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  1. Aspectos deposicionais e diagenéticos das rochas evaporíticas aptianas da porção emersa da Bacia de Sergipe-Alagoas

    Bobco, Fabia Emanuela Rafaloski
    Os evaporitos aptianos Ibura da Bacia de Sergipe-Alagoas, NE do Brasil, foram depositados durante a abertura do Atlântico Sul. A unidade é constituída por espessas camadas de halita intercaladas com silvita, carnalita e taquidrita, e associadas com anidritas, calcários, dolomitos e lutitos. Os aspectos deposicionais e a evolução diagenética deste intervalo foram analisados através da integração de petrografia quantitativa, microscopia eletrônica de varredura, difratometria de raios-X e descrição sedimentológica detalhada de testemunhos de três poços localizados na porção emersa da bacia. Estas sucessão apresenta uma história de sedimentação complexa, intensamente modificada pela diagênese. Os processos diagenéticos ocorreram predominantemente próximos à...

  2. Aspectos deposicionais e diagenéticos das rochas evaporíticas aptianas da porção emersa da Bacia de Sergipe-Alagoas

    Bobco, Fabia Emanuela Rafaloski
    Os evaporitos aptianos Ibura da Bacia de Sergipe-Alagoas, NE do Brasil, foram depositados durante a abertura do Atlântico Sul. A unidade é constituída por espessas camadas de halita intercaladas com silvita, carnalita e taquidrita, e associadas com anidritas, calcários, dolomitos e lutitos. Os aspectos deposicionais e a evolução diagenética deste intervalo foram analisados através da integração de petrografia quantitativa, microscopia eletrônica de varredura, difratometria de raios-X e descrição sedimentológica detalhada de testemunhos de três poços localizados na porção emersa da bacia. Estas sucessão apresenta uma história de sedimentação complexa, intensamente modificada pela diagênese. Os processos diagenéticos ocorreram predominantemente próximos à...

  3. Cicloestratigrafia no cenomaniano superior e turoniano do Oceano Atlântico Sul

    Cunha, Armando Antônio Scarparo
    Os depósitos rítmicos do Cenomaniano e Turoniano, das bacias marginais brasileiras e oceânicas do Atlântico Sul, têm sido pouco estudados sobre o enfoque cicloestratigráfico. Neste trabalho verifica-se a existência de periodicidade climática-orbital nos estratos desta idade e determina-se os principais processos climáticos relacionados à formação das seqüências rítmicas. Neste sentido, a integração do estudo bioestratigráfico e paleoecológico com ênfase nos nanofósseis calcários e de dados geoquímicos, aliados a uma análise cicloestratigráfica permitiram quantificar a amplitude temporal de diversas seções marinhas do Cenomaniano superior e Turoniano do Oceano Atlâfltico Sul, além de propor um modelo genético para a origem dos depósitos...

  4. Cicloestratigrafia no cenomaniano superior e turoniano do Oceano Atlântico Sul

    Cunha, Armando Antônio Scarparo
    Os depósitos rítmicos do Cenomaniano e Turoniano, das bacias marginais brasileiras e oceânicas do Atlântico Sul, têm sido pouco estudados sobre o enfoque cicloestratigráfico. Neste trabalho verifica-se a existência de periodicidade climática-orbital nos estratos desta idade e determina-se os principais processos climáticos relacionados à formação das seqüências rítmicas. Neste sentido, a integração do estudo bioestratigráfico e paleoecológico com ênfase nos nanofósseis calcários e de dados geoquímicos, aliados a uma análise cicloestratigráfica permitiram quantificar a amplitude temporal de diversas seções marinhas do Cenomaniano superior e Turoniano do Oceano Atlâfltico Sul, além de propor um modelo genético para a origem dos depósitos...

  5. Cicloestratigrafia no Cenomaniano superior e Turoniano do Oceano Atlântico Sul

    Cunha, Armando Antônio Scarparo
    Os depósitos rítmicos do Cenomaniano e Turoniano, das bacias marginais brasileiras e oceânicas do Atlântico Sul, têm sido pouco estudados sobre o enfoque cicloestratigráfico. Neste trabalho verifica-se a existência de periodicidade climática-orbital nos estratos desta idade e determina-se os principais processos climáticos relacionados à formação das seqüências rítmicas. Neste sentido, a integração do estudo bioestratigráfico e paleoecológico com ênfase nos nanofósseis calcários e de dados geoquímicos, aliados a uma análise cicloestratigráfica, permitiram quantificar a amplitude temporal de diversas seções marinhas do Cenomaniano superior e Turoniano do Oceano Atlântico Sul, além de propor um modelo genético para a origem dos depósitos...

  6. Cicloestratigrafia no Cenomaniano superior e Turoniano do Oceano Atlântico Sul

    Cunha, Armando Antônio Scarparo
    Os depósitos rítmicos do Cenomaniano e Turoniano, das bacias marginais brasileiras e oceânicas do Atlântico Sul, têm sido pouco estudados sobre o enfoque cicloestratigráfico. Neste trabalho verifica-se a existência de periodicidade climática-orbital nos estratos desta idade e determina-se os principais processos climáticos relacionados à formação das seqüências rítmicas. Neste sentido, a integração do estudo bioestratigráfico e paleoecológico com ênfase nos nanofósseis calcários e de dados geoquímicos, aliados a uma análise cicloestratigráfica, permitiram quantificar a amplitude temporal de diversas seções marinhas do Cenomaniano superior e Turoniano do Oceano Atlântico Sul, além de propor um modelo genético para a origem dos depósitos...

  7. Correlação cronoestratigráfica do Cinturão Triássico preservado no Gráben Arroio Moirão (RS

    Borsa, Guilherme Nunes de Oliveira
    A influência da tectônica do supercontinente Gondwana é registrada no Gráben Arroio Moirão (RS), um relicto sedimentar associado ao Triássico da seção contínua da Bacia do Paraná, preservado sobre o Escudo Sul-Riograndense. Entretanto, o gráben dista 150 km da seção contínua e não apresenta nenhuma correlação estratigráfica clara. Baseado em novos dados sedimentológicos, paleontológicos e em abordagem de estratigrafia de sequências nova, se propõe um arcabouço estratigráfico para o Gráben Arroio Moirão e a sua correlação com a seção contínua da Bacia do Paraná. O gráben é composto pelo empilhamento de sequências de alta frequência, com granodecrescência ascendente, definido como...

  8. Variabilidade Temporal Da Desembocadura Do Arroio Chuí pela fixação através de molhes

    Sfredo, Giuliana Andréia
    O Balneário Chuí é uma estreita feição costeira de traçado irregular, assimétrico, adjacente a uma feição de falésias erosivas, que são produtos da Barreira III, desgastada pela ação dos agentes mesológicos atuantes. O Arroio Chuí, por sua vez, é um sistema de drenagem, localizado exclusivamente na zona costeira, que nasce a partir do banhado Canelões, ao sul do banhado do Taim, e segue quase paralelo à costa no sentido sul até o Balneário Barra do Chuí, onde deságua no Oceano Atlântico. A construção dos molhes para a fixação da desembocadura se fez necessária já que, anteriormente à construção dos molhes,...

  9. Emprego de dados gravimétricos e de altimetria por satélite como subsídio à análise morfoestrutural na região da Bacia de Pelotas - Rio Grande do Sul

    Gagg, Gilberto
    Dados de gravimetria e de altimetria por satélite foram usados como subsídio à análise morfoestrutural na região da Bacia de Pelotas-RS. Na abordagem gravimétrica foi usado o modelo geopotencial EGM2008 através das anomalias Bouguer e na abordagem batimétrica foi usado o modelo global DTU10BAT. Através dos mapas de anomalias Bouguer e perfis gravimétricos gerados, verificou-se que as anomalias Bouguer aumentam positivamente da costa em direção às maiores profundidades oceânicas, o que caracteriza um progressivo afinamento crustal associado à deriva continental. O comportamento das anomalias Bouguer obtidas por dados satelitais evidenciaram a presença de uma ruptura conhecida como Charneira Albo-aptiana na...

  10. Emprego de dados gravimétricos e de altimetria por satélite como subsídio à análise morfoestrutural na região da Bacia de Pelotas - Rio Grande do Sul

    Gagg, Gilberto
    Dados de gravimetria e de altimetria por satélite foram usados como subsídio à análise morfoestrutural na região da Bacia de Pelotas-RS. Na abordagem gravimétrica foi usado o modelo geopotencial EGM2008 através das anomalias Bouguer e na abordagem batimétrica foi usado o modelo global DTU10BAT. Através dos mapas de anomalias Bouguer e perfis gravimétricos gerados, verificou-se que as anomalias Bouguer aumentam positivamente da costa em direção às maiores profundidades oceânicas, o que caracteriza um progressivo afinamento crustal associado à deriva continental. O comportamento das anomalias Bouguer obtidas por dados satelitais evidenciaram a presença de uma ruptura conhecida como Charneira Albo-aptiana na...

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