Recursos de colección

Repositorio da Universidade dos Açores (8.397 recursos)

O Repositório Institucional da Universidade dos Açores desenvolvido no âmbito do projecto RCAAP.

DLLM - Comunicações a Conferências / ConferenceItem

Mostrando recursos 1 - 7 de 7

  1. Os ditongos decrescentes numa perspectiva fonológica

    Miguel, Maria Augusta Cavaco
    De um modo geral, as gramáticas do português definem o ditongo como "o encontro de uma vogal com uma semivogal", independentemente da ordem em que estes sons se combinam, sendo que quando a vogal precede a semivogal, o ditongo toma a designação de decrescente. Esta concepção tradicional de ditongo não impõe qualquer restrição no tipo de vogais que se podem combinar nestes encontros vocálicos, variando o número de ditongos do português consoante a gramática. Com esta abrangente definição, tanto podem ser considerados ditongos decrescentes as combinações de vogal e de semivogal das palavras bairro e pausa, como as das palavras...

  2. Supressão e fusão de sons na língua falada.

    Miguel, Maria Augusta Cavaco
    A língua falada apresenta padrões de supressões e de fusões de sons, sobretudo de vogais, que podem ser registados no discurso dos falantes da norma culta portuguesa, nos seus diversos registos. Esses padrões atravessam todas as zonas dialectais portuguesas, constituindo assim aquilo que marca e que distingue a fala do Português europeu. As supressões vocálicas estão de tal forma interiorizada na fala dos portugueses, que soa mais estranho ouvir palavras como visibilidade ou distrito pronunciadas com todos os iis dos que as mesmas palavras pronunciadas "vziblidad" e "destrito". A justificação é que estas supressões obedecem a regras gramaticais, que todos...

  3. As consoantes R/r na cadeia silábica.

    Miguel, Maria Augusta Cavaco
    A vibrante uvular [R] e a vibrante múltipla dento-alveolar [r] coexistem no Português Europeu com amplas possibilidades de se comutarem entre si, mas sem efeitos distintivos. Palavras como rato e palrar, por exemplo, registam-se foneticamente já seja em [Rátu] ou [rátu], [palRár] ou [palrar], sem que dessas pronúncias alternativas resultem alterações de significado. [...]. Visto numa perspectiva silábica, a formação interna das líquidas e das vibrantes em termos de elementos e o seu "charm" justifica os padrões de combinações que estes sons exibem. Neste trabalho iremos demonstrar que existe uma justificação silábica para o comportamento destes dois sons que transcende,...

  4. Vogais nasais e nasalizadas: uma falsa questão?

    Miguel, Maria Augusta Cavaco
    As vogais portuguesas têm a capacidade de assimilar o tom nasal de uma consoante nasal adjacente. Nuns casos, dá-se a nasalização da vogal e a consoante nasal mantém-se na forma fonética; noutros casos, a vogal nasaliza e a consoante nasal deixa de se ouvir. Tradicionalmente, designaram-se as vogais que obedecem ao primeiro padrão de vogais nasalizadas, enquanto que as segundas foram designadas de verdadeiras nasais. Esta distinção, no entanto, deixa de fazer sentido no quadro de uma análise silábica. Fonologicamente, a assimilação ou não da nasalização explica-se pelo contexto silábico em que as vogais ocorrem – adjacência e direccionalidade em...

  5. A tradução é um lugar estranho, ou perdidos na tradução?

    Miguel, Maria Augusta Cavaco
    Um dos problemas que se põe ao tradutor é a gestão da conflitualidade entre a fidelidade a um texto de partida e a liberdade de que dispõe para a transposição do mesmo para a língua de chegada. Esta problemática é bem visível na "tradução", se assim se lhe poder chamar, dos títulos de alguns filmes, em que a transcodificação para a versão portuguesa se desvia integralmente da semântica do original. Segundo Nida (2000), existem dois tipos de equivalência: a equivalência formal, que consiste em encontrar correspondentes directos na língua de chegada e a equivalência dinâmica, cujo objectivo é o de...

  6. Alternância da vogal fria com a vogal zero em núcleos pretónicos

    Miguel, Maria Augusta Cavaco
    V Encontro da Associação Portuguesa de Linguística, Lisboa, 9-11 de Outubro de 1989.

  7. Interpretação fonológica de alguns plurais em português.

    Miguel, Maria Augusta Cavaco
    Os plurais ditos irregulares podem ter uma nova interpretação, quando vistos à luz da fonologia silábica. Neste trabalho, será demonstrada a regularidade do morfema do plural, apesar das diversas formas fonéticas que as palavras obtêm com a adição deste morfema, e será dada uma justificação fonológica para o caso específico de "alomorfia".

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