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  1. Luis Díaz G. Viana (ccord.), Palavras para el pueblo, vol. I: Aproximación general de la literatura de cordel; vol. II: La colección de pliegos del CSIC: fondos de la imprenta Hernando, edición a cargo de Araceli Godino López, Pilar Martínez Olmo, Carmen Ortiz García and Cristina Sánchez Carretero, Madrid, Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 2000 and 2001

    Cohen, Judith R.
    Luis Díaz Viana’s introduction provides a substantial overview of literatura de cordel and the history of attitudes toward and studies of the genre. He recalls Julio Caro Baroja’s characterization of it as a “infierno literario” and discusses the juglar as a kind of “amphibion” navigating between different registers of culture (I: 34). Díaz Viana goes on to resume and further develop themes at once related to chapbooks and broadsides, and, in a broader application, central to his thinking over the years, particularly challenging the concepts of the “traditional” and the “popular”, and the very existence of “traditional culture” (I:31ff). He also,...

  2. André Petitat (direction de), Contes: l'universel et le singulier, Lausanne, Editions Payot Lausanne/Sciences humaines, 2002, 221 pp.

    Cardigos, Isabel
    André Petipat (“Contos e normatividade”) propõe uma hierarquização de géneros nos contos com base na sua intenção normativa; começando com os contos de fórmulas e culminando com os contos maravilhosos, conclui que há uma relação de equivalência entre complexidade e intenção normativa.

  3. Pedro M. Piñero Ramírez (ed.), La eterna agonía del romancero. Homenaje a Paul Bénichou. Actas del Encuentro Internacional sobre el Romancero (Sevilla, 25-27 October, 1999), Sevilla, Fundación Machado, 2001. 510 pags.

    Zemke, John
    Tribute is paid to the late lamented scholar of French literature (Tlemcen, September 19, 1908 - Paris, May 14, 2001), whose crucial work on oral tradition analyzed creativity in the romance, with this splendid volume of articles, discussions, and status quo reports on the Peninsular and Sephardic romances.

  4. O romanceiro dos Açores em duas obras recentes

    Marques, J. J. Dias
    Em 2002, foram publicadas duas obras de enorme importância para o conhecimento do romanceiro açoriano. Começarei por me referir ao Romanceiro Tradicional das Ilhas dos Açores, I: Corvo e Flores.1 Este é o primeiro de um conjunto de volumes que dará a conhecer os romances recolhidos no arquipélago, em 1969-70, por Joanne B. Purcell, deixados inéditos na sua quase totalidade pela morte prematura desta investigadora norte-americana.

  5. Harinirinjahana Rabarijaona y José Manuel Pedrosa (eds.), La selva de los hainteny. Poesia tradicional de Madagascar, Madrid, El Jardin de la Voz, 2003, 61 pp.

    Gómez Troyano, Jesús
    La micropoesía tradicional malgache se nos presenta en esta edición en español con los matices de sugestión y de atractivo que tiene la isla de la que surgió. Relativamente aislada, geográfica y culturalmente, del continente africano, y con una población que procede mayoritariamente de Malasia y de Indonesia, Madagascar es un crisol de voces y de colores en que lo endémico se mezcla con lo sincrético en una combinación que no deja de sorprender a los estudiosos de todo el mundo.

  6. José Manuel Fraile Gil, Romances de Salio (Riaño - León). Una tradición ahogada, [Torrelavea], Cantabria Tradicional, 2001, 118 pp. + 1 CD

    Galhoz, Maria Aliete
    Não é uma obra documentando só o subgénero do romance, como o título levaria a supor. O autor levanta a memória, vivencial e cultural, de uma pequena povoação leonesa, Salio, desaparecida, com outras, na execução de um planeamento de retenção de recursos hídricos, para efeitos de irrigação mais vasta — com a consequência de dispersão e realojamento, em outros lugares, dos habitantes dali retirados.

  7. Carlos Nogueira. O essencial sobre o cancioneiro narrativo tradicional, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 2003, 96 páginas

    Galhoz, Maria Aliete
    Carlos Nogueira é docente no Ensino Superior e jovem investigador institucional (C. T. P. P.) na área das “artes da fala” e da cultura popular e está perfeitamente vocacionado para poder intentar a abordagem que faz n’ O Essencial sobre o Cancioneiro Narrativo Tradicional. Sem dúvida, este estudo (e antologia), tal como no-lo propõe, partindo de propostas teóricas de ponta nos estudos literários, representa um percurso de pioneirismo hermenêutico em relação a este subgénero da poesia tradicional, percurso já substancialmente atentado com outros contributos, sistematizados, no campo da literatura tradicional popular.

  8. Diego Catalán, El archivo del romancero, Patrimonio de la Humanidad: historia documentada de um siglo de historia, Madrid, Fundación Menéndez Pidal - Seminario Menéndez Pidal, Universidad Complutense, 2001, 2 vols., 678 pp. + 431 ilustrações

    Fontes, Manuel da Costa
    Este magnífico livro é uma história pormenorizada, rica, íntima e carinhosa do grande arquivo romancístico fundado por Ramón Menéndez Pidal, e da sua continuação e ampliação sob a guia de Diego Catalán, neto e herdeiro intelectual do fundador. Ramón Menéndez Pidal (1869–1968), pai da Filologia Românica em Espanha, deixou uma vasta obra de carácter histórico, linguístico e literário que continua a ser um ponto de partida indispensável para quem se interesse pelo estudo da Idade Média Peninsular.

  9. Carme Oriol, Josep M. Pujol, Índex tipològic de la Rondalla Catalana, Barcelona, Generalitat de Catalunya - Department de Cultura, 2003, 405 pp.

    Correia, Paulo
    Saúde-se a publicação de mais um catálogo regional de contos tradicionais. Desta vez, a obra versa a catalogação da versões da área linguística do catalão e segue o “obrigatório” sistema de Aarne- Thompson.

  10. Francisco Vaz da Silva, Metamorphosis: The dynamics of symbolism in European fairy tales, "International Folkloristics" 1, prefaced by Alan Dundes, New York, Peter Lang, 2002

    Cardigos, Isabel
    In his book, F. Vaz da Silva chooses fairytales as his “pointers to universals in human thinking [...] heuristical[ly] define[d] as relevant dimensions of European mythism” which will “prove fruitful in crosscultural analysis involving non-European representations” (9). If fairytales will be his tools, metamorphosis — “where fundamental symbols thrive” (loc.cit.) — will be the touchstone of his enquiry.

  11. Fátima Ribeiro de Medeiros, Do fruto à raiz: uma introdução às histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa recolhidas e contadas por Ana de Castro Osório, Colecção Ensaios, Canelas, Vila Nova de Gaia, Gailivro, 2003, 240 pp.

    Cardigos, Isabel
    Do Fruto à Raiz é o titulo inspirado do que primeiro foi uma tese de mestrado da Universidade Nova, remodelada agora para publicação. A obra centra - se, como a segunda parte do título o indica, sobre os dois volumes de Ana de Castro Osório, Histórias Maravi lhosas da Tradição Popular Portuguesa, publicados postumamente, sem data, pela Sociedade de Expansão Cultural, “sobre a versão última e perfeita, pela ilustre senhora revista”, como se lê no prefácio dos mesmos.

  12. Julio Camarena e Maxime Chevalier, Catálogo tipológico del cuento folklórico español: cuentos religiosos e cuentos novela, Madrid, Centro de Estudios Cervantinos, 2003, 2 vols., 371 pp.

    Cardigos, Isabel
    Estamos de parabéns: foram enfim publicados mais dois volumes do notável catálogo do conto tradicional espanhol de Julio Camarena e Maxime Chevalier — já não pela Gredos como os volumes cartonados que os precederam ( Cuentos maravillosos e Cuentos de animales ), mas, agora brochados, pelo p restigioso Centro de Estudios Cervantinos. Em boa hora!

  13. Ruth B. Bottigheimer, Fairy godfather: Straparola, Venice and the fairy tale tradition, Philadelphia, University of Pennsylvania Press, 2002, 156 pp.

    Cardigos, Isabel
    Lembro o arrepio de escândalo que há poucos anos percorreu um anfiteatro da Universidade do Algarve, quando ouviu a suave e elegante conferencista rematar a sua palestra concluindo que “the modern European fairy tale is an invention by Straparola”.

  14. Anna Angélopoulou e Aegli Brouskou, Catalogue Raisonné du conte grec: types et versions AT-749, Archives Georges Mégas, Catalogue du conte grec-2, Centre de Recherches Néohelléniques, F.N.R.S.. Diffusion pour la France, le Québec et la Suisse, Paris, Maisonneuve et Larouse, 1993. ISSN 2-7068-120-X. 288 pp.

    Cardigos, Isabel
    Esta obra, de 1995 (publicada no mesmo ano em que saíu a primeira E.L.O.), vai fazer dez anos. A recensão extemporânea que dela fazemos é pois o revestimento da homenagem que lhe devemos.

  15. Nicole Belmont, Poétique du conte. Essai sur le conte de tradition orale. Paris, Gallimard, 1999. 251 pp.

    Bru, Josiane
    Cet ouvrage de Nicole Belmont nous donne l'opportunité de revenir sur l’œuvre de ce chercheur dont de nombreux travaux concernent le conte populaire et la problématique de l’oral et de l’écrit.

  16. José Manuel Pedrosa Bartolomé, Bestiario. Antropologia y simbolismo animal, "Col. Bestiarios de Medusa", Madrid, Grupo Medusa Ediciones, 2002, 372 pp.

    Brioso Santos, Héctor
    La obra, ya importante, vasta y variadísima, de José Manuel Pedrosa se amplía un tanto más con su nuevo Bestiario , libro que roza, una vez más, los límites de la antropología, la etnología y, naturalmente, el folclore.

  17. José Luís Forneiro, El romancero tradicional de Galicia: una poesía entre dos lenguas ("Biblioteca Mítica", 3) Oiartzun (guipuzkoa), Sendoa, 2000, 317 pp.

    Acuña, Ana
    O estudio do romanceiro de Galicia vén merecendo unha atención especial tanto dentro como fóra do país [pénsese nas análises de A. Valenciano (1998) ou A. Requeixo (1996), entre outras].

  18. Pressupostos teóricos: resposta a Victor Millet

    Fontes, Manuel da Costa
    Como escrevi no fim da minha recensão ao livro de Victor Millet, o seu trabalho “constitui uma contribuição importante para o estudo das relações entre a canção de Walther e o romance de Gaifeiros” (56).

  19. Cantares de gesta y presupuestos teóricos. Una respuesta a Manuel da Costa Fontes

    Millet, Victor
    En un anterior número de esta revista, Manuel da Costa Fontes publica una extenso artículo - comentario sobre un libro mío, 1 en el que realiza una dura crítica de mi argumentación metodológica, a la que ya de entrada (p. 37) tacha de partir de generalizaciones o teorías sin sentido y de leer en los tex tos lo que éstos no dicen.

  20. Anthropological view of literary folklore

    Stanonik, Marija
    O folclore literário (i.e., literatura oral) é, em ponto pequeno, o que a antropologia cultural é em grande. De facto, é fulcral para ambas a polivalência do seu objecto — o homem. É a partir da nova folclorística americana que os níveis de texto e contexto passaram a estar inevitavelmente ligados ao texto. Desde então que ambos os níveis têm vindo a criar em conjunto um evento folclórico e uma categoria do homem no folclore literário que é inevitável. Devido ao seu lugar tanto nas ciências filológicas como nas ciências sociais, o folclore literário entende a sua missão numa confluência de...

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