Mostrando recursos 1 - 20 de 172

  1. O tratamento corretivo da forma no ensino e na aprendizagem de língua estrangeira

    Lima, Marília dos Santos; Menti, Magali de Moraes
    Neste artigo tratamos de algumas questões cruciais de ensino e aprendizagem de segunda língua (L2) e língua estrangeira (LE) relativas ao tratamento corretivo da forma na sala de aula. Primeiramente, revisamos a relação entre a instrução com foco na forma e o ensino comunicativo de línguas e apresentamos alguns conceitos essenciais. Em segundo lugar, discutimos alguns estudos encontrados na literatura especializada (Lyster e Ranta, 1997; Panova e Lyster, 2002; Ohta, 2000 e Ellis, Basturkmen e Loewen, 2001), destacando dois estudos no contexto brasileiro (Lima, 2002; Menti, 2003). Finalmente, apresentamos nossas conclusões e implicações sobre as principais questões levantadas.

  2. O tratamento corretivo da forma no ensino e na aprendizagem de língua estrangeira

    Lima, Marília dos Santos; Menti, Magali de Moraes
    Neste artigo tratamos de algumas questões cruciais de ensino e aprendizagem de segunda língua (L2) e língua estrangeira (LE) relativas ao tratamento corretivo da forma na sala de aula. Primeiramente, revisamos a relação entre a instrução com foco na forma e o ensino comunicativo de línguas e apresentamos alguns conceitos essenciais. Em segundo lugar, discutimos alguns estudos encontrados na literatura especializada (Lyster e Ranta, 1997; Panova e Lyster, 2002; Ohta, 2000 e Ellis, Basturkmen e Loewen, 2001), destacando dois estudos no contexto brasileiro (Lima, 2002; Menti, 2003). Finalmente, apresentamos nossas conclusões e implicações sobre as principais questões levantadas.

  3. Necessidades terminológicas dos intérpretes vs. as dos tradutores : análise de três produtos terminográficos multilíngues

    Cavallo, Patrizia
    O presente trabalho visa investigar, com base na literatura científica, as diferentes necessidades terminológicas de tradutores e intérpretes. Esses últimos deveriam realizar uma preparação terminológica acurada antes do evento em que irão interpretar, ao passo que os primeiros podem fazê-lo em etapas sucessivas ao recebimento do texto a traduzir. Após ter identificado as diferenças principais entre esses dois profissionais no que diz respeito à sua relação com a terminologia, o trabalho analisa, em um segundo momento, três produtos terminográficos multilíngues sobre meio ambiente. Em último lugar, com base na observação de sua macro- e microestrutura, esse estudo tenta avaliar se...

  4. Necessidades terminológicas dos intérpretes vs. as dos tradutores : análise de três produtos terminográficos multilíngues

    Cavallo, Patrizia
    O presente trabalho visa investigar, com base na literatura científica, as diferentes necessidades terminológicas de tradutores e intérpretes. Esses últimos deveriam realizar uma preparação terminológica acurada antes do evento em que irão interpretar, ao passo que os primeiros podem fazê-lo em etapas sucessivas ao recebimento do texto a traduzir. Após ter identificado as diferenças principais entre esses dois profissionais no que diz respeito à sua relação com a terminologia, o trabalho analisa, em um segundo momento, três produtos terminográficos multilíngues sobre meio ambiente. Em último lugar, com base na observação de sua macro- e microestrutura, esse estudo tenta avaliar se...

  5. Apresentação dos Cadernos do Instituto de Letras/UFRGS : número especial/estudos linguísticos e estudos literários

    Solé, Alessandra Santos; Santos, Bruna da Rosa de Los; Alquatti, Raquel; Pavani, Cinara Ferreira; Simionato, Deborah Mondadori; Freitas, Olívia Barros de; Costa, Monica Chagas da; Hoff, Patrícia Cristine

  6. Apresentação dos Cadernos do Instituto de Letras/UFRGS : número especial/estudos linguísticos e estudos literários

    Solé, Alessandra Santos; Santos, Bruna da Rosa de Los; Alquatti, Raquel; Pavani, Cinara Ferreira; Simionato, Deborah Mondadori; Freitas, Olívia Barros de; Costa, Monica Chagas da; Hoff, Patrícia Cristine

  7. La etimología en el diccionario de la lengua

    Bugueño Miranda, Félix Valentin
    A informação etimológica parece ser uma questão secundária em muitos dicionários da língua. O presente trabalho almeja demonstrar que o comentário etimológico não está relacionado unicamente com o signo-lema como significante, mas como significado também.

  8. La etimología en el diccionario de la lengua

    Bugueño Miranda, Félix Valentin
    A informação etimológica parece ser uma questão secundária em muitos dicionários da língua. O presente trabalho almeja demonstrar que o comentário etimológico não está relacionado unicamente com o signo-lema como significante, mas como significado também.

  9. Epêntese vocálica no português do sul do Brasil : variáveis extralingüísticas

    Collischonn, Gisela
    Pesquisa variacionista sobre a incidência de vogal epentética – para desfazer encontros consonantais em palavras como admitir, tecnologia, opção, entre outras – no português do sul do Brasil, com dados do Banco Varsul, mostra que o fenômeno tem uma distribuição bastante característica no tecido geográfico/social. Nesta comunicação, discutimos os resultados obtidos para as diferentes amostras do Varsul analisadas, levando em consideração variáveis tais como escolaridade, idade e sexo.

  10. Epêntese vocálica no português do sul do Brasil : variáveis extralingüísticas

    Collischonn, Gisela
    Pesquisa variacionista sobre a incidência de vogal epentética – para desfazer encontros consonantais em palavras como admitir, tecnologia, opção, entre outras – no português do sul do Brasil, com dados do Banco Varsul, mostra que o fenômeno tem uma distribuição bastante característica no tecido geográfico/social. Nesta comunicação, discutimos os resultados obtidos para as diferentes amostras do Varsul analisadas, levando em consideração variáveis tais como escolaridade, idade e sexo.

  11. A literatura alemã e a encenação autoral

    Korfmann, Michael
    O presente artigo analisa a literatura alemã sob a perspectiva da encenação autoral. Argumenta contra a tese de Jürgensen e Kaiser (2011) em que os autores concebem as práticas encenatórias autorais como processo de desilusão, que resultaria da perda em importância do escritor, a partir do século XVIII, como representante ou porta-voz da humanidade, de uma cultura nacional ou seu papel como ator influente na esfera social em geral. O artigo mostra ainda que a encenação autoral sempre foi um elemento inerente ao campo artístico e apenas se reconfigurou conforme as mudanças sociais e mediais e analisa tal prática em...

  12. A literatura alemã e a encenação autoral

    Korfmann, Michael
    O presente artigo analisa a literatura alemã sob a perspectiva da encenação autoral. Argumenta contra a tese de Jürgensen e Kaiser (2011) em que os autores concebem as práticas encenatórias autorais como processo de desilusão, que resultaria da perda em importância do escritor, a partir do século XVIII, como representante ou porta-voz da humanidade, de uma cultura nacional ou seu papel como ator influente na esfera social em geral. O artigo mostra ainda que a encenação autoral sempre foi um elemento inerente ao campo artístico e apenas se reconfigurou conforme as mudanças sociais e mediais e analisa tal prática em...

  13. L'écriture surréaliste dans la «Lettre à Éva» de Claude Courtot

    Azevedo, Érika Pinto de; Fialho, Camila do Nascimento; Ponge, Robert Charles
    Cet article propose d’étudier la « Lettre à Éva », récit que Claude Courtot (1939) rédige pour la préface du catalogue de l’exposition surréaliste de 1967 à São Paulo, et qui, en 1971, est publié dans Carrefour des errances. Pour ce faire, d’abord, nous présentons une partie du parcours de l’écrivain qui en 1964 devient membre du groupe surréaliste parisien jusqu’en octobre 1969, année de l’autodissolution de ce collectif. Ensuite, nous analysons le récit, en essayant de repérer les options fondamentales du surréalisme qui y sont affirmées. Nous finissons par exposer quelques conclusions concernant la vision surréaliste du monde que...

  14. L'écriture surréaliste dans la «Lettre à Éva» de Claude Courtot

    Azevedo, Érika Pinto de; Fialho, Camila do Nascimento; Ponge, Robert Charles
    Cet article propose d’étudier la « Lettre à Éva », récit que Claude Courtot (1939) rédige pour la préface du catalogue de l’exposition surréaliste de 1967 à São Paulo, et qui, en 1971, est publié dans Carrefour des errances. Pour ce faire, d’abord, nous présentons une partie du parcours de l’écrivain qui en 1964 devient membre du groupe surréaliste parisien jusqu’en octobre 1969, année de l’autodissolution de ce collectif. Ensuite, nous analysons le récit, en essayant de repérer les options fondamentales du surréalisme qui y sont affirmées. Nous finissons par exposer quelques conclusions concernant la vision surréaliste du monde que...

  15. Identidade, gauchismo e os avessos da história em Contos gauchescos, de Simões Lopes Neto

    Alves, Cristiane da Silva
    Partindo dos estudos de Benedict Anderson e de Stuart Hall, entre outros, este artigo busca analisar alguns aspectos da construção identitária do gaúcho, conforme foi consolidada ao longo do tempo pelo imaginário e pela literatura. Para tanto, relembra-se alguns momentos e obras em que o homem dos pampas ganha destaque para, em seguida, examinar os Contos Gauchescos, de João Simões Lopes Neto, verificando especialmente o modo como o autor constrói ficcionalmente o gaúcho, filiando-se à tradição regionalista e, ao mesmo tempo, rompendo com esta.

  16. Identidade, gauchismo e os avessos da história em Contos gauchescos, de Simões Lopes Neto

    Alves, Cristiane da Silva
    Partindo dos estudos de Benedict Anderson e de Stuart Hall, entre outros, este artigo busca analisar alguns aspectos da construção identitária do gaúcho, conforme foi consolidada ao longo do tempo pelo imaginário e pela literatura. Para tanto, relembra-se alguns momentos e obras em que o homem dos pampas ganha destaque para, em seguida, examinar os Contos Gauchescos, de João Simões Lopes Neto, verificando especialmente o modo como o autor constrói ficcionalmente o gaúcho, filiando-se à tradição regionalista e, ao mesmo tempo, rompendo com esta.

  17. O papel da frequência lexical na desnasalização do ditongo final átono([símbolos fonéticos]) em não verbos no português do sul do Brasil

    Bona, Camila de; Schwindt, Luiz Carlos da Silva
    Neste artigo, discutimos o papel da frequência lexical em não verbos envolvidos no fenômeno de redução de nasalidade do ditongo final átono [ẽj̃ɲ]3no português falado no sul do Brasil (ex. homem ~ homi; ontem ~ onti), a partir da reanálise estatística de dados de Schwindt e Bopp da Silva (2010). Neste texto, apresentamos um exercício comparativo entre a frequência dessas palavras na referida amostra e sua frequência nos dados do Projeto ASPA, que abrange diferentes variedades do português brasileiro, tomado como corpus de referência. A análise evidenciou algum papel da frequência nos não verbos de modo geral. No que diz...

  18. O papel da frequência lexical na desnasalização do ditongo final átono([símbolos fonéticos]) em não verbos no português do sul do Brasil

    Bona, Camila de; Schwindt, Luiz Carlos da Silva
    Neste artigo, discutimos o papel da frequência lexical em não verbos envolvidos no fenômeno de redução de nasalidade do ditongo final átono [ẽj̃ɲ]3no português falado no sul do Brasil (ex. homem ~ homi; ontem ~ onti), a partir da reanálise estatística de dados de Schwindt e Bopp da Silva (2010). Neste texto, apresentamos um exercício comparativo entre a frequência dessas palavras na referida amostra e sua frequência nos dados do Projeto ASPA, que abrange diferentes variedades do português brasileiro, tomado como corpus de referência. A análise evidenciou algum papel da frequência nos não verbos de modo geral. No que diz...

  19. Noção de língua na tradução e na tradução inversa : uma perspectiva enunciativa

    Hoff, Sara Luiza; Flores, Valdir do Nascimento
    Este trabalho reflete sobre a versão – considerando-a em contraste com a tradução stricto sensu –, em especial quanto às operações utilizadas pelo tradutor. A reflexão usa as noções de semiótico e semântico, elaboradas por Émile Benveniste, como categorias teóricas de análise. Analisam-se dados oriundos de aulas de versão do inglês da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. As análises permitem entender que, de modo geral, enquanto os que fazem versões têm maior facilidade para interpretar o sentido da língua fonte em uso, muitas vezes eles enfrentam dificuldades para determinar as unidades semióticas adequadas para o texto alvo. Já...

  20. Noção de língua na tradução e na tradução inversa : uma perspectiva enunciativa

    Hoff, Sara Luiza; Flores, Valdir do Nascimento
    Este trabalho reflete sobre a versão – considerando-a em contraste com a tradução stricto sensu –, em especial quanto às operações utilizadas pelo tradutor. A reflexão usa as noções de semiótico e semântico, elaboradas por Émile Benveniste, como categorias teóricas de análise. Analisam-se dados oriundos de aulas de versão do inglês da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. As análises permitem entender que, de modo geral, enquanto os que fazem versões têm maior facilidade para interpretar o sentido da língua fonte em uso, muitas vezes eles enfrentam dificuldades para determinar as unidades semióticas adequadas para o texto alvo. Já...

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