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Estudo Geral - Universidade de Coimbra (19.630 recursos)

ESTUDO GERAL é a designação do repositório digital da produção científica da Universidade de Coimbra, com o objectivo de divulgar conteúdos digitais de natureza científica de autores ligados à Universidade de Coimbra. A sua criação insere-se no movimento de Acesso Livre à Literatura científica (Open Access), ao qual o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas aderiu em 2006 e que a Universidade de Coimbra subscreveu. À semelhança de outras grandes universidades nacionais e internacionais, a UC tem o maior interesse em aumentar a sua presença na rede informática mundial, sendo cada vez mais - e também por essa via - um emissor de conhecimento e cultura.

FLUC Secção de Arqueologia - Livros e Capítulos de Livros

Mostrando recursos 1 - 20 de 43

  1. As novidades epigráficas dos conventus Scallabitanus e Pacensis

    Encarnação, José d'
    Dão-se a conhecer algumas das mais salientes novidades epigráficas dos últimos anos encontradas no território dos conventus Scallabitanus e Pacensis. Depois de um olhar sobre o mundo pré-romano, designadamente as novas divindades e uma outra perspectiva sobre a organização político-social das comunidades que os Romanos vieram encontrar, mostrar-se-á como as populações locais cedo compreenderam a importância de se relacionarem bem com o poder central; e, após uma alusão às personalidades marcantes a nível local e institucional e às recentes descobertas no capítulo dos grafitos como «epigrafia espontânea», referir-se-ão aspectos que manifestam fortes laços culturais entre esse mundo ocidental e o centro...

  2. «Religião não-oficial: o conceito e a realidade»

    Encarnação, José d'
    Discute-se, com exemplos, o conceito de religião oficial ou não-oficial; ou seja: até que ponto uma epígrafe votiva, independentemente de o seu dedicante ser um particular ou uma entidade, pode ser considerada um acto de culto oficial que implica toda uma comunidade.

  3. Epigrafia

    Encarnação, José d'
    Catálogo de todas as inscrições romanas e também (ditas) paleocristãs identificadas no território do concelho de Serpa. Parte delas inéditas.

  4. La persistance esthétique africaine dans la décoration des monuments épigraphiques romains de l’Algarve

    Encarnação, José d'
    Procura-se mostrar que a decoração, nomeadamente vegetalista, que se observa em monumentos epigráficos romanos do actual Algarve pode manifestar influência dos modelos estéticos norte-africanos.

  5. L’Africa et la Lusitania: trois notes épigraphiques

    Encarnação, José d'
    Apresentam-se documentos epigráficos que demonstram o estreito relacionamento entre as comunidades romanas do Sudoeste da Lusitânia romana e a África romana.

  6. Un cadastre romain dans la région de Pax Iulia (Lusitanie)?

    Lopes, Maria Conceição; Encarnação, José d'; Silva, António J. M.
    Levanta-se a hipótese de ser cadastro romano uma placa de xisto que apresenta linhas geométricas e uma inscrição que, por enquanto, se revela de difícil interpretação.

  7. Technique et métiers dans l’épigraphie romaine de l’Occident hispanique

    Encarnação, José d'; Leal, Catarina Cunha
    Dá-se a panorâmica dos monumentos epigráficos da Lusitânia romana que têm representação de instrumentos de ofício ou se referem a profissões.

  8. Praia de Carcavelos

    Encarnação, José d'
    Dá-se conta da possível etimologia do topónimo Carcavelos e salienta-se a importância histórica que a povoação detém, quer pelas alusões que lhe faz Eça de Queirós, quer por ali se ter instalado o Cabo Submarino, quer, ainda, por ter constituído o último reduto de fuga dos Ingleses, caso falhasse o plano das Linhas de Torres, no decurso da 3ª Invasão Francesa.

  9. Epigrafia romana de Moura

    Encarnação, José d'
    Reestudam-se as 9 epigrafes romanas dadas como provenientes do território do concelho de Moura e caracteriza-se, em síntese, o que terá sido a população de 'Moura romana'. Particular destaque se dá ao epitáfio de Asinia Priscilla, Pacensis, e que, mui provavelmente, vem identificada como civis romana - o que constitui, no entender do autor, uma prova convincente da existência de duas populações distintas, a indígena e a romana, nos primórdios da criação da colónia de Pax Iulia.

  10. Apostilas epigráficas – 2

    Encarnação, José d'
    Procede-se à revisão de estudos feitos sobre monumentos epigráficos romanos da zona ocidental da Hispânia

  11. L’épigraphie du village à l’extrême Occident d’Hispania

    Encarnação, José d'
    Traça-se uma panorâmica dos documentos epigráficos mais significativos das zonas rurais do extremo Ocidente da Hispânia romana.

  12. Do património gastronómico

    Encarnação, José d'
    Os pratos típicos de cada povo e região assumem-se, cada vez mais, como elemento do ‘património imaterial’. Procura mostrar-se como e porquê, ao longo da história.

  13. A propósito das cupae do conventus Pacensis

    Encarnação, José d'
    Traça-se uma panorâmica do que se conhece, em termos de tipologia e decoração acerca deste curioso tipo de monumento funerário romano, registado no Sul de Portugal. Referem-se variantes dessa tipologia, nomeadamente as ocorridas em Aeminium. Analisam-se as explicações dadas para a adopção desta forma de cobertura da sepultura, opinando-se pela sua grande relação com o Norte de África, onde os Romanos teriam ficado perplexos ao ver os indígenas trogloditas, porque, salienta o autor, o túmulo deve ser considerado uma «mansão para a eternidade».

  14. Les armes, l’histoire et le pouvoir

    Encarnação, José d'
    Tecem-se comentários à edição, pela Imprensa da Universidade de Coimbra (Maio 2009), da obra clássica de Vegécio, Compêndio da Arte Militar, traduzida e comentada por João Gouveia Monteiro e José Eduardo Braga. Salienta-se a importância que a obra teve no seu tempo e ao longo da história europeia.

  15. À porta deste castelo...

    Encarnação, José d'

  16. Cascais, paisagem com pessoas dentro

    Encarnação, José d'
    O livro propõe uma viagem pela parte ocidental do concelho de Cascais, detendo-se na paisagem e nos nomes das pessoas aí relembradas. Procura-se unir a história local, sobretudo a contemporânea, com os pormenores de recantos identitários que, num relance, poderiam passar despercebidos.

  17. Viver, filosofar... viver!

    Encarnação, José d'
    Salienta-se a personalidade de Juan José Moralejo como Homem que vive intensamente a vida e como Investigador e Professor que miudamente escalpeliza os temas que estuda. Exemplifica-se com a análise que faz de um teónimo pré-romano (Bormanicus) e de um topónimo da Lusitânia (Conimbriga). A referência ao seu Bestiário Helénico complementa a visão de um Homem que é Mestre em todos os sentidos do nosso quotidiano.

  18. A Operação Aníbal: início do fim da presença germânica a leste do Oder

    Mantas, Vasco Gil

  19. A “Escola Alemã” e os estudos de epigrafia romana em Portugal

    Encarnação, José d'

  20. Primores dans l’épigraphie romaine de l’Occident hispanique

    Encarnação, José d'

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