miércoles 16 de abril de 2014

 

 



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rss_1.0 Recursos de colección

RepositóriUM Universidade do Minho (38.256 recursos)
O RepositóriUM é o repositório institucional da Universidade do Minho, constituído com o objectivo de armazenar, preservar, divulgar e dar acesso à produção intelectual da Universidade do Minho em formato digital. O RepositóriUM pretende reunir, num único sítio, o conjunto das publicações científicas da UM contribuindo desse modo para o aumento da sua visibilidade e impacto e garantindo a preservação da memória intelectual da Universidade do Minho.

DS/CICS - Comunicações em encontros nacionais/Papers at National Meetings

Mostrando recursos 1 - 20 de 24

1. Perceção dos participantes dos impactos da Capital Europeia da Juventude 2012 - Remoaldo, Paula Cristina Almeida; Duque, Eduardo Jorge; Carballo Cruz, Francisco; Ribeiro, J. Cadima
Publicado em "Políticas de base regional e recuperação económica : atas"

2. Representações e expetativas dos estudantes universitários dos PALOP - Duque, Eduardo Jorge
Portugal, durante séculos, foi um país de emigração, vendo muita da sua população partir em diáspora para outros países. Esta realidade, a partir dos anos 70, foi de certa forma alterada, com a entrada de muitos imigrantes, sobretudo dos Países de Língua Oficial Portuguesa, fenómeno que aumentou significativamente desde a adesão de Portugal à Comunidade Europeia. De um país de emigração, Portugal tornou-se, nos últimos anos, um país de imigração, com fluxos migratórios que provêm de forma expressiva dos PALOP. A permanência desta comunidade entre nós tem um caráter mais prolongado e, em muitos casos, definitivo. Paralelamente a este fenómeno, um outro tem vindo a ocupar uma...

3. A contraurbanização : paisagem e humanidade - Calheiros, António Almeida; Duque, Eduardo Jorge
A contraurbanização é hoje uma realidade incontornável, prolixa e caracterizada por dinâmicas estruturantes de dimensão diversa. Este fenómeno, designado na linguagem anglosaxónica por population turnaround, consiste no declínio demográfico e industrial das áreas urbanas centrais em detrimento da revitalização populacional e industrial de espaços rurais do mundo desenvolvido. Por isso mesmo, como acabamos de afirmar, trata-se de um fenómeno prolixo, não generalizado, que coincide com o declínio das cidades industriais e define um novo marco de urbanização do espaço rural e/ou crescimento das periferias, contrariando os processos de urbanização e reurbanização, que transformaram as cidades em pólos aglutinadores de recursos. Surge como uma reacção à degradação física e...

4. Monitorização da qualidade ambiental e dinâmicas de participação pública : potencialidades e práticas da monitorização leiga - Rodrigues, Maria Eugénia
Este texto coloca em destaque um tema que tem permanecido arredado quer da análise sociológica, quer dos sistemas formais de monitorização ambiental: a participação do público na monitorização da qualidade ambiental. Apoiado em três estudos de caso, analisa-se o que se designa de modos de monitorização ambiental leiga com referência a três principais vectores analíticos que são também dimensões de participação pública: o contexto, as novas tecnologias e o treino. O texto conclui que, muito embora todos os modos constituam formas de operacionalizar a ideia de participação pública no contexto da monitorização ambiental, todos têm também vantagens e limites contrastantes...

5. O tempo da(na) investigação em tempos de crise - Quartiero, Elisa Maria; Araújo, Emília Rodrigues; Bianchetti, Lucídio
Este texto mostra quais são os principais pontos de reflexão necessários a uma compreensão da experiência do tempo na atividade de investigação e docência.

6. As identidades e a “política dos tempos sociais” - Araújo, Emília Rodrigues
A análise sobre as identidades e os modos de vida nos tempos atuais embate constantemente no exercício e na validade da democracia como regime político aberto à participação e à expressão das autenticidades. Podemos afirmar, aliás, que a democracia, designadamente na modalidade participativa, constitui hoje, em plena experiência de uma séria de rupturas, um ponto central de preocupação na teoria social. Dois elementos centrais indispensáveis a este debate, com necessidade subsequente de intervenção, dizem respeito ao espaço e ao tempo. Apesar de terem tido um estatuto algo camuflado no âmbito da teoria social, o espaço e o tempo coexistiram como...

7. O outro para além do mar, na terra : a mobilidade de profissionais qualificados nos media - Araújo, Emília Rodrigues; Ferreira, Filipe
Esta comunicação propõe uma reflexão sobre a forma como os media lidam com o fenómeno da mobilidade de profissionais altamente qualificados, a partir de uma análise de conteúdo focada sobre jornais e revistas informativas.

8. Tempo, memória e identidades - Araújo, Emília Rodrigues; Ribeiro, Rita
Pretendemos neste texto cruzar o tempo, a memória e as identidades assinalando como os investigadores sociais podem apreender os conteúdos do tempo, uns deixados registados no espaço, na terra, no mundo do material e outros vividos, transmitidos, reinterpretados pelos próprios sujeitos - actores e agentes – da história. Conteúdos tais existentes no presente, constitutivos materiais e simbolicamente da memória e da identidade individual e colectiva, por vezes esquecidos, outras omitidos e muitas outras performativamente personificados.

9. Quase diabólico : elementos para a compreensão das carreiras de investigação hoje - Araújo, Emília Rodrigues
Este texto propõe uma breve reflexão acerca de alguns pontos que enquadram o entendimento das carreiras em investigação e em Ciências Sociais hoje, bem como as principais expectativas e dilemas da pós-graduação.

10. O vaso de Pandora? a revelação do homo-erotismo à família - Brandão, Ana Maria

11. Fixando fronteiras incertas : cidadania, identidade e activismo gay e lésbico - Brandão, Ana Maria
Esta comunicação toma como ponto de partida a temática do reconhecimento – social, político – num domínio particular: o das identidades sexuais. Foram propostas três questões para debate: partindo do ideal contemporâneo da igualdade, que mecanismos de reconhecimento accionar no que respeita ao caso das diferentes “orientações sexuais”? Saber se se justifica a existência de mecanismos de descriminação positiva? E como perspectivam os indivíduos as suas necessidades e expectativas de reconhecimento? Todas têm como pano de fundo a questão da justiça, situando-se, em última análise, no domínio de um “dever ser” que, como notou Weber (1983: 137), levanta “problemas que...

12. Democracia, cidadania e direitos lgbt em Portugal : algumas questões em aberto - Brandão, Ana Maria
Reflectir sobre os impactos de Stonewall em Portugal levanta desafios maiores do que, à primeira vista, pode parecer. Desde logo, a produção científica nacional sobre o activismo lgbt encontra-se, ainda, num estado relativamente incipiente. Traçar esses impactos no que respeita ao exercício dos direitos de cidadania dos que escapam à heterossexualidade hegemónica pode, por isso, comparar-se à reconstituição de um puzzle a partir de um conjunto de pistas prosseguidas por diferentes investigadores e em diversas áreas disciplinares. Esta comunicação representa uma tentativa de unir alguns desses contributos, apontando trilhos possíveis de aprofundamento e de questionamento. Num primeiro momento, esquematizam-se certas...

13. Sexualidades e identidades : reflexões em torno de algumas questões de carácter epistemológico - Brandão, Ana Maria
Contrariamente ao que acontece, de momento, em Portugal, tem-se assistido nalgumas sociedades ocidentais, em particular nos E.U.A. e na Grã-Bretanha, a uma proliferação de estudos sobre a sexualidade e, em particular, sobre a homossexualidade. O debate sobre a relação entre sexualidade e identidade apresenta dificuldades particulares de análise, começando pela própria definição do conceito de “identidade sexual”, ao qual subjazem algumas das problemáticas mais difíceis e virtualmente mais inacabadas da história da Sociologia: a da oposição entre abordagens de carácter nominalista e realista e a da relação entre natureza e cultura. Mas existe também um debate social e político mais vasto, implícito a...

14. Ser e saber : (re)visitações do passado e construção das identidades (homos)sexuais - Brandão, Ana Maria
A identidade refere-se à experiência de nos sentirmos, por um lado, unos, inteiros, e, por outro, diferentes e diferenciáveis dos outros. Ter uma identidade pressupõe a continuidade e a consistência do ser a partir das quais nos reconhecemos como sendo os mesmos e os outros nos reconhecem como sendo nós próprios. Isto não significa que as formas identitárias sejam imunes à mudança. Pelo contrário, permanecemos iguais não excluindo a mudança, mas articulando o novo com o já existente de modo a garantirmos a coerência identitária e a evitarmos rupturas. A partir das histórias de vida de algumas mulheres, pretendemos dar...

15. A abertura à Sociologia : a experiência dos estágios no curso de Sociologia da Universidade do Minho - Brandão, Ana Maria; Araújo, Emília Rodrigues
Esta apresentação pretende ser uma reflexão sobre a experiência de estágio inserido no último ano da licenciatura em Sociologia da Universidade do Minho. O estágio constitui um momento particular de articulação entre o mundo académico e o mundo do trabalho, favorecendo a criação de visibilidade do futuro licenciado no mercado de trabalho. Considerando que o estágio constitui um momento importante na formação em Sociologia e valorizador do curriculum do candidato à procura do primeiro emprego, as autoras assumem, por um lado, que o mercado de trabalho está cada vez mais informado sobre o tipo de competências que o licenciado em Sociologia...

16. Dissidência sexual, género e identidade - Brandão, Ana Maria
A compreensão das vivências da sexualidade está intimamente ligada às representações do género, que tem como parâmetro central de definição a atracção erótica pelo “outro” sexo. Neste quadro, a experiência homo-erótica feminina – que englobaremos na noção lata de “dissidência sexual” – surge como transgressão das fronteiras do feminino e as mulheres que são os seus sujeitos vistas como não-mulheres – algo especialmente evidente na figura problemática e fantasmagórica da “lésbica máscula”. Porém, como o género não é um “feito”, mas um “a fazer” – e atravessado por outras variáveis, como a pertença geracional ou a classe –, a relação entre homo-erotismo,...

17. Ligações perigosas : ciência e activismo político - Brandão, Ana Maria
Na luta pelo monopólio da definição legítima da realidade, a ciência, sistema fundamental de legitimação e redefinição da ordem social, constitui um foco particular de interesse e investimento por parte de diversos agentes sociais. Este artigo representa uma tentativa de aproximação aos modos como os sistemas de classificação sexual produzidos pela ciência têm sido apropriados pelo activismo gay e lésbico, traduzindo-se numa politização do discurso científico e contribuindo para fazer existir na realidade aquilo que enunciam. Pretende-se debater uma teia complexa de atracção e repulsa em que se confundem os papéis do cientista e do activista, categorias da ciência e...

18. Breve contributo para uma história da luta pelos direitos de gays e lésbicas na sociedade portuguesa - Brandão, Ana Maria
A compreensão das formas de regulação da sexualidade está intimamente ligada às relações de género. As representações dominantes do que deve ser o exercício da sexualidade decorrem da concepção da existência de dois géneros opostos, irredutíveis e destinados à atracção e união mútuas. Este imaginário inclui a crença na heterossexualidade exclusiva como forma “natural” e “normal” de expressão amorosa e sexual e tem sustentado a preservação, no quadro da sociedade portuguesa, de legislação discriminatória face a todos aqueles cujas opções de vida escapam ao modelo por ela legitimado. Mas uma parte da questão da igualdade de direitos tem também que ser encarada sob...

19. A infertilidade no concelho de Guimarães : contribuitos para o bem-estar familiar - Remoaldo, Paula Cristina Almeida; Machado, Helena; Reis, Isabel M. Dória dos; Pereira, Luí­s Gonzaga; Xavier, Maria Sofia Dantas P.
Nas últimas décadas do século XX assistimos a mudanças significativas no âmbito da saúde reprodutiva. Um dos aspectos relevantes prendeu-se com a passagem do sexo sem procriação para a procriação sem sexo. Paralelamente, se antes a ida ao médico visava controlar a natalidade através de métodos anticoncepcionais, agora a grande preocupação é saber como controlar a infertilidade. Existem actualmente vários serviços públicos e privados que possibilitam a milhares de homens e mulheres concretizarem um dos seus maiores sonhos, ou seja, o de terem um filho. Estes asseguram consultas de infertilidade e de Procriação Medicamente Assistida. Todavia, por vários motivos, estima-se que...

20. Representações sobre a ascensão na carreira académica em Portugal - Araújo, Emília Rodrigues
Comunicação apresentada no V Congresso Português de Sociologia, Braga, Maio 2004. Disponível em http://www.aps.pt/vcongresso/ateliers-pdfs.htm

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