Recursos de colección

Repositório do ISPA Instituto Superior de Psicologia Aplicada (11.353 recursos)

No Repositório do ISPA pode encontrar diversos tipos de documentos, em formato digital, resultantes da produção científica do ISPA designadamente: teses de doutoramento, teses de mestrado, artigos em publicações periódicas nacionais e internacionais, relatórios técnicos, artigos em actas de conferências nacionais e internacionais e capítulos de livros.

UIPCDE - Artigos em revistas nacionais

Mostrando recursos 1 - 20 de 29

  1. Apresentação de uma grelha desenvolvimentista da leitura enquanto um instrumento para a formação de professores

    Silva, Ana Cristina
    O objectivo deste artigo é a apresentação de um instrumento para a formação dos professores no domínio da aprendizagem da leitura. São discutidas as questões da inovação pedagógica nesta área de aprendizagem. Posteriormente são apresentadas os vários conteúdos sobre os quais o instrumento incide, nomeadamente as fases na aprendizagem da leitura obstáculo e dificuldades conceptuais a ultrapassar pelas crianças ao longo da sua evolução nesta competência.

  2. Apresentação de uma grelha desenvolvimentista da leitura enquanto um instrumento para a formação de professores

    Silva, Ana Cristina
    O objectivo deste artigo é a apresentação de um instrumento para a formação dos professores no domínio da aprendizagem da leitura. São discutidas as questões da inovação pedagógica nesta área de aprendizagem. Posteriormente são apresentadas os vários conteúdos sobre os quais o instrumento incide, nomeadamente as fases na aprendizagem da leitura obstáculo e dificuldades conceptuais a ultrapassar pelas crianças ao longo da sua evolução nesta competência.

  3. Alfabetização e escola em Portugal no século XX: Censos Nacionais e estudos de caso

    Candeias, António; Simões, Eduarda
    O objectivo deste artigo é o de contribuir para a compreensão da forma como durante este século, se construíram em Portugal os processos de alfabetização e de escolarização. Na primeira parte, comparamos as taxas de alfabetização e de escolarização portuguesas com as mesmas taxas referentes a outras sociedades europeias e de seguida analisamos e discutimos os resultados forecidos pelos Censos Populacionais compreendidos entre os anos de 1900 e 1960, concluindo que até A primeira metade deste século os portugueses acederam ao mundo das letras de uma forma autónoma e informal, negligenciando em parte as formas de escolarização estandardizadas. Na segunda parte deste artigo, introduzimos um estudo de caso referente a uma freguesia...

  4. Alfabetização e escola em Portugal no século XX: Censos Nacionais e estudos de caso

    Candeias, António; Simões, Eduarda
    O objectivo deste artigo é o de contribuir para a compreensão da forma como durante este século, se construíram em Portugal os processos de alfabetização e de escolarização. Na primeira parte, comparamos as taxas de alfabetização e de escolarização portuguesas com as mesmas taxas referentes a outras sociedades europeias e de seguida analisamos e discutimos os resultados forecidos pelos Censos Populacionais compreendidos entre os anos de 1900 e 1960, concluindo que até A primeira metade deste século os portugueses acederam ao mundo das letras de uma forma autónoma e informal, negligenciando em parte as formas de escolarização estandardizadas. Na segunda parte deste artigo, introduzimos um estudo de caso referente a uma freguesia...

  5. Reflexões sobre a avaliação de Programas de Intervenção Precoce

    Pimentel, Júlia van Zeller de Serpa
    Após uma reflexão sobre os modelos conceptuais subjacentes aos programas de intervenção precoce, faz-se uma revisão de vários tipos de estudos de avaliação da sua eficácia. Reflectindo sobre o que se passa em Portugal no campo da intervenção precoce, nomeadamente ausência de legislação nesta matéria, formulamos algumas questões de investigação no campo da avaliação de programas de intervenção precoce. Salientamos ainda a importância de avaliar o grau de satisfação dos pais, as suas percepções sobre os serviços que estão a receber, comparando posteriormente as suas respostas com a opinião dos profissionais sobre as práticas necessárias para um programa de intervenção precoce de qualidade.

  6. Reflexões sobre a avaliação de Programas de Intervenção Precoce

    Pimentel, Júlia van Zeller de Serpa
    Após uma reflexão sobre os modelos conceptuais subjacentes aos programas de intervenção precoce, faz-se uma revisão de vários tipos de estudos de avaliação da sua eficácia. Reflectindo sobre o que se passa em Portugal no campo da intervenção precoce, nomeadamente ausência de legislação nesta matéria, formulamos algumas questões de investigação no campo da avaliação de programas de intervenção precoce. Salientamos ainda a importância de avaliar o grau de satisfação dos pais, as suas percepções sobre os serviços que estão a receber, comparando posteriormente as suas respostas com a opinião dos profissionais sobre as práticas necessárias para um programa de intervenção precoce de qualidade.

  7. Política educativa, educação inclusiva e diferenciação ou «Como posso fazer pedagogia diferenciada se tenho vinte e oito alunos e quatro são diferentes dos outros?»

    Morgado, José
    Este trabalho procura desenvolver algumas reflexões sobre «Política Educativa, Educação Inclusiva e Pedagogia Diferenciada» e organiza-se considerando quatro temas centrais: autonomia, diferenciação, cooperação e valores e conceitos. Em cada um destes temas desenvolvem-se alguns aspectos considerados relevantes. Finalmente, desenha-se uma perspectiva de desenvolvimento relativo à construção de escolas inclusivas que respondam, portanto, às necessidades de todos os alunos.

  8. Política educativa, educação inclusiva e diferenciação ou «Como posso fazer pedagogia diferenciada se tenho vinte e oito alunos e quatro são diferentes dos outros?»

    Morgado, José
    Este trabalho procura desenvolver algumas reflexões sobre «Política Educativa, Educação Inclusiva e Pedagogia Diferenciada» e organiza-se considerando quatro temas centrais: autonomia, diferenciação, cooperação e valores e conceitos. Em cada um destes temas desenvolvem-se alguns aspectos considerados relevantes. Finalmente, desenha-se uma perspectiva de desenvolvimento relativo à construção de escolas inclusivas que respondam, portanto, às necessidades de todos os alunos.

  9. Escola e representações sociais da inteligência

    Amaral, Virgílio Ribeiro
    Neste artigo procede-se a uma revisão de trabalhos empíricos articulando teorias de senso comum sobre a inteligência com dinâmicas escolares, dando-se particular relevo a pesquisas que se inserem no filão de estudos da teoria das representações sociais. As investigações são analisadas nas dimensões sociogenética e ontogenética das teorias de senso comum sobre a inteligência A teoria das concepções pessoais sobre a inteligência, desenvolvida por Carol Dweck, é também analisada, sendo referidas algumas conclusões de um interessante estudo português, que articula factores ontogenéticos e sociogenéticos.

  10. Escola e representações sociais da inteligência

    Amaral, Virgílio Ribeiro
    Neste artigo procede-se a uma revisão de trabalhos empíricos articulando teorias de senso comum sobre a inteligência com dinâmicas escolares, dando-se particular relevo a pesquisas que se inserem no filão de estudos da teoria das representações sociais. As investigações são analisadas nas dimensões sociogenética e ontogenética das teorias de senso comum sobre a inteligência A teoria das concepções pessoais sobre a inteligência, desenvolvida por Carol Dweck, é também analisada, sendo referidas algumas conclusões de um interessante estudo português, que articula factores ontogenéticos e sociogenéticos.

  11. As famílias na comunidade educativa

    Pedro, Isaura
    A importância do domínio das relações interpessoais no contexto educativo, leva-nos a equacionar a natureza do relacionamento estabelecido entre a escola e as famílias, bem como o seu impacto, no processo de escolarização dos jovens. A abordagem desta interacção faz-se a partir da apreensão das representações e processos de categorização construidos pelos diferentes sujeitos nos seus grupos sociais, enquanto dimensão interpessoal e intergrupal. Problematiza-se ainda o processo de desenvolvimento e construção desta relação, nomeadamente em função da necessidade de reconhecimento por parte das famílias, das estratégias desenvolvidas pela escola no sentido de os envolver e no estabelecimento de um processo de confiança mútuo.

  12. As famílias na comunidade educativa

    Pedro, Isaura
    A importância do domínio das relações interpessoais no contexto educativo, leva-nos a equacionar a natureza do relacionamento estabelecido entre a escola e as famílias, bem como o seu impacto, no processo de escolarização dos jovens. A abordagem desta interacção faz-se a partir da apreensão das representações e processos de categorização construidos pelos diferentes sujeitos nos seus grupos sociais, enquanto dimensão interpessoal e intergrupal. Problematiza-se ainda o processo de desenvolvimento e construção desta relação, nomeadamente em função da necessidade de reconhecimento por parte das famílias, das estratégias desenvolvidas pela escola no sentido de os envolver e no estabelecimento de um processo de confiança mútuo.

  13. Experiência escolar e julgamentos acerca da autoridade

    Pereira, Maria Gouveia; Pires, Sara Sá
    Neste artigo apresentamos uma pesquisa sobre as atitudes dos adolescentes acerca da autoridade escolar e institucional. Argumentamos que a escola é uma fonte de experiência neste domínio, proporcionando as crianças a sua primeira experiência das regras institucionais e as suas relações com os pares como fontes de referência no processo de construção das orientações face a autoridade escolar e formal dum modo geral. Um total de 337 adolescentes foram questionados sobre 2 escalas diferentes (Emler & Reicher, 1987; Rubini & Palmonari, 1995): 1) avaliação da experiência escolar subjectiva e 2) atitudes acerca da autoridade institucional. Foram analisadas algumas variáveis: sexo, estatuto académico, estatuto disciplinar, pertença ao tipo de grupo (formal vs informal) e o...

  14. Experiência escolar e julgamentos acerca da autoridade

    Pereira, Maria Gouveia; Pires, Sara Sá
    Neste artigo apresentamos uma pesquisa sobre as atitudes dos adolescentes acerca da autoridade escolar e institucional. Argumentamos que a escola é uma fonte de experiência neste domínio, proporcionando as crianças a sua primeira experiência das regras institucionais e as suas relações com os pares como fontes de referência no processo de construção das orientações face a autoridade escolar e formal dum modo geral. Um total de 337 adolescentes foram questionados sobre 2 escalas diferentes (Emler & Reicher, 1987; Rubini & Palmonari, 1995): 1) avaliação da experiência escolar subjectiva e 2) atitudes acerca da autoridade institucional. Foram analisadas algumas variáveis: sexo, estatuto académico, estatuto disciplinar, pertença ao tipo de grupo (formal vs informal) e o...

  15. O conflito na sala de aula: Representações mobilizadas por professores

    Carita, Ana
    Pretende-se dar conta de parte de uma investigação realizada no âmbito da relação pedagógica e particularmente da relação pedagógica em situação de conflito na aula. Visou-se, entre outros objectivos, explorar as representações sociais de professores do 3º ciclo sobre o conflito na aula - a significação e origem que lhe atribuem e as modalidades de gestão que vulgarmente mobilizam. O artigo apresenta a seguinte estrutura: em primeiro lugar definimos o campo da relação pedagógica tal como nós a postulamos. Em segundo lugar referimo- -nos ao estudo da relação pedagógica, sumariando brevemente algumas correntes de investigação e desenvolvendo a referência a estudos que valorizam a exploração dos fenómenos representacionais como um contributo importante para a...

  16. O conflito na sala de aula: Representações mobilizadas por professores

    Carita, Ana
    Pretende-se dar conta de parte de uma investigação realizada no âmbito da relação pedagógica e particularmente da relação pedagógica em situação de conflito na aula. Visou-se, entre outros objectivos, explorar as representações sociais de professores do 3º ciclo sobre o conflito na aula - a significação e origem que lhe atribuem e as modalidades de gestão que vulgarmente mobilizam. O artigo apresenta a seguinte estrutura: em primeiro lugar definimos o campo da relação pedagógica tal como nós a postulamos. Em segundo lugar referimo- -nos ao estudo da relação pedagógica, sumariando brevemente algumas correntes de investigação e desenvolvendo a referência a estudos que valorizam a exploração dos fenómenos representacionais como um contributo importante para a...

  17. Literacia - O papel da família na sua apreensão

    Mata, Maria de Lourdes Estorninho Neves
    As abordagens mais recentes sobre o processo de apreensão da linguagem escrita, por parte das crianças, enfatizam largamente a sua precocidade. Considera-se assim que este processo, não vai começar quando se inicia o ensino formal, nem quando já se começa a dominar a técnica e a mecânica da leitura e escrita, mas muito mais cedo quando se começam a proporcionar, no dia-a-dia os primeiros contactos com o escrito. Assim, enquanto processo social, iniciando-se muito cedo, não se pode desvalorizar o papel da família, não s6 ao proporcionar estes primeiros contactos, como também na sua exploração e valorização. Estas primeiras interacções em tomo da linguagem escrita, vão permitir que as crianças contactem e descubram os...

  18. Literacia - O papel da família na sua apreensão

    Mata, Maria de Lourdes Estorninho Neves
    As abordagens mais recentes sobre o processo de apreensão da linguagem escrita, por parte das crianças, enfatizam largamente a sua precocidade. Considera-se assim que este processo, não vai começar quando se inicia o ensino formal, nem quando já se começa a dominar a técnica e a mecânica da leitura e escrita, mas muito mais cedo quando se começam a proporcionar, no dia-a-dia os primeiros contactos com o escrito. Assim, enquanto processo social, iniciando-se muito cedo, não se pode desvalorizar o papel da família, não s6 ao proporcionar estes primeiros contactos, como também na sua exploração e valorização. Estas primeiras interacções em tomo da linguagem escrita, vão permitir que as crianças contactem e descubram os...

  19. Os nomes das letras e a fonetização da escrita

    Martins, Margarida Alves; Silva, Ana Cristina
    A perspectiva psicogenética do desenvolvimento da linguagem escrita formulada por Ferreiro, parece apresentar algumas lacunas no que respeita ao modo como se processa a transição entre diferentes níveis conceptuais. Procurámos, neste artigo, contribuir para a compreensão de como se processa a transição entre a hipótese silábica e o começo da fonetização da escrita em crianças de idade pré-escolar. Partimos da hipótese de que os conhecimentos infantis relativos ao nome das letras interagem com a análise que crianças silábicas, que ainda não fonetizam a escrita, fazem dos segmentos orais das palavras permitindo-lhes chegar a uma produção escrita em que os sons do oral começam a ser representados por letras convencionais. O mesmo não se passa...

  20. Os nomes das letras e a fonetização da escrita

    Martins, Margarida Alves; Silva, Ana Cristina
    A perspectiva psicogenética do desenvolvimento da linguagem escrita formulada por Ferreiro, parece apresentar algumas lacunas no que respeita ao modo como se processa a transição entre diferentes níveis conceptuais. Procurámos, neste artigo, contribuir para a compreensão de como se processa a transição entre a hipótese silábica e o começo da fonetização da escrita em crianças de idade pré-escolar. Partimos da hipótese de que os conhecimentos infantis relativos ao nome das letras interagem com a análise que crianças silábicas, que ainda não fonetizam a escrita, fazem dos segmentos orais das palavras permitindo-lhes chegar a uma produção escrita em que os sons do oral começam a ser representados por letras convencionais. O mesmo não se passa...

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