os autores evocam Etzioni(1) e adotam uma classificação de hospital como uma referência de organização, onde o consentimento é baseado na internalização de regras aceitas como legítimas. No caso do paciente, a necessidade de adaptação ao comportamento médico e regras hospitalares, através da internalização, é vista como devida ao poder do médico, do enfermeiro e do hospital. Na nossa visão, esta internalização ocorre de uma maneira ingênua, sem consentimento, desde que a maioria dos pacientes brasileiros não sabe que pode, ou não, consentir porque está acostumada a obedecer. Os autores enfocam a função gerencial do enfermeiro, indicando que esta deve ser baseada em valores da profissão, em seu código de ética e nos direitos do paciente hospitalizado, integrando cuidado humano qualificado, guiado pelo respeito, por livre consentimento e pela promoção do paciente como um protagonista e sujeito do cuidado. |
| Tipo |
text/html |
| Palabras clave |
ética |
| Tipo de recurso |
journal article
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| Tipo de Interactividad |
Expositivo
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| Nivel de Interactividad |
muy bajo
|
| Audiencia |
Estudiante
Profesor
Autor
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| Estructura |
Atomic |
| Coste |
no
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| Copyright |
sí
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| Formatos |
text/html |
| Requerimientos técnicos |
Browser: Any |
| Fecha de contribución |
23-may-2005 |
| Contacto |
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