Recursos de colección

Repositório do ISPA Instituto Superior de Psicologia Aplicada (11.586 recursos)

No Repositório do ISPA pode encontrar diversos tipos de documentos, em formato digital, resultantes da produção científica do ISPA designadamente: teses de doutoramento, teses de mestrado, artigos em publicações periódicas nacionais e internacionais, relatórios técnicos, artigos em actas de conferências nacionais e internacionais e capítulos de livros.

PDES - Artigos em revistas nacionais

Mostrando recursos 1 - 20 de 77

  1. O suporte social e a personalidade são significativos para os objetivos de vida de adolescentes de diferentes configurações familiares?

    Mota, Catarina Pinheiro; Oliveira, Inês
    O suporte social tem vindo a ser evidenciado na literatura pela sua relevância no que concerne a planificação e estabelecimento de objetivos de vida de jovens adolescentes. Vivências emocionais adversas no contexto familiar, nomeadamente perdas significativas e transições podem, todavia, condicionar este processo. A presente investigação objectiva analisar o papel do suporte social no desenvolvimento de objetivos de vida de jovens de diferentes configurações familiares (famílias tradicionais e jovens em acolhimento residencial), sendo ainda testado o papel mediador da personalidade na associação anterior. A amostra foi constituída por 350 jovens adolescentes portugueses de ambos os géneros, com idades compreendidas entre 13 e os 18 anos, provenientes de famílias...

  2. O suporte social e a personalidade são significativos para os objetivos de vida de adolescentes de diferentes configurações familiares?

    Mota, Catarina Pinheiro; Oliveira, Inês
    O suporte social tem vindo a ser evidenciado na literatura pela sua relevância no que concerne a planificação e estabelecimento de objetivos de vida de jovens adolescentes. Vivências emocionais adversas no contexto familiar, nomeadamente perdas significativas e transições podem, todavia, condicionar este processo. A presente investigação objectiva analisar o papel do suporte social no desenvolvimento de objetivos de vida de jovens de diferentes configurações familiares (famílias tradicionais e jovens em acolhimento residencial), sendo ainda testado o papel mediador da personalidade na associação anterior. A amostra foi constituída por 350 jovens adolescentes portugueses de ambos os géneros, com idades compreendidas entre 13 e os 18 anos, provenientes de famílias...

  3. Contributos da teoria da vinculação para a prática clínica desenvolvimental

    Tereno, Susana; Matos, Inês
    As diferenças individuais da qualidade da vinculação representam condições iniciais que, em contexto de interação entre factores biológicos e ambientais, desempenham um papel dinâmico no funciona - mento bio-psico-social do indivíduo. Este artigo apresenta uma breve revisão de literatura da teoria e investigação da vinculação na infância e pretende contribuir para uma perspectiva desenvolvimental na prática clínica. A investigação na vinculação tem-nos esclarecido, sobre os efeitos nas crianças de experiências precoces associadas a: (a) rotinas de cuidados fora de casa; (b) separações; (c) disfunções significativas de prestação de cuidados; (d) características das crianças com necessidades especiais. Apresentamos ainda orientações para a prática clínica dada a centralidade dos...

  4. Contributos da teoria da vinculação para a prática clínica desenvolvimental

    Tereno, Susana; Matos, Inês
    As diferenças individuais da qualidade da vinculação representam condições iniciais que, em contexto de interação entre factores biológicos e ambientais, desempenham um papel dinâmico no funciona - mento bio-psico-social do indivíduo. Este artigo apresenta uma breve revisão de literatura da teoria e investigação da vinculação na infância e pretende contribuir para uma perspectiva desenvolvimental na prática clínica. A investigação na vinculação tem-nos esclarecido, sobre os efeitos nas crianças de experiências precoces associadas a: (a) rotinas de cuidados fora de casa; (b) separações; (c) disfunções significativas de prestação de cuidados; (d) características das crianças com necessidades especiais. Apresentamos ainda orientações para a prática clínica dada a centralidade dos...

  5. Aspetos psicofisiológicos da interação mãe/pai-bebé

    Pereira, Sara; Costa, Raquel; Tojal, Catarina; Tendais, Iva
    Apesar de se conhecer a importância da qualidade dos comportamentos na interação mãe-bebé e pai- -bebé, pouco se conhece sobre os aspetos fisiológicos que lhes estão subjacentes. Objectivo: descrever a resposta fisiológica de mães e pais durante a interação com os filhos. Para o efeito registou-se a frequência cardíaca, a arritmia sinusal respiratória e a condutância da pele de 24 mães e 13 pais durante a interacção com o bebé de acordo com o protocolo Face-to-Face Still-Face (FFSF). Resultados: Verifica-se um aumento da frequência cardíaca durante o episódio face-a-face, uma diminuição no episódio still-face e novo aumento no episódio de recuperação. Verifica-se uma diminuição da arritmia sinusal...

  6. Aspetos psicofisiológicos da interação mãe/pai-bebé

    Pereira, Sara; Costa, Raquel; Tojal, Catarina; Tendais, Iva
    Apesar de se conhecer a importância da qualidade dos comportamentos na interação mãe-bebé e pai- -bebé, pouco se conhece sobre os aspetos fisiológicos que lhes estão subjacentes. Objectivo: descrever a resposta fisiológica de mães e pais durante a interação com os filhos. Para o efeito registou-se a frequência cardíaca, a arritmia sinusal respiratória e a condutância da pele de 24 mães e 13 pais durante a interacção com o bebé de acordo com o protocolo Face-to-Face Still-Face (FFSF). Resultados: Verifica-se um aumento da frequência cardíaca durante o episódio face-a-face, uma diminuição no episódio still-face e novo aumento no episódio de recuperação. Verifica-se uma diminuição da arritmia sinusal...

  7. Contributos para a auto-regulação do bebé no paradigma face-to-ace still-face

    Seixas, Íris; Barbosa, Miguel; Fuertes, Marina
    Logo apos o nascimento o recém-nascido apresenta comportamentos instintivos de auto-regulação que lhe permitem controlar as suas respostas motoras e vegetativas isolando-se de estímulos perturba - dores, organizando-se face ao stress e iniciando ou terminando a interacção com os pais. Estes comportamentos evoluem ao longo do primeiro ano de vida. A partir dos 3 meses estes comporta - mentos parecem organizar-se em estilos comportamentais e ter um peso moderado na qualidade da vinculação mãe-filho(a). No intuito de estudar os processos de auto-regulação do bebe e o papel materno na interacção, observamos 98 bebes (46 meninas, 51 primíparos, nascidos com mais de 36 semanas de gestação) e as...

  8. Contributos para a auto-regulação do bebé no paradigma face-to-ace still-face

    Seixas, Íris; Barbosa, Miguel; Fuertes, Marina
    Logo apos o nascimento o recém-nascido apresenta comportamentos instintivos de auto-regulação que lhe permitem controlar as suas respostas motoras e vegetativas isolando-se de estímulos perturba - dores, organizando-se face ao stress e iniciando ou terminando a interacção com os pais. Estes comportamentos evoluem ao longo do primeiro ano de vida. A partir dos 3 meses estes comporta - mentos parecem organizar-se em estilos comportamentais e ter um peso moderado na qualidade da vinculação mãe-filho(a). No intuito de estudar os processos de auto-regulação do bebe e o papel materno na interacção, observamos 98 bebes (46 meninas, 51 primíparos, nascidos com mais de 36 semanas de gestação) e as...

  9. Ser pai: Transformações intergeracionais na paternidade

    Balancho, Maria Leonor Janeiro Segurado de Falé
    O estudo psicológico da paternidade e dos seus impactos em pais e filhos ganhou uma incidência internacional crescente desde os anos setenta. A concepção de mudança associada à forma de concretizar a paternidade nas últimas gerações tem sido polémica, com estudos demonstrando mudanças nalgumas das dimensões da relação pai-filhos, e outros indiciando que os novos formatos de família, muito em particular a separação e divórcio, e o excesso de horas laborais, vieram afastar o pai – mais do que aproximar – da educação dos filhos. Perante a ausência, em Portugal, de investigações neste domínio, o estudo aqui apresentado, realizado com uma amostra de pais, avós e filhos, foi avaliar a eventual transformação...

  10. Ser pai: Transformações intergeracionais na paternidade

    Balancho, Maria Leonor Janeiro Segurado de Falé
    O estudo psicológico da paternidade e dos seus impactos em pais e filhos ganhou uma incidência internacional crescente desde os anos setenta. A concepção de mudança associada à forma de concretizar a paternidade nas últimas gerações tem sido polémica, com estudos demonstrando mudanças nalgumas das dimensões da relação pai-filhos, e outros indiciando que os novos formatos de família, muito em particular a separação e divórcio, e o excesso de horas laborais, vieram afastar o pai – mais do que aproximar – da educação dos filhos. Perante a ausência, em Portugal, de investigações neste domínio, o estudo aqui apresentado, realizado com uma amostra de pais, avós e filhos, foi avaliar a eventual transformação...

  11. Intervenção precoce: Focada na criança ou centrada na família e na comunidade?

    Almeida, Isabel Chaves de
    A Intervenção Precoce dirige-se às famílias e às crianças. Deverá, portanto, preocupar-se com os aspectos ligados à promoção do desenvolvimento da criança, assim como com o apoio global à família. Na perspectiva ecossistémica, que hoje se defende, estas respostas deverão ser integradas e inserir-se nos contextos de vida das famílias. Pôr em prática este tipo de abordagem não é fácil e mesmo em países como os Estados Unidos, se reconhece a existência de uma discrepância entre as práticas ideais dos profissionais e as suas práticas reais (Bailey, 1994). E em Portugal, o que se passa? Sobre isto tentámos deixar algumas pistas com base em alguns dados empíricos.

  12. Intervenção precoce: Focada na criança ou centrada na família e na comunidade?

    Almeida, Isabel Chaves de
    A Intervenção Precoce dirige-se às famílias e às crianças. Deverá, portanto, preocupar-se com os aspectos ligados à promoção do desenvolvimento da criança, assim como com o apoio global à família. Na perspectiva ecossistémica, que hoje se defende, estas respostas deverão ser integradas e inserir-se nos contextos de vida das famílias. Pôr em prática este tipo de abordagem não é fácil e mesmo em países como os Estados Unidos, se reconhece a existência de uma discrepância entre as práticas ideais dos profissionais e as suas práticas reais (Bailey, 1994). E em Portugal, o que se passa? Sobre isto tentámos deixar algumas pistas com base em alguns dados empíricos.

  13. Apoio à família e formação parental

    Coutinho, Maria Teresa Perlico Machado Brandão Pereira
    Enquadrado nos modelos mais actualizados, em termos de Intervenção Precoce, o envolvimento activo dos pais, no processo de intervenção com os seus filhos, surge como uma forma inequívoca de potenciar e maximizar o desenvolvimento da criança. Pese embora o facto de tais modelos apontarem para as necessidades de colaboração estreita e nivelamento das relações entre pais e profissionais (através do estabelecimento de parcerias), tal só acontecerá, de facto, se os pais melhorarem o seu nível de informação, sobre temáticas relacionadas com a saúde, desenvolvimento e aprendizagem do seu filho. A criação deste tipo de oportunidades parece-nos extremamente útil e importante para os pais, permitindo-lhes sentirem-se mais informados, e eventualmente, mais competentes, em matérias que...

  14. Apoio à família e formação parental

    Coutinho, Maria Teresa Perlico Machado Brandão Pereira
    Enquadrado nos modelos mais actualizados, em termos de Intervenção Precoce, o envolvimento activo dos pais, no processo de intervenção com os seus filhos, surge como uma forma inequívoca de potenciar e maximizar o desenvolvimento da criança. Pese embora o facto de tais modelos apontarem para as necessidades de colaboração estreita e nivelamento das relações entre pais e profissionais (através do estabelecimento de parcerias), tal só acontecerá, de facto, se os pais melhorarem o seu nível de informação, sobre temáticas relacionadas com a saúde, desenvolvimento e aprendizagem do seu filho. A criação deste tipo de oportunidades parece-nos extremamente útil e importante para os pais, permitindo-lhes sentirem-se mais informados, e eventualmente, mais competentes, em matérias que...

  15. O que é ser criança? Da genética ao comportamento

    Gomes, Pedro, João C.
    Este artigo foi originalmente publicado em Novos Desafios à Bioética, Porto Editora, 2001. Foi reeditado, neste número especial de Análise Psicológica, com as devidas autorizações.

  16. O que é ser criança? Da genética ao comportamento

    Gomes, Pedro, João C.
    Este artigo foi originalmente publicado em Novos Desafios à Bioética, Porto Editora, 2001. Foi reeditado, neste número especial de Análise Psicológica, com as devidas autorizações.

  17. Consulta de Psicologia Pediátrica do Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha – Casuística de 1993/95

    Neto, Teresa
    Este trabalho analisa a evolução dos serviços prestados na consulta de Psicologia Pediátrica do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha na sua relação com outros serviços e instituições. Constata-se que o principal motivo de envio à consulta de Psicologia Pediátrica é a problemática comportamental (39.3%) e não tanto a problemática desenvolvimental. Na mesma linha de atitude, a avaliação e tratamento de problemas comportamentais é a expectativa de intervenção mais frequente das fontes de encaminhamento (26%). A intervenção mais frequente é a avaliação (43.1%). Tal é naturalmente relacionável com a pressão da procura sobre esta consulta. Analisando as categorias diagnósticas, verificamos que as mais frequentes, «Problemas Psicossociais e Ambientais» (16.7%), «Perturbações de Comportamento não patológicas» (15.5%) e «Problemas...

  18. Consulta de Psicologia Pediátrica do Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha – Casuística de 1993/95

    Neto, Teresa
    Este trabalho analisa a evolução dos serviços prestados na consulta de Psicologia Pediátrica do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha na sua relação com outros serviços e instituições. Constata-se que o principal motivo de envio à consulta de Psicologia Pediátrica é a problemática comportamental (39.3%) e não tanto a problemática desenvolvimental. Na mesma linha de atitude, a avaliação e tratamento de problemas comportamentais é a expectativa de intervenção mais frequente das fontes de encaminhamento (26%). A intervenção mais frequente é a avaliação (43.1%). Tal é naturalmente relacionável com a pressão da procura sobre esta consulta. Analisando as categorias diagnósticas, verificamos que as mais frequentes, «Problemas Psicossociais e Ambientais» (16.7%), «Perturbações de Comportamento não patológicas» (15.5%) e «Problemas...

  19. A força do pensamento deôntico: O vitimizador feliz na atribuição de emoções na criança

    Lourenço, Orlando
    Este artigo tem dois objectivos centrais. Primeiro, analisar as emoções positivas e negativas que as crianças atribuem a transgressores de normas morais em duas condições distintas (i.e., factual e descritiva; deôntica e prescritiva). Segundo, relacionar estas emoções com uma medida de comportamento pró-social das crianças numa situação de altruísmo. Cinquenta e quatro crianças de dois níveis etários (i.e., 5-6 anos; 8- -9 anos) foram (a) confrontadas com três exemplos de transgressões morais; (b) solicitadas a atribuir emoções positivas ou negativas ao transgressor em ambas as condições; e (c) colocadas depois numa situação onde podiam doar algumas das guloseimas recebidas pela sua participação na investigação. Os resultados mostram que (1) o número de vitimizadores...

  20. A força do pensamento deôntico: O vitimizador feliz na atribuição de emoções na criança

    Lourenço, Orlando
    Este artigo tem dois objectivos centrais. Primeiro, analisar as emoções positivas e negativas que as crianças atribuem a transgressores de normas morais em duas condições distintas (i.e., factual e descritiva; deôntica e prescritiva). Segundo, relacionar estas emoções com uma medida de comportamento pró-social das crianças numa situação de altruísmo. Cinquenta e quatro crianças de dois níveis etários (i.e., 5-6 anos; 8- -9 anos) foram (a) confrontadas com três exemplos de transgressões morais; (b) solicitadas a atribuir emoções positivas ou negativas ao transgressor em ambas as condições; e (c) colocadas depois numa situação onde podiam doar algumas das guloseimas recebidas pela sua participação na investigação. Os resultados mostram que (1) o número de vitimizadores...

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