Recursos de colección

Repositório do ISPA Instituto Superior de Psicologia Aplicada (11.224 recursos)

No Repositório do ISPA pode encontrar diversos tipos de documentos, em formato digital, resultantes da produção científica do ISPA designadamente: teses de doutoramento, teses de mestrado, artigos em publicações periódicas nacionais e internacionais, relatórios técnicos, artigos em actas de conferências nacionais e internacionais e capítulos de livros.

Psicologia Cognitiva

Mostrando recursos 1 - 20 de 28

  1. Formação de sintomas: Freud e teorias cognitivistas, proximidades e afastamentos

    Cláudio, Victor
    Analisamos a formação de sintomas, comparando a perspectiva de Freud com as teorias cognitivas. Para isto percorremos questões como, funções neuronais e processamento de informação, os afectos, processo primário e processo afectivo, recordações e evocação da informação, recalcamento e inibição do acesso à informação, mecanismos de transformação dos afectos e atribuição de afectos. Concluímos que uma abordagem conjunta, psicanalítica e cognitiva, permite um melhor entendimento sobre a formação de sintomas.

  2. O processo de esquecimento dirigido e as alterações do estado de humor.

    Cláudio, Victor
    Neste trabalho estudámos o processo de esquecimento dirigido, em dois grupos de estudantes universitários, não deprimidos e deprimidos, atendendo aos valores obtidos no BDI. Obsrevamos uma perda do «bias» positivo no segundo estudo, no grupo de deprimidos, que se prende com o facto de neste estudo os adjectivos serem processados em relação ao self. Enquanto que no primeiro estudo isto não acontecia. Observámos nos dois estudos, que os sujeitos deprimidos apresentam uma desinibição do acesso a informação negativa. Interpretamos estes resultados com base nos modelos mentais negativos que os deprimidos geram.

  3. O processo de esquecimento dirigido e as alterações do estado de humor.

    Cláudio, Victor
    Neste trabalho estudámos o processo de esquecimento dirigido, em dois grupos de estudantes universitários, não deprimidos e deprimidos, atendendo aos valores obtidos no BDI. Obsrevamos uma perda do «bias» positivo no segundo estudo, no grupo de deprimidos, que se prende com o facto de neste estudo os adjectivos serem processados em relação ao self. Enquanto que no primeiro estudo isto não acontecia. Observámos nos dois estudos, que os sujeitos deprimidos apresentam uma desinibição do acesso a informação negativa. Interpretamos estes resultados com base nos modelos mentais negativos que os deprimidos geram.

  4. Cognitive status as a risk factor for maladjustment in children with a physical disability

    Wallander, Jan L.; Becker, Lise M.
    Investigated the association between cognitive status and adjustment in children who have a physical disability, in three independent studies. In Study 1, 119 mothers reported on the cognitive status and behavioral adjustment of their children, ages 2-18, who had varying physical or sensory impairments. In Study 2, the intellectual level of 50 children, ages 6-1 1, with either spina bifida or cerebral palsy, was estimated from cognitive test information while mothers reported on the children’s behavioral adjustment. In Study 3,66 adolescents, ages 11-18, with a physical disability completed an IQ test and reported on their behavioral adjustment, as did their mothers. Severity of physical disability was also assessed in each study. No relationships could...

  5. Os modelos log-lineares em investigação psicológica

    Garcia-Marques, Teresa; Quelhas, Ana Cristina; Gomes, Jorge, F.
    O recurso aos modelos log-lineares em psicologia começa a ganhar relevo por permitir uma compreensão mais estruturada dos dados de planos experimentais associados a variáveis de natureza nominal. Nomeadamente, planos experimentais factoriais com uma ou mais variáveis dependentes discretas (frequências) e planos correlacionais, onde todas as variáveis de medida têm uma natureza nominal e se pretende estudar as associações entre elas. Neste artigo pretendemos apresentar a abordagem log-linear, referindo-nos igualmente ao modelo logit. Ilustraremos o uso da técnica no âmbito de um estudo de raciocínio dedutivo, comparando-a com uma abordagem fragmentada em tabelas de contingência bivariadas (recurso a testes de homogeneidade e independência).

  6. A Priori true and false conditionals

    Quelhas, Ana Cristina; Rasga, Célia Maria Batalha Silva; Johnson-Laird, Philip N.
    The theory of mental models postulates that meaning and knowledge can modulate the interpretation of conditionals. The theory's computer implementation implied that certain conditionals should be true or false without the need for evidence. Three experiments corroborated this prediction. In Experiment 1, nearly 500 participants evaluated 24 conditionals as true or false, and they justified their judgments by completing sentences of the form, It is impossible that A and ___ appropriately. In Experiment 2, participants evaluated 16 conditionals and provided their own justifications, which tended to be explanations rather than logical justifications. In Experiment 3, the participants also evaluated as possible...

  7. Efeitos da familiaridade em julgamentos de duração

    Fernandes, Alexandre Constâncio
    Tese de Doutoramento em Psicologia na área de especialidade Psicologia Cognitiva apresentada ao ISPA - Instituto Universitário

  8. Advice conditionals about tips and warnings: Interpretations and inferences

    Couto, Marta Barley de La Cueva; Quelhas, Ana Cristina; Byrne, Ruth M. J.
    Two experiments examine how people interpret and reason about advice conditionals, such as tips, for example, “if you study more your grades will improve”, and warnings, for example, “if you stop exercising you will gain weight”. Experiment 1 showed that when participants reason about whether a tip or warning could be true in different situations, their judgments correspond to a biconditional or conditional interpretation on about half of all trials, but to an enabling or tautology interpretation on many others. Experiment 2 showed that participants make few modus ponens and tollens inferences from tips and warnings, and more modus ponens inferences from tips than warnings. The implications for...

  9. How children with autism reason about other's intentions: False-belief and counterfactual inferences

    Rasga, Célia Maria Batalha Silva; Quelhas, Ana Cristina; Byrne, Ruth M. J.
    We examine false belief and counterfactual reasoning in children with autism with a new change-of-intentions task. Children listened to stories, for example, Anne is picking up toys and John hears her say she wants to find her ball. John goes away and the reason for Anne's action changes-Anne's mother tells her to tidy her bedroom. We asked, 'What will John believe is the reason that Anne is picking up toys?' which requires a false-belief inference, and 'If Anne's mother hadn't asked Anne to tidy her room, what would have been the reason she was picking up toys?' which requires a...

  10. Raciocínio contrafactual e modelos mentais

    Byrne, Ruth M. J.; Quelhas, Ana Cristina
    A ideia central deste estudo é de que «... raciocinar sobre factos e raciocinar sobre possibilidades e impossibilidades, baseia-se nos mesmos tipos de representações mentais e processos cognitivos» (Byrne, 1997, p. 107). Quer dizer que as pessoas raciocinam através da construção e revisão de modelos mentais (e.g., Johnson-Laird, Byrne, 1991). As condicionais contrafactuais requerem que os raciocinadores tenham em mente não apenas o que é suposto ser verdadeiro, mas também o que é supostamente verdadeiro mas factualmente falso (Byrne, 1997, p. 117; cf. Johnson-Laird, Byrne, 1991, pp. 72- -73). E a hipótese de que a representação inicial de uma condicional contrafactual é mais explícita do que a de uma condicional factual, permite prever que as...

  11. Necessidade de cognição, memória de trabalho e recuperação de contra-exemplos para condicionais causais

    Couto, Marta Barley de La Cueva; Quelhas, Ana Cristina; Juhos, Csongor
    A procura de contra-exemplos é provavelmente a fase mais importante do raciocí - nio dedutivo, uma vez que visa garantir a validade da conclusão. A explicação mais difundida para a diminuta procura de contra-exemplos é a capacidade limitada da memória de trabalho (Markovits & Barrouillet 2002; De Neys, Schaeken & d’Ydewalle, 2002; 2003; 2005a; 2005b) o que não parece ser suficiente para explicar a pouca iniciativa dos sujeitos em utilizarem a procura de contra-exemplos como estratégia de verificação (Oakhill, & Johnson-Laird, 1985). No presente trabalho testou-se a hipótese de que a necessidade de cognição dos sujeitos (Cacioppo & Petty, 1982) tem influência no...

  12. Psychological safety, authentic leadership and social networks : A psycho-structural approach to the study of groups

    Soares, André Escórcio
    Tese de Doutoramento em Psicologia na área de especialização de Psicologia das Organizações apresentada ao ISPA - Instituto Universitário

  13. Contraexemplos e raciocínio dedutivo

    Couto, Marta Barley de La Cueva
    Tese de Doutoramento apresentada ao ISPA - Instituto Universitário

  14. Contraexemplos e raciocínio dedutivo

    Couto, Marta Diana Gonçalves Barley de la Cueva
    Tese de Doutoramento em Psicologia na área de especialização de Psicologia Cognitiva apresentada ao ISPA - Instituto Universitário

  15. Funcionalidade afectiva do pensamento contrafactual descendente : Acontecimentos negativos e variáveis de natureza pessoal

    Neto, Sofia Moita
    Tese de Doutoramento apresentada ao ISPA - Instituto Universitário

  16. Dever fazer ou querer fazer, eis a questão : Como as crianças raciocinam sobre as intenções: Inferências de falsas crenças e contrafactuais

    Rasga, Célia Maria Batalha Silva
    Tese de Doutoramento apresentada ao ISPA - Instituto Universitário

  17. Counterfactual thinking : Study of the focus effect of scenarios and blame ascriptions to victim and perpetrator

    Marques, João Amaral; Quelhas, Ana Cristina; Juhos, Csongor; Couto, Marta Barley de La Cueva; Rasga, Célia Maria Batalha Silva
    In two different studies we examined the focus effect of a scenario (i.e., the fact that a given character is the protagonist of a story) on two interconnected domains: the generation of counterfactual thoughts and the ascription of blame. It was hypothesised that being the focal agent of a story would not only lead to more counterfactuals centred on him or her, but also to greater ascriptions of blame as it would be easier to imagine how that actor could have behaved differently had he chosen or wanted to, and thus avoided a deleterious outcome. Different negatively-valenced scenarios depicting a certain misfortune such as a mugging...

  18. The control-freak mind : Stereotypical biases are eliminated following conflict-activated cognitive control

    Kleiman, Tali; Hassin, Ran R.; Trope, Yaacov
    Numerous daily situations require control for successful goal attainment. An important question is whether control can adjust across situations, to create control readiness from one situation to the next. Using trial to trial control adjustment paradigms, previous research generally suggested that control adjustments are domain specific. However, this research typically used neutral stimuli (e.g., single letters) devoid of personally and socially relevant goals. We propose that personal relevance may be an important modulator of control adjustment and, hence, that personally relevant control tasks can benefit from control readiness, even if it is produced by a different task. In 2 experiments we test whether control over the expression...

  19. Auto-estima e narcisismo na adolescência : Relação com delinquência autorelatada em contexto forense e escolar

    Pechorro, Pedro Fernandes dos Santos; Silva, Rita; Maroco, João; Poiares, Carlos Alberto; Vieira, Rui Xavier
    A presente investigação teve como objectivos analisar a importância relativa dos constructos de autoestima e de narcisismo e analisar a associação desses constructos com os comportamentos delinquentes auto-relatados pelos jovens. Recorrendo a 760 adolescentes de ambos os sexos divididos em grupo forense (n=250) e grupo escolar (n=510) foram feitas comparações relativamente aos dois constructos e foi elaborado um modelo de regressão múltipla tendo como variável dependente a delinquência auto-relatada. Os resultados indicam que o grupo forense se caracteriza por ter auto-estima baixa e narcisismo alto quando comparado com o grupo escolar, que a correlação entre os dois constructos é quase nula e que a variável narcisismo é...

  20. A psicologia cognitiva e o estudo do raciocínio dedutivo no último meio século

    Quelhas, Ana Cristina; Juhos, Csongor
    Para assinalar os 50 anos de ensino da Psicologia em Portugal, ou seja, o nascimento do ISPA, iremos reflectir sobre este meio século de estudos e trabalhos no âmbito da psicologia cognitiva, nomeadamente no domínio do raciocínio dedutivo, revendo as principais tarefas utilizadas para o estudar, bem como as principais teorias psicológicas que o explicam. Na parte final, apresentaremos o nosso contributo mais recente neste domínio.

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