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Biblioteca Digital do IPB (53.442 recursos)

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DPO - Artigos em Proceedings Não Indexados ao ISI

Mostrando recursos 1 - 10 de 10

  1. Os contos de H.C. Andersen: uma visão romântica da infância

    Teixeira, Carlos
    É objectivo desta comunicação reflectir sobre a relação entre o Romantismo e a Literatura Infantil, reconhecendo que esta ganhou um novo estatuto no polissistema literário, durante (e a partir de) este período histórico-cultural. O reconhecimento da literatura infantil pela chamada “literatura canónica” (e pelos seus teorizadores) será explicitado com base em dois grupos de razões. O primeiro deles diz respeito às transformações endossistémicas, ocorridas no estrito domínio literário, e o segundo às transformações exossistémicas, isto é, a todo o tipo de alterações ocorridas (quer no advento, quer durante o século XIX) fora do denominado sistema literário, mas que com ele...

  2. A aprendizagem sistemática da escrita

    Macias, Dina Rodrigues

  3. Caminhos da escrita portuguesa para a infância, na atualidade

    Guerreiro, Carla Alexandra do Espírito Santo
    Por um lado, escrever representa uma das formas de desafio à morte e à temporalidade a que todos os seres estão sujeitos; por outro lado, ler é também permanecer. E o que é escrever para a Criança? Será escrever para a Infância, criar para um mundo que já não é o nosso? E quanto à criança que lê connosco, porque ainda não o sabe fazer sozinha? Começaremos por apresentar as reflexões de alguns escritores para Infância, que consideramos incontornáveis no panorama literário nacional, por nós questionados sobre a pertinência ou não de se falar de uma Literatura para a Infância e das caraterísticas que ela apresenta atualmente.

  4. Mia Couto e o gato e o escuro: a escrita “brincriada” de um autor lusófono

    Guerreiro, Carla Alexandra do Espírito Santo
    Propomo-nos, com a nossa comunicação, reflectir sobre a escrita de uma das vozes da lusofonia mais traduzidas em todo o mundo, o escritor moçambicano Mia Couto. Porque a nossa área de investigação e especialização é a literatura para a infância, escolhemos a obra: O Gato e o Escuro, uma incursão do autor, ao que sabemos sem continuidade, no mundo da literatura destinada aos mais novos. Através da análise temática e técnico-compositiva desta obra, pretendemos fazer uma sensibilização para a escrita criativa deste autor, plena de neologismos e recursos expressivos, o que faz com que ele seja responsável por uma “reinvenção” da língua portuguesa,...

  5. A obra diarística de Torga: um olhar reflexivo sobre o diário VI

    Guerreiro, Carla Alexandra do Espírito Santo
    Se é verdade que existe um problemática literária do diário íntimo, ela torna-se mais flagrante na época contemporânea, em que o autor, ao escrever o diário, sabe, à partida, que ele vai ser publicado, assumindo a publicidade das suas confidências e mesmo da sua publicação ainda em vida. É o caso do escritor sobre o qual reflectiremos, Miguel Torga. O diário íntimo é um acto fundamental de afirmação de uma pessoa, ele é destruidor de toda e qualquer ficção, na medida em que destrói a noção de personagem, que se dilui no eu. A escrita diarística caracteriza-se por uma contenção expressiva próxima da linguagem poética ou aforismo...

  6. Livros e leitura: algumas reflexões acerca do espaço e do tempo dos livros na promoção da linguagem e literacia em contexto do espaço lúdico para a infância da escola superior de educação de Bragança

    Guerreiro, Carla Alexandra do Espírito Santo; Castanheira, Manuel Luís Pinto; Queirós, Telma Maria Gonçalves
    Por literacia entendemos o domínio da leitura, escrita, entre um conjunto de outros actos criativos ou analíticos associados ao conhecimento e competência numa particular área de desempenho. Desde a década de 80 do séc. XX que educadores e investigadores têm revisto as suas perspectivas sobre como e quando a criança inicia a sua aprendizagem literácita. Segundo a perspectiva de literacia emergente, esta aprendizagem é complexa quer do ponto de vista sociológico e psicológico, quer do ponto de visa linguístico (Notari, O’Connor, Vadasy, 2001). Ler é um processo multifacetado e complexo e requer uma aproximação pela aprendizagem que envolva vários elementos. Experiências...

  7. Reflexões pedagógicas na obra de Guerra Junqueiro

    Guerreiro, Carla Alexandra do Espírito Santo
    Em meados do século XIX, Portugal encontrava-se política, social e economicamente num estado caótico. Para o delinear desta situação em muito contribuíram os políticos fraudulentos e corruptos, mais absorvidos por mesquinhos interesses pessoais do que pelo efectivo desenvolvimento do país. Particularmente nos campos, a situação era de grande penúria, motivando um enorme fluxo de emigração, sobretudo para terras brasileiras, em busca de melhores condições de vida. É neste momento histórico, mais concretamente em 1850, que na pequena vila transmontana de Freixo de Espada-à-Cinta nasce Abílio Manuel Guerra Junqueiro, poeta que pela força e engenho da sua palavra havia de marcar não só o século XIX, mas toda a nossa história literária.

  8. Da norma da língua sob a perspectiva da linguística

    Rodrigues, Alexandra Soares
    O tema que é anunciado no título – “Da norma da língua sob a perspectiva da linguística” – suscita dois problemas. O primeiro está enunciado no próprio título: sendo a linguística uma ciência, está fora do seu escopo uma perspectiva normativa sobre as línguas. Por isso, o tema anunciado é uma falsa questão. Para a linguística não existe um “bom português” e um “mau português”. Quando utilizamos as designações de “bom português” e de “mau português”, referimo-nos às classificações que, numa determinada época, não só a gramática tradicional, mas também os próprios falantes fazem dos usos da sua língua em “correcto”/ “incorrecto”, não de acordo com os...

  9. A presença da fonética e da fonologia no ensino do português (ensino básico e secundário): algumas considerações preliminares

    Veloso, João; Rodrigues, Alexandra Soares
    Neste trabalho, pretendemos demonstrar o interesse em fomentar-se o ensino de algumas noções básicas e introdutórias de fonética e fonologia no âmbito das disciplinas de Língua Portuguesa e Português nos ensinos básico (3º ciclo) e secundário. Paralelamente, tentaremos deixar claro que tal objectivo é desde já possível no actual enquadramento curricular dessas duas disciplinas nos níveis considerados, como o demonstra a leitura dos programas e das gramáticas escolares que se lhes destinam (vd. Ponto 5 desta comunicação); partindo desses dados, defenderemos um alargamento e uma reorganização dos conteúdos de natureza fonética já contemplados pela actual situação curricular.

  10. Para compreender o mecanismo de formação dos chamados “derivados regressivos”

    Rodrigues, Alexandra Soares
    A tradição gramatical insere na derivação regressiva produtos lexicais díspares cujo maior número é composto por substantivos deverbais (e.g. fabrico, janta, mordo, palpite). Estes substantivos deverbais, a que chamaremos “postverbais”, não obedecem, no entanto, aos parâmetros de um processo genolexical subtractivo. Uma análise rigorosa dos pressupostos da derivação regressiva e a sua comparação com os mecanismos de produção dos postverbais conduz à impossibilidade de integração destes no conjunto dos lexemas derivados por subtracção. Observados o estatuto do morfema do infinitivo verbal e o não paralelismo entre a vogal temática do verbo e o marcador de classe do substantivo, concluiremos que...

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