Mostrando recursos 1 - 8 de 8

  1. As ligações nas artes : a paisagem no campo do escultórico através da fotografia

    Rama, Samuel
    Tratar da relação da paisagem com a escultura no seu campo alargado suscita várias questões. Por que razão a escultura se liga à paisagem, que foi o tema por excelência da pintura ativando preferencialmente o sentido da visão? Como todos sabemos, a escultura mantém uma relação privilegiada com o tato, ou com o tato e a visão em simultâneo, em sentido háptico. O que terá acontecido à escultura para que ela viesse a estabelecer essa relação? Porque é que se fala em escultura se o que temos à nossa frente não passa de uma imagem bidimensional impressa a partir de um fotograma? Que lógicas novas os artistas...

  2. Notas à margem de um livro de G. Didi-Huberman

    Silva, Rodrigo
    Este texto tem o seu ponto de partida num diálogo (público) em que participei (que decorreu na Nouvelle Librairie Française, em Lisboa, no mês de Abril de 2010) em torno de alguns livros recentes de Georges Didi-Huberman, com a presença do autor. Interessou-me, em particular, "L’oeil de l’histoire – quand les images prennent position" (2009, Paris: Minuit), que é aquele a que o título alude.

  3. As ligações nas artes performativas : linhas, lugares comuns e qualidades da experiência no aqui e agora

    Guerreiro, Nelson
    Nas artes performativas, as ligações entre o ator/bailarino/ músico/performer e os espectadores são permanentes. Mesmo antes do ato performativo, é, desde logo, estabelecido um elo através de estratégias de comunicação promocionais que divulgam a sua realização e que disponibilizam informação sobre o ponto de partida, processos criativos, conteúdos, intenções, efeitos e questões de determinada ação performativa.

  4. Artaud e Brecht : a atração dos opostos

    Gonçalves, Maria Madalena

  5. O que é uma imagem?

    Areal, Leonor
    O que é uma imagem? É uma pergunta talvez estranha. Todos sabemos o que é uma imagem e facilmente reconhecemos a importância das imagens no mundo de hoje. É precisamente por causa da sua omnipresença que me pareceu interessante colocar esta pergunta e voltar à sua definição elementar.

  6. Cor : artifícios da cor no design e nas artes

    Poeiras, Fernando
    Branco, chumbo, cinza, blues, esmeralda, azul cueca, cores políticas, laranja, verde-água, amarelado, azulão, destoar, baio, cores smic, vermelho africano, albino, pastel, paleta bizantina ou egípcia, amizades coloridas, cores dos anos 70, "sangue de boi", luto, prateado, cor ambiente, beringela, o amarelo de Van Gogh, cores nacionais, sensações colorantes de Cézanne e pensamentos coloridos de Malevitch...

  7. Notas sobre uma gestão cultural independente

    Ambrósio, Daniela
    O presente texto é um conjunto de notas sobre o modelo de gestão de arte do espaço "Uma Certa Falta de Coerência", situado na cidade do Porto, e a oportunidade de apresentar algumas reflexões sobre a forma como este espaço se insere no quotidiano dos seus mentores. A reflexão tem como pano de fundo a teorização de Mike Featherstone no que diz respeito à estetização do quotidiano e apoia-se em Jacques Rancière na relação da estética com a política.

  8. As vozes do performer

    Sacramento, Ana
    A caracterização vocal da personagem, como qualquer outro processo de representação com características performativas, tem subjacente uma base técnica, que, neste caso particular, é construída a partir da manipulação da configuração do trato vocal, com recurso ao controle neuromuscular das estruturas anatómicas envolvidas. O processo permite ao performer, seja ele ator, cantor ou bailarino, elevada versatilidade e segurança na performance vocal.

Aviso de cookies: Usamos cookies propias y de terceros para mejorar nuestros servicios, para análisis estadístico y para mostrarle publicidad. Si continua navegando consideramos que acepta su uso en los términos establecidos en la Política de cookies.