Recursos de colección

Repositório do ISPA Instituto Superior de Psicologia Aplicada (11.453 recursos)

No Repositório do ISPA pode encontrar diversos tipos de documentos, em formato digital, resultantes da produção científica do ISPA designadamente: teses de doutoramento, teses de mestrado, artigos em publicações periódicas nacionais e internacionais, relatórios técnicos, artigos em actas de conferências nacionais e internacionais e capítulos de livros.

PSAU - Artigos em revistas nacionais

Mostrando recursos 1 - 20 de 200

  1. Auto-eficácia na diabetes: Conceito e validação da escala

    Pereira, Maria Graça; Almeida, Paulo J.
    O presente estudo descreve a adaptação para uma amostra portuguesa da Escala de Auto-Eficácia relativa à Diabetes (SEDS) – (Grossnman, Brink & Hauser, 1987). Esta escala está baseada na teoria da auto- -eficácia de Bandura e pretende avaliar as percepções pessoais relativas à competência, capacidades e meios para os adolescentes lidarem adequadamente com a diabetes. A amostra do nosso estudo é composta por 175 adolescentes provenientes do Serviço de Endocrinologia do Hospital S. João, no Porto. A escala composta por 35 itens agrupados em 3 sub escalas foi submetida a uma análise das suas propriedades psicométricas na amostra portuguesa seguindo uma metodologia semelhante aos autores originais. A versão portuguesa apresenta um alfa global...

  2. Diferenças do valor preditivo da teoria da acção planeada na intenção de adoptar comportamentos preventivos para o cancro de pele: O papel do optimismo e da percepção da doença em indivíduos saudáveis

    Figueiras, Maria João; Alves, Nuno Miguel Ramalho Correia Simões; Barracho, Carlos
    O presente estudo avaliou o valor preditivo da Teoria da Acção Planeada na intenção de adoptar comportamentos preventivos para o cancro da pele em indivíduos saudáveis. Pretendemos identificar quais os preditores da intenção comportamental quando foram considerados factores como a representação emocional da doença e os níveis de optimismo. Os resultados indicaram que existem diferenças significativas nos componentes da Teoria da Acção Planeada entre indivíduos com representações emocionais mais positivas vs. mais negativas, assim como entre os níveis de optimismo. A percepção de controlo percebido sobre o comportamento foi o preditor mais significativo da intenção comportamental para prevenir o cancro da pele. O nível de optimismo influencia de forma positiva a intenção comportamental, contribuindo de...

  3. Utentes da consulta externa de grávidas adolescentes da Maternidade Júlio Dinis entre os anos de 2000 e 2003

    Figueiredo, Bárbara; Pacheco, Alexandra; Magarinho, Rute
    O presente estudo tem por principal objectivo caracterizar as condições relativas à gravidez na adolescência em Portugal. Ao analisar as mudanças que ocorrem ao longo da gestação, em áreas significativas da vida da adolescente, pretende também contribuir para o melhor conhecimento das dificuldades associadas a esta problemática. Uma amostra de 161 adolescentes, atendidas na Consulta Externa de Obstetrícia da Maternidade Júlio Dinis (MJD, Porto), no período entre Janeiro de 2000 e Dezembro de 2003, foi entrevistada, durante o terceiro trimestre de gestação, com base no Questionário da Consulta de Grávidas Adolescentes da MJD (Figueiredo, 2000), composto por 125 perguntas fechadas, destinadas à recolha de dados sociais e demográficos, respeitantes à adolescente, ao companheiro e à...

  4. Abordagem psicológica da obesidade mórbida: Caracterização e apresentação do protocolo de avaliação psicológica

    Travado, Luzia; Pires, Rute; Martins, Vilma; Ventura, Cidália; Cunha, Sónia
    A obesidade mórbida (OM) é uma versão patológica de obesidade considerada um grave problema de saúde para os indivíduos que dela sofrem. O seu tratamento deve ser baseado numa abordagem biopsicossocial do indivíduo e do seu processo de doença que assegure o êxito do tratamento, a curto e longo prazo. A abordagem psicológica de cariz cognitivocomportamental estrutura-se ao longo das 3 principais fases do processo de tratamento: (1) pré-cirurgia, (2) internamento e (3) pós-cirurgia e follow-up. A primeira fase desta abordagem corresponde à avaliação psicológica dos doentes candidatos a cirurgia. Neste estudo apresenta-se a caracterização psicológica da população com OM, avaliada entre Fevereiro de 2002 e Maio de 2004, duma consulta de especialidade...

  5. A abstenção tabágica: Reflexões sobre a recaída

    Guerra, Marina Prista
    Nos últimos anos tem-se dado muita ênfase à dependência de drogas duras porque provocam uma diminuição da qualidade de vida dos seus utilizadores, interferem negativamente no funcionamento e ordem social e sobretudo devido à relação com a aquisição de doenças infecciosas como a SIDA e Hepatite C. Esta preocupação crescente, concentrou a maioria das investigações nos toxicodependentes que usam drogas ilícitas e nos fenómenos de segurança social a eles associados, deixando para um segundo plano outras dependências legalmente permissivas como o abuso de fármacos (tranquilizantes e antidepressivos), álcool e o tabaco. O uso de tabaco é no entanto reconhecido como um dos maiores problemas de saúde pública a nível mundial contribuindo segundo as estatísticas para...

  6. Quando e porquê começam os estudantes universitários a fumar: Implicações para a prevenção

    Precioso, José
    Os resultados de muitos estudos sobre o consumo de tabaco, efectuados em vários países ocidentais, contribuíram para a generalização da ideia que a maioria dos fumadores começa a fumar na adolescência (antes dos 18 anos de idade) e que, se não se começar nessa fase da vida, dificilmente se adquirirá esse hábito posteriormente. No entanto, os dados do Inquérito Nacional de Saúde efectuado em Portugal em 1995/96 mostraram que em Portugal, 39% dos fumadores iniciaram o hábito de fumar entre os 18 e os 24 anos e cerca de 6% depois dos 24 anos, ou seja, cerca de 45% dos fumadores teria começado a fumar depois dos 17 anos de idade....

  7. Intervenção desenvolvimentista em psicologia da doença

    Joyce-Moniz, Luís; Barros, Luísa
    As teorias mais eloquentes da Psicologia da Saúde têm sobretudo a ver com a doença. Esta Psicologia, centrada nas significações das pessoas doentes, coloca questões metodológicas muito mais complexas do que a Psicologia interessada na promoção da Saúde. Na perspectiva aqui defendida, as grandes dificuldades metodológicas da Psicologia da Doença provêm do paradigma estrutural que orienta os modelos cognitivistas mais frequentemente usados. Em alternativa, é apresentado um modelo desenvolvimentista de intervenção em Psicologia da Doença. Neste modelo, considera-se que a pessoa doente actua de acordo com as suas significações, e que estas podem ser representadas por um nível, que integra uma sequência de níveis de significações – associadas ao sofrimento e/ao seu confronto –...

  8. Significações leigas de saúde e de doença em adultos

    Reis, Joaquim; Fradique, Fernando
    As pessoas leigas em Medicina apresentam significações ou explicações alternativas acerca dos processos de saúde e de doença, que coexistem e competem com as dos profissionais de saúde. Neste artigo descreve- se uma pesquisa qualitativa efectuada com 67 adultos, leigos em Medicina, com os seguintes objectivos (1) aceder às significações sobre saúde e sobre doença dessas pessoas; (2) comparar as significações obtidas através do questionamento e através da exposição a narrativas e, (3) analisar a prevalência das significações sobre saúde e doença na população estudada, no sentido de avaliar se existem concepções, quer de saúde quer de doença, que possam ser consideradas como características deste grupo.

  9. Promoção da saúde: O renascimento de uma ideologia?

    Dias, Maria do Rosário; Duque, Alexandra Freches; Silva, Margarida Guerreiro; Durá, Estrella
    A concepção actual de promoção de saúde, educação para a saúde e prevenção da doença é suportada por ideologias algo adulteradas pela realidade social. Tendo em conta a proliferação epistemológica destes conceitos no final do século XX pretende-se, no presente artigo, elaborar uma reflexão crítica em torno das múltiplas racionalidades estratégicas em que os conceitos se organizam, bem como, abordar os paradoxos que se instalam ao nível dos determinantes biopsicossociais dos comportamentos salutogénicos. Partilhando responsabilidades, os profissionais de saúde, devem, colectiva e proactivamente, desempenhar um papel significativo como promotores de saúde, modelando e reforçando o significado “leigo” dos comportamentos, para que se possam incrementar mudanças efectivas em segmentos alargados da população.

  10. Psicologia da Saúde, saúde pública e saúde internacional

    Matos, Margarida Gaspar de
    A Psicologia da Saúde é um campo da Psicologia cada vez mais valorizado no campo da Saúde em áreas como a relação das pessoas, no dia a dia, com a Saúde e com a Doença, a comunicação e cooperação com os restantes técnicos de Saúde e a investigação e inovação no Sistema de Saúde. Este facto tem a ver com a evolução histórica do conhecimento, da intervenção e da investigação nesta área, que ocasionou uma convergência “histórica”, entre o âmbito da Psicologia da Saúde, o âmbito da Saúde Pública e ainda o âmbito da emergente Saúde Internacional, com benefícios para essas três áreas. Uma outra consequência foi o aumento da formação específica na...

  11. O psicólogo no contexto de saúde : Modelos de colaboração

    Pereira, Maria Graça
    As equipas biopsicossociais requerem que profissionais com culturas e backgrounús diferentes estabeleçam relações de colaboração. Este artigo descreve quatro modelos de colaboração mais comum entre o psicólogo e o médico e tece algumas considerações sobre a formação de psicólogos em contextos de saúde.

  12. Adolescentes e álcool: Estudo do comportamento de consumo de álcool na adolescência

    Trindade, Isabel; Correia, Rita
    Os autores apresentam os resultados da primeira fase de um estudo sobre a relação dos comportamentos de consumo de álcool na adolescência com a autoestima, a ansiedade e as expectativas face aos efeitos do álcool, realizado no âmbito das actividades de educação para a saúde e prevenção do Centro de Saúde da Parede.

  13. Adaptação à gravidez: Um estudo biopsicossocial

    Pereira, M. Graça; Santos, Ana Cristina Ranha dos; Ramalho, Vera
    Este estudo explorou a relação entre o Relacionamento Conjugal, Suporte Social, estilo de Coping e a saúde física e psicológica da grávida. Além disso, pretendeu avaliar se o Sentido de Coerência (Antonovsky, 1974) era capaz de medir o impacto dos factores de risco para a saúde. A discussão dos resultados, implicações, bem como limitações do estudo são analisados em função desses objectivos.

  14. Adaptação à gravidez: Um estudo biopsicossocial

    Pereira, Maria Graça; Santos, Ana Cristina Ranha dos; Ramalho, Vera
    Este estudo explorou a relação entre o Relacionamento Conjugal, Suporte Social, estilo de Coping e a saúde física e psicológica da grávida. Além disso, pretendeu avaliar se o Sentido de Coerência (Antonovsky, 1974) era capaz de medir o impacto dos factores de risco para a saúde. A discussão dos resultados, implicações, bem como limitações do estudo são analisados em função desses objectivos.

  15. Formação em psicologia e cuidados de saúde primários

    Teixeira, José A. Carvalho
    Nesta nota didáctica o autor caracteriza as necessidades específicas de formação em psicologia para a intervenção nos cuidados de saúde primários.

  16. Competências do psicólogo nos cuidados de saúde primários

    Trindade, Isabel
    Trabalhar como psicólogo nos cuidados de saúde primários é um desafio e uma experiência gratificante. Significa trabalhar proximamente com os médicos de família para identificar exactamente o que é que a prestação de serviços pelo psicólogo deverá contemplar. Nesta nota didáctica a autora pretende caracterizar as competências do psicólogo para o trabalho em contextos de cuidados de saúde primários.

  17. Ética e SIDA pediátrica

    Duarte, Leonor; Pires, António Augusto Pazo
    Os autores discutem quatro aspectos correntes no contexto da SIDA pediátrica. Primeiro, o trabalho específico com famílias em que um dos membros é seropositivo coloca por vezes limitações importantes ao 567 exercício competente da profissão e obriga em todos os casos o psicólogo a rever posições e a pôr-se em causa. Segundo, defender a confidencialidade no caso específico dos infectados pelo VIH exige uma aplicação deste princípio em sentido estrito na medida em que existe um risco efectivo de segregação, exclusão ou rejeição. Terceiro, existem dificuldades na revelação (ou não revelação) à própria criança e aos irmãos em face de um diagnóstico fatal, estigma, risco de quebra de confidencialidade, de quebra de confiança nos que...

  18. Escala de Satisfação com o Suporte Social (ESSS)

    Ribeiro, José Luís Pais
    O objectivo é construir uma escala de avaliação da satisfação com o suporte social recebido. Assume-se que o suporte social percebido tem um papel importante na saúde e no bem-estar tanto das pessoas sem doença, como nas que estão em recuperação ou vivem com uma doença. Recorreu-se a uma amostra de jovens sem doença, 47% homens. Construiu-se uma escala com 15 itens, com resposta tipo likert, com base na validade de conteúdo de cada item para avaliarem a satisfação com o suporte social proveniente de várias fontes, e com as actividades sociais. A escala inclui quatro sub-escalas com valores de consistência interna variando entre 0,64 e 0,83, com um valor de 0,85...

  19. O regime de horário de trabalho e a vida social e doméstica: Satisfação e estratégias de coping – Um estudo numa amostra de enfermeiros

    Martins, Patrícia; Martins, Ana Cristina Carvalho
    O presente estudo compara trabalhadores com diferentes sistemas de horário de trabalho ao nível da sua satisfação com a vida social e doméstica e das estratégias de coping por si utilizadas para lidar com a vida social, com a vida doméstica, com o sono e com o trabalho. Foi administrado um questionário constituído por três das escalas do Standard Shiftwork Index (Barton et al., 1993) – Situação social e doméstica, 545 Coping e Informação biográfica – a dois grupos de sujeitos. Destes, 60 trabalhavam em sistema de turnos rotativo e 40 em regime de horário fixo diurno, todos enquanto enfermeiros de um mesmo Hospital Distrital Nacional. Os resultados obtidos revelam a existência de diferenças...

  20. Respostas de stress e recursos de coping nos enfermeiros

    McIntyre, Teresa; McIntyre, Scott Elmes; Silvério, Jorge
    Neste artigo faz-se uma revisão da literatura sobre os modelos de stress ocupacional em contextos de saúde. São também apresentados os resultados preliminares de um estudo mais alargado sobre as fontes de stress, as respostas de stress e os recursos de coping nos profissionais de saúde da região Norte. Este artigo refere-se a uma amostra de 62 enfermeiros hospitalares no Norte de Portugal. Os instrumentos usados foram o Inventário de Recursos para Lidar com o Stress, o Inventário de Respostas e Recursos Pessoais, após adaptação e validação para Portugal pelos autores, e um questionário demográfico desenvolvido para o estudo. Os resultados indicam que as três principais fontes de stress para os enfermeiros são:...

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