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  1. O Freixo Duarte de Armas: a história e recuperação da árvore

    Martins, L. M.; Silva, C. A.; Sousa, H.; Mariano, Alexandra de Brito; Madeira, S.; Sintra, A.P.; Leal, F.; Ferreira-Cardoso, J.; Duarte, J.; Rodrigues, A.; Quintas, M. C.
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  2. O Freixo Duarte de Armas: a história e recuperação da árvore

    Martins, L. M.; Silva, C. A.; Sousa, H.; Mariano, Alexandra de Brito; Madeira, S.; Sintra, A. P.; Leal, F.; Ferreira-Cardoso, J.; Duarte, J.; Pinto, T.; Quintas, M. C.
    O Freixo (Fraxinus angustifolia Vahl.) com mais de 550 a que se refere esta comunicação, localiza-se na área histórica de Freixo de Espada à Cinta (FEC). A árvore e FEC confundem-se devido ao nome e à longevidade de ambos, embora a localidade seja bem mais velha, sendo até mais antiga que a fundação de Portugal independente. Na verdade, a história do agora chamado Freixo Duarte de Armas (Fd’A) só se inicia com o seu registo em 1510 no Livro das Fortalezas, por Duarte de Armas (Dd’A). O escudeiro do rei D. Manuel I representou junto à muralha, o freixo que viveu até aos nossos...

  3. Aspectos filológicos e tradutórios das epístolas XVIII e LVII de São Jerônimo

    Martins, Maria Cristina da Silva; Mariano, Alexandra de Brito
    São Jerônimo (c. 345 - 420) é um dos mais conhecidos doutores da Igreja, sobretudo por sua tradução da Bíblia, conhecida por Vulgata. No entanto, sua obra é bastante extensa, pois produziu sobre diversos assuntos, continuamente, durante mais de trinta anos.

  4. "A Caverna de Deus", de Fernando Esteves Pinto

    Nogueira, Adriana
    Recensão/ artigo de promoção de leitura

  5. "A Caverna de Deus", de Fernando Esteves Pinto

    Nogueira, Adriana
    Recensão/ artigo de promoção de leitura

  6. Palavras com que brinco e aprendo – de José Ruivinho Brazão

    Nogueira, Adriana
    Recensão /artigo de divulgação e promoção de leitura.

  7. Palavras com que brinco e aprendo – de José Ruivinho Brazão

    Nogueira, Adriana
    Recensão /artigo de divulgação e promoção de leitura.

  8. "O Homem que escrevia azulejos", de Álvaro Laborinho Lúcio

    Nogueira, Adriana
    Recensão/ artigo de divulgação e promoção de leitura

  9. "O Homem que escrevia azulejos", de Álvaro Laborinho Lúcio

    Nogueira, Adriana
    Recensão/ artigo de divulgação e promoção de leitura

  10. "Retrato de Rapaz", de Mário Cláudio

    Nogueira, Adriana
    Passei os olhos pelas estantes e reparei num conjunto de livros, deitados (e não na vertical como os outros dessa prateleira, que é como eu os ponho quando me falta espaço numa qualquer letra, o C, neste caso). Não eram muitos (apenas 9, num universo bem mais extenso). Entortei a cabeça, para ler os títulos, e lá estava o nome de Mário Cláudio, autor sobre o qual aqui nunca tinha escrito. A cor da lombada de um deles, em bordeaux, com letras brancas, destacava-se das outras (brancas ou pretas) e eu lembrava-me bem do livro, lido recentemente (2014): Retrato de Rapaz.

  11. "Sete Contos Ilustrados"

    Nogueira, Adriana
    Escrever um conto, precisamente por ter de ser curto e ter de conter (e contar) tudo em poucas palavras, exige uma grande perícia. Demora ser breve. Conseguir, em poucas páginas, prender a atenção do leitor, levá-lo ao clímax da ação e descontraí-lo, no final, não é tarefa simples. Pois bem, posso dizer que os autores presentes neste volume, publicado pela Lua de Marfim e coordenado por F. Esteves Pinto, alcançaram com sucesso aqueles objetivos. A ideia de convidar também sete artistas para ilustrarem os contos foi muito feliz. Cada um leu, à sua maneira, o conto que ilustrou, fazendo, por vezes, da ilustração um novo «texto», mais do que uma ilustração. Descubram-nos!

  12. "A Agência de Viagens Lemming", de José Carlos Fernandes

    Nogueira, Adriana
    Em janeiro de 2011, escrevi nesta secção do Cultura.Sul, a propósito de um outro autor (Rogério Silva) e a questão do regional na literatura: «Tudo aconteceu há uns anos, quando procurava o último livro de José Carlos Fernandes (insigne autor de banda desenhada que, por acaso, é de Loulé, e de quem hei-de falar neste espaço). A situação foi a seguinte: tinha-me dirigido a uma livraria em Faro, daquelas que pertencem a uma cadeia de livrarias, e perguntei se tinham o referido livro (devia ser um dos volume de A Pior Banda do Mundo). Como a funcionária não estivesse a localizar o autor, eu acrescentei ‘ele até é daqui, de Loulé’. Foi então que ouvi a resposta mais espantosa: ‘Ah, então não...

  13. "Escrever é…", de Luís Ene

    Nogueira, Adriana
    Luís Ene (autor apresentado neste jornal, na edição de fevereiro de 2015) publicou, em fevereiro de 2016, sob a chancela da Lua de Marfim, Escrever é dobrar e desdobrar palavras à procura de um sentido, um conjunto de 45 contos ao longo de 67 páginas. Alguns têm duas linhas, outros ocupam cinco páginas. Esta variação de dimensão é progressiva e vai permitindo o dobrar e desdobrar de palavras, personagens, assuntos, enfim, o material de que o autor dispõe para construir as suas narrativas. Daí que não se estranhe a repetição de frases, o reaparecimento das personagens em contos distintos ou até o mesmo nome em personagens diferentes. São tantos (quase infinitos) os caminhos por onde um texto pode andar, que Luís Ene não os quis desperdiçar,

  14. Contos recontados

    Nogueira, Adriana
    Cidália Bicho conhece academicamente muito bem os contos tradicionais, pois foi esse o tema do seu mestrado em Literatura Oral e Tradicional, porém, o seu interesse, com este livro, é poder passar a outros (em primeiro lugar, ao seu filho Gonçalo) as histórias que lhe contaram em criança, que fizeram parte da sua formação. E como «quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto», este livro é a sua forma de contribuir para a tradição. Numa época em que muitos pais e avós, tantos destes jovens e ainda ativos profissionalmente, não têm capacidade para continuar essa cadeia – que se esperaria inquebrável – de transmissão oral desse material, o aparecimento desta obra faz todo o sentido. O livro tem quatro contos, todos eles passados no...

  15. Luís Ene – Ene coisas

    Nogueira, Adriana
    Quando conheci pessoalmente Luís Ene (de Nogueira), não associei imediatamente o seu nome ao do autor do livro Blogs (que escreveu em parceria com Paulo Querido), editado por Centro Atlântico, em 2003, que tanto tinha ajudado os utilizadores que, então, se estavam a iniciar na blogosfera. Esta faceta que começo por referir é importante, na medida em que mostra o empe2nho que Luís Ene manifestou, desde cedo, pelo mundo virtual como suporte para a escrita literária. Ele próprio autor de vários blogues (que foi abrindo e fechando à medida que os projetos se iam completando), ainda mantém o «Ene Coisas» (luis-ene.blogspot. pt), onde podemos ler alguns dos seus poemas, micronarrativas, ensaios, destaques informativos, enfim, ene coisas.

  16. Milton Hatoum – "Dois Irmãos"

    Nogueira, Adriana
    lido nada de Milton Hatoum. Mas, emprestado por uma amiga, li Dois Irmãos e perguntei- me por que razão não tinha ouvido falar dele antes. Às vezes ando distraída e deixo passar várias informações literárias em revistas, jornais e rádio (televisão não tenho). Deve ter sido numa dessas alturas que o seu nome foi falado, até porque as notícias das suas vitórias de prémios literários foram difundidas no nosso país. Tendo passado por diversas profissões (arquiteto, professor de literatura, cronista), Milton Hatoum não é um desconhecido em Portugal e muito menos no Brasil. Por cá, a sua obra (quatro romances e um livro de contos) está publicada na Cotovia (Relato de um certo Oriente – 1999; Dois irmãos – 2000; Cinzas do norte...

  17. "Só colaboro na minha morte", Herberto Helder (1930-2015)

    Nogueira, Adriana
    Na minha biblioteca tenho alguns livros de Herberto Helder (vários de Poesia Toda, que nunca é toda), um poeta que comecei a amar já tarde (já passava eu dos 30 anos), poeta preferido de algumas pessoas que me são muito queridas, que me ensinaram a descobri-lo e a lê-lo. Como pouco poderia acrescentar ao que tanto já foi dito e escrito aquando da sua recente morte, fica aqui uma seleção, pessoalíssima, da sua poesia.

  18. Uma "Viagem ao Algarve" a duas vozes

    Nogueira, Adriana
    Depois de ler o livro de Diego Mesa, vêm à memória desta cronista uns versos de Camões: «Transforma-se o amador na cousa amada/ por virtude do muito imaginar». Ao ler o livro de José Saramago, Viagem a Portugal (1981), o mesmo terá acontecido a Diego Mesa, escritor natural de Ayamonte e grande apaixonado pelo nosso país, que mantém um blogue intitulado http://aulajosesaramago. wordpress.com, onde divulga o trabalho que se vai fazendo em prol da disseminação da obra do Nobel da Literatura português, que o inspirou a refazer os seus passos. Escrito na terceira pessoa, Saramago designa a personagem que percorre o país de lés a lés como «o viajante». E este viajante vai ser, para Diego Mesa, «o outro viajante», já que, assumindo uma personagem equivalente, adota...

  19. "As mulheres que fizeram Roma", de Carla Hilário Quevedo

    Nogueira, Adriana
    Não é frequente serem editados livros de divulgação cultural, escritos originalmente em português, sobre a antiguidade clássica. Só isso já seria razão para me congratular com a recentíssima publicação deste As mulheres que fizeram Roma, da autoria de Carla Hilário Quevedo. Nestes dias em que saiu a notícia que os estabelecimentos de ensino podem ter, no Básico, como Oferta de Escola, disciplinas na área da Introdução à Cultura e Línguas Clássicas, a publicação deste livro só vem reforçar a importância desta componente na educação (relembro que o Latim e o Grego nunca saíram do Ensino Secundário, apesar de parecer que sim. Por exemplo, em Portimão, na Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, tem havido Grego no 12º ano, com muito sucesso). Mas a minha satisfação...

  20. Panfleto utópico em forma romance: "Troika-me", de Maria João Neves

    Nogueira, Adriana
    Pode a literatura mudar a vida dos leitores? É esse o desafio final de Troika-me, primeiro romance de Maria João Neves. A autora vive em Tavira, onde, no seu consultório filosófico, aplica um método que criou e registou, partindo da Fenomenologia do Sonho, da filósofa e escritora espanhola María Zambrano (1904- 1991), ao qual chamou Raciovitalismo Poético. Doutorada em Filosofia e a terminar um pós-doutoramento em Estética Musical, esta investigadora universitária partiu destes seus conhecimentos para, através da literatura, fazer uma proposta de mudança para Portugal. Utopia? Não será, certamente, por acaso que Thomas More é citado na epígrafe inicial, nem que uma das personagens da Utopia tenha dado nome a uma outra deste romance: Rafael Hitlodeu (indicação dada pela autora na Nota Final, p.303). O livro de Thomas More baseia-se, precisamente, na...

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