Recursos de colección

Repositório Comum (24.607 recursos)

É um repositório para instituições de ensino e investigação produtoras de literatura científica cuja dimensão ainda não justifica a criação de um repositório próprio. Permite integrar instituições, grupos ou indivíduos na infra-estrutura do projecto, nomeadamente através das pesquisas do Portal RCAAP e da B-On.

Cadernos do IDN

Mostrando recursos 1 - 16 de 16

  1. As revoltas árabes e a democracia no mundo

    Nunes, Filipe Abreu; Viana, Vitor Rodrigues; Sampaio, Jorge; Schmitter, Philippe C.; Pinto, Ana Santos; Algora Weber, Maria Dolores; Gaspar, Carlos
    Desde Kant que sabemos como a natureza dos regimes importa para a segurança internacional e como os povos “republicanos” tendem a ser mais pacíficos do que aqueles que vivem sob regimes despóticos ou autoritários. Nesse sentido, pode dizer-se que o estudo das mudanças políticas e o acompanhamento da evolução dos regimes nas várias regiões do globo é crucial para a análise das tendências e das ameaças e riscos à segurança nacional, e como tal inserem-se na missão do Instituto da Defesa Nacional (IDN). Foi justamente por isso que o IDN lançou uma linha de investigação sobre este tema e que, no dia...

  2. Uma estratégia global para Portugal numa Europa em crise

    Reis, Bruno Cardoso; Gaspar, Carlos
    O quadro específico da estratégia não tem de ser o conflito armado, mas implica sempre a competição entre diversos atores, cada qual com os seus próprios interesses, daí resultando inevitável fricção. As situações de crise podem tornar a estratégia mais difícil de definir e implementar, mas também mais necessária do que nunca. Este texto é uma reflexão sobre os elementos fundamentais para uma estratégia nacional. Irá abordar primeiro as capacidades – tangíveis e intangíveis – indispensáveis à concretização de qualquer estratégia, e respectivas vulnerabilidades e potencialidades de Portugal, por forma a apresentar recomendações quanto à melhor forma de procurar minorar essas vulnerabilidade e maximizar...

  3. As revoltas árabes e a democracia no mundo

    Nunes, Filipe Abreu; Sampaio, Jorge; Schmitter, Philippe C.; Pinto, Ana Santos; Algora Weber, María Dolores; Gaspar, Carlos; Viana, Vítor Daniel Rodrigues
    O quadro específico da estratégia não tem de ser o conflito armado, mas implica sempre a competição entre diversos atores, cada qual com os seus próprios interesses, daí resultando inevitável fricção. As situações de crise podem tornar a estratégia mais difícil de definir e implementar, mas também mais necessária do que nunca. Este texto é uma reflexão sobre os elementos fundamentais para uma estratégia nacional. Irá abordar primeiro as capacidades – tangíveis e intangíveis – indispensáveis à concretização de qualquer estratégia, e respectivas vulnerabilidades e potencialidades de Portugal, por forma a apresentar recomendações quanto à melhor forma de procurar minorar essas vulnerabilidade e...

  4. Contributo para uma "estratégia abrangente" de gestão de crises na reconstrução do estado e da sociedade

    Rodrigues, Carlos Coutinho
    Este estudo propõe-se contribuir para uma “estratégia abrangente” de reconstrução do Estado e da sociedade e interpretar e conferir coerência ao nexo entre segurança e desenvolvimento, no plano político e do planeamento estratégico da gestão de crises. Adota como referencial político o Tratado de Lisboa que, ao arquitetar uma nova política externa e de segurança da União Europeia, ultrapassou a lógica rígida dos pilares, para iniciar uma nova visão sistémica, interligando a segurança e o desenvolvimento como resposta às situações de fragilidade do Estado de direito democrático e da sociedade. Sustenta que uma “estratégia abrangente” de gestão de crises, holística e sistémica, tem como áreas fundamentais:...

  5. Os livros brancos da defesa da República Popular da China 1998-2010

    Carriço, Manuel Alexandre Garrinhas

  6. Sentir Portugal

    Lamas, João

  7. A política externa e a diplomacia numa estratégia nacional

    Gomes, Gonçalo Santa Clara

  8. A vertente atlântica da política externa portuguesa

    Carvalho, Virgílio de

  9. Os livros brancos da defesa da República Popular da China 1998-2010

    Carriço, Alexandre
    Este estudo é uma análise da evolução das perceções de (in)segurança da República Popular da China (RPC), através da aferição quantitativa e qualitativa de expressões idiomáticas caracterizadoras da evolução do sistema internacional, as quais foram selecionadas e associadas a tais perceções, e que constam das sete edições do Livro Branco da Defesa publicadas pelo Conselho de Estado entre 1998 e 2010. Procura-se através de um enquadramento conceptual e metodológico derivado da análise crítica do discurso baseado nas teorias de Michel Foucault e de Norman Fairclough, bem como do da perceção de ameaças por parte dos Estados no sistema internacional formulado por Robert Jervis, identificar...

  10. O futuro da comunidade de segurança transatlântica

    Gaspar, Carlos
    O processo de constituição da comunidade transatlântica – a aliança das democracias ocidentais nas duas margens do Atlântico Norte – começou em 1941, com a Carta do Atlântico, assinada por Franklin Roosevelt e Winston Churchill, e com a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, a seguir a Pearl Harbour. Depois da vitória, a comunidade transatlântica institucionalizou‑se, primeiro com o “Plano Marshall” e a Organização para a Cooperação Económica Europeia e, depois, com o Tratado de Washington, que a transformou numa aliança estratégica duradoura. A formação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) resultou da necessidade de conter a União Soviética, que se...

  11. A Arquitetura de Segurança e Defesa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (1996-2011)

    Bernardino, Luis; Leal, José Santos
    Após a queda do muro de Berlim e com o final da Guerra Fria, a conflitualidade alterou-se radicalmente, passando-se dos conflitos interestatais entre as antigas potências do mundo bipolar, característicos da “velha ordem”, a conflitos de predominância intraestatal, em que os novos atores neste mundo globalizado, intervindo e sobrepondose ao Estado, passaram a dominar a atenção da comunidade internacional, caracterizando uma “nova ordem”. A temática dos conflitos adquiriu por isso, uma outra relevância, passando a associar intimamente, aspetos de segurança com o de desenvolvimento, pois “…sem segurança não pode haver desenvolvimento e sem desenvolvimento não há segurança…”. No continente africano, especialmente na África subsariana, esta...

  12. Segurança nacional e estratégias energéticas de Portugal e de Espanha

    Eiras, Ruben; Duarte, António Paulo; Fernandes, Carla Isabel Patrício; Velarde Pinacho, Guilhermo; Carpintero Santamaria, Natividad
    A “Segurança Nacional e as Estratégias Energéticas de Portugal e Espanha” lida com um dos temas de maior relevância para a Segurança de ambos os países ibéricos: a questão da energia. O primeiro capítulo leva o leitor para o quadro internacional da energia e os riscos e as ameaças que afectam a segurança energética em termos globais e europeus. O segundo capítulo lida com as vulnerabilidades e potencialidades da Península Ibérica e com as vantagens que uma relação mais íntima e uma cooperação mais activa com o Magreb podem dar à segurança energética de Portugal e de Espanha. O terceiro capítulo trata do papel...

  13. As relações energéticas entre Portugal e a Nigéria e riscos e oportunidades

    Leal, Catarina Mendes
    A Nigéria tem sido um dos principais abastecedores de recursos energéticos a Portugal: maior fornecedor de petróleo com 19,6%, em 2008, do total das importações e segundo maior fornecedor de gás natural com 39% em 2009. Por esta razão, o presente trabalho centra a atenção na Nigéria, propondo‑se observar, analisar e tentar compreender, tanto quanto possível, o futuro das relações luso‑nigerianas do ponto de vista energético. O período em análise vai desde a independência da Nigéria até 2009. Começamos por analisar um conjunto de conceitos‑chave em torno dos quais nos iremos debruçar ao longo do presente estudo. Seguidamente, fazemos um breve enquadramento da Bacia energética emergente...

  14. Dinâmicas migratórias e riscos de segurança em Portugal

    Rodrigues, Teresa Ferreira
    Os movimentos migratórios representam uma das manifestações mais evidentes do estreitamento do planeta. Na última década, as regiões com melhores indicadores de bem‑estar e oportunidades tornaram‑se, na sua quase totalidade, espaços de imigração. Mas as oportunidades geradas pela globalização económica, os avanços das comunicações e dos transportes, a difusão de informações sobre níveis regionalmente diferenciados de qualidade de vida e bem‑estar irão inevitavelmente fazer aumentar os volumes de migrantes. As próximas décadas serão de desafio e oportunidade. Para a generalidade dos países receptores, e em particular para a Europa envelhecida, com percentagens cada vez mais elevadas de residentes não europeus, o impacto dos fluxos...

  15. Acerca de «terrorismo» e de «terrorismos»

    Martins, Raúl François Carneiro
    O terrorismo internacional tornou‑se preocupação dominante nas políticas de muitos Estados, sendo referência frequente nos debates sobre política internacional e sobre defesa nacional. Verifica‑se, porém, que existe alguma confusão nos entendimentos da natureza do fenómeno, discrepâncias nas opiniões sobre o alcance da sua acção, assim como divergências sobre qual a melhor forma de o enfrentar. Este trabalho pretende ser um modesto contributo para uma reflexão sobre este tema, que nele é abordado de forma muito geral, tentando discernir e abranger não só as mais importantes das suas múltiplas conexões com o ambiente social, como também as principais modalidades que contém.

  16. Segurança nacional e estratégias energéticas de Portugal e de Espanha

    Eiras, Ruben; Duarte, António Paulo; Fernandes, Carla; Velarde, Guillermo; Carpintero Santamaria, Natividad
    A “Segurança Nacional e as Estratégias Energéticas de Portugal e Espanha” lida com um dos temas de maior relevância para a Segurança de ambos os países ibéricos: a questão da energia. O primeiro capítulo leva o leitor para o quadro internacional da energia e os riscos e as ameaças que afectam a segurança energética em termos globais e europeus. O segundo capítulo lida com as vulnerabilidades e potencialidades da Península Ibérica e com as vantagens que uma relação mais íntima e uma cooperação mais activa com o Magreb podem dar à segurança energética de Portugal e de Espanha. O terceiro capítulo trata do papel das energias alternativas, em...

Aviso de cookies: Usamos cookies propias y de terceros para mejorar nuestros servicios, para análisis estadístico y para mostrarle publicidad. Si continua navegando consideramos que acepta su uso en los términos establecidos en la Política de cookies.