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  1. Sobre o natural e o actor

    Tavares, Margarida
    Neste artigo, procura-se reflectir sobre o conceito de natural quando aplicado ao trabalho do actor. Parte-se de quatro relevantes textos da dramaturgia ocidental, a saber: Hamlet, de Shakespeare; Crítica da ‘Escola das mulheres’ e O improviso de Versalhes, de Molière; e O teatro cómico, de Goldoni.

  2. A ética é a promessa da estética? (Sobre a expectactiva do espectador)

    Silva, Rodrigo
    O propósito deste texto é o desejo de colocar umas quantas questões, de articular e de partilhar algumas “afirmações” ou “preocupações”, as quais não se apresentam como teses ou sequer tomada de posição. Talvez apenas como a abertura de uma cena. Ou talvez apenas como a enunciação de uma trama de conceitos que desenham um território de reflexão ainda móvel. Algumas dessas interrogações lanço-as já na sua formulação mais imediata. Em que medida é que o espaço da representação pode ser “político”? Que tipo de responsabilidade para com o mundo possui a arte? Em que é que repousa a “autoridade”...

  3. Using new media technologies in dance improvisation classes

    Jurgens, Stephan
    Every creation system has its technologies, which consist of methods, techniques and tools. The same holds true for Dance Improvisation. When choreographer William Forsythe presented his CD-Rom “Improvisation Technologies” to the public in 1997, a shift in paradigms became apparent: instead of focusing on the material aspects of technology (hardware and software), he emphasised the conceptual plane. The use of the term “technology” in combination with “improvisation” may sound provocative for those who see the arts and science as opposite and incompatible areas of human endeavour. But for others this combination expresses an interesting conceptual and collaborative approach to creation....

  4. Teatro com teatro : modos e práticas teatrais contemporâneas

    Guerreiro, Nelson
    (...) O meu pressuposto inicial era o de desenvolver algumas ideias sobre as práticas teatrais contemporâneas, campo que me tem ocupado durante os últimos anos, quer a nível teórico, quer a nível prático. Há já alguns anos que me interessa perceber de que ‘matéria’ é feito o teatro nos dias de hoje. A esta pergunta tenho procurado responder (qual Hércules!) cruzando diversos discursos teóricos com os resultados das minhas idas a espectáculos e com a minha própria experiência (quer dizer, com o que vou incorporando nos processos criativos de espectáculos em que fui e vou participando). Digo-vos que, para isso,...

  5. Linguagem verbal e não-verbal : contributos para uma gramática visual

    Silvestre, Carminda
    Uma nova realidade social tem-se vindo a reconfigurar face aos rápidos avanços tecnológicos, nomeadamente ao uso da Internet e ao crescente número de imagens que imperam no espaço público e privado. Esta nova realidade requer uma aprendizagem de multiliteracias em que os modos de comunicação não se circunscrevam à linguagem verbal e o entendimento desta não se configure de uma forma abstracta. Existe pois a necessidade de incorporar no espaço da investigação novas teorias da linguagem, novos conceitos e instrumentos analíticos capazes de responder aos desafios do presente.

  6. Modos de representação no teatro e no cinema. O teatro mostra (e depois conta) e o cinema conta (e depois mostra). Ou é o contrário?

    Gonçalves, Maria Madalena
    Mostrar e contar são modos de representar o mundo que aqui vão ser analisados em dois lugares onde a relação se revela problemática: o teatro e o cinema. O subtítulo deste texto - “O teatro mostra (e depois conta) e o cinema conta (e depois mostra), seguido da interrogação “Ou é o contrário?”- procura justamente enunciar essa dificuldade nestas duas áreas específicas de produção artística.

  7. Ut pictura thesis

    Mendonça, Guilherme
    Em "Como se faz uma tese em ciências humanas", Umberto Eco dá-nos conta de um novo enquadramento das teses enquanto preparação para a investigação, por oposição ao enquadramento tradicional em relação ao qual a tese era o culminar de uma vida de reflexão. A tese enquanto começo, e não enquanto fim, é também o produto de uma democratização que, como refere Eco, tem que ser acessível àqueles que não são a minoria privilegiada, com os recursos financeiros e o tempo suficientes para uma investigação. Como tantos outros, tinha a secreta desconfiança de que, com efeito, o que se tinha passado...

  8. Esse desejo de ver claro...

    Cabau, Philip
    O universo curricular das formações na nossa Escola constitui um diversificado painel de matérias. A sua função é proporcionar aos alunos uma experimentação, pedagogicamente contextualizada, das ferramentas que lhes permitirão, um dia, trabalhar autonomamente na área profissional onde embarcarem. Nesse vasto painel, fundamentado, em grande parte, por conteúdos de natureza visual, o Desenho ocupa um lugar transversal. Uma análise dos currículos pedagógicos das áreas em questão – tanto aqui como em outras escolas – revela uma aparentemente consensualidade no que respeita à importância do desenho nas diferentes formações. Os conteúdos do Desenho, ou melhor, aquilo que eles proporcionam nesse quadro...

  9. Práticas do desenho em design : dinâmicas do desenho

    Poeiras, Fernando
    Apresentamos, para enquadrar o tema da “dinâmica do desenho”, uma breve sinopse do caminho percorrido sobre as pragmáticas e a experimentação no desenho (do design de produto). Esta recapitulação é necessária para enquadrar o tema, mas também para sistematizar, tornando mais claro o problema que é objecto desta reflexão e os conceitos empregues.

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