Recursos de colección

Biblioteca Digital do IPB (53.442 recursos)

A Biblioteca Digital do IPB, tem por objectivo divulgar e permitir o livre acesso à produção científica produzida pela comunidade académica, promovendo a integração, partilha e a visibilidade da informação científica e garantindo a preservação da memória intelectual do Instituto Politécnico de Bragança.

BB - Livros

Mostrando recursos 1 - 13 de 13

  1. As plantas e a gastronomia da terra de Miranda. Cultibos, yerbas i saberes.

    Ramos, Margarida Telo; Carvalho, Ana Maria
    A informação que aqui se disponibiliza tem por base a recolha etnobotânica realizada ao longo de dois anos em várias aldeias do concelho de Miranda do Douro, no âmbito do Projeto Cultibos, yerbas i saberes: biodiversidade, sustentabilidade e dinâmica em Tierras de Miranda, promovido pela Associação FRAUGA e o Centro de Interpretação do Ecomuseu Terra Mater, em colaboração com a Escola Superior Agrária e o Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança. Foi cofinanciado pelo programa Novo Norte e pelo Fundo EDP Biodiversidade mas também apoiado por várias entidades e instituições nacionais e regionais

  2. Etnoflora da terra de Miranda. Cultibos, yerbas i saberes

    Carvalho, Ana Maria; Ramos, Margarida Telo
    Este livro tem por base o inventário e a recolha etnobotânica realizada ao longo de dois anos no âmbito do Projeto Cultibos yerbas i saberes, promovido pela FRAUGA, Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote, em parceria com o Centro de Investigação de Montanha (CIMO) e a Escola Superior Agrária (ESAB) do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), financiado pelo Programa Novo Norte e apoiado pelo Fundo EDP para a Biodiversidade

  3. Sistemática

    Aguiar, Carlos
    “Classificar objetos é uma prerrogativa humana baseada na capacidade da mente de conceptualizar e reconhecer a presença de propriedades similares em objetos individuais. Propriedades e classes são abstrações1 relacionadas entre si: quando uma propriedade é atribuída a um objeto, então o objeto torna-se membro de uma classe particular definida por aquela propriedade”, explica W. V. Quine (1987). Classificar organismos, ecossistemas, sinais, formas, estruturas, comportamentos é, então, uma capacidade inata2 que a mente humana realiza, geralmente, de forma involuntária e sem esforço. As classes caracterizam-se por um dado conjunto de propriedades; a presença dessas propriedades agrega objetos a classes. Cada classe tem a si associado um conceito3 formalizado...

  4. Sistemática

    Aguiar, Carlos
    “Classificar objetos é uma prerrogativa humana baseada na capacidade da mente de conceptualizar e reconhecer a presença de propriedades similares em objetos individuais. Propriedades e classes são abstrações1 relacionadas entre si: quando uma propriedade é atribuída a um objeto, então o objeto torna-se membro de uma classe particular definida por aquela propriedade”, explica W. V. Quine (1987). Classificar organismos, ecossistemas, sinais, formas, estruturas, comportamentos é, então, uma capacidade inata2 que a mente humana realiza, geralmente, de forma involuntária e sem esforço. As classes caracterizam-se por um dado conjunto de propriedades; a presença dessas propriedades agrega objetos a classes. Cada classe tem a si associado um conceito3 formalizado...

  5. Reprodução e evolução

    Aguiar, Carlos
    O ciclo de vida (= ciclo biológico de vida) de um organismo estende-se do zigoto, ou do propágulo1, até à produção de descendentes (= reprodução), por via sexuada e/ou assexuada. A reprodução sexuada envolve duas células especializadas – gâmetas ♂ e ♀ – provenientes de um mesmo indivíduo nas espécies monóicas, ou de dois indivíduos distintos, um ♂, e outro ♀, nas espécies dióicas. A reprodução assexuada envolve um único indivíduo.

  6. Reprodução e evolução

    Aguiar, Carlos
    O ciclo de vida (= ciclo biológico de vida) de um organismo estende-se do zigoto, ou do propágulo1, até à produção de descendentes (= reprodução), por via sexuada e/ou assexuada. A reprodução sexuada envolve duas células especializadas – gâmetas ♂ e ♀ – provenientes de um mesmo indivíduo nas espécies monóicas, ou de dois indivíduos distintos, um ♂, e outro ♀, nas espécies dióicas. A reprodução assexuada envolve um único indivíduo.

  7. Morfologia e função

    Aguiar, Carlos
    A forma externa, a biologia da reprodução e a organização sistemática, como produtos de um processo evolutivo, e o uso dos taxa de plantas-com-semente são os principais objectos deste livro. O seu estudo pode ter diferentes pendores. Por exemplo, pode ser dirigido aos mecanismos evolutivos que subjazem a génese dos taxa, ter uma abordagem descritiva-formal, uma perspectiva históricoevolutiva ou insistir em aspectos metodológicos. Pretendeu-se acima de tudo conferir competências a futuros profissionais de “biologia aplicada”. Com este objectivo em mente foi dada uma ênfase especial aos seguintes temas: a) Descrição dos caracteres morfológicos internos e externos de maior interesse taxonómico; b) Relações morfologia-função; c) Biologia da reprodução das plantas-com-semente; d)...

  8. Morfologia e função

    Aguiar, Carlos
    A forma externa, a biologia da reprodução e a organização sistemática, como produtos de um processo evolutivo, e o uso dos taxa de plantas-com-semente são os principais objectos deste livro. O seu estudo pode ter diferentes pendores. Por exemplo, pode ser dirigido aos mecanismos evolutivos que subjazem a génese dos taxa, ter uma abordagem descritiva-formal, uma perspectiva históricoevolutiva ou insistir em aspectos metodológicos. Pretendeu-se acima de tudo conferir competências a futuros profissionais de “biologia aplicada”. Com este objectivo em mente foi dada uma ênfase especial aos seguintes temas: a) Descrição dos caracteres morfológicos internos e externos de maior interesse taxonómico; b) Relações morfologia-função; c) Biologia da reprodução das plantas-com-semente; d)...

  9. Espaços verdes de Bragança

    Carvalho, Ana Maria; Gonçalves, Artur
    Este livro pretende ser um documento de referência na interpretação dos espaços verdes da cidade de Bragança, lançando as bases para o seu conhecimento e análise e igualmente para a sua evolução. Constitui também um dos primeiros resultados dos trabalhos desenvolvidos no âmbito do Plano Verde da Cidade de Bragança. Inicia-se com uma reflexão sobre o planeamento dos espaços verdes, elemento essencial na compreensão e na fundamentação do projecto de Plano Verde. Datados no tempo (2004-2006), definem-se e caracterizam-se as principais tipologias dos espaços verdes existentes e descrevem-se os espaços formais geridos pela autarquia, dando particular relevância à sua história,...

  10. Plantas y sabiduría popular del Parque Natural de Montesinho. Un estudio etnobotánico en Portugal

    Carvalho, Ana Maria
    Plantas y Sabiduría Popular del Parque Natural de Montesinho é uma contribuição para o conhecimento da Etnobotânica Ibérica. Trata-se de uma compilação exaustiva de espécies, usos e saberes, resultado de um projecto de investigação levado a cabo numa área protegida de grande valor ecológico e etnográfico, território onde transparecem ainda as marcas do quotidiano de um mundo rural em vias de desaparecer e onde se mistura um património cultural luso-espanhol. Além da informação botânica relativa a 364 taxa, também se regista a nomenclatura popular, o maneio tradicional, as tecnologias associadas aos usos das plantas, a vigência de usos e práticas, a...

  11. Atlas Flora Europaeae. Distribution of vascular plants in Europe: Rosaceae (Rubus)

    Coutinho, A.; Aguiar, Carlos; Alves, P.; Cardoso da Silveira, P.; Almeida, J.D. de; Crespí, António; Honrado, João José; Silva, L.; Silva, V.

  12. Peixes de água doce

    Geraldes, Ana Maria

  13. Projecto AQUARIPORT: programa nacional de monitorização de recursos piscícolas e de avaliação da qualidade ecológica de rios

    Oliveira, J.M.; Santos, J.M.; Teixeira, Amílcar; Ferreira, Maria T.; Pinheiro, P.J.; Geraldes, Ana Maria; Bochechas, Jorge
    A gestão dos recursos aquícolas e dos ecossistemas aquáticos tem sido levada a cabo, ao longo dos anos, com base em informação dispersa, muitas vezes sem suporte científico, e quase sempre obtida com finalidades distintas dos objectivos de gestão e ordenamento desses recursos. Por outro lado, essa mesma gestão tem incidido num conjunto de medidas proibitivas dirigidas às espécies e aos métodos e artes de pesca, descurando o nível de qualidade ecológica e pesqueira dos ecossistemas aquáticos e a condição das comunidades piscícolas. A Direcção-Geral dos Recursos Florestais, consciente desta limitação, tem vindo a promover uma mudança de atitude perante...

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