Recursos de colección

Repositório do ISPA Instituto Superior de Psicologia Aplicada (12.289 recursos)

No Repositório do ISPA pode encontrar diversos tipos de documentos, em formato digital, resultantes da produção científica do ISPA designadamente: teses de doutoramento, teses de mestrado, artigos em publicações periódicas nacionais e internacionais, relatórios técnicos, artigos em actas de conferências nacionais e internacionais e capítulos de livros.

PDES - Artigos em revistas nacionais

Mostrando recursos 1 - 20 de 90

  1. Programa de intervenção nas interacções pais-filhos “Desenvolver a Sorrir” – Estudo exploratório

    Zuzarte, Michelle Cristina Luis; Calheiros, Maria Manuela
    Este artigo descreve um Programa de intervenção nas interacções pais-filhos, em contextos lúdicos de aprendizagem, o qual é direccionado para famílias “de risco” com crianças até aos 3 anos. Apresenta ainda, um estudo de carácter exploratório onde se avalia a eficácia do programa. O Programa, que tem por objectivo desenvolver competências parentais através da modelagem e experimentação de interacções positivas em sete sessões, foi aplicado a 19 díades pais (Idade M=28.5; DP=9.48) criança (Idade M=21 meses; DP=0.99) em contexto domiciliário. As interacções das 19 díades foram avaliadas com o NCATS – Teaching Scale e o HOME utilizando-se um desenho de avaliação pré-pós teste. Os resultados indicam diferenças significativas em todas as áreas do meio da criança...

  2. Risco psicossocial e psicopatologia em adolescentes com percurso delinquente

    Lemos, Ida Manuela de Freitas Andrade Timóteo
    Muitos dos estudos realizados no âmbito da delinquência juvenil tendem a dar suporte a uma conceptualização socio-ecológica da delinquência juvenil, a qual sugere que esta é multideterminada pela inter-relação recíproca e dinâmica das características do indivíduo e dos sistemas sociais chave (Agnew, 2003). Neste artigo, apresentamos os resultados de um estudo conduzido com o objectivo de identificar retrospectivamente, num grupo de adolescentes delinquentes, um conjunto de factores de risco psicossocial, tipologia do comportamento delinquente e história de risco ou adversidade psicossocial na infância. A investigação centrou-se ainda na compreensão da relação entre estes factores e indicadores de sintomatologia psicopatológica. O estudo integrou um total de 63 adolescentes abrangidos pela Lei Tutelar Educativa e os dados foram recolhidos...

  3. Risco psicossocial e psicopatologia em adolescentes com percurso delinquente

    Lemos, Ida Manuela de Freitas Andrade Timóteo
    Muitos dos estudos realizados no âmbito da delinquência juvenil tendem a dar suporte a uma conceptualização socio-ecológica da delinquência juvenil, a qual sugere que esta é multideterminada pela inter-relação recíproca e dinâmica das características do indivíduo e dos sistemas sociais chave (Agnew, 2003). Neste artigo, apresentamos os resultados de um estudo conduzido com o objectivo de identificar retrospectivamente, num grupo de adolescentes delinquentes, um conjunto de factores de risco psicossocial, tipologia do comportamento delinquente e história de risco ou adversidade psicossocial na infância. A investigação centrou-se ainda na compreensão da relação entre estes factores e indicadores de sintomatologia psicopatológica. O estudo integrou um total de 63 adolescentes abrangidos pela Lei Tutelar Educativa e os dados foram recolhidos...

  4. Bem-estar subjetivo de adolescentes transplantados de órgãos

    Castro, Elisa Kern de
    O presente estudo tem por objetivo examinar o bem- -estar subjetivo de adolescentes transplantados de órgãos sólidos e sua relação com auto-conceito, auto-estima e variáveis relacionadas à doença e ao transplante. Participaram do estudo 26 adolescentes transplantados com idades variando de 13 a 17 anos de idade, que estavam em tratamento de rotina pós-transplante em três hospitais públicos de Madrid, Espanha. Os adolescentes responderam a instrumentos que medem bem-estar subjetivo, auto-conceito e auto-estima, e a um questionário com dados sócio-demográficos e clínicos. A auto-estima mostrou ser uma variável preditora de estado de ânimo positivo nos adolescentes transplantados, enquanto o auto-conceito pessoal e o tempo em lista de espera foram preditoras de estado de ânimo negativo....

  5. Testes de nomeação rápida: Contributos para a avaliação da linguagem oral

    Albuquerque, Cristina Petrucci; Simões, Mário R.
    A Bateria de Avaliação Neuropsicológica de Coimbra (BANC) integra, entre diversos outros instrumentos de avaliação, um teste de Nomeação Rápida de Cores para crianças com 5 e 6 anos, um teste de Nomeação Rápida de Números e um teste de Nomeação Rápida de Formas e Cores, ambos para crianças dos 7 aos 15 anos. No presente trabalho, apresentam-se dados relativos às propriedades psicométricas destes testes, designadamente à estabilidade temporal, às respectivas intercorrelações e relações com os resultados escolares, e à capacidade de diferenciarem crianças com e sem problemas de aprendizagem. Os resultados obtidos atestam, por um lado, a adequação psicométrica dos testes e, por outro lado, indicam que os testes de Nomeação de Números e...

  6. A inserção do lúdico no tratamento da SIDA pediátrica

    Drummond, Ivana; Pinto, Jorge Andrade; Santana, Weslley Silva Balbino; Modena, Celina Maria; Schall, Virginia Torres
    Este trabalho descreve o significado atribuído por usuários e equipa a uma brinquedoteca que atende crianças e adolescentes seropositivos para SIDA. Elegeu-se como estratégia metodológica a pesquisa qualitativa através da observação participante e entrevistas semi-estruturadas. O grupo estudado constituiu-se de 57 sujeitos e as informações foram trabalhadas na perspectiva da análise de conteúdo, através das seguintes categorias temáticas: A Brinquedoteca como espaço terapêutico, espaço de acolhimento, de troca de experiências; favorecedor da adesão, como “empowerment” (empoderamento) e na formação de recursos humanos. Segundo os entrevistados, no espaço lúdico, os sujeitos podem elaborar suas vivências, podendo favorecer o tratamento e a adesão. O brincar também trouxe uma grande contribuição na humanização do ambulatório. Possibilitou aos familiares trocas de...

  7. Psicologia pediátrica e seus desafios actuais na formação, pesquisa e intervenção

    Menezes, Marina; Moré, Carmen Ocampo; Barros, Luísa
    O presente artigo visa apresentar os desafios actuais da psicologia pediátrica no âmbito da formação, pesquisa e intervenção. Após breve resgate histórico das diferentes áreas que se conjugam na psicologia pediátrica, enquanto campo teórico-científico, analisa-se a formação nessa área, observando-se o constante processo de “desconstrução de saberes tradicionais”, não os renegando enquanto conhecimentos já instituídos cientificamente, mas integrando- os na intervenção e ou pesquisa, a partir das demandas que se impõem ao profissional no contexto infantil. Nessa perspectiva, aponta-se a necessidade do mesmo desenvolver, durante sua formação, as habilidades e competências necessárias para actuar de forma contextualizada com crianças, suas famílias e equipe de saúde. Assim as acções do profissional de psicologia pediátrica...

  8. O coming out de gays e lésbicas e as relações familiares

    Frazão, Pedro; Rosário, Renata
    Escrever sobre gays e lésbicas no contexto da psicologia e da psiquiatria portuguesas parece ser ainda pouco frequente. Contudo, escrever sobre gays e lésbicas e família parece ser ainda mais raro, sobretudo se mergulharmos no campo da terapia familiar. Enquanto terapeutas familiares, preocupa-nos esta separação artificial entre o estudo da população gay e lésbica e o estudo da família, uma vez que a sua raiz parece assentar em estereótipos provenientes da cultura popular e académica de que os gays e lésbicas são pessoas desligadas das suas famílias de origem, pouco envolvidas na construção de um projecto conjugal ou familiar, ou mesmo anti-família. Assim, decidimos estudar o tema do coming out e das relações...

  9. O coming out de gays e lésbicas e as relações familiares

    Frazão, Pedro; Rosário, Renata
    Escrever sobre gays e lésbicas no contexto da psicologia e da psiquiatria portuguesas parece ser ainda pouco frequente. Contudo, escrever sobre gays e lésbicas e família parece ser ainda mais raro, sobretudo se mergulharmos no campo da terapia familiar. Enquanto terapeutas familiares, preocupa-nos esta separação artificial entre o estudo da população gay e lésbica e o estudo da família, uma vez que a sua raiz parece assentar em estereótipos provenientes da cultura popular e académica de que os gays e lésbicas são pessoas desligadas das suas famílias de origem, pouco envolvidas na construção de um projecto conjugal ou familiar, ou mesmo anti-família. Assim, decidimos estudar o tema do coming out e das relações...

  10. Filicídio: Incidência e factores associados

    Freire, Ana Cristina; Figueiredo, Bárbara
    O presente artigo é uma revisão da literatura sobre o filicídio. Define o filicídio do ponto de vista legal e psicológico e refere a sua incidência em diferentes países. Aborda os factores ambientais, parentais e relacionados com a vítima que são susceptíveis de contribuir para o fenómeno. Dentro do filicídio destaca o neonaticídio por ter características muitas próprias que o distinguem dos outros casos de filicídio.

  11. Filicídio: Incidência e factores associados

    Freire, Ana Cristina; Figueiredo, Bárbara
    O presente artigo é uma revisão da literatura sobre o filicídio. Define o filicídio do ponto de vista legal e psicológico e refere a sua incidência em diferentes países. Aborda os factores ambientais, parentais e relacionados com a vítima que são susceptíveis de contribuir para o fenómeno. Dentro do filicídio destaca o neonaticídio por ter características muitas próprias que o distinguem dos outros casos de filicídio.

  12. Relações entre idade desenvolvimental, dimensões do comportamento adaptativo e envolvimento observado

    Pinto, Ana Isabel; Barros, Silvia; Aguiar, Cecília; Pessanha, Manuela; Bairrão, Joaquim
    Este estudo examina a relação entre variáveis de desenvolvimento, dimensões do comportamento adaptativo e o envolvimento observado (interacções da criança com os outros, com os objectos e com ela própria) em contexto de creche. Cento e vinte crianças (com idades compreendidas entre 14 e 49 meses) de 15 creches da Área Metropolitana do Porto participaram no estudo. As crianças foram observadas individualmente nas salas de actividades de forma a determinar a percentagem de tempo que passavam em diferentes níveis e tipos de envolvimento. O seu nível de desenvolvimento foi avaliado através da aplicação de uma escala. As mães avaliaram dimensões do comportamento adaptativo das crianças através de um questionário preenchido com base numa...

  13. Relações entre idade desenvolvimental, dimensões do comportamento adaptativo e envolvimento observado

    Pinto, Ana Isabel; Barros, Silvia; Aguiar, Cecília; Pessanha, Manuela; Bairrão, Joaquim
    Este estudo examina a relação entre variáveis de desenvolvimento, dimensões do comportamento adaptativo e o envolvimento observado (interacções da criança com os outros, com os objectos e com ela própria) em contexto de creche. Cento e vinte crianças (com idades compreendidas entre 14 e 49 meses) de 15 creches da Área Metropolitana do Porto participaram no estudo. As crianças foram observadas individualmente nas salas de actividades de forma a determinar a percentagem de tempo que passavam em diferentes níveis e tipos de envolvimento. O seu nível de desenvolvimento foi avaliado através da aplicação de uma escala. As mães avaliaram dimensões do comportamento adaptativo das crianças através de um questionário preenchido com base numa...

  14. O suporte social e a personalidade são significativos para os objetivos de vida de adolescentes de diferentes configurações familiares?

    Mota, Catarina Pinheiro; Oliveira, Inês
    O suporte social tem vindo a ser evidenciado na literatura pela sua relevância no que concerne a planificação e estabelecimento de objetivos de vida de jovens adolescentes. Vivências emocionais adversas no contexto familiar, nomeadamente perdas significativas e transições podem, todavia, condicionar este processo. A presente investigação objectiva analisar o papel do suporte social no desenvolvimento de objetivos de vida de jovens de diferentes configurações familiares (famílias tradicionais e jovens em acolhimento residencial), sendo ainda testado o papel mediador da personalidade na associação anterior. A amostra foi constituída por 350 jovens adolescentes portugueses de ambos os géneros, com idades compreendidas entre 13 e os 18 anos, provenientes de famílias...

  15. O suporte social e a personalidade são significativos para os objetivos de vida de adolescentes de diferentes configurações familiares?

    Mota, Catarina Pinheiro; Oliveira, Inês
    O suporte social tem vindo a ser evidenciado na literatura pela sua relevância no que concerne a planificação e estabelecimento de objetivos de vida de jovens adolescentes. Vivências emocionais adversas no contexto familiar, nomeadamente perdas significativas e transições podem, todavia, condicionar este processo. A presente investigação objectiva analisar o papel do suporte social no desenvolvimento de objetivos de vida de jovens de diferentes configurações familiares (famílias tradicionais e jovens em acolhimento residencial), sendo ainda testado o papel mediador da personalidade na associação anterior. A amostra foi constituída por 350 jovens adolescentes portugueses de ambos os géneros, com idades compreendidas entre 13 e os 18 anos, provenientes de famílias...

  16. Contributos da teoria da vinculação para a prática clínica desenvolvimental

    Tereno, Susana; Matos, Inês
    As diferenças individuais da qualidade da vinculação representam condições iniciais que, em contexto de interação entre factores biológicos e ambientais, desempenham um papel dinâmico no funciona - mento bio-psico-social do indivíduo. Este artigo apresenta uma breve revisão de literatura da teoria e investigação da vinculação na infância e pretende contribuir para uma perspectiva desenvolvimental na prática clínica. A investigação na vinculação tem-nos esclarecido, sobre os efeitos nas crianças de experiências precoces associadas a: (a) rotinas de cuidados fora de casa; (b) separações; (c) disfunções significativas de prestação de cuidados; (d) características das crianças com necessidades especiais. Apresentamos ainda orientações para a prática clínica dada a centralidade dos...

  17. Contributos da teoria da vinculação para a prática clínica desenvolvimental

    Tereno, Susana; Matos, Inês
    As diferenças individuais da qualidade da vinculação representam condições iniciais que, em contexto de interação entre factores biológicos e ambientais, desempenham um papel dinâmico no funciona - mento bio-psico-social do indivíduo. Este artigo apresenta uma breve revisão de literatura da teoria e investigação da vinculação na infância e pretende contribuir para uma perspectiva desenvolvimental na prática clínica. A investigação na vinculação tem-nos esclarecido, sobre os efeitos nas crianças de experiências precoces associadas a: (a) rotinas de cuidados fora de casa; (b) separações; (c) disfunções significativas de prestação de cuidados; (d) características das crianças com necessidades especiais. Apresentamos ainda orientações para a prática clínica dada a centralidade dos...

  18. Aspetos psicofisiológicos da interação mãe/pai-bebé

    Pereira, Sara; Costa, Raquel; Tojal, Catarina; Tendais, Iva
    Apesar de se conhecer a importância da qualidade dos comportamentos na interação mãe-bebé e pai- -bebé, pouco se conhece sobre os aspetos fisiológicos que lhes estão subjacentes. Objectivo: descrever a resposta fisiológica de mães e pais durante a interação com os filhos. Para o efeito registou-se a frequência cardíaca, a arritmia sinusal respiratória e a condutância da pele de 24 mães e 13 pais durante a interacção com o bebé de acordo com o protocolo Face-to-Face Still-Face (FFSF). Resultados: Verifica-se um aumento da frequência cardíaca durante o episódio face-a-face, uma diminuição no episódio still-face e novo aumento no episódio de recuperação. Verifica-se uma diminuição da arritmia sinusal...

  19. Aspetos psicofisiológicos da interação mãe/pai-bebé

    Pereira, Sara; Costa, Raquel; Tojal, Catarina; Tendais, Iva
    Apesar de se conhecer a importância da qualidade dos comportamentos na interação mãe-bebé e pai- -bebé, pouco se conhece sobre os aspetos fisiológicos que lhes estão subjacentes. Objectivo: descrever a resposta fisiológica de mães e pais durante a interação com os filhos. Para o efeito registou-se a frequência cardíaca, a arritmia sinusal respiratória e a condutância da pele de 24 mães e 13 pais durante a interacção com o bebé de acordo com o protocolo Face-to-Face Still-Face (FFSF). Resultados: Verifica-se um aumento da frequência cardíaca durante o episódio face-a-face, uma diminuição no episódio still-face e novo aumento no episódio de recuperação. Verifica-se uma diminuição da arritmia sinusal...

  20. Contributos para a auto-regulação do bebé no paradigma face-to-face still-face

    Seixas, Íris; Barbosa, Miguel; Fuertes, Marina
    Logo apos o nascimento o recém-nascido apresenta comportamentos instintivos de auto-regulação que lhe permitem controlar as suas respostas motoras e vegetativas isolando-se de estímulos perturba - dores, organizando-se face ao stress e iniciando ou terminando a interacção com os pais. Estes comportamentos evoluem ao longo do primeiro ano de vida. A partir dos 3 meses estes comporta - mentos parecem organizar-se em estilos comportamentais e ter um peso moderado na qualidade da vinculação mãe-filho(a). No intuito de estudar os processos de auto-regulação do bebe e o papel materno na interacção, observamos 98 bebes (46 meninas, 51 primíparos, nascidos com mais de 36 semanas de gestação) e as...

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