Publicidad

Publicidad

becas.universia.netBiblioteca.Net

Buscar recursos:

Buscador Google

rss_1.0 Recursos de colección

Repositório Digital da UFRGS (12.592 recursos)
Repositório Digital de la Universidad Federal de Rio Grande do Sul, reúne los documentos digitales generados en su ámbito, para su preservación y divulgación.

Mostrando recursos 1 - 20 de 170

1. Caracterização estrutural, hidrogeológica e hidroquímica dos sistemas aquiferos Guarani e Serra Geral no nordeste do Rio grande do Sul, Brasil - Betiollo, Leandro Menezes
O presente estudo foi desenvolvido na região nordeste do Rio Grande do Sul, denominada Bloco Morfotectônico da Fachada Atlântica, que abrange, em sua maior área, o pacote vulcânico da Formação Serra Geral, enquanto a parte mais meridional é constituída pelos arenitos da Formação Botucatu e pelas rochas sedimentares dos grupos Rosário do Sul e Passa Dois. A principal ênfase deste trabalho é caracterizar o Sistema Aqüífero Guarani (SAG) e o Sistema Aqüífero Serra Geral (SASG) na área em estudo, limitada pelas coordenadas 50°02’00’’-52°39’30’’W e 28°29’20’’-29°57’20’’S. Realizado o inventário de 506 poços tubulares foram selecionados 166 poços contendo informações hidrogeológicas e...

2. Evolução metamórfica dos metapelitos da antiforme Serra dos Pedrosas : condições e idades do metamorfismo - Lenz, Cristine
Na região central do Escudo Sul Rio-grandense aflora uma seqüência de rochas supracrustais -metassedimentares e metavulcânicas -de idade Neoproterozóica (Complexo Metamórfico Porongos- CMP) intercaladas com gnaisses e granitóides milonitizados de idade Paleoproterozóica (Gnaisses Encantadas e Granitóides Milonitizados de Santana da Boa Vista). Neste trabalho foram estudados os xistos pelíticos do extremo leste do CMP, nas proximidades do contato com as rochas da Suíte Intrusiva Encruzilhada do Sul (SIES). Nessa região aflora a Antiforme Serra dos Pedrosas, uma dobra tardia de escala quilométrica que controla a distribuição das unidades do CMP denominadas Cerro Cambará, Rincão do Maranhão e Cerro do Facão....

3. Morfodinâmica e migração das dunas eólicas na Reserva Ecológica do Taim, litoral sul do RS - Guimarães, Lisiane Silva
No Litoral Sul do Rio Grande do Sul encontra-se a Reserva Ecológica do Taim, a qual abriga um amplo campo de dunas eólicas situadas entre o Oceano Atlântico e a Lagoa Mangueira. Nessa área foram determinados o regime de ventos e a migração das dunas eólicas nos últimos três anos. As análises revelaram que no ano de 2003 o vento dominante proveio de NE, com velocidades moderadas a baixas. Os regimes de ventos de 2004 e 2005 tiveram um comportamento similar entre si, com ventos mais freqüentes provindos de SE e velocidades altas. A partir de 2004 foi constatado um...

4. O Granito europa e o grupo Iricoumé na parte leste do distrito mineiro de Pitinga (Amazonas) - Prado, Maurício
O granito Europa intrude rochas do Grupo Iricoumé, que é constituído predominantemente por rochas vulcanoclásticas de ambiente subaéreo (ignimbritos ricos em cristais, tufos maciços finos e arenitos sílticos tufáceos) e, subordinadamente, por riolitos hipabissais com composições equivalentes a sienogranitos, provavelmente geradas em ambiente do tipo caldeira. O granito Europa é um pertita granito (hipersolvus) de natureza peralcalina, não têm relação genética com as rochas vulcânicas do Grupo Iricoumé, mas pode ter sido originado em estágios de ressurgência. Dados petrográficos e geoquímicos atestam que a cristalização fracionada foi o principal mecanismo atuante durante a cristalização, gerando as fácies 1 e 2...

5. Gênese e evolução da mineralização de criolita, pirocloro e columbita da subfácies albita granito de núcleo, mina pitinga, Amazonas, Brasil - Minuzzi, Orlando Renato Rigon
Na mina Pitinga, o minério primário ocorre associado á fácies albita granito do Granito Madeira . Trata-se de uma jazida de Sn de classe mundial, com Nb, Ta e criolita (co-produtos) e Zr, ETR, Y, Li e U (possíveis subprodutos). O minério de criolita ocorre nas subfacíes albita granito de núcleo (AGN) nas formas disseminada (150Mt, teor de 4,2% de Na3AlF6) e de um depósito criolítico maciço DCM (10Mt, teor de 32% de Na3AlF6). A criolita disseminada pertence a duas gerações, ambas quase isótropas e raramente macladas. A criolita magmática ocorre como inclusões em fenocristais de quartzo ou na matriz...

6. Assinaturas tafonômicas dos invertebrados da formação Itaituba aplicação como ferramenta de análise estratigráfica e paleoecológica na seção pensilvaniana aflorante na porção sul da Bacia do Amazonas, Brasil - Moutinho, Luciane Profs
Este trabalho foi baseado na aplicação de diferentes ferramentas de análise paleoecológica e estratigráfica, visando o entendimento do ambiente deposicional que foi cenário de deposição das rochas sedimentares do Eomesopensilvaniano da Bacia do Amazonas. Neste período, uma plataforma carbonática intracratônica do tipo rampa se estabeleceu sobre os sedimentos de origem eólica da Formação Monte Alegre, possibilitando a deposição de espessos depósitos de contexto ambiental marinho raso, hoje representados pelas rochas carbonáticas/evaporíticas da Formação Itaituba, aflorantes na pla taforma sul da bacia. Através do estudo de Petrografia e fácies foram caracterizados os contextos ambientais envolvidos na gênese dos depósitos estudados e...

7. Geologia e evolução holocênica do sistema lagunar da "Lagoa do Peixe", litoral médio do Rio Grande do Sul, Brasil - Arejano, Tadeu Braga
A Lagoa do Peixe é um corpo lagunar raso que mantém uma ligação temporária com o mar através de um único canal de ligação. Hoje em dia, esta laguna ocupa apenas parte de uma faixa de terras baixas posicionada entre duas barreiras arenosas (Barreira III, pleistocênica, e Barreira IV, holocênica) no Litoral Médio do Rio Grande do Sul. Esta faixa de terras baixas corresponde a uma região de retrobarreira (backbarrier) e é definida, para fins deste trabalho, como “Sistema Lagunar da Lagoa do Peixe”. O Sistema Lagunar da Lagoa do Peixe foi investigado, nesta Tese, em seus aspectos geológicos e...

8. Integração de dados mineralógicos, isótopos estáveis (O, H) e porosidade de rochas (14C-PMMA) no reconhecimento da evolução da alteração no sistema hidrotermal de Lavras do Sul/RS, Brasil - Bongiolo, Everton Marques
O distrito mineiro de Lavras do Sul compreende prospectos contendo Au-Cu (±Pb, Zn, Ag) em uma seqüência plutono-vulcânica neoproterozóica no Sul do Brasil. As mineralizações ocorrem em veios e brechas de quartzo com direção preferencial N40°W a E-W e em halos hidrotermais nas encaixantes. Os principais minerais de alteração associados às mineralizações filonianas nos granitóides e nas rochas vulcanogênicas compreendem sericita e clorita, respectivamente. Estudos de campo, petrografia (ótica e MEV), difratometria de raios X, decomposição de difratogramas e química mineral das zonas de alteração mineralizadas mostram que as sericitas associadas à alteração fílica compreendem: (i) fengita, ilita e interestratificados...

9. Geologia regional, geoquímica e geocronologia Pb-Pb de rochas graníticas e vulcânicas paleoproterozóicas da Província Pitinga, craton amazônica - Ferron, José Maximino Tadeu Miras
Esta tese preenche, pelo menos em parte, uma lacuna criada por 26 anos sem que tenham sido efetuados trabalhos sobre a geologia regional na Província Pitinga, em contraste com os numerosos estudos sobre os depósitos primários e suas rochas hospedeiras (granitos da Suíte Madeira). As rochas mais antigas da província são os granitóides cálcico-alcalinos da Suíte Intrusiva Água Branca (SAB) de idades entre 1.960Ma e 1.938 Ma). Estas são cortadas/sobrepostas pelas rochas vulcânicas (Grupo Iricoumé), predominantes na província, e por rochas graníticas alcalinas (Suíte Intrusiva Mapuera), com idades entre 1.897Ma e 1.875 Ma, pertencentes ao Supergrupo Uatumã. A deposição de...

10. Caracterização de paleossolos aluviais em baicias sedimentares mesozóicas : determinação dos controles sedimentares e implicações paleoambientais - Pierini, Cristina
A realização desta tese de Doutorado teve como principal objetivo o estudo de paleossolos e paleoalterações, com ênfase na determinação de critérios para a sua identificação e diferenciação, assim como uma pesquisa envolvendo as diversas interpretações que podem resultar deste estudo. Como resultado desse trabalho, são apresentados três artigos técnicos que desenvolvem o assunto, trazendo os resultados obtidos e que, por fim, sugerem a continuidade desta importante linha de pesquisa. O primeiro artigo traz uma revisão conceitual sobre paleossolos e discute suas principais aplicações. Os outros dois artigos trazem o trabalho desenvolvido em duas bacias sedimentares distintas, também com idades...

11. Sucessão das associações de dinoflagelados (Protista, Pyrrhophyta) ao longo das colunas estratigráficas do cretáceo das bacias da margem continental brasileira : uma análise sob ponto de vista paleoceanográfico e paleobiogeográfico - Arai, Mitsuru
Esta tese constitui uma síntese de dados acerca das associações de dinoflagelados do Cretáceo do Brasil e introduz modelos para interpretações de naturezas paleobiogeográfica e paleoceanográfica para o Atlântico Sul primitivo. Os dinoflagelados, por constituírem o plâncton marinho em sua maioria, tendem a serem considerados como cosmopolitas. Entretanto, o fato que vem sendo constatado nas últimas décadas é de que uma parcela significativa de suas espécies é endêmica ou, senão, intimamente vinculada a um padrão biogeográfico que caracteriza um provincialismo. A evolução do padrão biogeográfico no decorrer do Cretáceo no Brasil, mais precisamente do Aptiano ao Maastrichtiano, relaciona-se ao processo...

12. Cimento dolomítico em reservatórios silicilásticos : o exemplo do membro carmópolis (Formação Muribeca) no Campo de Camorim na Bacia de Sergipe (Brasil) - Klein, Carla
O Campo de Camorim é um dos principais produtores de hidrocarbonetos da Bacia de Sergipe (SE), situada na porção nordeste da margem continental brasileira. Foram estudados quatro poços com testemunhagem no Membro Carmópolis (da Formação Muribeca) que é considerado como o melhor reservatório do Campo. Os poços posicionamse em dois blocos estruturais (aqui denominados de Área Leste e Área Oeste) que apresentam comportamentos distintos em relação à recuperação de hidrocarbonetos. O Membro Carmópolis caracteriza-se pelo predomínio de conglomerados e litoarenitos de granulometria média a grossa (Área Oeste) e também fina a muito fina (Área Leste). Estas rochas se depositaram sob...

13. Caracterização mineralógica e petrológica da ocorrência de dickita em reservatórios rasos da Bacia do Recôncavo, Bahia : implicações para a evolução da bacia e do sistema diagenético - Bona, Janete de
Os arenitos fluviais e eólicos da Formação Sergi (Jurássico – Cretáceo) são os reservatórios mais importantes da Bacia do Recôncavo, nordeste do Brasil. Um estudo detalhado utilizando Microscopia Eletrônica de Varredura, Microscopia Ótica, Difração de Raios-X e Espectroscopia de Infravermelho revelou a ocorrência de dickita, um argilomineral indicativo de soterramento profundo (T >100oC), nos campos de óleo de Buracica (630 a 870 m) e Água Grande (1300 a 1530 m). A dickita ocorre distribuída irregularmente em arenitos com grande permeabilidade e porosidade intergranular da seqüência estratigráfica média da Formação Sergi, como agregados vermiculares e booklets substituindo grãos de feldspato e...

14. Caracterização morfossedimentar da plataforma continental interna da enseada do Pântano do Sul, Ilha de Santa Catarina, SC - Souza, Jorge Antonio Guimarâes de
A enseada do Pântano do Sul localiza-se ao sul da ilha de Santa Catarina, adjacente ao arco praial Pântano do Sul – Solidão, sendo delimitada a sudeste pelas ilhas Três Irmãs. O relevo de fundo da plataforma continental interna apresenta profundidades médias da ordem de 15,42m e as maiores profundidades, da ordem de 30m. Os perfis batimétricos mostraram a presença de um terraço marinho na isóbata dos 15m, o qual está relacionado às estabilizações do nível médio do mar ocorridas durante a transgressão Holocênica. Os sedimentos de fundo da enseada são formados predominantemente por areias e sua fração mais grossa...

15. Os Tapiridae (Mammalia, Perissodactyla), do pleistoceno superior do estado de Rondônia, Brasil - Holanda, Elizete Celestino
O material aqui estudado provém da Formação Rio Madeira, da localidade de Araras, Município de Nova Mamoré. O espécime UNIR-PLV-M009, um crânio quase completo, apresenta as sinapomorfias do gênero Tapirus, mas difere de todas as espécies conhecidas pelos frontais largos, cuja pneumatização se estende até a sutura fronto-parietal, pela crista sagital alta e pelo P2 pouco molarizado, constituindose numa nova espécie, não nominada, de Tapirus. O espécime UMVT-4075, um palato incompleto com todos os dentes, difere de UNIR-PLV-M009 pelo P2 molarizado, e compartilha com Tapirus terrestris este e os demais caracteres dentários.

16. Contribuição a interpretação paleoambiental dos depósitos de carvão do município de Figueira - PR, através da integração de dados petrográficos e estratigráficos - Sbaraini, Eduardo
A Formação Rio Bonito é a unidade inferior do Grupo Guatá da Bacia do Paraná, formada no período Eo-Permiano, esta unidade compreende um dos maiores depósitos de carvão da América do Sul. Na região do município de Figueira, nordeste do estado do Paraná, foram descritos poços e afloramentos correspondentes a esta unidade e coletadas amostras de carvão para realizar a caracterização petrográfica. Com análise petrográfica quantitativa dos os constituintes macerais do carvão foi possível obter informações sobre as condições originais de deposição e preservação da matéria orgânica, através de modelos faciológicos de carvão utilizados no reconhecimento dos ambientes deposicionais. Para...

17. Depósito sedimentares associados à desembocadura do Arroio Chuí (Planície Costeira do Rio Grande do Sul) e suas relações com as variações do nível do mar durante o holoceno - Caron, Felipe
O presente trabalho descreve a ocorrência de depósitos sedimentares associados à desembocadura do Arroio Chuí, no extremo sul do País, e suas relações com as variações do nível do mar durante o Holoceno. Com o emprego de uma estação total, bússola de geólogo e navegação com GPS, procedeu-se a um nivelamento topográfico da área de estudo, incluindo a altimetria ao longo de 5 perfis topográficos transversais e longitudinais ao arroio. Ao longo dos perfis transversais foram coletados 10 testemunhos a percussão e realizados 18 furos com trado manual. As análises sedimentológicas, paleontológicas e geocronológicas dos testemunhos e dos afloramentos nas...

18. Caracterização geoquímica e petrográfica dos produtos da hidropirólise (Rocha Hidropirolisada, betume e óleo expulso) em rochas geradas de petróleo das bacias do Paraná (Fm. Irati), Brasil e Puertollano, Espanha - Rondón, Noelia Del Valle Franco
Experimentos de hidropirólise foram realizados em amostras de folhelho betuminoso da Formação Irati, Bacia do Paraná, Brasil, e em amostras de folhelho betuminoso e carvão da Bacia de Puertollano, Espanha, com o objetivo de estudar o potencial de geração de hidrocarbonetos, e determinar as mudanças na composição química e nos principais parâmetros geoquímicos e petrográficos, com o aumento da evolução térmica da matéria orgânica. O aumento do tempo nos experimentos de hidropirólise, usando a mesma temperatura máxima (350 ºC), promoveu uma maior transformação da matéria orgânica insolúvel em betume e óleo, em todas as amostras em estudo. Esta transformação parcial...

19. O Estuário do Guaíba : características texturais, mineralógicas e morfológicas - Cunha, Roberto
Baseado em análise texturais e mineralógicas de amostras do leito do Estuário do Guaíba o autor define as seguintes fácies sedimentares: Arenosa, sub-devidida em Sub-Fácies Areia Grossa, Média e Final; Areno-Síltica; Silto-Arenosa e Areno-Silto-Argilosa. Cada uma destas fácies é o resultado da mistura e deposição de detritos sólidos provenientes de quatro áreas fontes distintas: o Escudo Cristalino; as Formações Quaternárias; a suspensão na corrente dos Rios Jacuí, Gravataí, Sinos e Caí que cortam rochas de idade Pré-Cambriana, Paleozóica, Mesozóica e Quaternária, originando, assim, uma complexa mistura que flui para o estuário e o material recente que ocorre nas margens do...

20. Caracterização da alteração hidrotermal micácea do tipo greisen e dos reequilíbrios de baixa temperatura em áreas graníticas : o exemplo do Distrito Estanífero de Encruzilhada do Sul, RS - Teixeira, Roberto dos Santos
A alteração hidrotermal que acompanham a mineralização de estanho no Distrito Estanífero de Encruzilhada do Sul tem relação espacial com intrusões graníticas e é o seu mais importante controle de ocorrência. Os granitos aos quais estão associadas as principais zonas de alteração hidrotermal estão incorporados na Suíte Intrusiva Cordilheira e na Suíte Intrusiva Campinas. Zonas de alteração hidrotermal com mica branca, turmalina, caolinita e cassiterita indicam intensa circulação de fluidos em um amplo intervalo de temperatura. As zonas de alteração micáceas acompanham veios de quartzo e contêm cassiterita. As zonas com alteração a caolinita são em geral estéreis e podem...

Página de resultados:
2  3  4  5  6  7  8  9  Siguiente