Recursos de colección

Repositório Comum (25.334 recursos)

É um repositório para instituições de ensino e investigação produtoras de literatura científica cuja dimensão ainda não justifica a criação de um repositório próprio. Permite integrar instituições, grupos ou indivíduos na infra-estrutura do projecto, nomeadamente através das pesquisas do Portal RCAAP e da B-On.

IPS - ESE - DCCL - Artigos científicos

Mostrando recursos 1 - 18 de 18

  1. Portugal: recognizing and protecting sign language in the Constitution

    Duarte, Helder; Almeida, Maria José

  2. Para a história da formação de intérpretes da língua gestual portuguesa

    Almeida, Maria José

  3. Ser filha de surdos: uma aventura, um privilégio

    Almeida, Maria José
    2ª parte do artigo (cont. e conclusão); a 1ª parte foi publicada no Nº 6 (mar. 2011), p. 14-16

  4. Ser filha de surdos: uma aventura, um privilégio

    Almeida, Maria José
    1ª parte do artigo; a 2ª parte (conclusão) foi publicada no Nº 7 (jun. 2011), p. 16-19

  5. Viver a profissão: ética e deontologia profissional no desempenho da profissão de intérprete de língua gestual portuguesa (ILGP)

    Almeida, Maria José

  6. Os intérpretes de língua gestual portuguesa na escola: ética e deontologia no âmbito educacional

    Almeida, Maria José

  7. Educação bilingue e bicultural de crianças e jovens surdos: língua gestual portuguesa como primeira língua e língua portuguesa como segunda língua: pressupostos teóricos e sugestões práticas

    Freire, Maria José Duarte
    O bom desenvolvimento da literacia na criança surda é, sem dúvida, como com qualquer outra criança, o objectivo dos seus educadores, pais e professores. Não devemos, por isso, esquecer que o acesso a uma primeira língua é fundamental para o desenvolvimento linguístico e cognitivo da criança surda, criando-se assim as condições para o acesso à segunda língua e a muitas outras ao longo da vida. Não tendo acesso completo à língua falada, porque não ouve, a criança surda necessita de uma primeira língua que lhe esteja acessível na totalidade – a língua gestual do seu país, no nosso caso a...

  8. A tradução e interpretação de provérbios e expressões idiomáticas em língua gestual: equivalentes linguísticos e culturais

    Freire, Maria José Duarte
    A tradução e interpretação de expressões idiomáticas ou provérbios em língua gestual coloca diversas questões de carácter linguístico e cultural que o intérprete deve conhecer e aplicar para que tenha um bom desempenho. Neste trabalho são analisados os diferentes contextos em que este tipo de enunciados pode surgir e as diferentes alternativas de tradução e interpretação pelas quais se pode optar. Serão dados exemplos que permitirão estabelecer, ou não, um paralelo entre expressões idiomáticas e provérbios da língua gestual portuguesa e da língua portuguesa. Finalmente, dar-se-á conta dos resultados de um estudo sobre a existência, ou não, de provérbios na...

  9. O desenvolvimento da literacia na criança surda: uma abordagem centrada na família para uma intervenção precoce

    Almeida, Maria José
    Os pais de uma criança surda devem estar conscientes da importância de oferecer ao seu filho ou filha surdos um ambiente favorável que lhes garanta um total desenvolvimento cognitivo, linguístico, social e emocional. Os pais devem ter um bom acesso a informação e aconselhamento que os prepare para o desafio que constitui educar uma criança surda. A comunicação é essencial para qualquer ser humano e a base do desenvolvimento linguístico e cognitivo. Usar a língua gestual à volta da criança surda e com ela, sem o intuito de a ensinar, mas usando-a como estratégia de comunicação, irá proporcionar à criança...

  10. A idade das trevas em Portugal (1496-1759): língua, religião e nação

    Pinto, Paulo Feytor

  11. Portugal, 1143-1496: uma pessoa política, muitas pessoas linguísticas

    Pinto, Paulo Feytor

  12. Occitejano: sobre a origem accitana do subdialecto do Alto Tejo Português

    Pinto, Paulo Feytor
    Este texto constitui uma proposta de história social da origem do subdialecto português da Beira Baixa e Alto Alentejo que procura compreender especiicidades suas – timbre de vogais, toponímia e regionalismos – através da análise de factos políticos, religiosos, militares, genealógicos e demográicos, mas também linguísticos, que se observaram no Alto Tejo português e em regiões do sul de França, principalmente nos séculos XII e XIII. Nesta proposta identiica-se com alguma segurança a origem dos (re)povoadores da região subdialectal, a língua por eles falada, as causas da sua partida, o percurso eventualmente percorrido entre os dois territórios e os vestígios dessa sua origem na toponímia e em regionalismos contemporâneos, do...

  13. Oralidade na aula de português para hispanofalantes

    Pinto, Paulo Feytor
    Neste texto apresenta-se um vasto leque de actividades, com grau crescente de dificuldade, tendo em vista desenvolver a oralidade em aulas de português para hispanofalantes. Esta actividades estão estruturadas em torno de dois princípios fundamentais. Por um lado, a intercompreensão que a proximidade linguística entre o português e o espanhol permite e, por outro lado, o facto de a oralidade exigir muita prática, muito treino e muitos contextos comunicativos.

  14. Lições africanas: uma proposta para o novo milénio

    Pinto, Paulo Feytor

  15. Atitudes portuguesas e europeias perante as línguas

    Pinto, Paulo Feytor
    A partir da análise dos resultados de um estudo sobre o conhecimento de línguas nos países da União Europeia, realizado no âmbito do Ano Europeu das Línguas, é feito um breve diagnóstico das atitudes dos portugueses perante as línguas estrangeiras. Neste diagnóstico, a cultura linguística portuguesa é parcialmente comparada com as de outros países europeus e sobre algumas das suas características mais relevantes é apresentado um enquadramento histórico.

  16. Occitejano: hipótese de origem provençal do subdialeto da Beira Baixa e Alto Alentejo

    Pinto, Paulo Feytor

  17. Os gajos não falam calão: o que falam os portugueses ciganos então?

    Pinto, Paulo Feytor

  18. Educação intercultural na aula de português

    Pinto, Paulo Feytor

Aviso de cookies: Usamos cookies propias y de terceros para mejorar nuestros servicios, para análisis estadístico y para mostrarle publicidad. Si continua navegando consideramos que acepta su uso en los términos establecidos en la Política de cookies.