Recursos de colección

Infoteca. Informação Tecnológica em Agricultura (56.791 recursos)

O serviço Informação Tecnológica em Agricultura (Infoteca) reúne e permite acesso a informações sobre tecnologias produzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as quais se relacionam às áreas de atuação de seus demais centros de pesquisa. Suas coleções são formadas por conteúdos editados na própria instituição (em forma de cartilhas, livros para transferência de tecnologia, programas de rádio e de televisão), com linguagem adaptada de modo que produtores rurais, extensionistas, técnicos agrícolas, estudantes e professores de escolas rurais, cooperativas e outros segmentos da produção agrícola possam assimilá-los com maior facilidade, e, assim, apropriarem-se de tecnologias geradas pela Embrapa.

Artigo de divulgação na mídia (CNPAF)

Mostrando recursos 1 - 20 de 47

  1. Adubação a lanço na cultura do feijoeiro comum.

    LACERDA, M. C.; NASCENTE, A. S.; CARVALHO, M. da C. S.
    A aplicação dos fertilizantes de forma correta é uma das boas práticas importantes para o uso eficiente desse insumo nas lavouras. Os resultados de muitas pesquisas realizadas em solos representativos do Brasil nas últimas décadas indicaram que o modo mais eficiente de aplicação de fertilizantes depende principalmente da mobilidade do nutriente no solo e na planta, além das características do solo e dos próprios fertilizantes. Com base nessas pesquisas, a recomendação mais difundida pelos órgãos oficiais de pesquisa é que nutrientes com baixa mobilidade como o fósforo devem ser aplicados, preferencialmente, mais próximo das raízes das plantas, enquanto nutrientes móveis...

  2. A produção de feijão no Oeste da Bahia e Brasil.

    SILVA, O. F. da.
    De acordo com dados de 2013 da Embrapa, a Bahia está entre os cinco maiores produtores de feijão-comum do país, a exemplo do feijão carioquinha (foto). No Oeste do Estado, o feijão gurutuba, ou feijão-de-corda, é o mais produzido. Daí sua relevância e importância econômica, associada ao ?pool? de produtividade, devido, especialmente, à adoção de tecnologias desenvolvidas pelo complexo de pesquisa agrícola.

  3. BRS Agreste - cultivar de feijão de grão mulatinho.

    MELO, L. C.; COSTA, J. G. C. da; DEL PELOSO, M. J.; FARIA, L. C. de; CABRERA DIAZ, J. L.; CARVALHO, H. W. L. de; WARWICK, D. R. N.; RAVA, C. A.; PEREIRA, H. S.; SILVA, H. T. da; SARTORATO, A.; FARIA, J. C. de; BASSINELLO, P. Z.; WENDLAND, A.
    BRS Agreste, nova cultivar para cultivo nos estados de Sergipe, Alagoas, Bahia, Goiás e Distrito Federal.

  4. Análise da competitividade do arroz brasileiro.

    WANDER, A. E.
    A Embrapa Arroz e Feijão realizou um trabalho buscando analisar a competitividade internacional do arroz brasileiro, bem como a competitividade interna e externa de estados produtores individualmente. Para tanto, utilizou-se como indicador o conceito de vantagem comparativa, que revela se um determinado país ou estado possui vantagem comparativa no comércio de um determinando produto ou setor no mercado.

  5. A rainha do arroz de Mato Grosso está despertando de maneira sustentável.

    FERREIRA, C. M.
    Na década de 1980, o município de Paranatinga, situado na região sul de Mato Grosso, era conhecido como "A Rainha do Arroz". Durante a década de 1990, a área média cultivada foi de 24.450 hectares. Em 2000, plantou-se mais de 39 mil hectares e, em 2006, caiu para 15 mil hectares. Além da redução da produção, ocorreu também um descuido quanto à qualidade dos grãos. Outras características de Paranatinga são: persistência em manter a lavoura de arroz; possuir uma vasta área de pastagem degradada e manter-se como referência para os compradores de arroz, sejam eles representantes diretos de indústrias ou...

  6. Alta nos preços do feijão anima produtores, mas preocupa consumidores.

    WANDER, A. E.
    Nas últimas semanas os produtores de feijão vêm comemorando com as altas no preço recebido pelo feijão, principalmente o feijão do grupo comercial carioca. Os consumidores estão sentindo esta alta, que pode durar alguns meses. A expectativa é que a colheita da safrinha (2ª safra) colhida no Sul e no Nordeste venha a trazer aliviar um pouco a falta de oferta do produto. Uma queda mas acentuada é mais provável que ocorra somente no segundo semestre, quando entra o feijão colhido na 3ª safra.

  7. A cultura do feijoeiro, nas safras de 2008 a 2010, no Brasil, Regiões e Estado de Goiás.

    SOARES, D. M.
    No Brasil, na 1ª safra, considerando o período de 2008 a 2010, o ano de 2009 foi mais expressivo em área (2.212.227 ha) e, em 2010 (1.932.679 ha), houve redução de área em comparação à 2008 (2.074.897 ha) e 2009.

  8. Embrapa disponibiliza números do arroz no Brasil no período 2007-2010.

    SOARES, D. M.
    O arroz é produzido no Brasil em dois grandes ecossistemas várzea e terras altas. As várzeas (sistematizadas e não sistematizadas), onde se desenvolve a orizicultura irrigada é responsável por mais de 55% da produção nacional. Terras altas ou arroz de sequeiro é o cultivo em terra firme e que, se receber irrigação suplementar, é conhecido como sequeiro favorecido. As várzeas úmidas são mais observadas nas margens dos rios e outros cursos de água natural

  9. A produção de arroz no Estado de Goiás: período de 2007 a 2010.

    SOARES, D. M.
    Os municípios com maiores áreas de cultivo de arroz de terras altas, no período de 2007 a 2010, foram em ordem decrescente foram: Cristalina, Caiapônia, Goiás, Piracanjuba, São Miguel do Araguaia, Mineiros e Uruana.

  10. Alerta para o fusarium no feijoeiro.

    LOBO JUNIOR, M.
    A murcha de fusarium vem se tornando importante em algumas regiões do país devido ao cultivo sucessivo do feijoeiro e à pouca atenção aos métodos de controle preventivos. As principais medidas de controle da doença são o uso de cultivares resistentes, as práticas culturais e os fungicidas em tratamento de sementes, para evitar a entrada do patógeno na área.

  11. Pragas da mangueira.

    BARBOSA, F. R.
    2010

  12. Mofo branco - Sclerotinia sclerotiorum.

    LOBO JUNIOR, M.
    O mofo-branco é uma doença altamente destrutiva causada pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum, que ataca espécies como a soja, o feijão comum, o algodão, entre outras. Sua importância é justificada pela agressividade da doença, transmissão por sementes, e sobrevivência no solo por oito anos ou mais, em estruturas de resistência chamadas de escleródios. O patógeno tem mais de 400 espécies hospedeiras, fato que restringe muito as opções para rotação de culturas nas áreas infestadas. Praticamente só as gramíneas não são hospedeiras de S. sclerotiorum.

  13. Alguém mais consome feijão carioca?.

    CHAVES, M. O.
    O feijão é uma das leguminosas não oleaginosas mais consumidas no mundo. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), em 2007 foram consumidos cerca de 16 milhões de toneladas de feijão, o que representou 37% de todas as leguminosas não oleaginosas consumidas mundialmente.

  14. A utilização de Unidades Demonstrativas para a transferência de tecnologia.

    OLIVEIRA, M. G. de C.; OLIVEIRA, L. F. C. de
    A demonstração das tecnologias agrícolas é uma das formas de transferência adotadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária ? Embrapa. Essa demonstração é feita para aproximar o agricultor dos benefícios gerados pela pesquisa. Nesse contexto, se insere o conceito de Unidade Demonstrativa (UD), mas o que vem a ser uma UD?

  15. Cenários da comunicação e novas tecnologias de informação em centro de pesquisa.

    MAGALHÃES, H. A. de.
    A ciência, a tecnologia, a globalização e a sociedade da informação e da comunicação empurram os países, principalmente em fase de desenvolvimento, a terem que enfrentar em um curto espaço de tempo ajustes tecnológicos, políticos, econômicos e educacionais dentro de perspectivas cada vez mais transitórias e mutáveis no cenário atual.

  16. Água, um insumo de alto custo.

    GONZAGA, A. C. de O.
    A agricultura em conjunto com as indústrias são os grandes responsáveis por esse desarranjo ambiental. A exploração agrícola, iniciada com a derrubada da floresta nativa até as margens dos cursos d?água, aliada ao uso intensivo do solo e promovendo seu revolvimento, acelera o processo de contaminação e assoreamento dos rios e lagos. Com o advento da irrigação, esses problemas se agravam ainda mais.

  17. Como aumentar a utilização de sementes produzidas pelo Sistema Nacional de Sementes e Mudas?.

    OLIVEIRA, L. F. C. de
    2010

  18. Estratégia para a obtenção de cultivares de arroz com resistência genética à bicheira-da-raiz.

    MARTINS, J. F. da S.; FAGUNDES, P. R. R.; MORAES, O. P. de
    2010

  19. Opinião: uso de marcas de qualidade para diferenciação de produtos.

    SILVA, A. G.
    O mercado de produtos agroalimentares vem passando por um processo de mudança em todo o mundo. Nas décadas mais recentes, é possível verificar uma forte tendência de ?descomoditização? dos produtos agroalimentares, ou seja, de diferenciação dos produtos, visando a agregação de valor. Atualmente, existem vários mecanismos disponíveis que podem ser utilizados com essa finalidade.

  20. Preservação com retorno econômico.

    DIDONET, A. D.
    Será que vale a pena reflorestar florestas nativas do Cerrado? Será que nossas árvores e arbustos poderão proteger nossos morros, vales, áreas de recarga d?água, nos dar sombra, madeira, frutos, energia, curar nossos males e proteger nossos rios? Ou será que o Cerrado poderá nos dar o alimento sem que seja necessário substituir o restante da vegetação nativa pelo pasto, pela soja e pela cana-de-açúcar?

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