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rss_1.0 Recursos de colección

Repositorio da Universidade dos Açores (5,499 recursos)
O Repositório Institucional da Universidade dos Açores desenvolvido no âmbito do projecto RCAAP.

ARQ - Hist2s - Vol 05 (2001)

Mostrando recursos 1 - 20 de 31

1. Os arquivos públicos da Região Autónoma dos Açores : uma opinião - Leite, José Guilherme Reis
Foi-me pedido um escrito de opinião sobre os Arquivos da Região Autónoma dos Açores, na sequência de uma apreciação que fiz no lançamento do 1° volume da nova série do Arquivo dos Açores, para que se juntasse a outras que foram proferidas num encontro sobre Arquivos Insulares, que teve lugar na cidade da Horta e no qual não participei. Como já afirmei, quando moderei uma mesa redonda sobre esta temática na cidade do Funchal1, só posso emitir opinião sobre arquivos numa óptica de utilizador e nunca de especialista ou teórico que não sou. Mas a visão do frequentador dos arquivos deve ser tida...

2. O Arquivo de Ponta Delgada e a política arquivística regional - Medeiros, Pedro Pacheco de
O Arquivo de Ponta Delgada foi criado pelo Decreto-Lei nº 20484, de 6 de Novembro de 1931, em anexo à Biblioteca da cidade e dela fazendo parte para efeitos administrativos, à semelhança do que aconteceu com os arquivos de Évora e de Braga, criados em 1916 e 1917, respectivamente, e que foram anexados às Bibliotecas Públicas locais. No que respeita à Biblioteca de Ponta Delgada, esta foi criada em 1841, por determinação expressa no artigo 7, do Decreto de 10 de Dezembro de 1841, e instalada na ala nascente do edifício do extinto Convento da Graça, sito ao actual Largo de...

3. Problemas da investigação histórica nos Açores : o estado dos arquivos paroquiais - Rodrigues, José Damião
O presente texto não pretende ser uma exposição técnica sobre os arquivos enquanto sistema ou sobre a sua orgânica, questão que foi já tratada pelos respectivos especialistas. Anossa exposição, escrita a partir do lugar de historiador e de cidadão, pretende apenas, de forma sucinta, chamar a atenção para alguns escolhos que se colocam quer à prática da investigação histórica nas ilhas açorianas, quer à salvaguarda do património insular, esperando-se que a mesma, em conjunto com algumas medidas em vias de implementação, possa constituir um ponto de partida para solucionar os problemas aqui enunciados. [...]

4. As ilhas, os arquivos e a história : o caso dos Açores - Meneses, Avelino de Freitas de
Nos Açores, a força da geografia define o carácter da história, que evidencia expressões bem diferenciadas. Por um lado, as ilhas agem como meio de aproximação dos continentes, equivalendo a um sinónimo de universalidade, que resulta de um privilegiado posicionamento no Atlântico Norte, movido pelo determinismo do mar e pelas condições da navegação à vela. Por outro lado, as ilhas figuram como factor de cristalização de comportamentos, correspondendo a um sinónimo de isolamento, motivado pelo afastamento do mundo e pela descontinuidade territorial interna. Nestas circunstâncias, os planos insulares de pesquisa histórica primam naturalmente pela pluralidade dos objectivos. Assim, demonstram uma participação muito activa...

5. As histórias nacional, regional e local nos programas e manuais escolares dos ensinos básico e secundário - Meneses, Avelino de Freitas de
A ausência de prática lectiva no âmbito dos ensinos básico e secundário constitui naturalmente um óbice de vulto à participação num debate sobre a problemática dos manuais escolares. Assim, na base destas reflexões, avultam apenas correlações profissionais e familiares com questões do ensino não superior, que oxalá não ressaltem por insuficientes e distorcidas. Com efeito, a minha correspondência com os graus de ensino em discussão no “Encontro sobre Manuais Escolares”, promovido em Ponta Delgada pelo Departamento de Ciências da Educação nos dias 13 e 14 de Setembro de 2000, deriva somente do facto de na Universidade dos Açores ser docente de um curso...

6. Estado, nação e região - João, Maria Isabel
Portugal constituiu-se como Estado com fronteiras relativamente definidas e estáveis muito cedo. Em 1139, D. Afonso Henriques começou a intitular-se Rei depois da vitória alcançada contra os muçulmanos na batalha de Ourique. Um novo Reino nascia na Península Ibérica e ia construir o seu território a golpes de espada contra os mouros e à custa de tratados com os vizinhos castelhanos. Em 1249, D. Afonso III tomou o Algarve. O território de Portugal continental estava basicamente definido e poucas alterações iria sofrer nos séculos posteriores. Pelo tratado de Badajoz, em 1264, Afonso X de Castela renunciou aos direitos que detinha sobre...

7. Historiografia da ciência : a recuperação de um lugar para a participação portuguesa - Almeida, Onésimo Teotónio
Na avaliação do manuscrito de um livro sobre a história da expansão portuguesa solicitada por uma muito conhecida editora de língua inglesa a que o livro foi enviado, e referindo-se especificamente a um ensaio sobre a nova mentalidade científica no Portugal de quinhentos, o historiador-crítico escrevia: “É demasiado história intelectual europeia e não cabe num volume sobre esta problemática”. É sabido, e por demais relembrado, que o contributo português para a história universal foi indubitavelmente o da expansão marítima nos séculos XV e XVI. Nessa participação a historiografia portuguesa tem descurado a inclusão das transformações ocorridas na mente de um grupo ligado à expansão, especificamente...

8. Lisboa, símbolo de esperança e de liberdade : escritores alemães e austríacos em trânsito - 1940-41 (algumas observações) - Teixeira, Christina Heine
Em finais de Junho de 1940, poucos dias após a derrota militar francesa e a entrada em vigor do Tratado de Desarmamento entre a Alemanha nazi e a França, foi fundado o Emergency Rescue Committee em Nova Iorque. Esta organização surgiu com o objectivo de possibilitar a fuga de escritores, cientistas, jornalistas e editores, bem como de artistas europeus ilustres e não-comunistas, das zonas ocupadas ou influenciadas pelos nazis, visto que o artigo 19° do Tratado, negociado entre os dois países, obrigava o Governo de Petain a entregar os refugiados políticos às entidades oficiais alemãs, desde que tal fosse exigido. Em...

9. A Casa das Rainhas e a Confraria do Espírito Santo de Alenquer : poderes senhoriais e patrocinato religioso - Lourenço, Maria Paula Marçal
Apesar da evocação constante do espírito de caridade e da acção misericordiosa das Rainhas de Portugal, escasseiam, ainda hoje, trabalhos de grande fôlego que estudem na sua pluridimensionalidade o patrocínio religioso e assistencial das consortes régias. Com uma ou outra excepção, para os tempos medievos e para a época moderna, muito está ainda por fazer. Quer para as terras do Reino, quer para as longínquas paragens da Índia, da China e do Brasil. Um outro campo de estudo apenas recentemente explorado é o das relações entre a Casa das Rainhas e as várias instituições religiosas existentes nas terras pertencentes a este domínio...

10. O Preste João : mito, literatura e história - Vilhena, Maria da Conceição
A lenda do Preste João foi divulgada na Europa no tempo da 1ª. cruzada, em finais do séc. XI. A necessidade de aliados favoreceu a crença, entre os cruzados, de que iriam receber o auxílio de um poderosíssimo soberano, vindo da Ásia, e que atacaria o Islão pelas costas. Ora começara então a circular uma mensagem dirigida ao imperador Manuel Coménio, de Bizâncio, que alimentava tal esperança. Era uma carta enviada por alguém cuja grandeza assumia duas dimensões: uma sagrada, relacionada com o divino, a outra secular, em conjugação com o mais alto poder na terra - o Preste João era um...

11. Alguns preços de vinho em Portugal (séculos XIV-XVI) - Viana, Mário
Durante a recolha de materiais para trabalhos anteriores fui anotando os preços de vinho que me surgiam, um pouco à sorte e em documentação muito diversificada, alguns até comunicados por pessoas amigas, pensando vir a aproveitá-los mais tarde. Ao publicar agora a lista que daí resultou, com perto de duas centenas de registos individualizados, sei que se trata de um limitado contributo para a história dos preços em Portugal. Assim é, quer devido ao vasto espaço abarcado (de Trás-os-Montes aos arquipélagos atlânticos), durante três séculos, quer em consequência dos diferentes tipos documentais compulsados, como sejam cartas de quitação, sentenças sobre dízimos, actas de vereações, livros...

12. O episcopado do tempo de D. Dinis : trajectos pessoais e carreiras eclesiásticas (1279-1325) - Vilar, Hermínia Vasconcelos
Quando, em Fevereiro de 1279, Afonso III morreu, deixou um reino interdito e um corpo de bispos incompatibilizado, na sua grande maioria, com o monarca. Na verdade, já desde 1267 que muitos dos bispos portugueses se encontravam em Roma, e aí apelavam para o Papa contra os abusos cometidos por um rei, cuja ascensão ao trono muito se tinha ficado a dever ao apoio episcopal. O insucesso da legacia de Frei Nicolau em 1277 apenas reforçou um conflito a que nenhuma tentativa conciliatória parece ter procurado pôr termo desde a visita do legado papal até à morte do monarca, em Fevereiro de...

13. A apropriação nobiliárquica de um culto rural : a hagiografia de Santa Senhorinha de Basto - Gameiro, Odília Filomena Alves
A hagiografia de Santa Senhorinha de Basto é conhecida actualmente através de três textos copiados no século XVI, sendo dois deles latinos provenientes de Coimbra, ambos transcritos nos Portugaliae Monumenta Historica, o mais antigo oriundo do mosteiro do Colégio da Graça e um outro de Santa Cruz de Coimbra, foram reeditados na década de setenta por Maria Helena da Rocha Pereira numa edição bilingue. O terceiro texto da hagiografia de Senhorinha, redigido em português, fora já editado, ainda no século XIX, pelo padre Torcato Peixoto de Azevedo nas Memórias Ressuscitadas da antiga Guimarães em 1692. [...]

14. Balanço de um século no Portugal anterior ao encontro do Brasil - Moreno, Humberto Baquero
Na viragem do século XIV para o século XV Portugal debatia-se com sérios e complexos problemas resultantes de um desgaste provocado pelas guerras com Castela. Com efeito, os conflitos bélicos verificados no reinado de D. Fernando tinham enfraquecido e pauperizado o território. O processo de recuperação apresentava-se moroso e de difícil solução. Numa conjuntura assaz complicada, a instável política daquele monarca usou a filha, do seu casamento com D. Leonor de Teles, como moeda de troca. Tinha D. Beatriz apenas quatro anos, decorria o ano de 1376, quando se ajustou o seu casamento com D. Fradique, filho ilegítimo de Henrique de...

15. A historiografia açoriana na 1ª metade do século XX : uma tentativa de compreensão - Leite, José Guilherme Reis
Este trabalho, tal como o título indica, insere-se num esforço que tenho vindo a desenvolver no sentido de tentar uma interpretação do que penso poder chamar-se Historiografia Açoriana e que se traduz num levantamento crítico dos escritos com continuidade que ao longo dos vários séculos sucessivos intelectuais das ilhas empreenderam para explicar a evolução da sociedade açoriana, com as suas ambições, as suas frustrações e limitações e também e principalmente os seus êxitos. Bem sei que esta designação continua a ser matéria polémica e que um pequeno estudo fragmentado no tempo não é o local para se discutir a questão que só pode...

16. Metodologia, contenuti e forme letterarie dell'História Insulana di Antonio Cordeiro si (1640-1720) a confronto con le Saudades da Terra di Gaspar Frutuoso (1522-1591) : riflessione su due modi di fare storia - Mancia, Anita
Scrivere su António Cordeiro oggi quando la metodologia storiografica segue linee e orientamenti tutt’altri da quelli di António Cordeiro (Angra 1640 - Lisboa 1720) e di Gaspar Frutuoso può sembrare inattuale e insolito. In realtà le ragioni dell’interesse per la loro opera consistono nella riflessione sulla storia durante il XVI ed i XVII-XVIII secoli in un paese, il Portogallo, che aveva una configurazione geo-politica originalissima, frutto storico della divisione dei domini spagnoli e portoghesi sancita con il trattato di Tordesillas; nell’approfondimento di due maniere di fare storia spesso distanti fra loro, ma che devono la loro ragione d’essere a un duplice approccio, mito-poietico...

17. Os Açores e a defesa comum europeia - Andrade, Luís Manuel Vieira de
No final do século XX, houve a coincidência de terem ocorrido duas importantes quedas de muros : um muro físico, o de Berlim, em Novembro de 1989, significando o fim de uma era dos pontos de vista político e ideológico mais conhecida por guerra fria; e outros mais pequenos, menos físicos, mas nem por isso menos importantes e que poderiamos relacionar com o Uruguay Round do GATT e com a globalização e a mundialização da nossa economia. As tranformações tecnológicas ocorridas que revolucionaram o mundo são, de facto, notáveis. Obviamente que as implicações de todos estes factores no âmbito da segurança e...

18. Uma base estrangeira nas Lajes : o alvor - Grave, José Augusto Gregório
As primeiras forças inglesas desembarcaram na ilha Terceira na manhã de 8 de Outubro de 1943. Para as gentes da ilha foi uma surpresa, que, embora já suspeitada, não deixou de ter o impacto correspondente, pois todas as autoridades locais foram mantidas na ignorância dos preparativos da chegada dos militares ingleses. Fora das ilhas, os intervenientes directos na guerra já há algum tempo que tinham os cenários sobre os Açores delineados. Só dias antes do citado desembarque é que o Governador Civil teve conhecimento do que se iria passar com o estacionamento de forças estrangeiras no seu distrito. E teve-o por deferência...

19. A mortalidade infantil no concelho de Ponta Delgada no 1º quartel do século XX - Monteiro, Albertino José Ribeiro
[...] é nossa intenção, através do presente artigo, contribuir para o conhecimento da mortalidade infantil no espaço que é o concelho de Ponta Delgada no tempo que é o primeiro quartel do séc. XX. Esta será abordada tendo em conta o conjunto do concelho mas estabelecendo também uma comparação entre três áreas em que podemos decompô-lo, com comportamentos algo distintos, que são o espaço urbano (correspondendo às três freguesias citadinas); a área que designamos por suburbana (composta pelas freguesias confinantes com o espaço urbano); a zona rural (integrando as restantes). Partindo do princípio de que o risco de falecimento a é inversamente proporcional à...

20. Representações sociais e arbítrio nas roças : as primeiras levas de caboverdianos em S. Tomé e Príncipe nos primórdios de novecentos - Nascimento, Augusto
Na derradeira década de Oitocentos, S. Tomé e Príncipe confirmouse como um exemplo da prosperidade dos empreendimentos coloniais e, acreditava-se à época, da superioridade da agricultura europeia. Essa ventura baseava-se na monocultura do cacau, cuja produção ascensional se devia à fertilidade das terras florestais virgens desmatadas e trabalhadas de forma intensiva pelos crescentes contingentes de mão-de-obra resgatada no continente africano que não era repatriada. A implantação das roças alterara drasticamente a composição social e demográfica, as dinâmicas económicas e a correlação de forças nas ilhas. As roças beneficiavam da condição política e jurídica diferenciada da mão-de-obra, cuja prestação laboral estava legalmente regulamentada. Entre outras...

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