Recursos de colección

Repositorio da Universidade dos Açores (8.657 recursos)

O Repositório Institucional da Universidade dos Açores desenvolvido no âmbito do projecto RCAAP.

DHFCS - Artigos em Revistas Nacionais / Articles in National Journals

Mostrando recursos 1 - 20 de 28

  1. Verdade e Justiça no reformismo positivista de Manuel de Arriaga

    Costa Carvalho, Magda
    Por se apresentarem como eixos centrais da proposta reformista do político e pensador Manuel de Arriaga, o presente artigo debruçar-se-á sobre as noções de Verdade e de Justiça no positivismo do autor, quer enquanto importantes conceitos filosóficos, quer como incontornáveis valores político-sociais.

  2. Poesia e Filosofia: contendas e compromissos no percurso de Antero de Quental

    Costa Carvalho, Magda
    A asserção de que Antero teve alma de poeta e vocação de filósofo parece constituir uma posição mais ou menos consensual entre os estudiosos da sua obra. Tal como fica documentado pela nossa epígrafe, é o próprio quem primeiramente reconhece que, no seu espírito, pensamento e emoção se envolvem numa construção espontânea de duradouros laços fraternais.

  3. As Saudades do Céu do Doutor Gaspar Frutuoso

    Luz, José Luís Brandão da
    A apresentação das Saudades do Céu do Doutor Gaspar Frutuoso (1522-1591), por ocasião da sua edição pelo Instituto Cultural de Ponta Delgada, permitiu evocar alguns dados biográficos do mais antigo cronista dos Açores e, simultaneamente, colocar em destaque o carácter alegórico desta sua obra, que os autores, em geral, consideram ter ficado incompleta.

  4. Da Vontade ao Voluntariado

    Castro, Maria Gabriela
    O acto volitivo, fundamento e princípio da vontade, foi estudado por Paul Ricoeur, na sua obra Le Volontaire et l’involontaire e será a base teórico-científica deste nosso artigo, atendendo a que o fenómeno do voluntariado tem por base exactamente a problemática da vontade. A nossa abordagem seguirá a do filósofo francês, pelo que não apresentaremos uma abordagem psicológica mas sim uma dimensão filosófica assente na fenomenologia da vontade. Este estudo ajudar-nos-á a compreender o acto volitivo e a sua consequente acção solidária traduzida no termo voluntariado.

  5. Valores estéticos no dealbar do séc. XXI

    Castro, Maria Gabriela
    No dealbar do séc. XXI, com os avanços da ciência e da tecnologia aplicados à dimensão artística, aparece-nos uma arte onde a racionalidade científica está presente. Não é uma arte útil. Não é uma arte que visa apenas o prazer da fruição do objecto produzido, é mais do que tudo isto. O que ela pretende é intervir no momento genésico da produção natural. Hoje, o artista faz aparecer uma obra, não num material mais durável do que a memória, como a pedra, a madeira, o ferro, etc., mas a matéria-prima da sua produção é já a manipulação científica da natureza...

  6. Simbologia da Açorianidade na Pintura de Domingos Rebelo e de Borba Vieira

    Castro, Maria Gabriela
    A Açorianidade é a questão que nos propusemos estudar do interior da Estética Filosófica, como projecto de investigação apoiado pela Direcção Regional da Ciência e Tecnologia, do Governo dos Açores, e que metaforicamente denominámos REMA. REMA, acrónimo de Reflexão Estética sobre a Mundividência da Açorianidade, levou-nos às nove ilhas do arquipélago onde pudemos olhar, sentir e vivenciar o modo como a Açorianidade é, em nosso entender, uma presença subjectiva numa ausência de objectividade. Certamente que perguntar pela Açorianidade é tarefa profícua para se apreender o desvelar de um modo de ser açoriano que não sendo regional não deixa de ser...

  7. A Dúvida de Cézanne como propedêutica da arte no séc. XXI

    Castro, Maria Gabriela
    Desde a Antiguidade Clássica que a noção de arte se prende com a capacidade que o ser humano tem para produzir, criar ou fazer aparecer algo: uma escultura, uma pintura, uma poesia ou uma música. Se procurarmos a origem desta capacidade criativa existente no ser humano, encontrá-la-emos quer na razão, quer na imaginação, consoante o universo ontológico em que nos coloquemos: o da objectividade de herança aristotélico-tomista ou o da subjectividade de herança kantiana. Com o avanço científico-tecnológico conhecido no séc. XX, o objecto científico deixou de ser "dado" e passou a ser "construído", isto é, produzido ou criado pela...

  8. Delfim Santos e Henri Bergson: proximidade e divergências

    Costa Carvalho, Magda
    Delfim Santos foi um dos mais destacados discípulos de Leonardo Coimbra e, nesse contexto, teve ao seu dispor um ambiente especulativo propício ao contacto precoce com a filosofia de Henri Bergson. Na sequência do encontro que teve com o filósofo francês, em Paris no ano de 1935, Delfim Santos contribuiu de forma decisiva para a aproximação de uma determinada facção do pensamento português da época à filosofia de Bergson. Ainda que tenha posteriormente construído a sua própria perspectiva filosófica em estreita ligação com o pensamento alemão contemporâneo, em especial sob a influência de nomes como Heidegger ou Hartmann, os primeiros...

  9. Notas e dados sobre a pobreza nos Açores

    Diogo, Fernando
    Neste artigo procura-se demonstrar três coisas, primeiro, que a pobreza é um problema social central na sociedade açoriana. Segundo que não deriva do desemprego, sendo que muitos destes pobres são pobres trabalhadores. Terceiro que a sua distribuição por ilhas é muito desigual. Em ordem a analisarmos este último aspecto recorreremos aos dados do RSI. Contudo, começaremos por apresentar algumas reflexões de enquadramento em relação à problemática da pobreza, designadamente no que se refere à necessidade de desconstruir e reconstruir a noção.

  10. A noção de ciência no pensamento bergsoniano: um trabalho de circunvalação

    Costa Carvalho, Magda
    Desde a sua primeira obra, o Essai sur les données immédiates de la conscience, de 1889, até à última publicação, a colectânea La pensée et le mouvant, de 1934, Bergson manteve no essencial as suas teses acerca da actividade científica, alterando somente a perspectiva e o enfoque das reflexões apresentadas. De um modo geral, quando se refere à "ciência", o autor tem em mente as chamadas ciências positivas, nomeadamente as já veteranas física e química (as "ciências da matéria") e a neófita biologia (ou as chamadas "ciências da vida"), que então dava os primeiros passos. É, sobretudo, para as primeiras...

  11. A intuição bergsoniana da duração: o tempo da ciência é espaço

    Costa Carvalho, Magda
    De acordo com o filósofo francês Henri Bergson, a tradição filosófica foi unânime em declarar essencial a questão do tempo. Contudo, revelou-se pródiga em negligenciar o seu correcto enquadramento que, para o autor, se situa na abordagem metafísica de uma experiência imediata e interior da duração concreta. Na presente reflexão, iremos apresentar as concepções de Bergson acerca da temporalidade, em especial a crítica que o autor apresenta ao alcance do discurso científico sobre o tempo3. Paralelamente, exploraremos a dimensão central do tempo no pensamento do autor. Sendo sobejamente conhecido o debate que Bergson travou com Einstein acerca da temporalidade, importa...

  12. Delfim Santos e a verdade como desafio e limite do conhecimento

    Luz, José Luís Brandão da
    O tema da verdade atravessa a obra filosófica de Delfim Santos, fazendo parte integrante da reflexão sobre o conhecimento que o autor compreende na confluência do esforço de clarificação das noções de verdade e de realidade. Propomos abordar esta dimensão capital do seu pensamento, primeiramente, no quadro da crítica a que submeteu os propósitos do programa do Círculo de Viena da construção duma gramática do discurso científico susceptível de assegurar a sua expressão em condições de verdade, de seguida, na valorização da dimensão metafísica da filosofia e da consequente exploração da noção de realidade, por fim, na análise da noção...

  13. Delfim Santos e a verdade como desafio e limite do conhecimento

    Luz, José Luís Brandão da
    O tema da verdade atravessa a obra filosófica de Delfim Santos, fazendo parte integrante da reflexão sobre o conhecimento que o autor compreende na confluência do esforço de clarificação das noções de verdade e de realidade. Propomos abordar esta dimensão capital do seu pensamento, primeiramente, no quadro da crítica a que submeteu os propósitos do programa do Círculo de Viena da construção duma gramática do discurso científico susceptível de assegurar a sua expressão em condições de verdade, de seguida, na valorização da dimensão metafísica da filosofia e da consequente exploração da noção de realidade, por fim, na análise da noção...

  14. Condição humana e organização social e política: crise e as ideias de Regionalismo e de Europa das Regiões

    Amaral, Carlos Eduardo Pacheco
    Partindo da crise que se abate sobre o modelo moderno de Estado soberano desde as duas guerras mundiais do último século, o texto procura explorar o conceito de regionalismo, perspectivando-o como utopia e como demanda de uma forma alternativa de organização social e política. Paralelamente, procede-se à exploração de dois projectos alternativos. Primeiro, o projecto de Europa das regiões, que enforma o ideário federalista de meados do século XX de substituição da Europa dos Estado por uma Europa das Regiões - o qual, paradoxalmente, viria impedir as Regiões de aceder ao processo de integração europeia. Segundo, o projecto de Europa com Regiões,...

  15. Que ensino para a filosofia?

    Luz, José Luís Brandão da
    Procuramos esclarecer o sentido da filosofia com o auxílio de alguns pensadores da antiguidade clássica e também de contemporâneos, explorando a sua ligação com o desenvolvimento das ciências. Simultaneamente, esboçamos uma reflexão sobre o que poderão ser as exigências formativas do ensino da filosofia, como um processo de sujeitar os problemas da actualidade à experiência do pensamento. O recuo na memória do presente abre o caminho para pensar o nosso tempo, não para nos refugiarmos no prestígio do passado, mas como via de inserir os acontecimentos presentes num campo mais vasto de inteligibilidade que recusa a absolutização do panorama dos...

  16. Teófilo Braga e a celebração das grandes individualidades da História

    Luz, José Luís Brandão da
    O enquadramento histórico enriquece o estudo dos fenómenos e acontecimentos sociais e políticos, ao situá-los em contextos mais amplos de compreensão. Entre eles, sobressaem as acções individuais, que introduzem significações e motivações susceptíveis de alterar o curso previsível dos acontecimentos. A actuação das grandes individualidades, ao ser capaz de integrar os elementos perturbadores da marcha histórica da humanidade, lança as instituições sociais numa linha de progresso que as renova e adapta aos novos desafios. Nesta ordem de ideias, a sua evocação constitui um factor inestimável de promoção da identidade de uma colectividade.

  17. Teófilo Braga e o Liceu de Ponta Delgada : a propósito de uma carta aos seus estudantes

    Luz, José Luís Brandão da
    Teófilo Braga manteve com o Liceu de Ponta Delgada uma ligação estreita, não apenas por nele ter efectuado os estudos, mas também pela forma como professores e alunos estiveram presentes e se associaram aos momentos de glória e de profunda dor, que marcaram a sua vida. Referiremos como a imprensa local acompanhou a progressão literária e académica de Teófilo e como os estudantes do Liceu de Ponta Delgada se associaram às celebrações dos cinquenta anos de vida literária de Teófilo. Transcrevemos uma carta de agradecimento que Teófilo dirigiu aos estudantes que o felicitaram pela passagem do seu quadragésimo aniversário natalício...

  18. Tempo e teleonomia na compreensão da mudança: uma aproximação de Prigogine e Piaget

    Luz, José Luís Brandão da
    Como acontece no processo de evolução dos seres vivos, em certos domínios da física, as transformações tornam-se mais difíceis de compreender, pois a emergência de novidades não parece susceptível de ser explicada pelo modelo determinista das suas condições iniciais ou por factores de ordem ambiental. A ligação da noção de tempo à persistência com que um traço se mantém nas progressivas flutuações a que um sistema está sujeito, e a noção de teleonomia, ligada ao mecanismo auto-regulador dos ser vivos, que se enriquece com o próprio jogo das suas transformações, alargou a influência do paradigma da evolução a certos fenómenos...

  19. Piaget e a filosofia moderna do conhecimento

    Luz, José Luís Brandão da
    O suporte experimental que a psicologia oferece à epistemologia genética não é suficiente para obscurecer o papel da inspiração filosófica na formulação dos itinerários que ela mesma traçou e percorreu. A problemática relativa à progressiva constituição do conhecimento, a partir das acções do sujeito individual, é um exemplo deste compromisso. Mas, se a sua formulação traduz uma questão que a filosofia transcendental equacionou, a solução proposta por Piaget não deixa, todavia, de transparecer uma certa ambiguidade quando concebe o sujeito do conhecimento em oposição ao próprio sujeito individual, que, simultaneamente, reconhece estar na origem da sua constituição.

  20. O vale das Furnas na literatura de viagens do século XIX

    Luz, José Luís Brandão da
    O Vale das Furnas tem alimentado, desde o século XVIII uma profusão de relatos e impressões de viagens de personalidades de variadas épocas, de diferentes latitudes e animados por uma multiplicidade de interesses que o têm visitado. Apresenta-se alguma dessa literatura que reporta, a par da constituição geológica, da fauna e flora, aspectos curiosos da vivência social e do desenvolvimento termal.

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