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  1. Allan B. Chinen, ...e foram felizes para sempre: contos de fadas para adultos (in the ever after - fairy tales and the second half of life, 1989), interpretados segundo as teorias psicodinâmicas do desenvolvimento humano postuladas por Carl G. Jung e Erik Erikson, tradução de Cecília Casas, São Paulo, Cultrix, 1997, 183 pp.

    Weigert, Beatriz

  2. Fronteiras do literário: literatura oral e popular Brasil-França. Organizado por Zila Bernd e Jacques Migozzi, colecção Ensaios CPG-Letras, 1, Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS, 1995,143 pp.

    Weigert, Beatriz

  3. Beatriz Mariscal, Romancero general de Cuba, México, El Colégio de México, 1996

    Marques, J. J. Dias

  4. Alegres nuevas, alegres nuevas se cuentan de Andalucia

    Marques, J. J. Dias

  5. Manuel Viegas Guerreiro: o mestre e o amigo

    Gamito, Teresa Júdice

  6. Capuchinho vermelho II: quadro sazonal e simbolismo cíclico

    Silva, Francisco Vaz da

  7. Fairy tale motifs in advertising

    Baubeta, Patricia Anne Odber de

  8. Roberto Benjamin (org.), A fala e o gesto: ensaios de folkcomunicação sobre narrativas populares, Recife, Imprensa Universitária, 1996, 152 pp.

    Correia, Paulo
    Apresentando como título uma paráfrase da famosa obra de Leroi-Gourham, este primeiro número da colecção “Pesquisa Académica” é uma colectânea de nove artigos/comunicações resultantes da investigação levada a cabo por Roberto Benjamim e seus alunos do curso de mestrado em comunicação rural da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Os estudos abrangem um vasto leque de assuntos que vão desde a preocupação das metodologias de recolha, transcrição e análise de narrativas orais, à apresentação de exemplos de cartas populares pernambucanas analisadas com essa utensilagem.

  9. Notes to some stories of Arabische Maerchen, 2nd vol.,translated and edited by Max Weisweiler

    Schoenfeld, Elisheva

  10. El infante delator: modelos patrimoniales, vulgares y virtuales en el romancero tradicional

    Ruiz, Maria Jesús
    Este trabajo parte de la consideración del personaje romancístico como unidad abierta, sometida -como el género en el que vive- a la herencia y la innovación en cada una de sus re-creaciones. Desde este punto de vista, parece válido afrontar el análisis de determinados arquetipos con el objetivo de comprobar de qué modo se adecúan a las preferencias éticas y estéticas de los diferentes contextos transmisores. Como ensayo de esta propuesta metodológica, el artículo describe el comportamiento de un personaje extremadamente recurrente -el infante delator- en repertorios diferenciados por su situación cronológica y geográfica.

  11. Isabel de Liar. Versiones de Milà en la biblioteca de Menéndez Pelayo

    Rebés, Salvador
    Manuel Milà i Fontanals fue el primero en señalar la pervivencia tradicional del romance Isabel de Liar (Observaciones, 1853), aunque no publicó versiones orales hasta unos años más tarde (Romancerillo, 1882). Mi propósito ha sido dar a conocer íntegramente estas versiones, que Milà había editado de manera parcial. Para ello he consultado los manuscritos originales, en la Biblioteca de Menéndez Pelayo (Santander). Las versiones de Argentina nos sorprenden con un diálogo entre el rey y su amante difunta, alternativa secuencial desconocida hasta ahora en la tradición del romance.

  12. Do ciclope da Odisseia ao olharapo da tradição oral transmontana

    Ramos, Manuel
    O presente conto, subordinado ao título O Olharapo, é uma versão inédita recolhida em Trásos-Montes, que mantém grandes semelhanças não só com a história do Ciclope da Odisseia,como também com outros contos populares europeus do mesmo tipo, o AaTh 1137. No entanto,constitui uma versão particular com variantes em relação a todas as outras, motivadas não só pela competênia da comunidade (aldeia comunitária de interior) onde ele se desenvolveu, mas também devido ao desempenho do contador, ele próprio também um pastor, que terá contribuído com a sua experiência. E são sobretudo estes dois aspetos que tornam este conto popular único,principalmente na descrição...

  13. Entre lo real, lo sobrenatural y lo maravilloso: los Ynn y los Gul en la literatura palestina de tradición oral: la Jrefiyye

    Rabadán Carrascosa, Montserrat
    La jrefiyye o cuento maravilloso es un tipo de narración oral específica que forma parte de la literatura tradicional palestina. Sin duda, la jrefiyye es todo un universo en el que confluyen una serie de personajes maravillosos (g_l u ogros y _inn o genios). Estos seres, no solo están presentes en el mundo irreal de los cuentos, sino que además son pare de su experiencia diaria del pueblo y de sus más firmes creencias. Por una parte, en este trabajo se trata la dimensión real de dichos seres, la forma en que son vistos por el pueblo árabo-musulmán, en general,...

  14. Le beau ou le vrai ou la difficile naissance en Bretagne et en France d'une science nouvelle: la littérature orale: 1866-1868

    Postic, Fañch

  15. The tricky farmhand and the innocent maid: erotic narrative and construction of gender in premodern Sweden

    Lövkrona, Inger

  16. About the "Authentic" and the "Spurious"

    Jason, Heda

  17. Transformações não punitivas no romance tradicional Conde Ninho na memória do património português

    Galhoz, Maria Aliete

  18. Em busca da voz do travesti feminino no conto tradicional

    Antunes, Luísa
    Partindo do motivo do "travesti" feminino (mulheres que se disfarçam temporariamente de homens) no conto das "Afilhadas" (13 variantes insertas em várias antologias de Contos Populares Portugueses) e por comparação com material antropológico e mítico greco-latino (rituais pré-nupciais, festas e lendas), tentaremos dar conta da emergência da voz feminina (silenciada pela Antiguidade Clássica e Civilização Cristã) e de uma eventual emergência do Mito da Androginia, onde confluem a angústia humana da separação eisolamento e, como imagem especular, o desejo de Unidade, Totalidade e Harmonia. Será o Conto Tradicional Popular guardião de uma VOZ mais sábia e solidária a que a erosão do tempo...

  19. Entre a oralidade e a escrita: um estudo dos folhetos de cordel nordestinos

    Abreu, Márcia
    O início da publicação de narrativas poéticas no Nordeste brasileiro surge na esteira de apresentações orais, chamadas cantorias. Bastante frequentes durante o século XIX e início do XX, as cantorias eram recitativos acompanhados ao som de violas ou rabecas em que cantadores batiam-se em desafios e/ou apresentavam composições poéticas - glosas feitas a partir de um mote, descrições da natureza, sátiras, narrativas em versos.

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