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  1. Políticas de gestão e organização educativa: contratos de autonomia das escolas e modelos de governança

    Gregório, Maria Helena
    Tese de doutoramento, Ciências da Educação, Universidade de Évora, 2016

  2. Concepto gramatical y musical de “sílaba” en la Antigüedad y sus connotaciones actuales: análisis diacrónico

    Garrido Domené, Fuensanta; Carvalho, Maria Leonor Santa Bárbara; Nogueira, Adriana
    Este trabajo pretende presentar el origen mismo del término “sílaba”, que tuvo diversos matices en la época antigua y fue aplicado en distintos ramos de estudio, y la conexión que, de alguna manera, mantienen disciplinas tan aparentemente distantes como la Música y la Gramática. Para ello, se hará una revisión diacrónica de este concepto en las gramáticas antiguas, en ciertos tratados y/o autores musicales y en las obras gramaticales y lexicográficas más representativas en lengua española y de época variada.

  3. Syntax Deep Explorer

    Correia, José; Baptista, Jorge; Mamede, Nuno
    The analysis of the co-occurrence patterns between words allows for a better understanding of the use (and meaning) of words and its most straightforward applications are lexicography and linguist description in general. Some tools already produce co-occurrence information about words taken from Portuguese corpora, but few can use lemmata or syntactic dependency information. Syntax Deep Explorer is a new tool that uses several association measures to quantify several co-occurrence types, defined on the syntactic dependencies (e.g. subject, complement, modifier) between a target word lemma and its co-locates. The resulting co-occurrence statistics is represented in lex-grams, that is, a synopsis of...

  4. El romancero tradicional y la historiografia

    Ferré, Pedro
    En el día 14 de septiembre de 1500 el rey D. Manuel de Portugal confirma, mediante carta, la aprobación del matrimonio del IV Duque de Bragança, D. Jaime, con la hija del III Duque de Medina Sidonia, D. Juan de Guzmán, D. Leonor de Mendoza.

  5. A viagem iniciática em seis contos populares Portugueses

    Cardigos, Isabel
    As raizes deste trabalho estão sem dúvida no meu continuado deslumbramento por " contos de fadas" que, ao contrário dos contos manufacturados para crianças, mantiveram o fascínio de mistérios por resolver. A tarefa de os pensar e de me debruçar sobre quem os estudou mais não fez do que aprofundar o mistério que, se o é, por definição é irresolúvel.

  6. Densus et breuis: considerações sobre o estilo de Tucídides

    Nogueira, Adriana
    O estilo de Tucídides foi estudado desde a Antiguidade, sendo a obra mais completa, apesar de não elogiosa, a de Dionísio de Halicarnasso. Este artigo foca alguns dos elementos mais característicos da escrita de Tucídides, estruturando-os em pequenas secções que abrangem a «variatio», os paralelismos, os «hapax legomena», as abstrações, as definições de conceitos, as generalizações e o uso de documentos «verbatim».

  7. "Retrato de Rapaz", de Mário Cláudio

    Nogueira, Adriana
    Passei os olhos pelas estantes e reparei num conjunto de livros, deitados (e não na vertical como os outros dessa prateleira, que é como eu os ponho quando me falta espaço numa qualquer letra, o C, neste caso). Não eram muitos (apenas 9, num universo bem mais extenso). Entortei a cabeça, para ler os títulos, e lá estava o nome de Mário Cláudio, autor sobre o qual aqui nunca tinha escrito. A cor da lombada de um deles, em bordeaux, com letras brancas, destacava-se das outras (brancas ou pretas) e eu lembrava-me bem do livro, lido recentemente (2014): Retrato de Rapaz.

  8. "Sete Contos Ilustrados"

    Nogueira, Adriana
    Escrever um conto, precisamente por ter de ser curto e ter de conter (e contar) tudo em poucas palavras, exige uma grande perícia. Demora ser breve. Conseguir, em poucas páginas, prender a atenção do leitor, levá-lo ao clímax da ação e descontraí-lo, no final, não é tarefa simples. Pois bem, posso dizer que os autores presentes neste volume, publicado pela Lua de Marfim e coordenado por F. Esteves Pinto, alcançaram com sucesso aqueles objetivos. A ideia de convidar também sete artistas para ilustrarem os contos foi muito feliz. Cada um leu, à sua maneira, o conto que ilustrou, fazendo, por vezes, da ilustração um novo «texto», mais do que uma ilustração. Descubram-nos!

  9. "A Agência de Viagens Lemming", de José Carlos Fernandes

    Nogueira, Adriana
    Em janeiro de 2011, escrevi nesta secção do Cultura.Sul, a propósito de um outro autor (Rogério Silva) e a questão do regional na literatura: «Tudo aconteceu há uns anos, quando procurava o último livro de José Carlos Fernandes (insigne autor de banda desenhada que, por acaso, é de Loulé, e de quem hei-de falar neste espaço). A situação foi a seguinte: tinha-me dirigido a uma livraria em Faro, daquelas que pertencem a uma cadeia de livrarias, e perguntei se tinham o referido livro (devia ser um dos volume de A Pior Banda do Mundo). Como a funcionária não estivesse a localizar o autor, eu acrescentei ‘ele até é daqui, de Loulé’. Foi então que ouvi a resposta mais espantosa: ‘Ah, então não...

  10. "Escrever é…", de Luís Ene

    Nogueira, Adriana
    Luís Ene (autor apresentado neste jornal, na edição de fevereiro de 2015) publicou, em fevereiro de 2016, sob a chancela da Lua de Marfim, Escrever é dobrar e desdobrar palavras à procura de um sentido, um conjunto de 45 contos ao longo de 67 páginas. Alguns têm duas linhas, outros ocupam cinco páginas. Esta variação de dimensão é progressiva e vai permitindo o dobrar e desdobrar de palavras, personagens, assuntos, enfim, o material de que o autor dispõe para construir as suas narrativas. Daí que não se estranhe a repetição de frases, o reaparecimento das personagens em contos distintos ou até o mesmo nome em personagens diferentes. São tantos (quase infinitos) os caminhos por onde um texto pode andar, que Luís Ene não os quis desperdiçar,

  11. Contos recontados

    Nogueira, Adriana
    Cidália Bicho conhece academicamente muito bem os contos tradicionais, pois foi esse o tema do seu mestrado em Literatura Oral e Tradicional, porém, o seu interesse, com este livro, é poder passar a outros (em primeiro lugar, ao seu filho Gonçalo) as histórias que lhe contaram em criança, que fizeram parte da sua formação. E como «quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto», este livro é a sua forma de contribuir para a tradição. Numa época em que muitos pais e avós, tantos destes jovens e ainda ativos profissionalmente, não têm capacidade para continuar essa cadeia – que se esperaria inquebrável – de transmissão oral desse material, o aparecimento desta obra faz todo o sentido. O livro tem quatro contos, todos eles passados no...

  12. Luís Ene – Ene coisas

    Nogueira, Adriana
    Quando conheci pessoalmente Luís Ene (de Nogueira), não associei imediatamente o seu nome ao do autor do livro Blogs (que escreveu em parceria com Paulo Querido), editado por Centro Atlântico, em 2003, que tanto tinha ajudado os utilizadores que, então, se estavam a iniciar na blogosfera. Esta faceta que começo por referir é importante, na medida em que mostra o empe2nho que Luís Ene manifestou, desde cedo, pelo mundo virtual como suporte para a escrita literária. Ele próprio autor de vários blogues (que foi abrindo e fechando à medida que os projetos se iam completando), ainda mantém o «Ene Coisas» (luis-ene.blogspot. pt), onde podemos ler alguns dos seus poemas, micronarrativas, ensaios, destaques informativos, enfim, ene coisas.

  13. Milton Hatoum – "Dois Irmãos"

    Nogueira, Adriana
    lido nada de Milton Hatoum. Mas, emprestado por uma amiga, li Dois Irmãos e perguntei- me por que razão não tinha ouvido falar dele antes. Às vezes ando distraída e deixo passar várias informações literárias em revistas, jornais e rádio (televisão não tenho). Deve ter sido numa dessas alturas que o seu nome foi falado, até porque as notícias das suas vitórias de prémios literários foram difundidas no nosso país. Tendo passado por diversas profissões (arquiteto, professor de literatura, cronista), Milton Hatoum não é um desconhecido em Portugal e muito menos no Brasil. Por cá, a sua obra (quatro romances e um livro de contos) está publicada na Cotovia (Relato de um certo Oriente – 1999; Dois irmãos – 2000; Cinzas do norte...

  14. "Só colaboro na minha morte", Herberto Helder (1930-2015)

    Nogueira, Adriana
    Na minha biblioteca tenho alguns livros de Herberto Helder (vários de Poesia Toda, que nunca é toda), um poeta que comecei a amar já tarde (já passava eu dos 30 anos), poeta preferido de algumas pessoas que me são muito queridas, que me ensinaram a descobri-lo e a lê-lo. Como pouco poderia acrescentar ao que tanto já foi dito e escrito aquando da sua recente morte, fica aqui uma seleção, pessoalíssima, da sua poesia.

  15. Uma "Viagem ao Algarve" a duas vozes

    Nogueira, Adriana
    Depois de ler o livro de Diego Mesa, vêm à memória desta cronista uns versos de Camões: «Transforma-se o amador na cousa amada/ por virtude do muito imaginar». Ao ler o livro de José Saramago, Viagem a Portugal (1981), o mesmo terá acontecido a Diego Mesa, escritor natural de Ayamonte e grande apaixonado pelo nosso país, que mantém um blogue intitulado http://aulajosesaramago. wordpress.com, onde divulga o trabalho que se vai fazendo em prol da disseminação da obra do Nobel da Literatura português, que o inspirou a refazer os seus passos. Escrito na terceira pessoa, Saramago designa a personagem que percorre o país de lés a lés como «o viajante». E este viajante vai ser, para Diego Mesa, «o outro viajante», já que, assumindo uma personagem equivalente, adota...

  16. "As mulheres que fizeram Roma", de Carla Hilário Quevedo

    Nogueira, Adriana
    Não é frequente serem editados livros de divulgação cultural, escritos originalmente em português, sobre a antiguidade clássica. Só isso já seria razão para me congratular com a recentíssima publicação deste As mulheres que fizeram Roma, da autoria de Carla Hilário Quevedo. Nestes dias em que saiu a notícia que os estabelecimentos de ensino podem ter, no Básico, como Oferta de Escola, disciplinas na área da Introdução à Cultura e Línguas Clássicas, a publicação deste livro só vem reforçar a importância desta componente na educação (relembro que o Latim e o Grego nunca saíram do Ensino Secundário, apesar de parecer que sim. Por exemplo, em Portimão, na Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, tem havido Grego no 12º ano, com muito sucesso). Mas a minha satisfação...

  17. Panfleto utópico em forma romance: "Troika-me", de Maria João Neves

    Nogueira, Adriana
    Pode a literatura mudar a vida dos leitores? É esse o desafio final de Troika-me, primeiro romance de Maria João Neves. A autora vive em Tavira, onde, no seu consultório filosófico, aplica um método que criou e registou, partindo da Fenomenologia do Sonho, da filósofa e escritora espanhola María Zambrano (1904- 1991), ao qual chamou Raciovitalismo Poético. Doutorada em Filosofia e a terminar um pós-doutoramento em Estética Musical, esta investigadora universitária partiu destes seus conhecimentos para, através da literatura, fazer uma proposta de mudança para Portugal. Utopia? Não será, certamente, por acaso que Thomas More é citado na epígrafe inicial, nem que uma das personagens da Utopia tenha dado nome a uma outra deste romance: Rafael Hitlodeu (indicação dada pela autora na Nota Final, p.303). O livro de Thomas More baseia-se, precisamente, na...

  18. "Salpicos de vida" em "Só mais um abraço", de Maria de Fátima Santos

    Nogueira, Adriana
    Gostei muito deste livro de Maria de Fátima Santos (que já recebera uma menção honrosa no Prémio Literário João Gaspar Simões). É daqueles livros que lemos e não sabemos se é prosa ou poesia, de tão bonito que é. Bonito… talvez não seja este o adjetivo que se esperaria para classificar o conteúdo literário de um livro, mas é o que não me sai da cabeça. Não é que a história seja bonitinha ou as personagens exaltem em beleza. Não é isso. Nem quer dizer que não haja violência, mortes, traições. Que as há. Mas existe nele um tom, uma musicalidade, uma calma (ajudada por uma pontuação onde a exclamação está ausente) que dão harmonia a um conjunto de vozes que...

  19. "A Devota e a Devassa", uma novela de Fernando Pessanha

    Nogueira, Adriana
    Há um ano e meio escrevi neste jornal sobre Hotel Anaidaug, narrativa fantástica de Fernando Pessanha, que brevemente (assim o espero) poderemos ver em filme. Hoje, este prolífero autor proporcionou-me a oportunidade de escrever sobre a sua mais recente novela, A Devota e a Devassa, da qual já tive o privilégio de redigir o prefácio.

  20. Estética, técnica e ética: guiados por António Branco

    Nogueira, Adriana
    Esta página tem tido poucos artigos sobre obras de não-ficção, mas hoje reequilibro um pouco, ao escrever sobre o livro que António Branco (professor da Universidade do Algarve e seu atual reitor) publicou recentemente, intitulado Visita Guiada ao Ofício do Ator: um Método (Grácio Editor). Esta obra tem duas partes distintas: uma primeira, em que contextualiza a sua experiência teatral, a criação de um mestrado nessa área e consequente criação de um grupo de teatro, a assunção de pertença a uma determinada linhagem, da qual é um dos seus elos, estruturada sob a figura tutelar de Fernando Amado, através da atriz Manuela de Freitas. Aí se apresentam e discutem conceitos fundamentais, como os de genealogia, linhagem, autenticidade, ética, estética, técnica, mas também descrições de exercícios e...

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