Mostrando recursos 1 - 20 de 26

  1. O caminho para o uno em Plotino

    Hauschild, Álvaro Körbes
    O sistema metafísico de Plotino tem como primeiro princípio o uno, que, por derivação, gera todas as demais hipóstases, e por este motivo ele é o fim último de todos os desejos. Cada hipóstase tem sua atividade determinada pela tentativa de imitar aquela que lhe formou, imediatamente anterior. Este sistema henológico tem como segundo princípio e hipóstase o intelecto, que constitui as formas, semelhante ao mundo das ideias platônico, e por isso também é o ser e o belo; a terceira hipóstase é a alma, da qual participam todas as almas particulares de todas as coisas que são; o mundo...

  2. O fundacionalismo epistêmico de Aristóteles nos Segundos Analíticos : uma análise da interpretação de Tomás De Aquino na Suma de Teologia

    Capra, Pedro Konzen
    A presente monografia tem por finalidade discutir o processo de aquisição dos primeiros princípios nos Segundos Analíticos de Aristóteles. Entre as hipóteses na literatura, encontram-se interpretações de que os primeiros princípios são adquiridos por uma intuição da mente ou por uma indução. Será analisado o posicionamento de Tomás de Aquino sobre a aquisição dos primeiros princípios. Para isso, inicialmente será analisado o comentário de Tomás dos Segundos Analíticos sobre as características dos princípios do silogismo científico, tratados nos capítulos 2 e 3 do livro Alfa. Posteriormente, será analisada a defesa de Tomás sobre o status de ciência da teologia das...

  3. O " modelo da recognição" em Filosofia apartir da dialética do esclarecimento

    Hickmann, Gabriel Cunha
    Esse trabalho propõe uma leitura da Dialética do Esclarecimento, de Adorno e Horkheimer, para a qual a obra referida pode ser entendida como tendo parte na história da emergência do primado da “diferença” em filosofia. A filosofia da diferença se caracteriza por tratar a identidade como mero efeito colateral da diferença, por oposição ao que fazia o “modelo da recognição”, para o qual, em uma linha que se estende do pensamento arcaico até o nosso século – tendo talvez Kant como seu principal articulador -, todo conhecimento que não se articulasse com os demais de modo a formar um sistema...

  4. Intervencionismo causal : explicações e relações causais

    Valmini, Augusto Lucas
    O objetivo desta monografia é argumentar em favor da utilização de uma teoria causal para fornecer uma maneira de compreendermos melhor explicações. Para nossa argumentação, expomos o modelo nomológico-dedutivo de explicação que tradicionalmente centralizou o debate sobre modelos explicativos e também os contraexemplos ao modelo. Após isso, apresentamos uma teoria intervencionista da causação que propõem os critérios que uma relação deve possuir para ser causal. Para a abordagem intervencionista da causação, uma explicação é melhor do que outra quando responde a um número maior de questões sobre o que teria acontecido se as coisas fossem diferentes. Por fim, nós usamos...

  5. A noção de endoxa no método da ethica eudemia de Aristóteles

    Oliveira, Mariane Farias de
    Apresentamos aqui um problema acerca do método na Ethica Eudemia, a saber: como caracterizar os endoxa a fim de compreender sua função nas prescrições metodológicas que Aristóteles faz em EE I 6 de como proceder na busca definicional. Os endoxa são as opiniões reputadas que podem pertencer a muitos, aos sábios ou aos mais ilustres dentre os sábios. A partir dessa caracterização ampla, tentamos compreender os endoxa dentro de um recorte mais preciso, a partir de sua relação com as noções de phainomena e da relação “mais cognoscível para nós” e “mais cognoscível em si” que se estabelece entre conjunto...

  6. Um estudo do estatuto das leis lógicas a partir de Frege

    Cibils, Samuel Vicente Basso
    Resumo não disponível

  7. A análise sociológica da filosofia feita por Pierre Bourdieu

    Silva, Robson Ferreira da
    Pierre Bourdieu, no livro Meditações Pascalianas, procura descrever e analisar o que chama de “condições sociais de possibilidade da Filosofia”, apontando os aspectos sociais e econômicos que antecedem a prática filosófica e torna possível a skholè. Nessa investigação, Bourdieu aponta algumas “contradições” na qual incorrem os filósofos em suas reflexões ao esquecerem os fundamentos sociais e econômicos que, segundo o autor, tornam possível a Filosofia. Para melhor ilustrar tal posicionamento, passa-se à exposição da análise feita pelo sociólogo no livro A ontologia política de Martin Heidegger, no qual demonstra como a obra de Heidegger é determinada socialmente pela época na...

  8. A incomensurabilidade taxonômica e a teoria causal da referência : Thomas Kuhn sobre a vulnerabilidade da designação rígida

    Ferreira, Rodrigo Sabadin
    Resumo não disponível

  9. A influência que a tese do eu de Descartes teve sobre o pensamento do homem moderno

    Valente, Waldemar
    René Descartes na intenção de encontrar no mundo certezas de suas crenças apresenta um projeto dividido em seis Meditações que possam levar a ciência a ter verdades que não possam ser contestadas. Nesta procura, na segunda Meditação, ele descobre o ser da sua existência o “eu”, espírito, ou intelecto, uma coisa que por si só consegue racionalizar sem ter a necessidade de se ocupar com as coisas corpóreas. O “eu” apresentado por Descartes, um ser inteligente, com características próprias, com capacidades cognitivas capaz de realizar suas operações inteligíveis mentais sem ter a influencia das coisas materiais. Este novo olhar que...

  10. O valor das ações por dever

    Schmittz, Fabian Rossi
    Neste trabalho de conclusão de curso, pretende-se esclarecer no que consiste o valor das ações por dever para Immanuel Kant em sua obra Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Tal esclarecimento passa principalmente por se entender como o autor define o conceito de dever. Para Kant, a moralidade é um assunto que trata da absoluta necessidade acerca do que um ser humano deve fazer sem exceção, ou seja, de quais são os deveres de um tal ser. Agir por dever, dessa forma, é a única forma de um ser humano agir moralmente.

  11. Neuroética : autonomia e medicamentalização

    Vollino, Mauricio da Rosa
    Resumo não disponível

  12. Trabalho de Conclusão de Curso

    Becker, Caroline Inês
    A reconquista da disciplina de filosofia por um espaço próprio no âmbito escolar, ao mesmo tempo em que é um mérito alcançado, é uma obrigação que se faz em mantê-la erguida e respeitada perante um conjunto de disciplinas escolares já consagradas na grade curricular. A reincorporação da filosofia como disciplina obrigatória na estrutura curricular das escolas trouxe consigo a necessidade de se pensar um currículo próprio para esta. Tem-se como apoio para tal a primeira parte do volume 3 das Orientações Curriculares para o Ensino Médio, documento este lançado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC). Neste documento ressalta-se a...

  13. Ilustração e meta-ética em Dogville

    Harres, Pedro Marques
    O presente trabalho tem como objetivo realizar uma reflexão filosófica sobre o filme Dogville, de Lars von Trier, a partir do diálogo com a corrente contemporânea da filosofia analítica que pensa alguns filmes enquanto artefatos capazes de filosofar em seus próprios termos. A pesquisa partiu de um levantamento de outras interpretações do filme, que em grande parte discutiam aspetos pontuais do mesmo. Entretanto, após análises identificou-se uma centralidade da questão ética que, quando problematizada através de recursos metalinguísticos e características oriundas do teatro Brechtiano, resulta no desfecho meta-ético do filme. Diante de tal constatação, a hipótese central deste estudo é...

  14. O escopo das máximas na ética kantiana

    Oliveira, Fernando Esteves de
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  15. Os gêneros de conhecimento na filosofia de Espinosa

    Silva, Denise Pereira da
    Resumo não disponível

  16. O estatuto epistêmico das teorias científicas : o realismo seletivo de Stathis Psillos

    Silva, Bruno Malavolta e
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  17. Ceticismo e naturalismo no livro I do Tratado da Natureza Humana, de David Hume

    Santos, Rafael Bittencourt
    Resumo não disponível

  18. Teoria da causalidade : uma abordagem histórica

    Morales, Edi Kappel
    O presente trabalho monográfico, sobre a Teoria da Causalidade: uma abordagem histórica, visou expor o desenvolvimento da teoria linear no contexto evolutivo do pensamento ocidental, nas diferentes fases históricas. A teoria da causalidade, que expressa o pensamento linear, foi apresentada como estudo preliminar, para compreensão dos antecedentes históricos do modelo de pensamento não linear. É objetivo do trabalho analisar a teoria causal através de numa averiguação histórica e crítica, para avaliar sua efetiva capacidade de explicar os complexos fenômenos sociais nos dias atuais. Esse interesse partiu da insuficiência explicativa demonstrada pela teoria de causa e efeito e da constatação de...

  19. As narrativas identificadoras de Carroll: a propósito de uma abordagem conciliadora para a Filosofia da Arte frente ao reconhecimento da sucessiva mutabilidade de seu objeto

    Gomes, Guilherme Mautone
    Algumas doutrinas filosóficas reservaram lugar de consideração para um, ou alguns objetos, que atualmente convencionamos chamar de arte. Os pensadores de tais doutrinas trabalharam discursivamente esses objetos de maneiras distintas, respeitando a especificidade de seus próprios empreendimentos. Apesar disso, podemos observar que esse interesse perpassou a história da filosofia e aparece para nós, hoje, atravessado por discursos divergentes. Essa divergência, herança da tradição, desenha atualmente um panorama onde a falta de consenso em relação à definição de arte e o reconhecimento de sua intrínseca mutabilidade são os contrastes mais distintivos. São objetivos deste trabalho: estabelecer filosoficamente essas duas características, discutir...

  20. A caracterização inicial do bem supremo e a acusação de falácia em Ethica Nicomachea I

    Ferreira, Leandro Borges
    Aristóteles pensava que havia algo que seria o maior bem que o ser humano poderia alcançar. Na tentativa de demonstrar o que ele acreditava que esta coisa era, ele propôs um argumento que se funda na noção de fim. Deste modo, o bem supremo seria uma espécie de fim. Em EN I.1 ele discute a relação entre fins e meios e firma que aquilo que é buscado é melhor que aquilo que é utilizado como meio para se obter o que se busca. Em EN I.2 ele argumenta de forma a demonstrar que o melhor dentre todos os fins será...

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