Recursos de colección

Repositório do ISPA Instituto Superior de Psicologia Aplicada (11.386 recursos)

No Repositório do ISPA pode encontrar diversos tipos de documentos, em formato digital, resultantes da produção científica do ISPA designadamente: teses de doutoramento, teses de mestrado, artigos em publicações periódicas nacionais e internacionais, relatórios técnicos, artigos em actas de conferências nacionais e internacionais e capítulos de livros.

PCOG - Artigos em revistas nacionais

Mostrando recursos 1 - 19 de 19

  1. Desenvolvimento do raciocínio condicional e modelos mentais

    Quelhas, Ana Cristina; Juhos, Csongor; Senos, Jorge; Rocha, Teresa Almeida
    De acordo com a teoria dos modelos mentais (Johnson-Laird, 1983; Johnson-Laird & Byrne, 1991) a interpretação de uma frase condicional, do tipo Se p, então q, gera os modelos iniciais: p q ... em que os três pontos representam um modelo sem conteúdo explícito. A representação completa da condicional compreende os seguintes modelos explícitos: p q ¬p ¬q ¬p q em que “¬” serve aqui para indicar a negação. A partir deste quadro teórico, e da suposição de que uma inferência é tanto mais difícil quanto maior o número de modelos explícitos que requer, é possível colocar hipóteses sobre diferenças no nível de dificuldade nas inferências com os quatro silogismos condicionais. Na experiência que iremos descrever pretende-se testar essas...

  2. Desenvolvimento do raciocínio condicional e modelos mentais

    Quelhas, Ana Cristina; Juhos, Csongor; Senos, Jorge; Rocha, Teresa Almeida
    De acordo com a teoria dos modelos mentais (Johnson-Laird, 1983; Johnson-Laird & Byrne, 1991) a interpretação de uma frase condicional, do tipo Se p, então q, gera os modelos iniciais: p q ... em que os três pontos representam um modelo sem conteúdo explícito. A representação completa da condicional compreende os seguintes modelos explícitos: p q ¬p ¬q ¬p q em que “¬” serve aqui para indicar a negação. A partir deste quadro teórico, e da suposição de que uma inferência é tanto mais difícil quanto maior o número de modelos explícitos que requer, é possível colocar hipóteses sobre diferenças no nível de dificuldade nas inferências com os quatro silogismos condicionais. Na experiência que iremos descrever pretende-se testar essas...

  3. Formação de sintomas: Freud e teorias cognitivistas, proximidades e afastamentos

    Cláudio, Victor
    Analisamos a formação de sintomas, comparando a perspectiva de Freud com as teorias cognitivas. Para isto percorremos questões como, funções neuronais e processamento de informação, os afectos, processo primário e processo afectivo, recordações e evocação da informação, recalcamento e inibição do acesso à informação, mecanismos de transformação dos afectos e atribuição de afectos. Concluímos que uma abordagem conjunta, psicanalítica e cognitiva, permite um melhor entendimento sobre a formação de sintomas.

  4. Formação de sintomas: Freud e teorias cognitivistas, proximidades e afastamentos

    Cláudio, Victor
    Analisamos a formação de sintomas, comparando a perspectiva de Freud com as teorias cognitivas. Para isto percorremos questões como, funções neuronais e processamento de informação, os afectos, processo primário e processo afectivo, recordações e evocação da informação, recalcamento e inibição do acesso à informação, mecanismos de transformação dos afectos e atribuição de afectos. Concluímos que uma abordagem conjunta, psicanalítica e cognitiva, permite um melhor entendimento sobre a formação de sintomas.

  5. O processo de esquecimento dirigido e as alterações do estado de humor.

    Cláudio, Victor
    Neste trabalho estudámos o processo de esquecimento dirigido, em dois grupos de estudantes universitários, não deprimidos e deprimidos, atendendo aos valores obtidos no BDI. Obsrevamos uma perda do «bias» positivo no segundo estudo, no grupo de deprimidos, que se prende com o facto de neste estudo os adjectivos serem processados em relação ao self. Enquanto que no primeiro estudo isto não acontecia. Observámos nos dois estudos, que os sujeitos deprimidos apresentam uma desinibição do acesso a informação negativa. Interpretamos estes resultados com base nos modelos mentais negativos que os deprimidos geram.

  6. O processo de esquecimento dirigido e as alterações do estado de humor.

    Cláudio, Victor
    Neste trabalho estudámos o processo de esquecimento dirigido, em dois grupos de estudantes universitários, não deprimidos e deprimidos, atendendo aos valores obtidos no BDI. Obsrevamos uma perda do «bias» positivo no segundo estudo, no grupo de deprimidos, que se prende com o facto de neste estudo os adjectivos serem processados em relação ao self. Enquanto que no primeiro estudo isto não acontecia. Observámos nos dois estudos, que os sujeitos deprimidos apresentam uma desinibição do acesso a informação negativa. Interpretamos estes resultados com base nos modelos mentais negativos que os deprimidos geram.

  7. Cognitive status as a risk factor for maladjustment in children with a physical disability

    Wallander, Jan L.; Becker, Lise M.
    Investigated the association between cognitive status and adjustment in children who have a physical disability, in three independent studies. In Study 1, 119 mothers reported on the cognitive status and behavioral adjustment of their children, ages 2-18, who had varying physical or sensory impairments. In Study 2, the intellectual level of 50 children, ages 6-1 1, with either spina bifida or cerebral palsy, was estimated from cognitive test information while mothers reported on the children’s behavioral adjustment. In Study 3,66 adolescents, ages 11-18, with a physical disability completed an IQ test and reported on their behavioral adjustment, as did their mothers. Severity of physical disability was also assessed in each study. No relationships could...

  8. Os modelos log-lineares em investigação psicológica

    Garcia-Marques, Teresa; Quelhas, Ana Cristina; Gomes, Jorge, F.
    O recurso aos modelos log-lineares em psicologia começa a ganhar relevo por permitir uma compreensão mais estruturada dos dados de planos experimentais associados a variáveis de natureza nominal. Nomeadamente, planos experimentais factoriais com uma ou mais variáveis dependentes discretas (frequências) e planos correlacionais, onde todas as variáveis de medida têm uma natureza nominal e se pretende estudar as associações entre elas. Neste artigo pretendemos apresentar a abordagem log-linear, referindo-nos igualmente ao modelo logit. Ilustraremos o uso da técnica no âmbito de um estudo de raciocínio dedutivo, comparando-a com uma abordagem fragmentada em tabelas de contingência bivariadas (recurso a testes de homogeneidade e independência).

  9. Raciocínio contrafactual e modelos mentais

    Byrne, Ruth M. J.; Quelhas, Ana Cristina
    A ideia central deste estudo é de que «... raciocinar sobre factos e raciocinar sobre possibilidades e impossibilidades, baseia-se nos mesmos tipos de representações mentais e processos cognitivos» (Byrne, 1997, p. 107). Quer dizer que as pessoas raciocinam através da construção e revisão de modelos mentais (e.g., Johnson-Laird, Byrne, 1991). As condicionais contrafactuais requerem que os raciocinadores tenham em mente não apenas o que é suposto ser verdadeiro, mas também o que é supostamente verdadeiro mas factualmente falso (Byrne, 1997, p. 117; cf. Johnson-Laird, Byrne, 1991, pp. 72- -73). E a hipótese de que a representação inicial de uma condicional contrafactual é mais explícita do que a de uma condicional factual, permite prever que as...

  10. Necessidade de cognição, memória de trabalho e recuperação de contra-exemplos para condicionais causais

    Couto, Marta Barley de La Cueva; Quelhas, Ana Cristina; Juhos, Csongor
    A procura de contra-exemplos é provavelmente a fase mais importante do raciocí - nio dedutivo, uma vez que visa garantir a validade da conclusão. A explicação mais difundida para a diminuta procura de contra-exemplos é a capacidade limitada da memória de trabalho (Markovits & Barrouillet 2002; De Neys, Schaeken & d’Ydewalle, 2002; 2003; 2005a; 2005b) o que não parece ser suficiente para explicar a pouca iniciativa dos sujeitos em utilizarem a procura de contra-exemplos como estratégia de verificação (Oakhill, & Johnson-Laird, 1985). No presente trabalho testou-se a hipótese de que a necessidade de cognição dos sujeitos (Cacioppo & Petty, 1982) tem influência no...

  11. Counterfactual thinking : Study of the focus effect of scenarios and blame ascriptions to victim and perpetrator

    Marques, João Amaral; Quelhas, Ana Cristina; Juhos, Csongor; Couto, Marta Barley de La Cueva; Rasga, Célia Maria Batalha Silva
    In two different studies we examined the focus effect of a scenario (i.e., the fact that a given character is the protagonist of a story) on two interconnected domains: the generation of counterfactual thoughts and the ascription of blame. It was hypothesised that being the focal agent of a story would not only lead to more counterfactuals centred on him or her, but also to greater ascriptions of blame as it would be easier to imagine how that actor could have behaved differently had he chosen or wanted to, and thus avoided a deleterious outcome. Different negatively-valenced scenarios depicting a certain misfortune such as a mugging...

  12. Auto-estima e narcisismo na adolescência : Relação com delinquência autorelatada em contexto forense e escolar

    Pechorro, Pedro Fernandes dos Santos; Silva, Rita; Maroco, João; Poiares, Carlos Alberto; Vieira, Rui Xavier
    A presente investigação teve como objectivos analisar a importância relativa dos constructos de autoestima e de narcisismo e analisar a associação desses constructos com os comportamentos delinquentes auto-relatados pelos jovens. Recorrendo a 760 adolescentes de ambos os sexos divididos em grupo forense (n=250) e grupo escolar (n=510) foram feitas comparações relativamente aos dois constructos e foi elaborado um modelo de regressão múltipla tendo como variável dependente a delinquência auto-relatada. Os resultados indicam que o grupo forense se caracteriza por ter auto-estima baixa e narcisismo alto quando comparado com o grupo escolar, que a correlação entre os dois constructos é quase nula e que a variável narcisismo é...

  13. A psicologia cognitiva e o estudo do raciocínio dedutivo no último meio século

    Quelhas, Ana Cristina; Juhos, Csongor
    Para assinalar os 50 anos de ensino da Psicologia em Portugal, ou seja, o nascimento do ISPA, iremos reflectir sobre este meio século de estudos e trabalhos no âmbito da psicologia cognitiva, nomeadamente no domínio do raciocínio dedutivo, revendo as principais tarefas utilizadas para o estudar, bem como as principais teorias psicológicas que o explicam. Na parte final, apresentaremos o nosso contributo mais recente neste domínio.

  14. Desenvolvimento cognitivo e aprendizagem da matemática

    Cruz, Vitor
    A preocupação do presente artigo é a de enquadrar filogeneticamente e ontogeneticamente o desenvolvimento da matemática, enquadrando-a no contexto da hierarquia da linguagem. Assim, começaremos por situar a matemática ou a linguagem quantitativa como o culminar da dinâmica evolutiva da linguagem. De seguida, faremos referência ao desenvolvimento da linguagem quantitativa, suportando-nos para tal numa teoria do desenvolvimento cognitivo, o qual, como é sabido se organiza do concreto para o abstracto. De seguida, será nossa intenção fazer uma breve referência às diferentes componentes ou áreas da matemática, particularmente a aritmética. Para terminar, e tendo por base o já exposto, referiremos algumas preocupações que devem estar subjacentes ao processo...

  15. Raciocínio condicional : Silogismos e tarefa de selecção

    Quelhas, Ana Cristina; Gilly, Michel
    Nas duas experiências apresentadas pretende-se testar hipóteses com base em duas teorias: a teoria dos modelos mentais (Johnson-Laird, 1983; Johnson-Laird & Byrne, 1991); e a teoria dos esquemas pragmáticos de raciocínio (Cheng & Holyoak, 1985, 1989). No domínio do raciocínio condicional foram utilizados dois tipos de tarefa: silogismos condicionais (inferência Modus Ponens e Modus Tollens) e a tarefa de selecção de cartões (Wason, 1966). As frases condicionais que presidem a estas duas tarefas são as mesmas, sendo em ambos os casos apresentadas como regras. Foi manipulado o tipo de condicional (Deôntica ou Neutra), bem como o seu conteúdo (Familiar, Plausível ou Arbitrário), em amostras de sujeitos de diferentes idades (8 anos, 11 anos, 14...

  16. Les théories de la dissonance cognitive

    Clemence, Alain
    inexistente

  17. Pensamento contrafactual e inferência causal: Efeito de facilitação e dissociação da ativação

    Neto, Sofia Moita; Senos, Jorge
    A investigação sobre as relações entre pensamento contrafactual e raciocínio causal tem produzido evidência contraditória acerca da direção dos efeitos de facilitação de um processo sobre o outro. Este estudo investiga a possibilidade dessa influência ser recíproca e como diferentes níveis de impacto emocional negativo condicionam a acessibilidade do pensamento contrafactual. A 42 participantes foi apresentado um cenário com um de dois possíveis desfechos (um mais negativo, outro menos negativo), após o qual realizaram uma tarefa contrafactual e uma tarefa causal, estruturadas num paradigma de facilitação de tarefa. Os resultados indicam que a realização de qualquer das tarefas facilita a posterior realização da outra, revelando um efeito de...

  18. Qual é coisa, qual é ela? Avaliação de valência e familiaridade de imagens de objectos desconhecidos

    Prada, Marília; Silva, Rita Rocha da
    Neste artigo apresentamos as normas de valência e familiaridade subjectivas de 100 imagens de objectos não-familiares1 avaliados por uma amostra total de 78 estudantes universitários. Especificamente, cada imagem foi avaliada em ambas as dimensões em escalas de 9 pontos ancoradas em Negativo/Positivo e Nada Familiar/Muito Familiar, por uma sub-amostra constituída por 39 participantes. Tais avaliações (i.e., médias, desvios-padrão, intervalos de confiança a 95% e correlação entre ambas as dimensões) são aqui apresentadas com o objectivo de contribuir para o enriquecimento das normas de estímulos pictóricos não-familiares. De um modo geral, o conjunto de imagens pré-testado foi avaliado simultaneamente como não-familiar e de valência negativa.

  19. Mecanismos de regulação narcísica no Rorschach. Contribuição para o estudo da Histeria

    Boekholt, Monique
    Taking into acount the structual analysis of Narcisism by G. Rosolato on me side, and the concept of self-representation in Rorschach worked out by N. Rauch de Traubenberg on the other side, this work aims at identifying, in Rorschach, the indicators of the narcissic mental activity considered as a main regative prolperty for the cohesiveness of the self. A study of some psychopathogical structures is pre psed, hysteria is given here as an example.

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