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Emergência narrativa e segurança das representações de vinculação no período pré-escolar

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Detalles del recurso

Pertenece a: Repositório do ISPA Instituto Superior de Psicologia Aplicada  

Descripción: Constituindo uma das maiores conquistas desenvolvimentais do período pré-escolar, o despontar da competência narrativa espontânea põe em evidência representações mentais da experiência, implicando a atribuição de significados emocionais susceptíveis de serem partilhados e, em última instância, co-construídos. Assinalando a possibilidade de a criança comunicar eventos passados e presentes, bem como expectativas futuras, esta nova capacidade permitir-lhe-á organizar e dar sentidos temporais, causais e avaliativos às suas vivências, simbolizando um passo maior no sentido de poder perceber e regular a sua própria vida emocional (Fivush, 2008). Nos últimos 30 anos, a aceitação desta premissa levou a um aumento significativo na utilização de metodologias de elicitamento de narrativas, apontadas como uma forma válida de estudar a qualidade e a organização dos Modelos Internos Dinâmicos de vinculação. Visando identificar diferenças individuais no modo como as crianças encenam situações relacionadas com a vinculação, o Attachment Story Completion Task (ASCT, Bretherton & Ridgeway, 1990) tem sido utilizado em diferentes culturas, tanto com amostras clínicas como normativas. Contudo, mais estudos são necessários para legitimar a sua validade convergente e discriminante, aspecto dificultado pelo facto de o instrumento não obrigar à utilização de um sistema de classificação único. Dando continuidade à investigação realizada com o ASCT na população portuguesa, os 2 primeiros estudos empíricos apresentados debruçam-se sobre as características psicométricas do instrumento numa amostra normativa de crianças, entre os 3 e os 7 anos. No 1º estudo, os valores de segurança de 159 crianças não apresentaram associações relevantes com variáveis sócio-demográficas familiares, nem com a idade dos participantes. Foi encontrada uma associação positiva, fraca, com o Q.I. verbal, avaliado através da WPPSI-R. Numa sub-amostra de 34 crianças, verificou-se que o valor de segurança global, intra-sujeitos, se manteve moderadamente estável após 11 meses. No 2º estudo as narrativas de 73 crianças foram analisadas, de forma independente, por duas equipas de investigadores, respectivamente treinadas no Sistema de cotação e classificação de Dusseldorf e na Escala de Segurança. A análise associativa dos valores inter-sistemas, mostrou que estes se encontram apenas moderadamente correlacionados. Com base em excertos narrativos, discute-se a possibilidade de os dois sistemas se debaterem com dimensões representacionais distintas, com especial atenção a ser dada à potencial influência do género neste âmbito. No 3º estudo, 38 díades mãe/criança e 27 díades pai/criança participaram, de forma independente, numa tarefa de reminiscência sobre eventos partilhados passados (Fivush & Fromhoff, 1988). Os resultados mostram fortes ligações entre as características elaborativas do estilo narrativo parental e a participação activa da criança na tarefa, com a especificidade relacional a revelar -se um aspecto saliente. Fornecendo suporte empírico a um dos pressupostos principais da Teoria da Vinculação, relativo ao facto de a presença de abertura emocional na relação criança/cuidador constituir um aspecto vital para a organização de modelos internos seguros, a presença de hostilidade na interacção mostrou-se negativamente associada com a segurança das narrativas ASCT concorrentemente produzidas pelas crianças. Os dados sugerem ainda que a elaboração discursiva paterna desempenha, um papel específico, facilitador, neste âmbito, apoiando a tese de que as trocas comunicativas com a figura paterna poderão contribuir para o desenvolvimento das competências de partilha narrativa das crianças pré-escolares com outros parceiros sociais. ---------- ABSTRACT ---------- Being one of the greatest developmental achievements within the preschool period, the beginning of spontaneous narrative competence highlights children’s mental representations of experience, implying the attribution of emotional meanings which are susceptible to be shared and, ultimately, co-constructed. Enabling the communication of past and present events, as well as future expectations, this new capacity will allow children to organize and to give temporal, causal and evaluative meanings to daily happenings, representing a major step towards the abilities of understanding and regulating their own emotional lives (see Fivush, 2008).Over the past 30 years, the accepting of this premise has led to a significant increase in the use of narrative eliciting methodologies, identified as a valid way to study the quality and organization of children’s Internal Working Models. The Attachment Story Completion Task (ASCT, Bretherton & Ridgeway, 1990) was created with the aim of identifying individual differences in how children enact different situations related to attachment. So far, it has been used in different cultures, with both normative and clinical samples. Yet, more studies are needed to legitimize its convergent and discriminative validity, goal that has not been fully accomplished partially due to the fact that the instrument allows researchers to use a great diversity of coding systems. Amplifying the research made with the ASCT in the Portuguese population, the first 2 empirical studies focus mainly on the psychometric characteristics presented by the instrument, when applied to a normative sample of children aged between 3 and 7 years old. In the 1st study, 159 children’s ASCT security showed no significant associations with socio-demographic family variables, neither with participants’ age. We found a positive association, though weak, with the verbal I.Q., assessed with the WPPSI-R. In a subsample of 34 children, it was found that, when considered globally and at the intra-subject level, security remained moderately stable after 11 months. In the 2nd study the narratives of 73 children were analyzed independently by two research teams trained, respectively, in the Dusseldorf Coding and Classification System and in a Security Scale. The associative analysis of the inter-systems values showed that these two systems seem to be only moderately interrelated. Based on narrative passages, it is discussed the possibility that the two systems emphasize different representational dimensions, with special attention being given to gender issues. In the 3rd study, 38 mother/child and 27 father/child dyads participated, independently, in a memory-talk task (Fivush & Fromhoff, 1988). The results show strong links between the elaborative features of parental narrative style and children's active participation in the task, with relational specificity showing to be an important aspect. Providing empirical support for one of Attachment’s Theory most central assumptions (i.e. open emotional communication within the child/caregiver relationship uphold the organization of secure IWM), the presence of hostility in the dyadic interaction was negatively associated with the security of the ASCT narratives concurrently produced. Data also suggest that the elaborative features of fathers’ narrative style play a specific, facilitating, role, in preschoolers’ organization of secure attachment representations. Therefore, support is given to the thesis that communicative exchanges with the father figure may foster preschoolers’ competences regarding narrative sharing with other social partners.

Autor(es): Maia, Joana Branco - 

Id.: 55212691

Idioma: por  - 

Versión: 1.0

Estado: Final

Palabras clavePsicologia do desenvolvimento - 

Tipo de recurso: doctoralThesis  - 

Tipo de Interactividad: Expositivo

Nivel de Interactividad: muy bajo

Audiencia: Estudiante  -  Profesor  -  Autor  - 

Estructura: Atomic

Coste: no

Copyright: sí

: openAccess

Requerimientos técnicos:  Browser: Any - 

Relación: [References] Fundação para a Ciência e Tecnologia - SFRH/BD/35769/2007

Fecha de contribución: 27-sep-2012

Contacto:

Localización:


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