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  1. El romancero tradicional y la historiografia

    Ferré, Pedro
    En el día 14 de septiembre de 1500 el rey D. Manuel de Portugal confirma, mediante carta, la aprobación del matrimonio del IV Duque de Bragança, D. Jaime, con la hija del III Duque de Medina Sidonia, D. Juan de Guzmán, D. Leonor de Mendoza.

  2. Densus et breuis: considerações sobre o estilo de Tucídides

    Nogueira, Adriana
    O estilo de Tucídides foi estudado desde a Antiguidade, sendo a obra mais completa, apesar de não elogiosa, a de Dionísio de Halicarnasso. Este artigo foca alguns dos elementos mais característicos da escrita de Tucídides, estruturando-os em pequenas secções que abrangem a «variatio», os paralelismos, os «hapax legomena», as abstrações, as definições de conceitos, as generalizações e o uso de documentos «verbatim».

  3. A cidade irreal de José Gomes Ferreira

    Carmo, Carina Infante do
    Ainda entre os primeiros contos-crónica de O Irreal Quotidiano (1971), sobressaem dois textos interligados e deles resulta uma verdadeira poética do olhar sobre a cidade em José Gomes Ferreira.

  4. ‘Que sei eu do povo?’, uma entre outras interrogações incómodas de José Gomes Ferreira

    Carmo, Carina Infante do
    "Que sei eu do povo?" é a interrogação escolhida por José Gomes Ferreira para abrir uma das crónicas de O Irreal Quotidiano (1971)

  5. A arte de ser bom cavaleiro: estudo sobre o livro da ensinança de bem cavalgar toda sela de D. Duarte

    Dias, Isabel Rosa
    Cerca de um século antes de D. Duarte dar por concluídas duas das mais importantes obras da prosa medieval portuguesa, O Livro da Ensinança de Bem Cavalgar Toda a Sela e o Leal Conselheiro, ainda viviam alguns dos últimos cultores do lirismo medieval, que acabaria por desaparecer em meados do séc. XIV, encerrando um importante ciclo literário.

  6. A francofilia neo-realista da Vértice no Pós-Guerra

    Carmo, Carina Infante do
    Em tempos de Pós-Guerra e de crise do salazarismo, um número especial da revista Vértice dedicada à França, em Dezembro de 1946, dá-nos sinal do poder interventivo da frente cultural neo-realista, marcada pela adesão ao antifascismo e ao marxismo. Se a França é tomada como modelo pelo seu legado racionalista, revolucionário e de resistência ao nazismo, este número significa bem mais do que um gesto de francofilia: é uma afirmação no campo cultural (e, concomitantemente, no campo político) português e também uma demonstração do conflito ideológico que o neo-realismo sempre abrigou, desde os finais dos anos 30, sobre a criação...

  7. Trois représentations iconographiques de la reine Isabel de Portugal (1271-1336)

    Dias, Isabel Rosa
    L’iconographie de la reine Sainte Isabel de Portugal1 en est venue à constituer avec le temps un ensemble où convergent le culte, la mémoire historique et la réflexion culturelle. Mais bien que ces différents aspects n’aient pas toujours accompagné le nombre croissant de représentations de la reine, ces images n’ont pas pour autant cessé d’être inspirées par une même volonté: redonner un visage à quelqu’un qui n’est plus, à quelqu’un que la vie, et surtout la mort, ont élevé à un niveau supérieur.

  8. Manuel Gusmão e Eduardo Prado Coelho (textos) e Duarte Belo (fotografias), O Leitor Escreve Para Que Seja Possível, Lisboa, Assírio & Alvim, 2001

    Carmo, Carina Infante do
    Longe de entronizar melancolicamente o objecto livro, na alegada ameaça da sua extinção por tecnologias e linguagens mais velozes e eficazes, o álbum O Leitor Escreve para que Seja Possível é uma alegoria da leitura

  9. L’écriture historicisée de José Gomes Ferreira: une chronique de la Révolution des Oeillets

    Carmo, Carina Infante do
    Revolução Necessária (1975) de José Gomes Ferreira est un recueil de chroniques écrites dans la chaleur du Portugal de 1974. Entre l’historique et l’autobiographique, le chroniqueur y parle d’une révolution au quotidien et l’observe avec un regard ému, engagé et ironique. Il y réévalue l’histoire portugaise du XXe siècle et l’auto-image nationale, sans les euphémismes de la censure ni l’irréalité imaginaire d’un empire colonial, qui alors se désintègre définitivement. De même il y évoque tous ceux qui ont résisté à la dictature de Salazar, il y prend recul vis-à-vis des événements et définit sa position lucide et ravie dans la...

  10. O esqueleto esquisito e as lentes progressivas do inventor de diários

    Carmo, Carina Infante do
    Figurações do tempo histórico em Imitação dos Dias. Diário Inventado (1966), de José Gomes Ferreira

  11. Uma Luz ao Longe: o olhar da recordação e da aprendizagem

    Carmo, Carina Infante do
    Uma Luz ao Longe (1948), de Aquilino Ribeiro, enquanto romance de formação.

  12. A República na imprensa regional do Algarve: o caso do jornal louletano O Primeiro de Maio

    Dias, Isabel Rosa
    O caso do jornal louletano "O primeiro de Maio"

  13. A passio de S. Vicente

    Dias, Isabel Rosa
    A passio de S. Vicente

  14. Histórias sobre S. Vicente, padroeiro da diocese do Algarve

    Dias, Isabel Rosa
    Histórias sobre S. Vicente, padroeiro da diocese do Algarve

  15. Imágenes de la dignificación del otro en la literatura medieval portuguesa

    Dias, Isabel Rosa
    En consonancia con otros fondos documentales peninsulares, las fuentes medievales portuguesas conservan información variada acerca de las relaciones de convivencia entre grupos sociales con distintas identidades. Entre dichas fuentes, las jurídico-normativas y las procedentes de los doctos transmiten una visión teórica e institucional acerca de los grupos minoritarios, a través de la cual contribuyen a la definición de sus márgenes de diferencia, por medio de enunciados de reglas de concesión y obligación, con espíritu más o menos restrictivo según las épocas y los contextos1. En los antípodas de éstas, las fuentes literarias de naturaleza lúdica, funcionando a menudo al margen...

  16. A 1ª. República na intervenção sonâmbula de José Gomes Ferreira

    Carmo, Carina Infante do
    Reveladora de uma forte consciência histórica, a obra autobiográfica de José Gomes Ferreira (1900-1985) elege I República como matriz do século XX português, ciente, em todo o caso, que lhe cabe sobretudo escrever «para a eternidade efémera da História dos Momentos Ignorados». Em A Memória das Palavras (1965) e Revolução Necessária (1975), é particularmente notória a forma como situa a raiz do fascínio revolucionário no espaço nacional e lisboeta da sua aprendizagem infantil, em detrimento do exemplo mais previsível, a Revolução Russa de 1917. Dessa forma assume a filiação jacobina das barricadas, sedimentada nas leituras literárias do romantismo social e...

  17. Uma evocação suspeita de Maria Adelaide

    Carmo, Carina Infante do
    Análise da novela Maria Adelaide (1938) de M. Teixeira-Gomes

  18. Um poeta a crescer na escola e fora dela: notas autobiográficas de José Gomes Ferreira

    Carmo, Carina Infante do
    A obra autobiográfica de José Gomes Ferreira (1900-1985) centra-se com especial evidência, na narrativa de vida e na composição do auto-retrato de artista, vindo a acrescentar, em crescendo, a força temática da infância.

  19. As crónicas radiofónicas do senhor A

    Carmo, Carina Infante do
    Entre Outubro de 1962 e os primeiros meses de 1963, Alves Redol foi cronista radiofónico. A agência de publicidade “Êxito”, onde Alves Redol trabalhava, criou uma equipa constituída por ele próprio, Cardoso Pires e Baptista-Bastos que manteve a rubrica “(Pequena) Crónica do Banal”, emitida pela Rádio Renascença e pelo Rádio Clube Português. É esse material cronístico o objecto de análise na minha comunicação.

  20. Senhor da Serra, ano 1945

    Carmo, Carina Infante do
    Em Setembro de 1945, a casa de João José Cochofel no Senhor da Serra (Semide) juntou Fernando Lopes-Graça a três poetas seus amigos: Carlos de Oliveira, José Gomes Ferreira e o próprio Cochofel. Nessa colónia veraneante, ganhou corpo o projecto musical Marchas, danças e canções (1946) a que estes poetas foram os primeiros a emprestar os versos. Consolidava-se, então, ainda mais um círculo de cumplicidades e de colaborações, iniciado nos anos 30 e cujo eco perdurou em cartas da altura, trocadas entre os quatro, e noutros testemunhos mais recentes de Lopes-Graça e Gomes Ferreira. Com a leitura cruzada desse material...

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