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  1. New types proposed for the religious tales and novella in the catálogo del Cuento Folklórico Español

    Cardigos, Isabel
    The translation that follows presents the new tale types proposed by Julio Camarena and Maxime Chevalier as they appear in the two catalogues1 of religious and novelesque folktales published in 2003. This will enable the interested English reading public to become aware of a wide number of Iberian types not represented in other catalogues. The notes to each entry have been compacted so as to show solely the appearance of the tale in other catalogues and its literary sources. We had to forego the inclusion of much valuable information on the presence of the oral types in the different Iberian linguistic areas...

  2. Poesies populares de la France = The fortoul collection of french folk songs (1853-1855)

    Simonsen, Michèle
    Em 1852, por ordem do futuro imperador Napoleão III, o ministro francês da Educação Pública Hyppolye Fortoul lançou uma campanha oficial a nível nacional para a recolha de canções populares francesas que seriam publicadas como um “monumento” à história de França segundo o espírito romântico-nacionalista. A recolha foi organizada duma forma muito centralizada, e acompanhada por um longo guia de instruções elaborado por Jean-Jacques Ampère para a recolha de textos e M. Vincent para a anotação de melodias. Como resultado desta campanha, um grande número de canções foram enviadas ao ministério, muitas delas com anotações musicais e informações sobre o contexto. Este imenso material nunca foi publicado completo, e...

  3. Innovation, persistence and self-correction: the case of snow white

    Kawan, Christine Shojaei
    Branca de Neve é um dos contos mais conhecidos, graças aos irmãos Grimm e depois a Walt Disney. Além disso, o tipo Branca de Neve é representado por um abrangente corpus internacional de contos tradicionais com traços independentes. Desde a primeira versão manuscrita (1808) até à segunda edição dos seus Contos (1819), os irmãos Grimm fizeram modificações significativas no seu conto, especialmente no que respeita à figura do antagonista, o episódio da expulsão e a ressurreição. Se a heroína que apresentaram ao público, a menina “branca como a neve, vermelha como o sangue e negra como o ébano” não é uma criação inteiramente nova, foi sob o impacto...

  4. Ogros, brujas, vampiros, fantasmas: la lógica del oponente frente a la lógica del héroe

    Pedrosa, José Manuel
    El oponente es figura clave en todos los cuentos maravillosos, novelescos, de ogro, etc. Es un personaje que tiene rasgos opuestos y al mismo tiempo complementarios a los del héroe y a los del auxiliar. Oposiciones de especie (animal o salvaje/humano), de género (hombre/mujer), de edad (joven/viejo), de capacidades (no mago/mago), etc. articulan las relaciones entre los tres tipos básicos de personajes de un modo que, visto en su conjunto, parece ajustarse a una especie de gramática muy lógica y definida.

  5. El primer a veure sortir el sol (ATU 120): una rondalla d'enginy AMB presència internacional

    Oriol, Carme
    L’article té com objectiu investigar els orígens i la presència internacional de la rondalla tipus ATU 120. A partir de les versions publicades en els diferents països, es realitza un estudi comparatiu de la rondalla que té en compte aspectes com la forma, el contingut, l’ús i la combinabilitat amb altres tipus rondallístics. Així mateix, es posa de manifest el paral·lelisme d’aquesta rondalla amb d’altres de molt properes que no tenen entrada al catàleg tipològic internacional.

  6. A evolución do tema do morto agradecido nunha versión galega

    Noia Campos, Camiño
    Neste artigo analízase a única versión do tipo 505 (The Grateful Dead) rexistrada en lingua galega comparándoa coa versión portuguesa recollida por Maria Leonor Buescu, en Monsanto da Beira (Portugal). Despois de presentar os argumentos dos dous contos e o da antiga fonte escrita do conto, O Libro de Tobías da Biblia, o estudo céntrase na figura do “morto” como elemento caracterizador do conto galego. Este personaxe está representado por un aparecido que ven do Outro Mundo en busca dunha persoa que lle pague as débedas para poder obter a salvación eterna. Fálase das características dos mortos que regresan do Purgatorio, coñecidos como aparecidos, e...

  7. Para uma teoria da anedota popular portuguesa

    Nogueira, Carlos
    Corpo errático e volátil por excelência, a anedota constitui porventura o género do discurso através do qual uma comunidade (conceito, como se sabe, cada vez mais alargado) mais dinâmica e prontamente comenta os sentidos dos múltiplos fenómenos –éticos, culturais, filosóficos, pragmáticos, etc.– com que a cada passo se confronta e (re)constrói. Operando, antes de mais, em termos de uma concepção lúdica da vida, a anedota distende-se por múltiplas e versáteis conformações de natureza tipológica, tropológica e topológica.

  8. Variantes e invariantes na literatura oral

    Nascimento, Bráulio do
    A redefinição da variante é um tema presente nos estudos da literatura oral. A conceituação ou reconceituação é tarefa imprescindível, como tem sido assinalado, para a qualificação e especificação de suas reais funções no texto oral. O autor referencia algumas propostas já formuladas para equacionamento do problema em assunto que exige consenso. Ainda não se obteve unanimidade na distinção entre as diversas realizações de um conto ou romance e os elementos diferenciadores de seu texto no nível discursivo. Atribui-se a fenômenos diferentes a mesma denominação de variante, acarretando ambigüidade no estudo e análise dos textos orais, fato agravado pela atuação contraditória da variante como elemento preservador da invariante fabular....

  9. Una cena que conduce al matrimonio: la antropofagia en el cuento - tipo AT 311

    Katrinakï, Manuela
    El cuento de “Las tres hermanas rescatadas del ogro” (AT 311) es conocido en toda Europa y se presenta en dos formas narrativas: en la primera (difundida en el sureste de Europa, los países eslavos y quizás en el resto del Mediterráneo), la heroína es entregada por sus padres a un ogro y debe a continuación cometer un acto canibálico para casarse con el ogro y para poder rescatar a sus hermanas. En la segunda, dominante en los países del Norte y Oeste, el motivo de la antropofagia es sustituido por el de la prohibición de entrar a una habitación. La tradición griega, que prefiere la...

  10. La duplicitat d'objectes mágics a la història d'Aladdín i a una rondalla d'Antoni M. Alcover

    Grimalt, Josep A.
    A história de Aladino, tal como aparece em muitas edições de As Mil e uma Noites, contém uma particularidade que a afasta das leis da economia do conto popular, em relação às quais se mostra um tanto incoerente: a presença de dois objectos mágicos com poderes ilimitados: o anel e a lâmpada. As versões do conto que achamos em As Mil e uma Noites são muito literárias, mas no seu conteúdo podemos reconhecer o tipo 561 do Índice de Aarne-Thompson. A versão de Galland, da qual poderiam derivar todas as outras, até as dos textos redigidos em árabe, procede de Hanna Diab,que lhe deu...

  11. Um díálogo entre dedos de asunto anticlerical

    Fraile Gil, José Manuel
    Em Espanha, a memória colectiva preservou um texto dialogado de assunto anticlerical e de estilo muito castiço e tradicional. Trata-se de um jogo infantil que, com aparente ingenuidade, converte em actores os dedos polegar, médio e mindinho da própria mão. Estes três dedos representam um clérigo luxurioso, uma dama (que ele visita e aceita os seus favores) e uma criada, que protesta por esses encontros, tentando salvar a honra do patrão. Num manuscrito da segunda década do séc. XVII, existe um longo texto (que, por indicações que se dão no começo, parece que deveria ser cantado), o qual apresenta o mesmo assunto e as mesmas personagens do referido...

  12. Apostillas al catálogo tipológico del cuento folklórico español (I)

    Fradejas Lebrero, José
    Intento agradecer una vida de excelente trabajo de Julio Camarena y disculparme por no haber publicado antes estas notas sobre tres tipos de cuentos los que he hallado más versiones literarias. Tipo 63: ofrezco seis versiones -prosa y verso- de los siglos XVI-XX; Tipo 110: amplío los utilizados por Baum (1919) y por mi (1981); Tipo 155a: explico la posible corrección del Tipo y la divergencia de fuentes, a veces coexistentes en un mismo autor del siglo XVI.

  13. Afuera, afuera, Rodrigo: uma reinterpretação

    Fontes, Manuel da Costa
    No romance Afuera, afuera, Rodrigo, a infanta D. Urraca, do alto das muralhas de Zamora, ralha com o Cid por ele participar no cerco que o rei D. Sancho lhe tinha posto à cidade. Este romance tem sido interpretado como uma simples briga entre ex-amantes, mas a má reputação da princesa e a utilização de palavras cujo duplo sentido era corrente na época sugerem a possibilidade de outro significado. A princesa é colocada numa torre deliberamente sexualizada, visto que se trata duma “torre mocha” (sem espiral), lembra ao Cid que tinha ajudado a armá-lo “cavaleiro”, calçando-lhe as “esporas”, e acusa-o de se ter esquecido de que ela...

  14. Monkey-spouse sees children murdered, escapes to freedom!. A worldwide gathering and comparative analysis of Camarena-Chevalier type 714, II-IV tales

    Dodds, Georges T.
    Primeira parte de um artigo sobre um conto-tipo que, não estando registado nos catálogos internacionais, foi classificado no Catálogo de Camarena e Chevalier com o nº [714]. É a história duma mulher abandonada numa ilha desabitada e que é forçada a tornar-se mulher de um grande símio. Quando vem a ser socorrida pela tripulação dum navio que aporta à ilha, o símio mata o filho à vista da mãe. Os relatos mais recuados desta história remetem-na para os “Anais de Castanheda”. Embora a narrativa esteja ausente da História de Fernão Lopes Castanheda, aparece na tradição oral portuguesa. Nesta primeira parte do artigo dá-se conta da tradição escrita (e...

  15. Nacionalismo y poesía popular. Manuel Murguía y la invención de romancero gallego apócrifo

    Cid, Jesús-Antonio
    La anómala situación de los estudios sobre el Romancero de Galicia, y la indefinición de su propio estatuto como rama del Romancero hispánico, tienen su origen, en última instancia, en las posturas cambiantes que adoptó el primer nacionalismo cultural gallego, por razones ideológicas, ante el género de la poesía oral narrativa. Manuel Murguía es considerado hoy, por la amplitud y el eco de su obra, además de por su longevidad (1833-1923) y su papel como impulsor y heredero de la obra poética en gallego de Rosalía de Castro, como indiscutible padre fundador del galleguismo. Un nacionalismo gallego fundamentado en la tradición histórica y cultural tenía forzosamente que conceder...

  16. La tradición oral en el antiguo testamento. La herencia de los patriarcas-profetas (II)

    Camarena, Julio
    Estamos perante o segundo de três artigos sobre textos do Antigo Testamento e a tradição oral. O primeiro (E.L.O., 9-10) centrou-se na história de Judá e Tamar e este segundo incide na história de José (ambas do Livro do Génesis). Nele se chama a atenção para a duplicação de narrativas aplicadas a diferentes personagens (Rebeca e Raquel; Esaú e Jacob; José e Benjamim), como se versões duma mesma narrativa se desdobrassem dentro do próprio texto bíblico. Examina-se também a recorrência na Bíblia da simpatia pela supremacia do irmão mais novo (“Junior Right”), contrariando a lei dos direitos do irmão mais velho. Exemplifica-se com dois contos da tradição oral...

  17. La fille de Thalassa

    Angelopoulos, Anna
    A “Filha do Mar”, narrativa de tradição oral mediterrânica, relata os feitos e os gestos duma divindade marinha que passa por provas de humanização. Esta narrativa (AT 898)forma o subtipo dum bem conhecido conto novelesco de origem mediterrânica, The Daughter of the Sun (AT 898*). Considero que “A Filha do Mar” faz parte dos contos novelescos, pelo seu cariz jocoso e às vezes mesmo escatológico, típico das versões gregas. Com efeito a história começa por uma cena em que uma velha deita ao mar um bacio cheio de excrementos, e é esse gesto que vai provocar o aparecimento da Filha do...

  18. Depoimentos sobre Julio Camarena

    Pedrosa, José Manuel; González Sanz, Carlos
    El día 22 de noviembre de 2004 falleció en Madrid Julio Camarena Laucirica. A los cincuenta y cuatro años de edad, en plena madurez humana y profesional, en el momento en que su memoria, su intuición y su esfuerzo estaban regalando a los estudios sobre el cuento tradicional español los frutos más brillantes, más originales, más elaborados que se habían visto hasta hoy. Los muchos meses de lucha contra la enfermedad no lograron arrebatarle, hasta las últimas penosas semanas, la lucidez y las fuerzas para seguir avanzando en una obra monumental que no tuvo tiempo de rematar, pero que justo en aquel período...

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