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  1. José Manuel Fraile Gil, El Mayo y su fiesta en tierras madrileñas, (apéndice musical de Eliseo Parra)

    Jesús Ruiz, María
    De entre los muchos repertorios de textos recogidos de la tradición oral hispánica que en los últimos años han ido publicándose, éste sobresale por un rasgo excepcional: su autor dedica igual espacio, aténcion, tiempo, rigor y esmero tanto al asunto puramente textual (los mayos) como as las cuestiones referidas al contexto folklórico (la fiesta) en el que los textos se actualizan.

  2. Algo de novo na frente oriental

    Marques, Dias
    A recolha do Romanceiro começou cedo na Beira Interior, e os textos aí obtidos desfrutavam de grande consideração. De facto, Almeida Garrett, ao referir-se, em 1843, à colecção beirão que lhe fora oferecida pelo seu antigo colega Emídio Costa, classificava as "duas Beiras" como "verdadeiro coração e âmago do Portugal primitivo que ocupa a região dentre Lamego e Serra da Estrela." E, sendo assim, não admira que, em 1851, diga, na nota introdutória ao Regresso do Marido: "No regresso do texto segui, como faço sempre, a lição da Beira Baixa, que é a mais segura."

  3. Textos lidos na sessão de lançamento do livro de Idália Farinho Custódio e Maria Aliete Farinho Galhoz, Memória tradicional de Vale Judeu, realizada em Loulé, a 14/6/1996

    Cardigos, Isabel; Guerreiro, Manuel Viegas
    Notas e recensões sobre textos lidos na sessão de lançamento do livro de Idália Farinho Custódio e Maria Aliete Farinho Galhoz, Memória tradicional de Vale Judeu, realizada em Loulé, a 14/6/1996

  4. Fuentes paremiológicas francesas y españolas en la primera mitad del sglo XIX

    Sevilla Muñoz, Julia
    La literatura oral está despertando un interés cada vez mayor, lo que se refleja, por ejemplo, en el aumento de los coloquios sobre esta materia o en la creación de revistas dedicadas a estudiarla; actos muy loables, pues contribuyen a fomentar este tipo de investigación e ir cubriendo así las lagunas existentes en el estudio de las manifestaciones lingüísticas caracterizadas por su oralidad, como sucede con los refranes, los proverbios, las sentencias, las máximas.

  5. Um apontamento sobre o provérbio na literatura portuguesa: a carta guia de casados de D. Francisco Manuel de Mello

    Chacoto, Lucília
    Os provérbios têm sido alvo de numerosos estudos semânticos, pragmáticos e etnológicos, entre outros. Procedendo em geral a análises de carácter linguístico, pretendemos tão somente, neste pequeno trabalho, abordar a função do provérbio na literatura portuguesa. Sendo os provérbios veiculados sobretudo através da língua falada, integrando, por conseguinte, a literatura oral de um povo, não deixam, contudo, de ser utilizados pelos escritores que, às suas obras, desejam conferir um cariz mais popular. O provérbio contribui igualmente para aumentar a autenticidade do texto, devido ao seu valor dogmático: texto anónimo, saber e pertença de um colectivo, ele não pode ser posto...

  6. Alguns romances da tradição oral de Aljezur

    Carinhas, Ana Cristina
    As versões de romances que a seguir apresento foram recolhidas no concelho de Aljezur, distrito de Faro, no ano de 1989, quando frequentei a disciplina de Romanceiro Tradicional sob a orientação do Prof. Pere Ferré. Para esta pequena recolha foram preciosos os ensinamentos do Prof. Ferré, e algumas notas sobre a tradição algarvia dadas pela Profª. Vanda Anastácio.

  7. Da fase à face: transmutações do tempo nos contos femininos

    Cardigos, Isabel
    Os contos femininos da tradição oral apresentam com frequência duas situações típicas: 1) transformação (ou revelação) da heroína, pobre/ feia/ desprezada na (como a) mais bela das mulheres. 2) confronto da heroína com uma rival que, no desfecho, é derrotada.

  8. La gramática de los principios:primeras señas de identidad del romancero

    Atero, Virtudes; Vázquez, Nieves
    Los estudios sobre el Romancero llevados a cabo en los últimos decenios han permitido caracterizarlo como un género muy codificado, sujeto a unas reglas poéticas de realización muy precisas. Las fórmulas, los motivos, el léxico... — el lenguaje figurativo-formulario de que habla D. Catalán identifican al texto romancístico y lo catalogan dentro de un grupo literario específico, siendo posible percibir, además, como hace F. Salazar, que la codificación actúa a niveles muy profundos, conformando “una matriz lingüística a la que se han ido amoldando los relatos orales cantados a lo largo de siete siglos de ininterrumpida fluidez; una gramática que...

  9. Para el romance de Abenámar: "Granada, novia de los ciudades de Al-Andalus"

    Armistead, Samuel G.
    El romance de Abenámar es, sin duda, una de las joyas del romancero tradicional.A través de los siglos, sus autores —el “autor-legión”— la indefinida concatenación de cantores, anónimos y colaborativos en el espacio y el tiempo, ha sabido elaborar un poema exquisito, en el que se combinan magistralmente el dramatismo conflictivo, la tensa confrontación étnico-religiosa y la añoranza por una espléndida civilización, a la vez vecina y misteriosa, amiga y enemiga, deseada y prohibida . . . y condenada a desaparecer para siempre del suelo ibérico. Se conocen cuatro versiones antiguas de Abenámar, pero la que se lleva la palma por...

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