Recursos de colección

Infoteca. Informação Tecnológica em Agricultura (57.024 recursos)

O serviço Informação Tecnológica em Agricultura (Infoteca) reúne e permite acesso a informações sobre tecnologias produzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as quais se relacionam às áreas de atuação de seus demais centros de pesquisa. Suas coleções são formadas por conteúdos editados na própria instituição (em forma de cartilhas, livros para transferência de tecnologia, programas de rádio e de televisão), com linguagem adaptada de modo que produtores rurais, extensionistas, técnicos agrícolas, estudantes e professores de escolas rurais, cooperativas e outros segmentos da produção agrícola possam assimilá-los com maior facilidade, e, assim, apropriarem-se de tecnologias geradas pela Embrapa.

Outras publicações (CNPAF)

Mostrando recursos 1 - 20 de 30

  1. Relatório técnico: resultados do ano agrícola 1996/97.

    REUNIÃO DA COMISSÃO TÉCNICA REGIONAL DE ARROZ: REGIÃO III - NORTE, 15., 1997, Manaus.
    Resumos dos trabalhos sobre pesquisa de arroz na região Norte do Brasil.

  2. CATÁLOGO de cultivares de feijão comum.


    BRS Estilo: feijão carioca; BRSMG Madrepérola: feijão carioca; BRS FC402: feijão carioca; BRS Ártico: feijões especiais; BRS Embaixador: feijões especiais; BRSMG Realce: feijões especiais; BRS Esteio: feijão preto; BRS Campeiro: feijão preto; BRS Esplendor: feijão preto;

  3. Relatório anual: 84/85.

    COMISSÃO TÉCNICA DE ARROZ - REGIÃO II.
    Introdução. Sequeiro: Ensaio de observação de linhagens de arroz de sequeiro. Ensaios comparativos preliminares de arroz de sequeiro (ECP-S/II). Ensaios comparativos avançados de arroz de sequeiro (ECA-II). Sequeiro favorecido: Ensaio comparativo preliminar de arroz de sequeiro favorecido (ECP-SF/II). Ensaio comparativo avançado de arroz de sequeiro favorecido (ECA-SF/II). Várzea úmida: Ensaio comparativo preliminar de arroz de várzea úmida (ECP-VU/II). Ensaios comparativos avançados de arroz de várzea úmida (ECA-VU/II). Irrigado: Ensaios de observação de arroz irrigado. Ensaios comparativos preliminares de arroz irrigado (ECP-I/II). Ensaios comparativos avançados de arroz irrigado (ECA-I/II).

  4. Relatório anual: 83/84.

    COMISSÃO TÉCNICA DE ARROZ - REGIÃO II.
    Introdução. Sequeiro: Ensaio de observação de linhagens de arroz de sequeiro, em Mato Grosso. Ensaios comparativos preliminares de arroz de sequeiro / Região II (ECP-S/II). Ensaios avançados de arroz de sequeiro. Sequeiro favorecido: Ensaio comparativo preliminar de arroz de sequeiro favorecido / Região II (ECP-SF/II). Ensaio comparativo avançado de arroz de sequeiro favorecido Região II (ECA-SF/II, 1983/84). Várzea úmida: Ensaio comparativo preliminar de arroz de várzea úmida / Região II (ECP-VU/II). Ensaios comparativos avançados de arroz de várzea úmida da Região II. Irrigado: Ensaios comparativos preliminares de arroz irrigado da Região II (ECP-I/II, 1983/84). Ensaios comparativos avançados de arroz irrigado...

  5. Relatório anual: 82/83.

    COMISSÃO TÉCNICA DE ARROZ - REGIÃO II, 1983, Goiânia.
    Introdução. Composição da CTArroz II. Trabalhos desenvolvidos pela CTArroz II. Ensaios de arroz de sequeiro: Ensaios comparativos preliminares/Região II. Ensaio comparativo preliminar complementar de arroz de sequeiro / Região II. Ensaios comparativos avançados de arroz de sequeiro. Ensaio comparativo preliminar de arroz de várzea úmida, ECP-VU. Ensaios comparativos avançados de arroz de várzea úmida (ECA-VU). Ensaios comparativos preliminares de arroz irrigado (ECP-I). Ensaios comparativos avançados de arroz irrigado. Programação para 1983/84: Sequeiro. Sequeiro favorecido. Várzea úmida. Irrigado. Pauta da reunião. Ata da reunião.

  6. Relatório anual: 84/85.

    COMISSÃO TÉCNICA DE ARROZ - REGIÃO III, 1985, Belém, PA.
    Introdução. Irrigado: Ensaios de observação de arroz irrigado. Ensaios comparativos preliminares III de arroz irrigado (ECP-I/III). Ensaios avançados de arroz irrigado. Várzea úmida: Ensaios comparativos preliminares 1 de arroz de várzea úmida (ECP 1-VU/III). Ensaio comparativo preliminar 2 de arroz de várzea úmida (ECP 2-VU/III). Ensaio comparativo avançado. Sequeiro favorecido: Ensaio de observação de linhagens de arroz de sequeiro favorecido. Ensaio comparativo preliminar de arroz de sequeiro favorecido (ECP-SF/III). Ensaio comparativo avançado de arroz de sequeiro favorecido (ECA-SF/III). Sequeiro: Ensaio comparativo preliminar de arroz de sequeiro (ECP-S/III). Ensaio comparativo avançado de arroz de sequeiro (ECA-S/III). Considerações gerais sobre os ensaios,...

  7. Relatório anual: 83/84.

    COMISSÃO TÉCNICA DE ARROZ - REGIÃO III, 1984, Manaus, Teresina.
    Várzea úmida: Ensaio de observação de arroz de várzea úmida. Ensaio comparativo preliminar de arroz de várzea úmida. Ensaio comparativo avançado de arroz de várzea úmida. Sequeiro favorecido: Ensaio comparativo preliminar de arroz de sequeiro favorecido. Ensaio comparativo avançado de arroz de sequeiro favorecido. Sequeiro: Ensaio comparativo preliminar de arroz de sequeiro. Ensaio comparativo avançado de arroz de sequeiro não favorecido da Região III. Irrigado: Ensaio de observação de arroz irrigado. Ensaio comparativo preliminar de arroz irrigado da Região III. Ensaio comparativo avançado. Considerações sobre os ensaios da CTArroz III. Programação para o ano agrícola 1983/84: Várzea úmida. Sequeiro favorecido....

  8. Relatório anual: 1982/83.

    COMISSÃO TÉCNICA DE ARROZ - REGIÃO III, 1983, São Luís.
    Várzea úmida: Ensaio de observação de arroz de várzea úmida. Ensaio comparativo preliminar de arroz de várzea úmida. Ensaio comparativo avançado de arroz de várzea úmida. Sequeiro favorecido: Ensaio comparativo preliminar de arroz de sequeiro favorecido. Ensaio comparativo avançado de arroz de sequeiro favorecido. Sequeiro: Ensaio comparativo preliminar de arroz de sequeiro. Ensaio comparativo avançado de arroz de sequeiro não favorecido da Região III. Irrigado: Ensaio de observação de arroz irrigado. Ensaio comparativo preliminar de arroz irrigado da Região III. Ensaio comparativo avançado. Considerações sobre os ensaios da CTArroz III. Programação para o ano agrícola 1983/84: Várzea úmida. Sequeiro favorecido....

  9. Sistemas agroflorestais: estocando carbono e reciclando nutrientes.

    ALCANTARA, F.; DIDONET, A.
    Os sistemas agroflorestais imitam a natureza, associando, no mesmo espaço, o plantio de árvores, frutíferas ou não, com lavouras anuais, hortaliças e até mesmo com a criação de animais. A adoção dos SAFs promove a preservação da biodiversidade local quando, ao se plantar as árvores, são adotadas espécies nativas da região no sistema. Este é um aspecto socioambiental muito importante, pois significa a preservação de espécies arbóreas para as próximas gerações, além de contribuir para a manutenção das tradições locais, pois muitos frutos nativos são usados na alimentação e para fins medicinais. O sequestro de carbono da atmosfera é bem...

  10. Sistemas agroflorestais agroecológicos.

    DIDONET, A.
    Sistemas Agroflorestais (SAFs) são sistemas agrícolas que misturam, no mesmo espaço e ao mesmo tempo, cultivos agrícolas com espécies arbóreas. As espécies arbóreas utilizadas podem ser nativas do bioma ou região (local) onde os SAFs serão implantados, mas também podem ser espécies vindas de fora (exóticas), desde que sejam adaptadas ao local. Os cultivos agrícolas utilizados entre as árvores podem ser os mais diversos possíveis, desde espécies de ciclo curto, como hortaliças, até espécies semiperenes e perenes, incluindo cereais, tubérculos, legumes e frutíferas em geral.

  11. Manejo da cultura da goiaba.

    MOREIRA, W. A.; GONZAGA NETO, L.; CASTRO, J. M. da C. e; AZOUBEL, P. M.; MOREIRA, F. R. B.; LIMA, M. A. C. de; BASSOI, L. H.; ASSIS, J. S. de
    2011

  12. Atributos da braquiária como condicionador de solos sob integração lavoura-pecuária e integração lavoura-pecuária-floresta.

    OLIVEIRA, P. de; KLUTHCOUSKI, J.; BORGHI, E.; CECCON, G.; CASTRO, G. S. A.
    O que é um condicionador de solo? Qual é a origem das braquiárias? A braquiária pode ser cultivada em qualquer tipo de solo e de clima? Quais espécies de braquiária são mais utilizadas e recomendadas como condicionadoras de solo sob ILP e ILPF? Existe um tipo de braquiária que seja melhor para ser utilizada como cobertura do solo? O que são atributos do solo e como eles podem ser classificados? Como a braquiária melhora os atributos químicos do solo na ILP e ILPF? E como os atributos físicos do solo são beneficiados pelo cultivo de braquiária na ILP e ILPF?...

  13. Produção integrada do feijoeiro-comum.

    MOREIRA, F. R. B.; GONZAGA, A. C. de O.
    O que é produção integrada (PI)? Quais são os fundamentos da PI? Quais são as técnicas que compõem a PI? Quais são os benefícios que a PI traz para o produtor/consumidor do feijão? Quais são os resultados práticos já observados no campo? Que custos a PI envolve? Como é possível obter informações sobre adesão à PI? Como é possível conseguir a certificação de PI? Como são definidas as instruções normativas sobre as certificações da PI? Como começou o Sapi no Brasil? Como começou o Sapi voltado para o cultivo do feijoeiro no Brasil? Para quais locais as Normas Técnicas Específicas...

  14. Produção de sementes e comercialização.

    OLIVEIRA, L. F. C. de; UTINO, S.; BRAGANTINI, C.; YOKOYAMA, L. P.
    Qual é o tipo de grão mais comercializado no Brasil? Os produtores utilizam sementes para implantação de suas lavouras de feijão no Brasil? Quais são os pré-requisitos a que uma empresa ou um produtor deve atender para produzir sementes de feijão? Como são feitas as aferições do nível de qualidade do campo e do lote de sementes do feijoeiro? Quais são as diferenças entre sementes genética, básica e certificada? No que diz respeito ao padrão de qualidade da semente do feijão, que medidas devem ser observadas pelo produtor? O que é roguing? Quais são as fases de desenvolvimento do feijoeiro...

  15. Secagem, beneficiamento e armazenamento de grãos.

    EIFERT, E. da C.; SILVA, J. G. da; FONSECA, J. R.; VIEIRA, E. H. N.
    Por que o grão/semente de feijão deve ser secado? Como pode ser executada a secagem do feijão colhido manualmente? O que deve ser feito nas pequenas propriedades, após a debulha, quando o feijão estiver muito úmido para ser ensacado ou beneficiado? O feijão colhido manualmente pode ser secado no campo? Que fatores podem afetar a secagem do feijão no campo? É verdade que o feijão colhido à mão pode ser enleirado no campo para secar até atingir o ponto de trilha? É verdade que, no campo, o número de fileiras que compõem as leiras de plantas de feijoeiro tem influência...

  16. Colheita.

    SILVA, J. G. da; FONSECA, J. R.
    Quando o feijão está no ponto para ser colhido? Por que a colheita realizada tardiamente afeta a produção? É possível antecipar a colheita do feijão plantado na terceira época ou no inverno? É verdade que a uniformidade de maturação das plantas e das vagens é ideal para que a colheita seja processada em condições adequadas? As plantas daninhas afetam a colheita do feijão? A época de semeadura pode influenciar na operação futura de colheita? Quais têm sido os percentuais de perdas para a cultura do feijoeiro? Qual é o nível de perda aceitável na colheita do feijão? Como se avalia...

  17. Plantas daninhas.

    COBUCCI, T.
    Qual é o período crítico de competição das plantas daninhas com o feijoeiro? Quais condições são favoráveis ao desenvolvimento de plantas daninhas em lavouras de feijão? Quais são as espécies de plantas daninhas mais frequentes na cultura do feijoeiro? Como deve ser feito o controle preventivo de plantas daninhas numa lavoura de feijão? Em que se baseia o controle cultural de plantas daninhas em cultivos de feijão? Na comercialização de sementes de feijão, quais sementes de espécies daninhas são proibidas na amostra pela legislação nacional? Na comercialização de sementes de feijão, quais sementes de espécies daninhas são toleradas na amostra...

  18. Insetos-praga e inimigos naturais.

    QUINTELA, E. D.; MOREIRA, F. R. B.; YOKOYAMA, M.
    Em que fase da cultura do feijoeiro pode ocorrer ataque de insetos? Quais são as principais pragas que atacam o feijoeiro no Brasil? Em que consiste o manejo integrado de pragas (MIP)? O que devo fazer para realizar o MIP? Que materiais são necessários para a realização do monitoramento? Qual é o número de amostragens que devem ser feitas? De que forma são escolhidos os pontos amostrais na área de cultivo? Qual deve ser o intervalo entre um monitoramento e outro? O procedimento de amostragem é o mesmo em todas as fases da cultura? Quando e como se faz o...

  19. Doenças da parte aérea.

    WENDLAND, A.; LOBO JUNIOR, M.; SARTORATO, A.; RAVA SEIJAS, C. A.
    Quais são as doenças fúngicas da parte aérea mais comuns nas lavouras de feijão no Brasil? Quais são os principais sintomas da antracnose no feijoeiro-comum? Como se faz o controle da antracnose? Quais são os principais sintomas da mancha-angular no feijoeiro-comum? Como pode ser feito o controle da mancha-angular? Quais são os principais sintomas da ferrugem no feijoeiro-comum? Como pode ser feito o controle da ferrugem? Quais são os principais sintomas da sarna no feijoeiro-comum? Como pode ser feito o controle da sarna? Quais são os principais sintomas do carvão no feijoeiro-comum? Como pode ser feito o controle do carvão...

  20. Doenças com origem no solo.

    LOBO JUNIOR, M.; WENDLAND, A.; COSTA, J. L. da S.
    Quais são as principais doenças causadas por fungos que sobrevivem no solo e que atacam o feijoeiro-comum? Como estes patógenos sobrevivem no solo? Apenas o feijoeiro-comum é atacado por estes patógenos? Se tantas espécies são hospedeiras dos fungos que sobrevivem no solo, é possível utilizar a rotação de culturas para controlar as doenças provocadas por esses fungos? Como ocorre a introdução e a dispersão de fungos que sobrevivem no solo em áreas de cultivo? Além do solo infestado e de plantas hospedeiras, o que mais favorece a ocorrência de doenças por fungos que sobrevivem no solo? Quais são os principais...

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