Recursos de colección

Repositório Comum (24.607 recursos)

É um repositório para instituições de ensino e investigação produtoras de literatura científica cuja dimensão ainda não justifica a criação de um repositório próprio. Permite integrar instituições, grupos ou indivíduos na infra-estrutura do projecto, nomeadamente através das pesquisas do Portal RCAAP e da B-On.

Revista Nação e Defesa

Mostrando recursos 1 - 20 de 1.031

  1. A internet como meio de difusão do radicalismo islâmico

    Gonçalves, Francisco Costa
    O presente trabalho investiga o papel desempe‑ nhado pela Internet como meio de difusão do ra‑ dicalismo islâmico, destacando o aparecimento de utilizadores (v.g. Younis Tsouli, Aabid Khan), que não se limitam a participar em fora radicais, mas que disseminam informação radical e incentivam a prática de actos terroristas jihadistas. Para além disso, analisa as vantagens que a Internet oferece ao radicalismo islâmico, quer em termos de segurança dos utilizadores (aprovei‑ tando o anonimato), quer como meio de trans‑ missão de informação e a sua relevância no processo de radicalização, com o objectivo de apontar algumas soluções para o combate deste fenómeno.

  2. Jihadismo global : a (in)coerência de uma estratégia de subversão?


    O objectivo deste estudo passa por perceber as linhas estratégicas do movimento jihadista, e de que forma os acontecimentos subsequentes ao 11 de Setembro de 2001 influenciaram o percurso dessas linhas. Assumindo a incoerência e des‑ continuidade estratégica do Jihadismo Global, procurar‑se‑á identificar as causas externas e internas que levam (ou levaram) a essa impossi‑ bilidade no campo estratégico. Perante este último ponto analisar‑se‑á a maneira como o movimento tem tentado ultrapassar essa lacuna, sobretudo no que diz respeito às formas organizativas, doutrina de combate, e operacionalização da acção subversiva.

  3. A nova realidade da presença chinesa em Angola e suas implicações para Portugal : o sector da construção civil e obras públicas como estudo de caso

    Pereira, Rui P.
    O reforço da presença económica chinesa em África constitui uma das principais alterações nas relações económicas internacionais da pre‑ sente década e, como tal, o respectivo impacto tem vindo a ser objecto de discussão numa larga variedade de sectores e de países. Neste contexto, pretende‑se, com o presente ar‑ tigo, dar a conhecer os principais contornos do envolvimento da China em Angola, dedicando particular atenção ao sector da construção e obras públicas. Do mesmo modo, tratando‑se de um sector de tradicional importância para Portugal no seu relacionamento com Angola, discutir‑se‑á em que medida a entrada das construtoras chinesas no mercado angolano estará ou não...

  4. Contributo de Angola para a segurança energética chinesa

    Fernandes, Carla
    A República Popular da China é o segundo maior consumidor e importador de petróleo, depois dos EUA. Segundo a Agência Internacional de Energia, em 2030, ultrapassará os Estados Unidos e passará a ser o maior consumidor mundial. O presente artigo analisa o papel de Angola na estratégia da liderança chinesa em busca de uma maior segurança energética.

  5. A relevância do princípio da precaução numa política integrada para o mar

    Ribeiro, Lino José Baptista Rodrigues
    Uma das características dominantes das socie‑ dades actuais mais desenvolvidas é a percepção cada vez mais acentuada de uma variedade crescente de riscos e a procura incessante para os identificar, controlar e eventualmente eliminar. O peso dos novos riscos tecnológicos, e a consciência dos seus efeitos, despertou a humanidade para os perigos do desenvolvimento tecnológico e indus‑ trial desenfreado. O alarme social foi lançado em domínios como o ambiente de uma forma geral e para o marinho em particular. Um dos princípios orientadores da Estratégia Nacional para o Mar, aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros nº 163/2006, publicada no DR nº 237...

  6. São Tomé e Príncipe e os desafios da segurança marítima no Golfo da Guiné

    Nascimento, Augusto
    É escusado encarecer a importância estratégica do mar para São Tomé e Príncipe. Alguns dos seus desígnios de política externa desenham‑se a partir de uma imaginada valia estratégica da sua posição no Golfo da Guiné. Porém, essa valia também depende muito da estabilidade política e, daí, da segurança marítima numa região, onde os arquipélagos – São Tomé e Príncipe e a parte insu‑ lar da Guiné Equatorial – traçam uma bissectriz, porventura também no plano político. Falar da segurança marítima significa abordar, não só a segurança da navegação – a preocu‑ pação do presente –, mas também a criação de um espaço, cuja...

  7. O Brasil e a segurança no Atlântico Sul

    Fonseca, Carmen
    O reconhecimento do Atlântico Sul como uma área geoestratégica relevante tem levado os países da região a desenvolverem acções de modo a rentabi‑ lizar a sua pertença a esse espaço. Para o Brasil, o Atlântico Sul apresenta‑se cada vez mais como um ponto onde confluem alguns dos seus interesses o que requer a preservação da estabilidade daquela região. Com esta análise pretendemos, por um lado compreender a atenção que, em termos de segurança e defesa, tem sido dada ao Atlântico Sul, nomeadamente pelo Brasil, e por outro lado, avaliar o que esta área representa para o Brasil e como tem sido...

  8. O Brasil e a segurança do Atlântico Sul

    Guerra, Wilson Barbosa

  9. A segurança marítima no seio da CPLP : contributos para uma estratégia nos mares da lusofonia

    Bernardino, Luís Manuel Brás
    A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vem assumindo uma necessidade institu‑ cional de acautelar os valores basilares que lhe deram origem, alinhando os interesses nacionais como forma de contribuir para a salvaguarda das soberanias marítimas de cada Estado membro, e atenuar um dos mais omissos sectores que tem sido apontado com maior frequência na coope‑ ração na área da segurança e defesa, a cooperação no sector naval e na segurança marítima. Neste contexto, apresentamos este texto como um contri‑ buto para o desenvolvimento e para a segurança marítima no seio da Comunidade.

  10. Dimensão marítima da segurança no Atlântico : desafios e oportunidades para os países da CPLP

    Lourenço, Armando Jorge Pereira
    Este texto analisa a importância do desenvol‑ vimento da segurança marítima nos países da CPLP como garante (do desenvolvimento das economias do mar daqueles estados, centrando a análise no espaço atlântico). O autor realça os desafios e oportunidades que se colocam aos países lusófonos que queiram tirar partido do mar para seu benefício na medida dos respectivos interesses de desenvolvimento e segurança, facilitando equilíbrios de ordem económica, social e política, contribuindo para o incremento do desenvolvimento e segurança regional e global.

  11. Uma visão portuguesa da segurança do Atlântico Sul

    Santos, José Alberto Loureiro dos

  12. O mar no espaço da CPLP

    Dias, Alexandra Magnólia; Branco, Carlos Martins
    Nesta introdução estabelecemos os contornos do debate em torno do papel desempenhado pelos Estados‑membros da CPLP nos espaços geo‑estra‑ tégicos em que se inserem. Numa primeira parte, procedemos à definição de problemática para numa segunda parte, apresentarmos uma recensão crítica dos artigos temáticos seleccionados que constituem este número da Nação e Defesa

  13. A OCDE e os desafios da globalização

    Caldeirinha, Manuel
    A OCDE comemora em 2011 o seu 50.º aniversário. Herdeira do Plano Marshall, a Organização tem sido instrumental no apoio aos Estados mem‑ bros na promoção do crescimento económico e do bem‑estar social. Para a OCDE a crescente influência das economias emergentes e o impacto abrangente da actual crise financeira, geram novos desafios e oportunidades, potenciando a busca de uma nova relevância bem como a necessidade de fazer face a renovadas questões de uma forma coerente. Para Portugal, o facto de ser membro da OCDE tem materializado uma mais‑valia, permitindo ao país participar numa organização intergoverna‑ mental única, pautada pela constante promoção e aplicação...

  14. A problemática da ascensão de uma nova estrela numa constelação mundial americana

    Vicente, João
    A confirmação da propensão para a mudança de um momento unipolar para uma era pós‑ameri‑ cana não significa a decadência da hiper‑potência, mas antes de mais uma ascensão de actores regio‑ nais com aspirações globais. O momento de uni‑ polaridade, com clímax após o 11 de Setembro, caracterizado por muitos observadores como breve, não foi suficientemente longo nem eficaz para lidar com a assimetria desmesurável entre os problemas que confrontam a humanidade e os recursos e instituições disponíveis para os enfrentar. Neste ensaio, sustentamos que a ascensão de novas potências, em particular a China, irá induzir duas transformações nas Relações Internacionais. Em primeiro lugar,...

  15. A política externa da Turquia face a Israel : o regresso da ambição Otomana

    Fernandes, José Pedro Teixeira
    Este artigo visa analisar as relações diplomáticas e estratégicas que se estabeleceram entre a Turquia e Israel, desde a fundação do estado judaico em 1948. O principal objectivo é avaliar em que me‑ dida estas relações, que até um passado recente eram de proximidade e de parceria estratégica, sendo vistas como uma espécie de prolongamento dos interesses ocidentais na região, não se deterio‑ raram ao ponto de porem em causa essa relação estratégica e até o precário equilíbrio de poderes no Médio Oriente. Para disso, o objectivo é tam‑ bém tentar perspectivar aquilo que poderão ser as implicações futuras da actual política externa...

  16. Estratégias de segurança nacional : os livros brancos da Grã-Bretanha e da França

    Duarte, António Paulo
    Os propósitos deste texto são dois: num primeiro momento, descrever e comparar a renovação das Políticas de Segurança e Defesa da Grã‑Bretanha e da França através da leitura dos respectivos Livros Brancos, há pouco tempo apresentados e publi‑ cados; num segundo momento pretende‑se dis‑ secar alguns dos traços fundamentais do processo de renovação das políticas e das estratégias de segurança, distinguindo alguns dos conceitos ba‑ silares e algumas das traves de inovação sobre os quais se sustentam as futuras Políticas de Segu‑ rança e Defesa. Os Livros Brancos da Grã‑Bretanha e da França, pese a sua configuração de apresen‑ tação distinta e a existência de fórmulas...

  17. A soberania em contexto europeu : como a União Europeia contribui para o aumento da soberania nacional

    Silva, Pedro Ferreira da
    Este trabalho pretende dar uma nova perspectiva sobre a questão da soberania em contexto Euro‑ peu. Neste contexto, pretendemos apresentar o argumento que a União Europeia pode contribuir para o aumento da soberania. Para abordarmos o presente argumento iniciámos o nosso estudo pelo conceito de soberania, tendo verificado que existe uma componente interna e externa. Esta vertente externa necessita de capa‑ cidade de afirmação, pelo que são necessários instrumentos de poder. Verificamos ainda que existem sérias limitações à capacidade indivi‑ dual dos Estados de conseguirem as necessárias capacidades de projecção da força. Como tal, através de um mecanismo de partilha – pooling – os Estados...

  18. A União Europeia na gestão de crises

    Saraiva, Luis
    A UE tem vindo progressivamente a definir e a alargar os campos de aplicação dos seus esforços, em especial na gestão de crises fora do seu espaço. Esta evolução tem sido condicionada pelas grandes evoluções internacionais dos últimos vinte anos, como sejam o fim da Guerra Fria e as ilusões de uma Nova Ordem Mundial, a incapacidade da ONU e da UE face ao estilhaçar da ex‑Jugoslávia, os ataques do 11 de Setembro, ou as alterações do Sistema Internacional devidas às intervenções no Iraque e no Afeganistão. Os mecanismos adoptados pela UE na Política Europeia de Segu‑ rança e Defesa (PESD) têm...

  19. A cooperação estruturada permanente : desafios e opções para Portugal

    Ramos, Luis Faro

  20. Como aprofundar a legitimidade democrática da Europa da defesa

    Jesus, Manuel Correia de

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