Recursos de colección

Repositório do ISPA Instituto Superior de Psicologia Aplicada (10.410 recursos)

No Repositório do ISPA pode encontrar diversos tipos de documentos, em formato digital, resultantes da produção científica do ISPA designadamente: teses de doutoramento, teses de mestrado, artigos em publicações periódicas nacionais e internacionais, relatórios técnicos, artigos em actas de conferências nacionais e internacionais e capítulos de livros.

PDES - Artigos em revistas nacionais

Mostrando recursos 1 - 20 de 34

  1. Concepções das crianças em idade escolar sobre jogo e trabalho em diferentes contextos educativos.

    Morgado, Lina
    inexistente

  2. Desenvolvimento das conceptualizações infantis sobre escrita: Papel das interacções sociais.

    Mata, Maria de Lourdes Estorninho Neves
    Inexixtente

  3. A Interacção de tutela mãe-criança: Processos interindividuais e intraindividuais.

    Fidalgo, Zilda
    Na linha do desenvolvimento das teses de Vygotsky, este artigo refere uma análise da interação de tutela mãe-criança, em que foi possível distinguir dois tipos de processos interactivos diferenciados, quer no que diz respeito ao tipo de regulação da acção da criança, quer no que respeita a outras funções de suporte, que mostram ter consequências no processo de internalização na criança, nomeadamente quanto ao seu nível de auto-regulação. Estas diferenças são atribuíveis as experiências sócio-culturais das mães, e suas consequências quer ao nível da representação da situação proposta, quer ao nível da construção de práticas educativas parentais.

  4. O estilo de reminiscência nas interações mãe-criança e pai-criança.

    Rebelo, Ana Sofia Garcia; Maia, Joana Branco; Gatinho, Ana Rita dos Santos; Coelho, Leandra Marques; Torres, Nuno; Veríssimo, Manuela
    Nas últimas décadas, a investigação na área da reminiscência adulto-criança tem-se debruçado, essencial - mente, sobre a forma como as mães conversam sobre eventos passados com os seus filhos. Contudo, mais recentemente, os investigadores têm procurado compreender a importância do pai no desenvolvi - mento da comunicação infantil. O presente estudo explora as diferenças do estilo de reminiscência nas díades mãe-criança e pai-criança, em função do sexo desta. Participaram 79 crianças portuguesas (40 raparigas e 39 rapazes), com uma média de 56.93 meses de idade, e respectivas figuras parentais (mãe, n=75 e pai, n=57), 53 destas tinham dados com as díades mãe e pai. As díades...

  5. Cancro da mama vivido na relação mãe-filhos e na parentalidade

    Tavares, Rita; Matos, Paula Mena
    O diagnóstico de Cancro da Mama (CM) desencadeia uma crise na doente e no seu sistema familiar, levando a mudanças no seu modo de funcionamento. O presente estudo tem como objetivos analisar as mudanças percebidas, a curto e a longo prazo, na relação mãe-filhos e na parentalidade na sequência do diagnóstico de CM materno, bem como analisar de que forma “ser mãe” influenciou o modo como as pacientes lidaram com o CM. Foram entrevistadas 17 mulheres sobreviventes de CM com filhos dependentes no momento do diagnóstico através de uma entrevista semiestruturada. Os dados foram analisados segundo a Grounded Theory. Os resultados demonstraram que esta experiência desencadeia...

  6. A Prematuridade na Perspectiva das mães: Estado psicoemocional, autoestima e bonding em mães primíparas e multíparas

    Alexandre, Joana Dias; Monteiro, Lígia Maria Santos; Branco, Irina; Franco, Carla
    A literatura tem referido que a prematuridade do bebé gera nas mães níveis mais elevados de ansiedade, sentimentos depressivos, assim como níveis mais baixos de autoestima, comparativamente com mães de bebés de termo, o que poderá conduzir a um envolvimento emocional mais negativo com o recémnascido. Essa vivência parece variar em função da paridade das mães (i.e., mãe pela primeira vez vs. multípara) não obstante não serem muito claras as particularidades desta variável. Este estudo teve como objetivo analisar num grupo de mães primíparas e multíparas com bebés prematuros, as associações entre o estado Psicoemocional, a Autoestima e o Bonding maternos. Participaram 50 mães (27 primíparas e...

  7. Risco e regulação emocional em idade pré-escolar: A qualidade das interações dos educadores de infância como potencial moderador

    Cadima, Joana; Ferreira, Tiago; Guedes, Carolina; Vieira, Joana; Leal, Teresa; Matos, Paula Mena
    A investigação tem demonstrado que as crianças em desvantagem social enfrentam muitos desafios e estão mais vulneráveis a desenvolver dificuldades ao nível da regulação emocional, sendo extremamente relevante identificar fatores protetores que moderem esta vulnerabilidade, de modo a identificar formas de alterar as trajetórias desenvolvimentais. No presente estudo, foi analisado o papel moderador das interações do educador de infância no desenvolvimento da regulação emocional. Os participantes incluíram 345 crianças em idade pré-escolar de dois ambientes sociais distintos: em risco sociocultural (n=183) e em situação de não risco sociocultural. A regulação emocional foi avaliada através de um questionário ao educador, o Emotion Regulation Checklist (ERC; Shields & Cichetti, 1997)....

  8. Sobre a vida e obra de Melanie Klein

    Luzes, Pedro
    Inexistente

  9. Comentários sobre o significado da obra de Piaget para a Psicanálise

    Sandler, Anne-Marie
    ln this paper, the author describes Piaget’s basic assurnptions and formulations, and assesses their significance for psychoanalysis. Piagetian stages in cognitive development are described and briefly analysed. ln the analytic situation, the patient functions simultaneously at two different levels, one of them (the conscious level) attuned to the aditlt world; the other (the unconscious) makes use of structitres which are much more primitive in imture, bearing the hallmark of significant modes of functioning, including aspects of cognition derived from various early stages. The author stands that childhood theories, be. liefs, assumptions and premises continue to operate in the present and thaí any new information or experience will be apperceived and respoluled to according to the theories and structures...

  10. Entre Talcott Parsons e Piaget

    Jesuíno, Jorge Correia
    Inexistente

  11. O tempo é uma criança que brinca com o acaso: O reino de uma criança: Apresentação

    Jesuíno, Jorge Correia
    Inexistente

  12. Protótipos de vinculação amorosa : Bem-estar psicológico e psicopatologia em jovens de famílias intactas e divorciadas

    Melo, Olga Soares; Mota, Catarina Pinheiro
    De acordo com o modelo bidimensional de Bartholomew os indivíduos desenvolvem a sua identidade e constroem a perceção de si e dos outros, de acordo com as representações transmitidas pelas figuras significativas de afeto. Os protótipos de vinculação amorosa, associam-se ao desenvolvimento da saúde mental e bem-estar psicológico nos jovens. Numa amostra de 334 jovens entre os 13 e os 25 anos, pretende-se analisar em que medida os protótipos de vinculação diferem em função da idade, género, configuração familiar, bem-estar psicológico e psicopatologia. Foram encontradas diferenças significativas dos protótipos de vinculação face ao género e psicopatologia, contudo não foram observadas diferenças no que respeita à idade, configuração...

  13. Qualidade da vinculação percebida por mães e crianças em idade escolar provenientes de diferentes tipos de família

    Simões, Sónia Catarina Carvalho; Filipe, Filipa Nunes Vicente Filipe de Oliveira; Farate, Carlos Manuel da Cruz
    A literatura tem referido que as crianças de famílias nucleares apresentam uma vinculação mais segura comparativamente às de famílias monoparentais ou reconstituídas. Foram objetivos deste estudo investigar a qualidade da vinculação em crianças em idade escolar pertencentes a famílias nucleares, monoparentais e reconstituídas e observar a convergência entre perceção materna dos comportamentos de vinculação e representação da qualidade de vinculação das crianças. É um estudo transversal, com 168 crianças dos 8 aos 11 anos (M=9.17) e respetivas mães. O protocolo de investigação incluiu o Separation Anxiety Test (SAT) e a Escala de Perceção Materna do Comportamento de Vinculação da Criança (PCV-M). Os resultados mostram não haver convergência significativa entre...

  14. Modelos internos dinâmicos de vinculação : Uma metáfora conceptual?

    Maia, Joana Branco; Veríssimo, Manuela; Ferreira, Bruno; Silva, Filipa; Pinto, Alexandra Maria Pereira Inácio Sequeira
    É inegável que, no contexto da investigação sobre as implicações desenvolvimentais das relações de vinculação, o conceito de Modelos Internos Dinâmicos (MID) tem vindo a assumir uma capacidade explicativa crescente e extensiva (ver Bretherton & Munholland, 2008; Thompson, 2008b). Todavia, apesar da centralidade dos MID na Teoria da vinculação, é de referir o “caos calmo” que parece existir na literatura ainda hoje, mais de 50 décadas de estudos depois, à volta da utilização desta metáfora conceptual que, embora apelativa, não corresponde ainda a um constructo teórico solidamente definido e empiricamente testável (ver Bretherton, 2005; Delius, Bovenschen, & Spangler, 2008; Thompson, 2008a). De forma a percebermos melhor o...

  15. Estilos parentais e relações de vinculação

    Cardoso, Jordana Pinto; Veríssimo, Manuela
    A qualidade dos cuidados parentais, no contexto das relações precoces, tem sido apontada como fundamental para o desenvolvimento das crianças. No presente artigo abordamos a tipologia dos estilos educativos parentais proposta por Baumrind, e o impacto dos estilos parentais no desenvolvimento infantil. Seguidamente, são explicitados conceitos como o de relação de vinculação, base-segura e sensibilidade parental, com referência também à investigação que se debruça sobre o impacto das relações de vinculação no desenvolvimento. Finalmente, destacam-se os pontos em comum entre estes dois domínios da parentalidade, os estudos encontrados e uma reflexão sobre o futuro da investigação neste campo.

  16. Teoria da mente ao longo do desenvolvimento normativo : Da idade escolar até à idade adulta

    Martins, Carla; Barreto, Ana Luísa; Castiajo, Paula
    A teoria da mente, enquanto marco do desenvolvimento sócio-cognitivo normativo emergente em idade pré-escolar, define-se como a capacidade para compreender e atribuir estados mentais – desejos, cognições, crenças e emoções – a si e aos outros, o que, por seu turno, permite a previsão e interpretação do comportamento dos outros (Astington & Barriault, 2001). Mas como se carateriza a teoria da mente no âmbito do desenvolvimento normativo ao longo do ciclo vital? E como se avalia? O presente artigo pretende responder a ambas as questões através de uma revisão teórica deste constructo no âmbito do desenvolvimento normativo em idade escolar, adolescência e idade adulta e uma síntese...

  17. Scaffolding verbal materno no âmbito de uma tarefa de elicitação narrativa em crianças de idade pré-escolar

    Carvalho, Joana Rita David; Martins, Carla; Martins, Eva Costa; Osório, Ana; Carvalho, Maria João; Soares, Isabel
    O scaffolding tem sido estudado no âmbito de tarefas de resolução de problemas, sendo escassas as investigações em contexto de elicitação narrativa. Este trabalho analisa o scaffolding verbal materno na promoção da construção narrativa de crianças em idade pré-escolar, através da utilização de um livro de imagens. As narrativas de 41 crianças (58.5% rapazes) de 4 anos foram vídeo-gravadas, transcritas e analisadas segundo a Grelha de Cotação de Comportamentos Verbais Promotores da Narrativa nas Crianças em Idade Pré-escolar. Verificou-se que as mães dirigem a atenção e o interesse da criança para o livro, utilizam questões específicas para direcionar o discurso...

  18. Afiliação e dominância em grupos de crianças pré-escolares

    Santos, António José
    O presente artigo tem como objectivo apresentar algumas perspectivas etológicas acerca das primeiras relações entre pares. De inicio são discutidos os trabalhos da década de 70 sobre a hierarquia de dominância em crianças de idade pré escolar. De seguida é discutido o conceito de afiliação e em particular os estudos sobre a identificação das estruturas afiliativas em grupos de crianças no pré- -escolar. Face às dificuldades encontradas com a interpretação dos sociogramas comportamentais é apresentado uma alternativa de identificar subgrupos de crianças com perfis de afiliação e a evolução deste tipo de metodologia. Finalmente, discutem-se possíveis pontes entre os conceitos de afiliação e dominância.

  19. O prolongamento da transição para a idade adulta e o conceito de adultez emergente : Especificidades do contexto português e brasileiro

    Brandão, Tânia; Saraiva, Luísa; Matos, Paula Mena
    A diminuição da regulação normativa das trajectórias de transição para a vida adulta, nas sociedades da modernidade tardia, favoreceu o prolongamento da condição juvenil até ao final da terceira década de vida e a progressiva privatização e flexibilização dos percursos biográficos. As novas características das sociedades pós-industriais levaram à definição de novos conceitos e perspectivas no âmbito da Psicologia do Desenvolvimento, das quais se destaca a teoria da adultez emergente. Neste artigo discute-se a pertinência e a utilidade do conceito de idade adulta emergente enquanto período de desenvolvimento, interpretando-o à luz das dinâmicas de interacção entre agência individual e as condições que configuram a estrutura de oportunidades,...

  20. O desenvolvimento da socialização e o papel da família

    Morgado, Alice Murteira; Dias, Maria da Luz Vale; Paixão, Maria Paula
    O estudo apresentado procurou analisar o papel da família no desenvolvimento da socialização em crianças e adolescentes, nomeadamente no que concerne ao papel da estrutura familiar e das relações pais-filhos. Assim, foi nosso objectivo verificar, por um lado, se a estrutura familiar seria por si só uma variável significativa para o desenvolvimento dos comportamentos sociais ou se, por outro lado, as relações pais filhos seriam melhores preditores da socialização dos filhos. Para o efeito, auscultaram-se 182 crianças e adolescentes a frequentarem o ensino básico, do 6º ao 9º ano de escolaridade, através de três questionários de auto-resposta que avaliaram aspectos sócio-demográficos, variáveis de socialização e relações pais-filhos....

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