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Alimentação de recém-nascidos e lactentes a termo e prematuros atendidos em um hospital escola
Rosicler Garcia Rodrigues Yagi
Location: http://bdtd.famerp.br//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=30

O Brasil adota uma política de saúde voltada para a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, como forma de reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida das crianças. Os objetivos deste estudo foram; a) caracterizar a amostra e verificar a alimentação de bebês com idade inferior a dois anos, prematuros e a termo, avaliando os indicadores de aleitamento materno propostos pela Organização Mundial de Saúde (OMS): amamentação exclusiva, amamentação predominante, alimentação complementar oportuna, amamentação continuada e alimentação por mamadeira; b) comparar padrões alimentares entre bebês prematuros e a termo. Casuística: participaram do estudo 200 mães de recém-nascidos e lactentes divididas em quatro grupos de 50 mães; Grupo 1 (<4 meses); Grupo II (entre 6 e <10 meses); Grupo III (entre 12 e <16 meses); Grupo IV (entre 20 e <24 meses). Método; O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. Antes da consulta rotineira, as mães responderam a um questionário, fundamentado em metodologia padronizada pela OMS, sobre informações alimentares relativas as últimas 24 horas. Resultados: A maioria das mães encontrava-se na fase adulta (menos de 20% de adolescentes), alfabetizadas (97%; lC:93 a 99%), com parceiros (estimativa de 79,5%; 10:73 a 85%), minoria trabalhava fora (27%; 10:21 a 34%). Estimativa de 70,5% (lC:64 a 77%) de parto cesárea e 50,5% (lC:43 a 57%) de prematuridade. A minoria realizou a primeira mamada na sala de parto (estimativa de 18%; lC:13 a 25%). No Grupo 1 a taxa de aleitamento materno exclusivo foi 40% (lC:26 a 55%) e de aleitamento materno predominante 28% (10:16 a 42%). No Grupo II a taxa de aleitamento materno com alimentação complementar oportuna de 46% (10:32 a 61%). Para o Grupo III, a taxa de aleitamento materno continuado até um ano foi de 30% (10:18 a 45%) e para o Grupo IV a taxa de aleitamento materno continuado até dois anos foi de 32% (10:20 a 47%). Nota de Resumo A taxa de alimentação por mamadeira para menores de um ano foi de 57% (10:47 a 67%). Conclusões: As características dos grupos de mães e crianças foram quase homogêneas; ambos seguiam parcialmente rotinas facilitadoras da amamentação. O aleitamento materno diminui com o aumento da idade, havendo a introdução precoce de líquidos e alimentação complementar. O padrão alimentar dos bebês a termo e prematuros foi semelhante.

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Detalles del recurso

Alimentação de recém-nascidos e lactentes a termo e prematuros atendidos em um hospital escola
Id. 6742199
Idioma PT
Titulo Alimentação de recém-nascidos e lactentes a termo e prematuros atendidos em um hospital escola
Autor(es) Rosicler Garcia Rodrigues Yagi
Location http://bdtd.famerp.br//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=30
Versión 1.0
Estado Final
Descripción O Brasil adota uma política de saúde voltada para a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, como forma de reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida das crianças. Os objetivos deste estudo foram; a) caracterizar a amostra e verificar a alimentação de bebês com idade inferior a dois anos, prematuros e a termo, avaliando os indicadores de aleitamento materno propostos pela Organização Mundial de Saúde (OMS): amamentação exclusiva, amamentação predominante, alimentação complementar oportuna, amamentação continuada e alimentação por mamadeira; b) comparar padrões alimentares entre bebês prematuros e a termo. Casuística: participaram do estudo 200 mães de recém-nascidos e lactentes divididas em quatro grupos de 50 mães; Grupo 1 (<4 meses); Grupo II (entre 6 e <10 meses); Grupo III (entre 12 e <16 meses); Grupo IV (entre 20 e <24 meses). Método; O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. Antes da consulta rotineira, as mães responderam a um questionário, fundamentado em metodologia padronizada pela OMS, sobre informações alimentares relativas as últimas 24 horas. Resultados: A maioria das mães encontrava-se na fase adulta (menos de 20% de adolescentes), alfabetizadas (97%; lC:93 a 99%), com parceiros (estimativa de 79,5%; 10:73 a 85%), minoria trabalhava fora (27%; 10:21 a 34%). Estimativa de 70,5% (lC:64 a 77%) de parto cesárea e 50,5% (lC:43 a 57%) de prematuridade. A minoria realizou a primeira mamada na sala de parto (estimativa de 18%; lC:13 a 25%). No Grupo 1 a taxa de aleitamento materno exclusivo foi 40% (lC:26 a 55%) e de aleitamento materno predominante 28% (10:16 a 42%). No Grupo II a taxa de aleitamento materno com alimentação complementar oportuna de 46% (10:32 a 61%). Para o Grupo III, a taxa de aleitamento materno continuado até um ano foi de 30% (10:18 a 45%) e para o Grupo IV a taxa de aleitamento materno continuado até dois anos foi de 32% (10:20 a 47%). Nota de Resumo A taxa de alimentação por mamadeira para menores de um ano foi de 57% (10:47 a 67%). Conclusões: As características dos grupos de mães e crianças foram quase homogêneas; ambos seguiam parcialmente rotinas facilitadoras da amamentação. O aleitamento materno diminui com o aumento da idade, havendo a introdução precoce de líquidos e alimentação complementar. O padrão alimentar dos bebês a termo e prematuros foi semelhante.
Tipo PDF
Palabras clave PEDIATRIA
Tipo de recurso Electronic Thesis or Dissertation
Tese ou Dissertacao Eletronica
Tipo de Interactividad Expositivo
Nivel de Interactividad muy bajo
Audiencia Estudiante
Profesor
Autor
Estructura Atomic
Coste no
Copyright
Liberar o conteúdo dos arquivos para acesso público
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Requerimientos técnicos Browser: Any
Fecha de contribución 06-sep-2008
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