Recursos de colección

Repositorio da Universidade dos Açores (8.397 recursos)

O Repositório Institucional da Universidade dos Açores desenvolvido no âmbito do projecto RCAAP.

ARQ - SCH - N Especial (1983)

Mostrando recursos 1 - 16 de 16

  1. A literatura emigrante portuguesa na Califórnia

    Dias, Eduardo Mayone
    “A primeira preocupação no estudo de uma produção literária de emigração deverá ser definir os seus limites. À pergunta «O que é literatura de emigração?» poderia responder-se que em termos gerais seria factível considerar três níveis separados, independentemente da língua em que esta literatura é produzida. Em primeiro lugar estaria aquilo a que se poderia chamar literatura emigrante, aquela que traduz a marca directa ou indirecta de uma mutação vivencial Por literatura emigrada entender-se-ia a criada por autores transplantados mas não afectada – ou minimamente afectada – pela nova ambiência. E finalmente por literatura étnica é habitual compreender-se a escrita...

  2. Um inquérito ao artesanato dos Açores

    Martins, Rui de Sousa
    “A Secção de Antropologia Cultural (Departamento de História) da Universidade dos Açores iniciou no ano lectivo de 1970-1980 a realização de um inquérito aos artesãos e ao artesanato das ilhas açorianas. O inquérito visa a recolha sistemática e intensiva de elementos sobre as unidades especializadas de produção artesanal (moinhos, latoarias, olarias, etc.) rurais e urbanas; o artesanato doméstico, cuja produção se destina ou destinava a ser consumida no círculo familiar e o trabalho de artistas-artesãos cuja actividade criativa não é a ocupação principal. […]”

  3. Amostragem ao fenómeno emigratório da Ilha Graciosa, no período 1960-78

    Nunes, José Manuel Rosa
    “Nos Açores e até ao início da década de trinta, o número de habitantes oscilou em cerca de um quarto de milhão, atingindo o seu valor máximo em 1960, com cerca de 327 mil habitantes. […]. Analisando as perdas populacionais da Região por decénios, verifica-se ter a população decrescido em cerca de 12% no decénio 1960-70 e em cerca de 14% entre 1970-81. […]”

  4. As eleições de 1908 e 1910 nos Açores : contributo para o seu estudo

    Rodrigues, Vítor Luís Gaspar
    “As Eleições Legislativas de 1908 e 1910, as duas últimas do regime Monárquico-Constitucional Português, enquadram-se num período de crise profunda das estruturas constitutivas da sociedade portuguesa do princípio do século. A «Monarquia Nova» de D. Manuel II vai herdar um país que necessitava prementemente de «uma reforma radical dos seus quadros e dos seus métodos», como única forma de poder continuar a acreditar na Monarquia e nas estruturas que lhe serviam de suporte. No entanto, tal reforma não foi concretizada e, pelo contrário, assistiu-se então a um crescente descrédito das instituições monárquicas. […]”

  5. A população dos Açores no ano de 1849

    Rocha, Gilberta Pavão Nunes; Rodrigues, Vítor Luís Gaspar
    “A 19 de Fevereiro de 1851 davam entrada na Câmara dos Deputados três mapas do movimento da população, referentes ao ano de 1849, nos distritos administrativos de Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta. Fruto de um requerimento levado a efeito pelo deputado António Vicente Peixoto, estes mesmos mapas seriam depois enviados para a Comissão Eleitoral, o que, desde logo, atesta da intenção havida aquando da sua requisição. […]”

  6. Dois textos a divulgar no centenário de Teixeira Soares

    Afonso, João
    “Terá sido redigido por Teófilo Braga o reduzido texto de um prospecto-anúncio dos «Cantos populares do Archipelago Açoriano» cujo conteúdo, bem que significativo, pouco ou nada foi estudado. Embora possa ser considerado a matriz da dedicatória teofiliana a João Teixeira Soares de Sousa na portada daquela vultuosa compilação a que o sábio e o santo jorgense ficou vinculado a fundamentis, o certo é que se não tem dedicado atenção aos termos desse texto. […]”

  7. Para uma leitura da Corografia Açórica de João Soares d'Albergaria de Sousa

    Leite, José Guilherme Reis
    “Entre a literatura política açoriana, que não é muita, há um livro e um autor que sempre foram tidos como menores. O livro é a Corographia Açórica ou discripção phizica, politica e histórica dos Açores e o seu autor «um cidadão açorense, membro da Sociedade Patriotica Phylantropya n’os Açores» que se identifica só pelas iniciais J. S. d’A. de S. mas cujo nome era João Soares d’Albergaria de Sousa. As razões do desprezo do livro são fáceis de descortinar, porque a matéria nele tratada tem sido sempre tabu para a intelectualidade açoriana que, muitas vezes, tem lido desatentamente a produção...

  8. Roteiro provisório dos livros da Capitania Geral dos Açores pertencentes à secção de reservados da Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroísmo

    Mesquita, Mariana
    “[…]. Por termos constatado que alguns investigadores, nomeadamente do Departamento de História da Universidade dos Açores, estão, actualmente, interessados no estudo dos documentos da Capitania Geral, decidimos iniciar este roteiro pelos livros deste núcleo, que se encontram na Secção de Reservados desta Biblioteca Pública e Arquivo. Este roteiro é ainda provisório, porque, mais tarde, teremos que lhe acrescentar outros livros, que nos surgirão, certamente, quando inventariarmos toda a documentação da Capitania Geral existente neste Arquivo. O núcleo é muito vasto, pelo que, de momento, só nos foi possível percorrer os livros da Secção de Reservados. […]”

  9. A reforma pombalina dos estudos secundários no Arquipélago dos Açores : lª fase, 1759-71

    Andrade, António Alberto Banha de
    “A reforma dos estudos secundários levada a cabo por Sebastião de Carvalho e Melo, a partir da expulsão da Companhia de Jesus, torna-se impensável desenquadrada de todo o processo político e sócio-cultural desencadeado pelo Ministro de D. José. […]. Com efeito, vamos assistir, mesmo neste minúsculo fragmento da reforma, às consequências desastrosas de leis pontuais que não contemplavam as possibilidades da execução. […]”

  10. Os Açores e o comércio Atlântico nos finais do século XVII (1680-1700)

    Gil, Maria Olímpia da Rocha
    “[…]. Posto isto, como avaliar a importância das ilhas açorianas no mundo atlântico de Seiscentos? Poderemos considerá-las apenas como pontos privilegiados de escala (função de apoio) no traçado das grandes rotas intercontinentais, subordinadas portanto às vicissitudes dessas mesmas rotas? Ou então guardas-avançadas da expansão ultramarina europeia, mormente em direcção às terras do Novo Mundo? Nenhuma das questões é inóqua e ambas suscitam outras interrogações de âmbito polémico e implicações discutíveis. […]”

  11. A escultura brasileira e o Mestre de S. Jorge

    Martins, Francisco Ernesto de Oliveira
    “A escultura luso-oriental que veio até aos Açores, ou que os açorianos vieram a encontrar no Brasil e no Oriente, bem como a imaginária flamenga, foram as que mais influenciaram os nossos santeiros e as principais mensageiras das orações ao Divino e testemunhas das preces nos momentos de aflição das nossas gentes, durante quase cinco séculos. O Brasil no século XVII é invadido por diversos tipos de emigrantes, mas entre aqueles que melhor contribuíram para o seu engrandecimento encontramos os açorianos. […]”

  12. A Matriz da Vila das Velas e o seu retábulo quinhentista no contexto da fixação da sociedade na Ilha de S. Jorge

    Sousa, Nestor de
    “[…]. III – Concentrada a sua teia urbana no espaço fronteiro ao mar, aí se situava na praça do município, já então, a igreja Matriz, invocada ao patrono da Ilha. Quando terá sido construída esta igreja, é assunto que permanece obscuro, à míngua de documentação. Contudo, tem sido veiculado por estudiosos jorgenses dos fins do século passado e começos do presente, que já existia antes de 1640. É o caso do erudito Dr. João Teixeira de Sousa e, na sua peugada, de João Duarte de Sousa e José Cândido da Silveira Avellar. Para tanto, fundamentaram-se no testamento do Infante D....

  13. Achegas para a história da Diocese de Angra

    Pereira, Isaías da Rosa
    “A diocese de Angra foi criada no dia 3 de Novembro de 1534, perfazendo-se 550 anos sobre este acontecimento em igual dia e mês do ano de 1984. O facto é fundamental na vida da população do Arquipélago, tanto no aspecto religioso como no aspecto da vida soacial. A cidade de Angra ficou enobrecida com a residência nela de um prelado, que, na época, não tinha só actividades religiosas: era uma personalidade da vida social. […]”

  14. Uma carta de D. Filipe I sobre o clero das ilhas dos Açores de 1590

    Enes, Maria Fernanda Dinis Teixeira
    “Desde os inícios do povoamento que o Arquipélago dos Açores foi integrado na jurisdição eclesiástica da Ordem de Cristo. Era a Tomar que competia a criação e provisão das igrejas nestas ilhas, bem como a manutenção dos seus ministros. Embora a jurisdição se tivesse mantido na dependência da Ordem de Cristo até à erecção do bispado do Funchal em 1514, o direito de padroado passou para o monarca. A Bula de criação do dito bispado atribuía: ao rei, o direito de apresentação do bispo ao Papa; ao bispo, a jurisdição que cabia anteriormente ao vigário de Tomar; ao mestre ou...

  15. A pobreza na Ribeira Grande durante a segunda metade do século XVI : estudo quantitativo baseado nos registos de óbito

    Tavares, Marília de Assis
    “[…]. Efectivamente deve salientar-se a importância dos registos paroquiais, com particular realce para os livros de óbitos, que são uma boa fonte para o estudo do pauperismo uma vez que, cobrindo um espaço de tempo bastante dilatado, permitem que se tenha uma ideia consideravelmente aproximada do problema da pobreza e da sua evolução. Foram precisamente as actas de óbito, lavradas pelos sacerdotes da freguesia da Matriz da Ribeira Grande e da freguesia de S. Pedro da Ribeira Seca, que serviram de base à elaboração deste pequeno estudo, no qual se pretende fazer uma análise estatística do pauperismo nestas paróquias micaelenses...

  16. João Teixeira Soares de Sousa (1827-1882) : aspectos da sua vida e obra

    Matos, Artur Teodoro de
    “Recordar e prestar homenagem à memória dos que pelas letras contribuíram para um melhor conhecimento de uma região e para o enriquecimento cultural de um povo é dever moral das gerações que se lhes seguiram. E, para além desse preito de gratidão, que naturalmente exige o levantamento completo do seu espólio cultural – que conhece expressão mais imediata e simples na exposição biobibliográfica – a lembrança dos que se distinguiram nos domínios do saber ou do labor leva também a uma melhor compreensão da sociedade a que pertenceram e à maior consciência dos seus elementos culturais. […]”

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