Recursos de colección

Repositório do ISPA Instituto Superior de Psicologia Aplicada (11.224 recursos)

No Repositório do ISPA pode encontrar diversos tipos de documentos, em formato digital, resultantes da produção científica do ISPA designadamente: teses de doutoramento, teses de mestrado, artigos em publicações periódicas nacionais e internacionais, relatórios técnicos, artigos em actas de conferências nacionais e internacionais e capítulos de livros.

PDES - Artigos em revistas nacionais

Mostrando recursos 1 - 20 de 57

  1. A criança com doença crónica, os pais e a equipa terapêutica

    Carreiras, Maria Antónia Trigueiros de Castro
    A autora, neste texto, salienta a importância de uma equipa terapêutica envolver, de forma atenta e activa, os pais da criança com doença crónica.

  2. Sobre o choro: Análise de perspectivas teóricas

    Santos, Ana Sofia Correia Dos
    O choro tem sido vastamente estudado como indicador de diagnóstico de desordens de foro neurológico. Contudo, os contributos dos teóricos preocupados com a interacção mãe-bebé sugerem, ainda que indirectamente, a importância desta manifestação – choro – no contexto da relação entre o bebé e uma figura privilegiada. Lebovici sublinha, aliás, a importância do choro neste contexto quando diz: «basta imaginar o que seria a tarefa dos pais na ausência dos gritos: eles deveriam então adivinhar quando o bebé tem fome, quando ele está sujo, e quais são as suas diversas necessidades e desconfortos. Em definitivo, uma situação no primeiro contacto mais calma e menos ansiogénea, seria uma realidade mais preocupante, pois então ela constrangeria...

  3. Sobre o choro: Análise de perspectivas teóricas

    Santos, Ana Sofia Correia Dos
    O choro tem sido vastamente estudado como indicador de diagnóstico de desordens de foro neurológico. Contudo, os contributos dos teóricos preocupados com a interacção mãe-bebé sugerem, ainda que indirectamente, a importância desta manifestação – choro – no contexto da relação entre o bebé e uma figura privilegiada. Lebovici sublinha, aliás, a importância do choro neste contexto quando diz: «basta imaginar o que seria a tarefa dos pais na ausência dos gritos: eles deveriam então adivinhar quando o bebé tem fome, quando ele está sujo, e quais são as suas diversas necessidades e desconfortos. Em definitivo, uma situação no primeiro contacto mais calma e menos ansiogénea, seria uma realidade mais preocupante, pois então ela constrangeria...

  4. O desenvolvimento de competências ortográficas e as interacções sociais

    Almeida, Marta Mendes de; Guerreiro, Marta Carla Valeixo Gomes Carlos; Mata, Maria de Lourdes Estorninho Neves
    Este artigo descreve um trabalho desenvolvido com crianças do 2.” ano de escolaridade, sobre o papel das interacções sociais na escrita de palavras orientadas por uma regra ortográfica e de palavras não orientadas por uma regra ortográfica. Verificámos que o funcionamento interactivo das díades se assumiu como um importante meio de aprendizagem e domínio da escrita. Verificámos também que estas crianças não só explicitaram mais facilmente a escrita de palavras orientadas por uma regra ortográfica, como também evoluíram mais nestes casos, interiorizando a regra e aplicando de forma mais eficaz.

  5. Juízo moral e psicogênese: Um estudovcom escolares de diferentes idades e classes sociais

    Andrade Júnior, Adaleir Alves de; Rossetti, Cláudia Broetto; Santos, Cláudia Cypreste dos; Alves, Rosimar Macedo
    Esta pesquisa pretendeu verificar semelhanças e diferenças entre as respostas dadas as questões sobre regras de jogos e a quatro situações de dilema moral, de forma a classificá-las nos estágios de desenvolvimento moral propostos por Piaget (1932) - anomia, heteronomia e autonomia - em 40 crianças, distribuídas em oito grupos: 6-7 e 1 0- 1 1 anos, NSE superior e inferior, separados igualitariamente entre os sexos. Em aplicação individual e gravada, foi realizado: (a) um ((interrogatório)) sobre as regras de jogos e (b) a leitura de quatro histórias clássicas (punição, responsabilidade subjetiva, justiça e autoridade) propostas por Piaget (1932), adaptadas i realidade local e ao sexo dos sujeitos, cada uma seguida de questões...

  6. Consciência fonológica e aprendizagem da leitura: Mais uma versão da velha questão da galinha e do ovo

    Silva, Ana Cristina
    Este artigo procura analisar a relação entre o desenvolvimento das competências fonológicas e a evolução das conceptualizações infantis sobre a escrita em crianças pré-silábicas, através de dois estudos empíricos. No primeiro procurou-se proceder a um treino no sentido de induzir uma restruturação das representações das crianças sobre a escrita. O treino revelou- se eficaz no sentido de fazer evoluir as crianças para um nível conceptual silábico. Por outro lado verificou-se nas crianças submetidas a este programa uma evolução das suas competências de análise do oral sobretudo ao nível da manipulação de unidades silábicas. No segundo estudo procedeu-se a um programa de treino fonológico com incidência nas unidades silábicas. Este treino permitiu uma evolução significativa das...

  7. Interacções sociais e aprendizagem: A influência do estatuto do par nas dinâmicas interactivas e nos procedimentos de resolução

    Peixoto, Francisco José Brito; Menéres, Maria Sofia Seabra Pereira Cabral
    O presente trabalho teve como objectivo a comparação da indução de estatuto em duas condições de assimetria com uma situação de interacção simétrica. Como hipótese geral partimos da ideia de que as interacções assimétricas desencadeariam maior predominância de regulações relacionais e, como consequência, os sujeitos envolvidos nesse tipo de dinâmicas apresentariam menos benefícios que os seus congéneres implicados em situações de interacção simétricas. A amostra foi constituída por 36 crianças, com idades compreendidas entre os 4 anos e 5 meses e os 6 anos, de dois Jardins de Infância de Lisboa. Das 36 crianças, 30 não souberam resolver correctamente a tarefa proposta, no pré-teste, enquanto as restantes 6 o conseguiram. Foi utilizada uma tarefa...

  8. Diferenças de sexo nas atribuições causais: Inconsistências e viés

    Faria, Luísa
    O estudo das diferenças de sexo nas atribuições causais e suas dimensões apresenta resultados inconsistentes, modelos diversos e viés relacionados com o tipo de tarefas usadas nos estudos, com o contexto em que decorrem e, ainda, com variáveis motivacionais e relativas aos papéis sexuais, responsáveis por diferenças de sexo nas atribuições causais. O facto dos diferentes modelos (da externalidade global, da auto-depreciação e das baixas expectativas) para explicarem as diferenças de sexo nos padrões atribucionais, apresentarem como conclusão comum, apenas a evidência de que as raparigas não atribuem o seu sucesso à elevada capacidade, existindo uma maior tendência destas para atribuirem os seus resultados à sorte (Frieze, Whitley, Hanusa & McHugh, 1982), sugere a...

  9. Erro educacional fundamental nos domínios moral, pró-social e académico: Dados empíricos e implicações educacionais

    Sampaio, Ana Cristina; Lourenço, Orlando
    Este artigo apresenta um estudo empírico sobre o erro educacional fundamental (Lourenço, 1994) em contexto educativo e familiar. Os participantes foram 96 crianças (i.e., 48 do 1.º ano e 48 do 4.º ano de escolaridade), os seus professores (N=96) e os seus pais (N=192; i.e., 96 mães e 96 pais). Cada um dos participantes foi confrontado, primeiro, com histórias de transgressão e de adesão moral, pró-social e académica e solicitado, depois, a escolher entre sanccionar o protagonista da transgressão e elogiar o protagonista da adesão ou cumprimento da norma. Os resultados mostram (1) que o erro educacional fundamental foi cometido tanto pelas crianças como pelos seus educadores (i.e., pais, mães e professores); (2)...

  10. «O que é, bebé?», ou o que a Mãe diz ao Recém-nascido no Contacto Precoce

    Carreiras, Maria Antónia Carreiras; Monteiro, Hk Benedicta; Carvalho, Arnaldo; Patrício, Madalena; Garcia, Fernanda Torgal; Pedro, João C. Gomes
    Com o presente estudo, que se insere numa investigação mais lata sobre padrões de comunicação precoce mãe-criança, pretende-se descrever algumas das características da linguagem verbal que as mães dirigem aos seus filhos, durante o contacto-precoce e da forma como o bebé real é, nesse momento, percepcionado e investido pela mãe. Para tal realizou-se o registo auditivo do contacto precoce de 30 pares de mães-bebés. Posteriormente analisou-se o discurso materno que foi classificado em diversas categorias relacionadas com aspectos da estrutura sintáctica e com análise de conteúdo. Constatou-se que as mães recorrem pouco a expressao verbal, no primeiro contacto com os seus filhos. Quando o fazem utilizam uma linguagem que tem características da «fala de bebé))...

  11. «O que é, bebé?», ou o que a Mãe diz ao Recém-nascido no Contacto Precoce

    Carreiras, Maria Antónia Trigueiros de Castro; Monteiro, Hk Benedicta; Carvalho, Arnaldo; Patrício, Madalena; Garcia, Fernanda Torgal; Pedro, João C. Gomes
    Com o presente estudo, que se insere numa investigação mais lata sobre padrões de comunicação precoce mãe-criança, pretende-se descrever algumas das características da linguagem verbal que as mães dirigem aos seus filhos, durante o contacto-precoce e da forma como o bebé real é, nesse momento, percepcionado e investido pela mãe. Para tal realizou-se o registo auditivo do contacto precoce de 30 pares de mães-bebés. Posteriormente analisou-se o discurso materno que foi classificado em diversas categorias relacionadas com aspectos da estrutura sintáctica e com análise de conteúdo. Constatou-se que as mães recorrem pouco a expressao verbal, no primeiro contacto com os seus filhos. Quando o fazem utilizam uma linguagem que tem características da «fala de bebé))...

  12. Deslumbramento e bom-senso: Pequeno ensaio sobre a história e os direitos da criança e da família

    Sá, Eduardo
    O autor reflecte sobre alguns momentos-chave da história da criança, daí partindo para algumas reflexões acerca dos direitos da criança e da família.

  13. Cognitive status as a risk factor for maladjustment in children with a physical disability

    Wallander, Jan L.; Becker, Lise M.
    Investigated the association between cognitive status and adjustment in children who have a physical disability, in three independent studies. In Study 1, 119 mothers reported on the cognitive status and behavioral adjustment of their children, ages 2-18, who had varying physical or sensory impairments. In Study 2, the intellectual level of 50 children, ages 6-1 1, with either spina bifida or cerebral palsy, was estimated from cognitive test information while mothers reported on the children’s behavioral adjustment. In Study 3,66 adolescents, ages 11-18, with a physical disability completed an IQ test and reported on their behavioral adjustment, as did their mothers. Severity of physical disability was also assessed in each study. No relationships could...

  14. Um bebé diferente

    Pimentel, Júlia van Zeller de Serpa
    Este artigo resume a investigação feita no âmbito da Dissertação de Mestrado em Psicologia Educacional, apresentada, em 1996, no Instituto Superior de Psicologia Aplicada, sob o título «Um bebé diferente: da individualidade da interacção à especificidade da intervenção»

  15. As actividades expressivas e criativas... são experiências científicas

    Onofre, Pedro Soares
    O autor, analisando que é no Brincar que a criança começa a dar sentido às coisas e que isso é o seu viver e o seu aprender, dá conta de que estudar o Comportamento Lúdico e o Jogo é estudar a sua vida cultural. O adulto e a escola, julgando que jogar é, antes, uma forma transitória, endurecem e impõem a pedagogia em nome da disciplina e da rentabilidade. É urgente que o adulto reaprenda a Jogar e, pondo os pés na terra, perceba que a criança vive jogando e isso é tão genético como o sangue que Lhe corre nas veias...!!! Como o adulto, o miúdo cria, recolhe, elabora,...

  16. Sangues

    Horta, Maria Teresa
    inexistente

  17. Os jovens e a aprendizagem da violência na familia: Filho de peixe sabe nadar

    Silva, Luísa Ferreira da
    No presente artigo, procura-se compreender o conceito de ((criança maltratada)), conceito usado vulgarmente numa acepção médico-social e movendo preocupações de ordem jurídica ligadas com a protecção a criança em risco. Estudo empírico realizado em Portugal mostra a importância do fenómeno de agressão física as crianças na sociedade portuguesa.

  18. Vinculação e estilos de comunicação da criança

    Veríssimo, Manuela; Blicharski, Teresa; Strayer, F. Francis; Santos, António José
    A maioria dos investigadores, no domínio do desenvolvimento da criança, defende uma visão multifacetada da comunicação precoce em que a linguagem, tipo de informação e tonalidade afectiva são considerados meios comunicativos importantes. Contudo, estudos empíricos sobre a comunicação mãe-criança raramente examinam em simultâneo estes três aspectos do processo comunicativo. No presente estudo, 52 díades mãe-criança foram filmadas em casa durante uma sessão de jogo semi-estruturado. Os dados obtidos a partir de três taxonomias (actos de linguagem, tipo de informação e estado afectivo) foram relacionados com base no tempo de ocorrência. Análises hierárquicas de clusters dos índices obtidos revelaram três estilos comunicativos. As crianças do primeiro cluster orientam a actividade da mãe; as crianças do segundo cluster...

  19. A harpa silenciosa

    Carreiras, Maria Antónia Trigueiros de Castro
    Pretende-se, neste estudo, compreender a forma como uma mãe (escolhida como exemplo paradigmático) lida com a dor mental provocada pelo diagnóstico (ocorrido durante a gravidez) de hidronefrose no seu bebé. Constata-se que ela manifesta, para além de particularidades específicas do seu funcionamento mental, dificuldade em investir o seu bebé e, sobretudo, em pensar e verbalizar o que considera impensável: gerar um filho doente.

  20. A Intervenção do psicólogo na consulta de neonatologia e desenvolvimento

    Brazão, Sílvia; Pais, Margarida; Baptista, Marta
    Com este artigo, as autoras pretendem realizar uma abordagem sobre a intervenção do psicólogo na Consulta de Neonatologia e Desenvolvimento, com especial atenção para o papel que é exercido nesse contexto e para as áreas de intervenção que se revelam mais importantes. São focadas, em particular, as medidas de actuação utilizadas pelas psicólogas na CND da Maternidade Dr. Alfredo da Costa.

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