Recursos de colección

Repositório do Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca (3.545 recursos)

The Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca E.P.E. (HFF) institutional repository collects, preserves and disseminates the intellectual output of its professionals in digital format. Its aims are to increase the HFF’s investigation visibility and citation impact, to foster scientific communication and to preserve the HFF’s intellectual memory.

Psilogos Vol.10 Nº2 (Dez 2012)

Mostrando recursos 1 - 8 de 8

  1. Editorial

    Luis, A

  2. Cefaleias tipo tensão: perspetiva psiquiátrica

    Mendes, J; Ribeiro, L
    Introdução: As cefaleias tipo tensão (Ctt) são as mais frequentes na população em geral e aquelas com maior impacto socioeconómico no universo das cefaleias, tendo em conta o elevado grau de incapacidade que provocam. Objectivo: Os autores propõem‑se a realizar uma revisão da literatura disponível acerca deste tema, numa perspetiva psiquiátrica. Discussão: Diversos estudos têm identificado uma maior prevalência de perturbações psiquiátricas, traços de personalidade e mecanismos de coping pouco eficazes em doentes com Ctt, pelo que, é fundamental compreender esta relação e o impacto dos fatores psicopatológicos nestas cefaleias. Conclusão: A sua abordagem clínica e terapêutica é dificultada por estes e outros fatores e nelas têm sido utilizadas múltiplas estratégias de tratamento farmacológico e psico‑comportamental, no entanto, a evidência científica...

  3. Psicologia clínica psicodinâmica ao serviço da psiquiatria comunitária: 14 anos de experiência

    Roquette, T
    Este artigo pretende resumir de uma forma crítica e reflexiva a actividade da Psicóloga Clínica integrada numa equipa comunitária de um Serviço de Psiquiatria. Procura descrever as características próprias da intervenção psicodinâmica no exercício complementar à intervenção médica e a forma como estas intervenções se complementam numa equipa multidisciplinar tendo o mesmo objecto de estudo – o sujeito em estado de sofrimento – e objectivos comuns de diagnóstico, projecto terapêutico, tratamento, reabilitação e reintegração. Explica ainda de que forma, ao longo destes catorze anos e tendo como principal instrumento a Avaliação Psicológica, se procuraram delinear projectos específicos para cada doente e as respectivas intervenções psicoterapêuticas. O artigo termina com algumas reflexões sobre a integração da Psicologia Clínica Psicodinâmica numa equipa...

  4. A síndrome metabólica na esquizofrenia: uma revisão não sistemática

    Nascimento, M; Ribeiro, R
    Introdução: A correlação entre doença mental e distúrbios metabólicos foi reconhecida há mais de um século. O debate acerca desta comorbilidade em doentes esquizofrénicos intensificou‑se nos últimos 20 anos, principalmente após a introdução dos Antipsicóticos Atípicos (AA), na década de 90. Objectivos: Salientar aspectos particulares da Síndrome Metabólica (SM) nesta população, com ênfase particular na sua epidemiologia, mecanismos subjacentes e terapêutica com antipsicóticos. Métodos: Revisão não sistemática da literatura Resultados e Conclusões: Apesar de existirem diferenças entre os vários critérios internacionais usados na definição de síndrome metabólica, é hoje claro que os doentes com esquizofrenia constituem a população estudada com maior prevalência da doença, sendo que a sua distribuição geográfica reflete a da população geral. Ao contrário do que se pensava inicialmente,...

  5. Tradução para português do questionário de análise de percursos de acesso aos cuidados de saúde mental

    Ramos, J; Oliveira, N
    O estudo dos percursos de acesso aos cuidados de saúde mental permite compreender e analisar os padrões de procura de ajuda de uma determinada população, através da caracterização dos seus pacientes, dos intervenientes no processo de prestação de cuidados e do tempo decorrido entre cada contacto com profissionais de saúde, entre outras variáveis. Para tal, é necessário um questionário que permita recolher de forma sistematizada estes dados. Um destes instrumentos, denominado “Encounter Form”, criado pela Organização Mundial de Saúde para o primeiro estudo de percursos de acesso em saúde mental, é aqui traduzido para português.

  6. As emoções comandam a psicose?

    Ribeiro, J
    Introdução: Quão importante é a vida emocional das pessoas que descompensam com sintomas psicóticos? Objectivos: O objectivo deste artigo é rever evidência de que as emoções estão envolvidas causalmente nos processos psicóticos. Métodos: Revisão seleccionada de literatura sobre sintomas afectivos nas psicoses, emoções na produção de sintomas psicóticos e modelos dopaminérgicos de psicose. Resultados: Os sintomas afectivos são transversalmente importantes nas psicoses. Pessoas com esquizofrenia têm elevada reactividade emocional e a intensificação de afectos negativos não só se associa como precede a intensificação de sintomas psicóticos, o que é evidência de que emoções negativas estão a comandar o curso dos sintomas psicóticos. Representações do self negativas são centrais nos processos psicóticos e podem ser o elo de ligação entre...

  7. Folie à deux: um caso de folie imposée numa díade mãe/filho

    Nascimento, M; Ramos, J; Dindo, V; Ribeiro, R
    Introdução: Embora a paternidade do conceito de delírio partilhado não seja consensual, a designação de folie à deux foi introduzida em 1877 por dois investigadores franceses – Lasègue e Falret. Segundo o conceito original, um indivíduo (indutor), cognitivamente dominante, desenvolve uma ideia delirante que progressivamente impõe a um segundo elemento (induzido), com quem mantém uma relação próxima. Os quatro subtipos psicopatológicos conhecidos – folie imposée, folie simultanée, folie communiquée e folie induite foram sendo descritos ao longo do final do séc. XIX, mas a sua classificação e respetiva conceptualização foi atribuída ao investigador americano Gralnick (1942). Objetivos, material e métodos: Pretende‑se com a apresentação de um caso clínico e respetiva revisão não sistemática da literatura, salientar algumas particularidades da entidade,...

  8. Perturbações do espectro do autismo no adulto e suas comorbilidades psiquiátricas

    Ramos, J; Xavier, S; Morins, M
    As perturbações do espectro do autismo (PEA) no adulto, ao contrário do que tem vindo a acontecer na população infantil, não têm sido tão extensamente estudadas, o que se reflecte em dificuldades no diagnóstico e tratamento de doentes nesta faixa etária, principalmente na presença de comorbilidade psiquiátrica. Os autores fazem uma revisão selectiva da literatura, debruçando‑se com maior detalhe sobre aspectos da definição das PEA, sua epidemiologia, diagnóstico e factores que determinam o outcome no adulto. Abordar‑se‑ão posteriormente as principais comorbilidades psiquiátricas no adulto e a forma como a patologia de base modula a sua apresentação clínica. Apesar da tendência para uma melhoria global da sintomatologia na idade adulta, estas patologias acompanham o indivíduo ao longo do seu ciclo de...

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