SciELO Brasil - Scientific Electronic Library Online
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Mostrando recursos 161 - 180 de 712
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Possibilidades e dificuldades nas relações entre ciências sociais e epidemiologia - Minayo,Maria Cecília de Souza; Assis,Simone Gonçalves de; Deslandes,Suely Ferreira; Souza,Edinilsa Ramos de
O artigo objetiva efetuar uma discussão teórica sobre as dificuldades e possibilidades de articulação entre epidemiologia e ciências sociais no campo da saúde pública. As autoras, através de método reflexivo, problematizam e propõem caminhos de possibilidades ante a principal indagação do texto que é como têm sido apropriados os conceitos e categorias de uma disciplina pela outra. Apresentam como essencial para a articulação a disposição dos pesquisadores de dialogarem; o exercício teórico disciplinar tanto quanto o diálogo entre elas; a compreensão das lógicas disciplinares que dão sentido aos conceitos. Finalizam, discutindo os limites e avanços na apropriação da interdisciplinaridade, a...
162.
Os estudos de antropologia da saúde/doença no Brasil na década de 1990 - Canesqui,Ana Maria
Este texto revê e comenta os estudos antropológicos e qualitativos sobre as dimensões socioculturais da saúde/doença, englobando os seus subtemas, conceitos e metodologias adotadas a partir de diferentes vocações intelectuais. Inclui ainda a sexualidade, doença e relações de gênero.Traça alguns fatores que contribuíram para a expansão daquela produção acadêmica e circunscreve-se somente à publicada, cujo exame permitiu a seleção dos temas abordados, devido aos seus predomínios.
163.
Incorporação das ciências sociais na produção de conhecimentos sobre trabalho e saúde - Minayo-Gomez,Carlos; Thedim-Costa,Sonia Maria da Fonseca
Este artigo apresenta uma revisão bibliográfica sobre a influência das ciências sociais para a superação de concepções reducionistas de relação trabalho-saúde, nas duas últimas décadas. Trata-se de um tipo de diagnóstico da produção científica, no qual destacam-se: as contribuições para a caracterização da saúde do trabalhador, como campo de conhecimento e de intervenção, e para a análise da política e das práticas das instituições públicas; as abordagens compreensivas e as questões de gênero. Efetuou-se um levantamento de artigos de periódicos indexados e de dissertações e teses de pós-graduação. Foram consultados: o banco de dissertações e teses da Coordenação de Aperfeiçoamento...
164.
Problemas ambientais, saúde coletiva e ciências sociais - Freitas,Carlos Machado de
Problemas ambientais e sua interface com a saúde estão sempre presentes nos discursos e práticas sanitárias. Em meados do século 19, com os intensos impactos do processo de industrialização e urbanização sobre as condições sanitárias e de saúde, esses problemas são vistos como resultados de processos políticos e sociais. Mas com o paradigma microbiano essa relação foi reduzida aos problemas de saneamento e a controle de vetores. A dimensão social e política passa a ocupar lugar marginal e periférico. Para os movimentos ambientalistas e a medicina social latino-americana a noção de problemas ambientais e de problemas de saúde é ampliada....
165.
As ciências sociais, a comunicação e a saúde - Teixeira,Ricardo Rodrigues; Cyrino,Antônio Pithon
Comunicação, o termo central do título deste trabalho, pretende realmente ser uma espécie de pivô da articulação que queremos aqui estabelecer entre as ciências sociais e a saúde. Por um lado, a sua emergência como um campo de questões diferenciadas, com objetos e olhares relativamente novos, no seio do pensamento social já desde fins do século 18, passando pelas suas primeiras elaborações teóricas e estudos empíricos, já no quadro das ciências sociais, desde meados do século 19, depois pela sua diferenciação como um campo disciplinar em separado, em meados do século 20, até se tornar um verdadeiro emblema das sociedades...
166.
Indivíduo e pessoa na experiência da saúde e da doença - Duarte,Luiz Fernando Dias
Revisão de uma linha de pesquisa no campo das ciências sociais em saúde no Brasil que se centra na hipótese metodológica de uma diferença cultural fundamental entre os modelos relacionais de "pessoa" e o modelo do "indivíduo" ocidental moderno (pensado como livre, autônomo e igual). Essa diferença cultural é de particular importância na caracterização das formas diferenciais de experiência da saúde e da doença entre as classes populares das sociedades nacionais modernas e os segmentos portadores dos saberes biomédicos eruditos, dominantes e oficiais. Estes últimos têm um compromisso originário com algumas características da ideologia do individualismo, tais como o universalismo/racionalismo...
167.
Modelos de atención de los padecimientos: de exclusiones teóricas y articulaciones prácticas - Menéndez,Eduardo L.
En las sociedades latinoamericanas existen diversos modelos de atención de los padecimientos que son considerados en forma aislada y hasta antagónica por el sector salud, en lugar de observar las estrechas relaciones que se dan entre esos modelos a través de las prácticas y representaciones de los sujetos que los utilizan. En este trabajo se describen las relaciones que existen entre la biomedicina y la autoatención, para evidenciar el continuo proceso de transacciones que operan entre las mismas. Primero se describen algunas características básicas de la biomedicina y de la autoatención, para luego observar las transacciones que existen entre ambas,...
168.
O ensino das ciências sociais nas escolas médicas: revisão de experiências - Nunes,Everardo Duarte; Hennington,Elida Azevedo; Barros,Nelson Filice de; Montagner,Miguel Ângelo
O presente artigo descreve e analisa a literatura sobre o ensino das ciências sociais nas escolas médicas em diferentes países, durante o período de 1960 a 2000. A metodologia baseia-se na análise documental/bibliográfica de estudos já sistematizados sobre o tema e de levantamento realizado nos bancos de dados Lilacs, Medline e Sociological Abstracts. Com referência às experiências de 1980 a 2000, os dados levantados de 21 artigos assinalam: objetivos - acompanhar e atender às mudanças sociais, às ocorridas na prestação de serviços de saúde, às necessidades da população; técnicas de ensino - ênfase no processo de ensino-aprendizagem ativo, atividades em...
169.
La cooperación técnica internacional y las políticas de salud - Bronfman,Mario; Díaz Polanco,Jorge
Este artículo analiza los cambios ocurridos en la CTI atribuibles a dos procesos: los cambios en los escenarios internacionales y otros que surgen de las propias organizaciones que brindan CTI. Se toman dos procesos como casos centrales: las políticas y las reformas de salud, especialmente el papel desempeñado por la Organización Mundial de la Salud y su oficina para las Américas, la Organización Panamericana de la Salud, y sus relaciones con las agencias multilaterales. Compara los resultados de la CTI en términos de costo/efectividad y, finalmente, sugiere opciones para mejorar el proceso de CTI basadas en las consecuencias de los...
170.
El desarrollo sostenible de los sistemas de salud: un paradigma emergente y saludable - Pimentel,Edmundo
Durante las últimas décadas, países de todo el mundo, y en especial los latinoamericanos, han emprendido acciones de reformas a sus sistemas de salud, impulsados por el crecimiento del gasto social. Los gobernantes han tratado de mejorar las condiciones de vida, impulsando el gasto social hasta el máximo de sus posibilidades sin haber obtenido los resultados esperado. Los desafíos recientes de la globalización y apertura económica han aumentado las restricciones de los gobiernos para financiar políticas públicas. Las reformas del sector salud son procesos orientados a introducir cambios sustantivos en diferentes instancias, en sus relaciones y en las funciones que...
171.
Interfaces e interlocuções: os congressos de ciências sociais em saúde - Gomes,Mara H. de Andréa; Goldenberg,Paulete
Este artigo descreve a trajetória recente dos congressos de ciências sociais em saúde, a partir da conjuntura histórica de inserção das ciências humanas nos currículos das faculdades de medicina, até a fundação da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco). Para dar conta dessa descrição, tomamos como referência um eixo problematizador - a relação indivíduo-sociedade - como questão fundante não só das ciências sociais como da saúde coletiva. Com esta perspectiva de fundo, retomamos o temário dos congressos como indicativos das questões balizadoras da área e das tendências de explicações, assinalando aquelas presentes em todos eles e as questões...
172.
A análise institucional e a saúde coletiva - L'Abbate,Solange
Na sua história recente, a saúde coletiva se institucionalizou na dupla dimensão: teórico-prática e político-ideológica. Sendo a análise institucional uma abordagem que busca a transformação das instituições a partir das práticas e discursos dos seus sujeitos, pode-se dizer que há grande potencialidade para o crescimento da utilização do seu instrumental na saúde coletiva, considerando as dimensões da pesquisa, da intervenção e da formação dos profissionais. A tudo isso acrescenta-se a análise da própria saúde coletiva como uma instituição complexa, contraditória, sendo ela mesma atravessada por inúmeras instituições.
173.
Das ciências sociais para as ciências sociais em saúde: a produção científica de pós-graduação em ciências sociais - Marsiglia,Regina Maria Giffoni; Spinelli,Selma Patti; Lopes,Marina França; Silva,Thiago Carvalho Pelucio
Este artigo apresenta algumas características da produção intelectual desenvolvida em disciplinas de pós-graduação das ciências sociais e humanas tendo como objeto a saúde, durante os anos 90 e nos anos de 2000 e 2001 em São Paulo. Partimos da identificação desses trabalhos nas bibliotecas da Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. As 258 dissertações de mestrado e teses de doutorado encontradas foram classificadas de acordo com: instituição de ensino, ano de conclusão, nível de pós-graduação, disciplinas, temáticas abordadas e...
174.
A Sra. Tomasetti, Bloom e um projeto de ensino pioneiro - Nunes,Everardo Duarte
O artigo desenvolve uma análise do livro de Samuel W. Bloom, The doctor and his patient: a sociological interpretation, no qual o autor propõe uma forma de abordar os principais conceitos sociológicos para o ensino de estudantes de medicina. O foco central é o relacionamento médico-paciente, a partir do relato do caso de uma paciente e das formas adotadas pelos médicos e outros profissionais na tentativa de cuidar de uma paciente crônica. O principal conceito que embasa a análise é o de sistema social, ao qual se juntam os de papel, normas, instituições. Além de apresentar as grandes linhas dos...
175.
A implicação da família no uso abusivo de drogas: uma revisão crítica - Schenker,Miriam; Minayo,Maria Cecília de Souza
Este artigo apresenta uma revisão crítica da literatura sobre a relação entre adolescência, família e uso abusivo de drogas. Discorre sobre a importância da inserção do sintoma drogadicção no contexto familiar e sociocultural para o entendimento de sua complexidade. A família é vista como uma das fontes de socialização primária do adolescente, juntamente com a escola e o grupo de amigos. As práticas educativas e os estilos de criação da família, com seus três diferentes tipos de controle parental, são ressaltados porque podem facilitar, ou não, o uso abusivo de drogas. Os resultados das pesquisas apontam para a importância de...
180.
Financiamento federal e gestão local de políticas sociais: o difícil equilíbrio entre regulação, responsabilidade e autonomia - Arretche,Marta
O trabalho argumenta que os governos locais já assumiram a gestão da atenção básica à saúde no Brasil. No entanto, não há qualquer garantia intrínseca à gestão local que promova responsabilidade, eficiência, acesso universal e patamares eqüitativos de atenção à saúde. A qualidade da ação dos governos depende, em grande medida, dos incentivos e controles a que estes estão submetidos. Estes últimos, por sua vez, derivam do desenho institucional das políticas. O SUS construiu, entre 1988 e 1993, uma complexa estrutura institucional para a tomada de decisões, a qual deve viabilizar a realização dos objetivos da política de saúde, bem...