Recursos de colección

Repositório do Instituto Politénico de Castelo Branco (14.229 recursos)

O Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco tem como objectivos fundamentais a divulgação, a preservação em formato digital e a partilha do conhecimento científico gerado na instituição, constituindo-se numa ferramenta de valor acrescentado porque permite aumentar a visibilidade e o impacto da investigação desenvolvida.

ESACB - Relatórios técnico/científicos

Mostrando recursos 1 - 20 de 34

  1. Estudo de impacte ambiental da pedreira de Laje Valinhos, Alcobaça - Ordenamento do território, ocupação do solo e paisagem

    Quinta-Nova, L.C.
    Estão sujeitos a AIA, entre outros, os projectos enunciados no anexo II do Decreto-Lei n.º 197/2005. A alínea a) do n.º 2 enuncia a seguinte categoria de projectos:“Pedreiras, minas e céu aberto e extracção de turfa (não incluídos no anexo I), em áreas isoladas ou contínuas”. A mesma alínea indica que os projectos de pedreiras estão sujeitas a AIA quando apresentem uma área igual ou superior a 5 ha ou uma produção igual ou superior a 150 000 t/ano ou se, em conjunto com as outras unidades similares, num raio de 1 km, ultrapassarem os valores referidos, excepto se se...

  2. Estudo de impacte ambiental da pedreira de Laje Valinhos, Alcobaça - Ordenamento do território, ocupação do solo e paisagem

    Quinta-Nova, L.C.
    Estão sujeitos a AIA, entre outros, os projectos enunciados no anexo II do Decreto-Lei n.º 197/2005. A alínea a) do n.º 2 enuncia a seguinte categoria de projectos:“Pedreiras, minas e céu aberto e extracção de turfa (não incluídos no anexo I), em áreas isoladas ou contínuas”. A mesma alínea indica que os projectos de pedreiras estão sujeitas a AIA quando apresentem uma área igual ou superior a 5 ha ou uma produção igual ou superior a 150 000 t/ano ou se, em conjunto com as outras unidades similares, num raio de 1 km, ultrapassarem os valores referidos, excepto se se...

  3. Estudo de Impacte Ambiental da Área de Acolhimento Empresarial e Logística “Cruz da Carreira”, Castelo de Paiva - Clima, Solos, Uso do Solo, Ordenamento do Território.

    Quinta-Nova, L.C.
    A implantação da Área de Acolhimento Empresarial e Logística “Cruz da Carreira”, localizada em Castelo de Paiva, está prevista na Unidade Operativa de Planeamento e Gestão (UOPG) n.º 6 - Área Industrial da Cruz da Carreira. Esta área proposta no Plano Director Municipal de Castelo de Paiva através da Resolução do Concelho de Ministros n.º 68/95, de 17 de Julho, alterado por Deliberação de Assembleia Municipal de Castelo de Paiva, datada de 30 de Dezembro de 1998, publicado no Diário da República, 2.ª série n.º 115, de 18 de Maio de 1999, destina-se preferencialmente ao acolhimento Empresarial podendo também suportar...

  4. Estudo de Impacte Ambiental da Área de Acolhimento Empresarial e Logística “Cruz da Carreira”, Castelo de Paiva - Clima, Solos, Uso do Solo, Ordenamento do Território.

    Quinta-Nova, L.C.
    A implantação da Área de Acolhimento Empresarial e Logística “Cruz da Carreira”, localizada em Castelo de Paiva, está prevista na Unidade Operativa de Planeamento e Gestão (UOPG) n.º 6 - Área Industrial da Cruz da Carreira. Esta área proposta no Plano Director Municipal de Castelo de Paiva através da Resolução do Concelho de Ministros n.º 68/95, de 17 de Julho, alterado por Deliberação de Assembleia Municipal de Castelo de Paiva, datada de 30 de Dezembro de 1998, publicado no Diário da República, 2.ª série n.º 115, de 18 de Maio de 1999, destina-se preferencialmente ao acolhimento Empresarial podendo também suportar...

  5. Relatório de Factores Críticos para a Decisão da Avaliação Ambiental Estratégica da proposta de Revisão do Plano Diretor Municipal de Vila de Rei

    Quinta-Nova, L.C.; Gomes, P.C.; Roque, N.
    Este documento constitui a primeira fase do processo de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), o Relatório de Factores Críticos para a Decisão (FCD) da AAE da proposta de Revisão do Plano Director Municipal (PDM) de Vila de Rei. Segundo a alínea a) do n.º 1 do art.º 3.ª do D.L. n.º 232/2007 de 15 de Junho, que transpôs para a ordem jurídica interna as Directivas n.º 2001/42/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Junho, e n.º 2003/35/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de Maio, estão sujeitos a avaliação ambiental “os planos e programas para os...

  6. Relatório de Factores Críticos para a Decisão da Avaliação Ambiental Estratégica da proposta de Revisão do Plano Diretor Municipal de Oleiros

    Quinta-Nova, L.C.; Gomes, P.C.; Roque, N.
    O presente documento constitui a primeira fase do processo de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), o Relatório de Factores Críticos para a Decisão (FCD) da AAE da proposta de Revisão do Plano Director Municipal (PDM) de Oleiros. Segundo a alínea a) do n.º 1 do art. 3ª do D.L. n.º 232/2007 de 15 de Junho, que transpôs para a ordem jurídica interna as Directivas nºs 2001/42/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Junho, e 2003/35/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de Maio, estão sujeitos a avaliação ambiental “os planos e programas para os sectores da...

  7. Relatório de Factores Críticos para a Decisão da Avaliação Ambiental Estratégica da proposta de Alteração do Plano de Pormenor da Zona Industrial de Açude Pinto

    Quinta-Nova, L.C.; Gomes, P.C.; Roque, N.
    Este documento constitui a primeira fase do processo de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), o Relatório de Factores Críticos para a Decisão (FCD) da AAE da proposta de Alteração do Plano de Pormenor (PP) da Zona Industrial de Açude Pinto. Segundo a alínea a) do n.º 1 do art. 3ª do D.L. n.º 232/2007 de 15 de Junho, que transpôs para a ordem jurídica interna as Directivas nºs 2001/42/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Junho, e 2003/35/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de Maio, estão sujeitos a avaliação ambiental “os planos e programas para...

  8. Plano de Acção - Castelo Branco Agenda XXI

    Cupeto, Carlos; Alberto, D.; Quinta-Nova, L.C.; Jacinto, Paulo; Figueiredo, Maria; Silva, Sónia
    Considerando que é importante mobilizar os agentes locais para um caminho que deve ser comum, formataram-se vários momentos de reunião e discussão para, em conjunto, verter para "Castelo Branco Agenda XXI" um Plano de Acção com medidas que unam e co-responsabilizem todas as entidades neste processo de crescimento, sob o padrão inovador que o caráter prático e planeado de uma Agenda Local impõe. As reuniões sectoriais e de proximidade que foram promovidas e o período de consulta do Diagnóstico para a Sustentabilidade do concelho, possibilitaram identificar os caminhos da Sustentabilidade de Castelo Branco, que são apresentados neste relatório.

  9. Relatório Ambiental da Avaliação Ambiental Estratégica da 1.ª Revisão do Plano Diretor Municipal de Oleiros

    Quinta-Nova, L.C.; Gomes, P.C.; Roque, N.
    O presente documento constitui o Relatório Ambiental da proposta de Revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) de Oleiros e foi elaborado de acordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 316/2007, de 19 de Setembro e no Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de Junho. Segundo a alínea a) do n.º 1 do art. 3.ª do D.L. n.º 232/2007 de 15 de Junho, que transpôs para a ordem jurídica interna as Directivas n.os 2001/42/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Junho, e 2003/35/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de Maio, estão sujeitos a avaliação ambiental “os planos e...

  10. Avaliação do curso de Engenharia de das Ciências Agrárias - Opção Engenharia Rural

    Rodrigues, A.M.; Almeida, C.A.M.; Carreiro, F.M.; Frazão, F.; Silva, I.C.; Quinta-Nova, L.C.; Martins, M.V.; Morais, Maria Cristina; Pedro, N.; Caseiro, N.; Lopes, P.
    O presente relatório resulta do trabalho de avaliação ao curso de Engenharia das Ciências Agrárias opção Engenharia Rural levado a cabo pela equipa de Auto-Avaliação da Escola Superior Agrária. Esta equipa, designada pelo conselho científico com a finalidade de proceder a todas as solicitações de avaliação tanto dos cursos como da instituição, é basicamente composta por um coordenador e um elemento de cada unidade departamental. Conforme o curso que se está a avaliar juntam-se à equipa o respectivo coordenador de curso e colaboradores na compilação do relatório. Além destes elementos participaram também neste trabalho um representante dos alunos (designado pela...

  11. Avaliação do curso de Engenharia de Ordenamento dos Recursos Naturais

    Almeida, C.A.M.; Caseiro, N.; Quinta-Nova, L.C.; Rodrigues, A.M.; Delgado, F.M.G.; Frazão, F; Martins, M.V.; Mesquita, M.C.; Rosa, M.L.
    O relatório resulta do trabalho de avaliação ao curso de Engenharia de Ordenamento dos Recursos Naturais levado a cabo pela equipa de Auto-Avaliação da Escola Superior Agrária. Esta equipa, designada pelo Conselho Científico com a finalidade de proceder a todas as solicitações de avaliação tanto dos cursos como da instituição, é basicamente composta por um coordenador e um elemento de cada unidade departamental. Decorrente do tipo de curso que se está a avaliar juntam-se à equipa os respectivos coordenadores do curso e um relator. Além deste elementos participaram também neste trabalho um representante dos alunos (designado pela associação de estudantes)...

  12. Avaliação do curso de Engenharia Florestal

    Almeida, C.A.M.; Quinta-Nova, L.C.; Caseiro, N.; Rodrigues, A.M.; Delgado, F.M.G.; Frazão, F.; Pereira, F.L.; Martins, M.V; Morais, M.C.
    O relatório resulta do trabalho de avaliação ao curso de Engenharia Florestal levado a cabo pela equipa de Auto-Avaliação da Escola Superior Agrária de Castelo Branco. Esta equipa, designada pelo conselho científico com a finalidade de proceder a todas as solicitações de avaliação tanto dos cursos como da instituição, é basicamente composta por um coordenador e um elemento de cada unidade departamental. Decorrente do tipo de curso que se está a avaliar juntam-se à equipa os respectivos coordenadores do curso e um relator. Além deste elementos participaram também neste trabalho um representante dos alunos (designado pela associação de estudantes) e...

  13. Avaliação do Curso de Engenharia das Ciências Agrárias - Ramo Animal

    Almeida, C.A.M.; Rodrigues, A.M.; Delgado, F.M.G.; Frazão, F.; Quinta-Nova, L.C.; Andrade, L.P.; Martins, M.V.; Simões, M.P.; Caseiro, N.
    O relatório resulta do trabalho de avaliação ao curso de Engenharia das Ciências Agrárias – Ramo Animal levado a cabo pela equipa de Auto-Avaliação da Escola Superior Agrária. Esta equipa, designada pelo conselho científico com a finalidade de proceder a todas as solicitações de avaliação tanto dos cursos como da instituição, é basicamente composta por um coordenador e um elemento de cada unidade departamental. Decorrente do tipo de curso que se está a avaliar juntam-se à equipa os respectivos coordenadores do curso e um relator. Além deste elementos participaram também neste trabalho um representante dos alunos (designado pela associação de...

  14. Avaliação do Curso de Engenharia das Ciências Agrárias - Ramo Agrícola

    Almeida, C.A.M.; Rodrigues, A.M.; Delgado, F.M.G.; Frazão, F.; Luz, J.P.; Quinta-Nova, L.C.; Martins, M.V.; Simões, M.P.; Caseiro, N.
    O relatório resulta do trabalho de avaliação ao curso de Engenharia das Ciências Agrárias – Ramo Agrícola levado a cabo pela equipa de Auto-Avaliação da Escola Superior Agrária. Esta equipa, designada pelo conselho científico com a finalidade de proceder a todas as solicitações de avaliação tanto dos cursos como da instituição, é basicamente composta por um coordenador e um elemento de cada unidade departamental. Decorrente do tipo de curso que se está a avaliar juntam-se à equipa os respectivos coordenadores do curso e um relator. Além deste elementos participaram também neste trabalho um representante dos alunos (designado pela associação de...

  15. Utilização agrícola e compostagem de lamas de origem têxtil

    Carneiro, J.P.; Santos, M.C.; Carreiro, F.M.; Oliveira, M.R.; Ferreira, A.M.; Monteiro, M.C.H.
    Utilização agrícola e compostagem de lamas de origem têxtil.

  16. Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 3.º Relatório de Execução

    Ferreira, J.P.L.; Oliveira, M.M.; Leitão, T.; Laranjeira, I.; Gamboa, M.; Martinho, N.; Fernandez, P.; Quinta-Nova, L.C.; Tujeira, R.; Lopes, M.H.; Freire, M.; Galhetas, M.; Paralta, E.
    O relatório apresenta os trabalhos desenvolvidos no âmbito do Projeto POCI/AGR/59180/2004 entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2007. O relatório organiza-se pela descrição das seguintes tarefas: T1 – Selecção das áreas de estudo; T2 – Caracterização agro-florestal; T3 – Caracterização de cinzas e testes laboratoriais de combustão; T4 – Modelação do ciclo hidrológico e caracterização da qualidade da água; T5 – Coordenação e integração.

  17. Caracterização e análise do coberto vegetal lenhoso e o seu contributo para a produção de cinzas resultantes de incêndios florestais

    Quinta-Nova, L.C.; Fernandez, P.; Tujeira, Rui
    O relatório apresenta os principais resultados obtidos pela equipa do IPCB integrada no projeto POCI/AGR/59180/2004. As tarefas desenvolvidas incluíram: (1) a inventariação de informação relativa aos solos e vegetação nas áreas em estudo, correspondentes às bacias hidrográficas do Caratão, Carvoeiro e Quebradas (município de Mação); (2)a análise estatística da informação coligida; e (3) a respetiva representação espacial das variáveis em estudo.

  18. Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 1.º Relatório de Execução

    Ferreira, J.P.L.; Oliveira, M.M.; Moinante, M.J.; Henriques, M.J.; Leitão, T.; Fernandez, P.; Quinta-Nova, L.C.; Lopes, M.H.; Peralta, E.; Francés, A.; Laranjeira, I.
    O relatório apresenta os trabalhos desenvolvidos no âmbito do Projecto desde a data do seu início, em 1 de Maio de 2005, até 31 de Dezembro de 2005, num total de 8 meses de decurso do Projecto. O relatório organiza-se pela descrição das seguintes tarefas a desenvolver: T1 – Selecção das áreas de estudo; T2 – Caracterização agro-florestal; T3 – Caracterização de cinzas e testes laboratoriais de combustão; T4 – Modelação do ciclo hidrológico e caracterização da qualidade da água; T5 – Coordenação e integração.

  19. Produção de suínos ao ar livre : avaliação dos efeitos ambientais

    Monteiro, M.C.H.
    Agro-254 - Unidade de Experimentação de Suínos ao Ar Livre

  20. Impacte de um evento de orientação sobre a flora e vegetação – o caso do Grande Prémio de Orientação de Terras do Bouro

    Cardoso, M.; Quinta-Nova, L.C.
    A Orientação inclui toda a actividade em que se recorre à utilização de um mapa para se optar sobre o melhor trajecto a realizar entre dois locais. Enquanto modalidade de Desporto de Natureza, o praticante tenta realizar no menor tempo possível um percurso, previamente definido e marcado num mapa, tendo que visitar, pela ordem definida no mapa, um conjunto de postos de controlo colocados no terreno. A identificação das áreas onde ocorrem impactes significativos sobre a vegetação, resultantes do pisoteio, é importante no âmbito do planeamento dos eventos de Orientação Pedestre, de modo a evitar que a sua capacidade de...

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