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  1. A Aula de Matemática como Espaço Promotor de Autonomia

    Nogueira, Isabel Cláudia
    Espaços e tempos que privilegiem a análise, a discussão, a investigação, a argumentação e a reflexão – pilares essenciais do desenvolvimento pessoal e à participação democrática –, parecem (continuar a) não ter lugar na sala de aula de Matemática. A partir de uma exemplificação da aplicação de um modelo de análise de processos de instrução proposto pela perspectiva Onto-Semiótica da Cognição e Instrução Matemática (Godino e Batanero, 1998; Godino, 2002; Godino, Contreras e Font, 2006), pretendemos provocar a reflexão sobre contextos e práticas de aprendizagem/ensino da Matemática e a sua influência na promoção da autonomia do aluno.

  2. Intervenção Comunitária e Práticas de Inclusão

    Cid Fernández, Xosé Manuel
    Partindo do pressuposto que o trabalho comuntário ou a intervenção comunitária potencia práticas de inclusão que não só respondem a necessidades de sobrevivência, mas também a valores comunitários, como a cooperação, co-gestão, co-participação, comunicação, contestação do consumismo, solidariedade e participação, com este artigo pretende-se apresentar quatro experiências concretas que respeitam o pluralismo e a diversidade, os direitos humanos e o património identitário próprio de cada local, ou seja, de cada povo.

  3. Intervenção comunitária e inclusão social: o educador e os actores

    Trevisan, Gabriela
    O texto pretende constituir um contributo para a reflexão das sociedades contemporâneas, frequentemente designadas de risco (Giddens, 1984; Beck, 1992), produtoras de fortes desigualdades e assimetrias para diferentes grupos ou categorias sociais. Os processos de desenvolvimento actuais, fortemente focados na perspectiva económica e de lucro, determinam diferentes possibilidades de acesso a níveis de vida e bem estar, onde os grupos mais vulneráveis nem sempre encontram esferas de inclusão que lhes permitam o alcançar desses níveis. A intervenção em comunidades, sobretudo naquelas em que fenómenos como exclusão social e pobreza, de desigualdades em diferentes esferas da vida se fazem sentir, de fortes tensões com as dinâmicas da...

  4. Contextos e Práticas – A experimentação acompanha o Currículo

    Quinta e Costa, Margarida
    “Contextos e Práticas Educativas” é um projecto que visa implementar a experimentação das Ciências Físicas e Naturais tendo por base o desenvolvimento da autonomia na aprendizagem, a construção cooperativa do conhecimento e a interdependência das várias áreas do saber para a promoção da literacia científica. Mediante a apresentação de breves descrições de práticas realizadas no Jardim-de-Infância e em salas do 1º ciclo do E.B., pretendemos contribuir para a construção do conceito de que a experimentação, como método de descoberta ou como consolidação dos saberes, no decorrer dos temas propostos pelo currículo, pode permitir aprendizagens mais significativas nas várias áreas disciplinares. Propomos uma rede cooperativa de construção do...

  5. A Criança Hiperativa: o olhar da inclusão

    Cavalcanti, Reginete; Lima, Murilo Duarte Costa
    A Hiperatividade, também conhecida como Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição de maior prevalência em crianças de idade escolar. Seus sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade podem levar a um baixo desempenho acadêmico. No Brasil, as pesquisas apontam que 4 a 6% das crianças em idade escolar possam ter hiperatividade. Pelo fato de ser ainda um tema pouco difundido tem sido uma das grandes dificuldades enfrentadas pelas escolas inclusivas. Neste sentido, tem sido um desafio para a escola aprender a lidar com estas crianças, conhecer suas limitações e respeitá-las. Este artigo visa uma discussão a respeito da criança hiperativa e a...

  6. A Arte de e para superar a Vida

    Gomes, Ana Paula
    Criar e contemplar uma obra de arte é estabelecer um diálogo privilegiado entre o mundo cognitivo e o mundo afectivo. Na experiência estética, as relações que se estabelecem aproximam-nos do contexto global da vida. Neste artigo, pretendemos perceber como o artista, ele próprio um ser diferente e individual, sente, vê e encara essa realidade quando tem uma deficiência motora. Deficiência essa, em que a “ausência” de membros fundamentais para o domínio das técnicas e de toda a representação expressiva e estética, já seriam uma “condicionante” para o mais comum dos mortais. Que força move esta expressividade? Que “gritos” se soltam nesta representação da arte? Que factores...

  7. Perspectiva histórica do ensino da pessoa surda: o Instituto Araújo Porto

    Girão, Maximina
    A temática deste trabalho enquadra-se numa perspectiva histórica de preservação e valorização de uma herança comum, a nível da História da Educação, abordando a memória de uma instituição de ensino que, fundada no Porto, no séc. XIX, se salientou por alguns aspectos do seu pioneirismo, em Portugal, relativamente à educação da pessoa surda. As regras de funcionamento, assim como as características do ensino ministrado nas primeiras décadas da sua existência, serão os principais pontos focados.

  8. Paralisia cerebral e dificuldades de comunicação: uma proposta de actividade com recurso a tecnologias de apoio

    Cruz, Mário Rui
    Neste artigo, centraremos a nossa atenção na paralisia cerebral, tida como uma incapacidade física, e nas tecnologias de apoio com vista a inclusão dos indivíduos com esta patologia. Partindo duma tentativa de definição deste conceito, procuraremos realizar uma análise conceptual de paralisia cerebral neste trabalho, focando ainda a nossa atenção nos seus diferentes tipos, problemas associados e numa apresentação de tecnologias de apoio que serviriam o propósito de intervenção, no sentido de promoção da inclusão na sala de aula e melhoria das condições de vida dum aprendente diagnosticado com esta patologia. Desta forma, num primeiro momento, focaremos a nossa atenção em aspectos considerados fundamentais, como os conceitos de...

  9. A Música mesmo no meio da Escola

    Azevedo, Mário
    Todos reconhecemos na Música um enorme poder de sedução. Todos nós sentimos que na Escola se joga o incómodo desafio de nos projectarmos no futuro. Todos nós reconhecemos à Música o direito de se manifestar pelo interior da Escola e de, com ela, nos ajudar a encontrar os lugares de memória da nossa cultura. Será possível agora, num arco curto de tempo, cartografar cumplicidades quanto baste e propor a construção de uma reflexão que desperte em todos sonhos e poderes?

  10. Práticas de sensibilização à diversidade linguística: que contributos no desenvolvimento e na formação dos professores?

    Andrade, Ana Isabel; Gomes, Sílvia
    Num mundo caracterizado pelo inevitável contacto entre línguas e culturas, a política educativa actual defende que a educação deve privilegiar a diversidade linguística no sentido de motivar os alunos para a aprendizagem de várias línguas como forma de educar para a cidadania. Nesta linha, importa sensibilizar e formar professores, preparando-os para gerir as abordagens plurais desde os primeiros anos de escolaridade. Reflectindo sobre esta possibilidade, apresentamos um estudo de caso exploratório realizado com um grupo de professores do 1º Ciclo do Ensino Básico.

  11. As Tecnologias de Informação e Comunicação na promoção da competência comunicativa intercultural e plurilingue

    Marcelo, Marisa; Silva, Paulo; Cruz, Mário Rui
    As Tecnologias de informação e comunicação promovem a mobilidade online (Cruz & Melo, 2004) dos cidadãos europeus. Oferecendo um vasto leque de recursos multimédia, que incluem texto, imagens, áudio e vídeo, os quadros interactivos, aliados a uma ligação à internet e a diferentes recursos de videoconferência, dão a possibilidade aos alunos de fazerem encontros virtuais online, que por sua vez irão desenvolver as suas competências interculturais comunicativas (Byram, 1997) e plurilingues (Araújo e Sá, M. H. & Melo, S., 2004). Desta forma, o principal objectivo deste trabalho é a análise do quadro interactivo e do flashmeeting, como ferramentas de videoconferência, presente no ensino precoce da Língua inglesa,...

  12. “Surprised!” Telling the pictures. Can the illustrations in picture books promote language acquisition?

    Mourão, Sandie
    Este artigo procura apresentar os resultados da re-análise dos dados recolhidos em dois projectos de investigaçãoacção sobre a utilização de álbuns em língua inglesa nas aulas de Inglês da Educação Pré-Escolar em Portugal. Dois álbums forum usados, demonstrando diferentes interacções entre texto e imagem, ‘paralela’ e ‘interdependente’ . Transcrições de gravações de horas do conto com estes livros foram categorizadas de acordo com as falas em Inglês a que o texto ou imagem deram origem. Os resultados indicam que a linguagem que as crianças aprendem de facto, com os livros ‘inter-dependentes’ (onde a história escrita é diferente da história ilustrada) é mais rica e as próprias...

  13. Práticas de sensibilização à diversidade linguística e cultural nos primeiros anos de escolaridade: reflexões a partir da sala de aula

    Sá, Susana; Andrade, Ana Isabel
    Integrar a diversidade e o pluralismo na educação nunca foi uma realidade tão premente como nos dias actuais em que os fluxos migratórios e o fenómeno da globalização exigem a convivência entre formas de ser e estar muito diferentes. Sobre a educação recai a responsabilidade de acolher toda esta diversidade e de preparar os alunos para viver com o Outro de forma harmoniosa e salutar. Neste quadro, apresentamos alguns projectos de investigação-acção realizados com alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico sobre a diversidade linguística e cultural, tecendo algumas considerações sobre as potencialidades desta abordagem nos primeiros anos de escolaridade, essencialmente no que diz respieto às temáticas...

  14. Por um processo de ensino-aprendizagem bilingue no 1º CEB

    Cruz, Mário Rui; Medeiros, Paula
    Como consequência do desenvolvimento tecnológico e mudanças sociais e económicas, é necessária uma inovação na educação e suas práticas. Na presente sociedade da informação e conhecimento exige-se que cada cidadão receba uma educação de qualidade, como foi referido na Cimeira da Lisboa em Março de 2000: “(…) European education and training systems must adapt to the need to raise the level of employment and improve its quality”. É neste contexto que defendemos a criação dum processo de ensino-aprendizagem bilingue no 1º Ciclo do Ensino Básico. Ao encarar o desafio do ensino de línguas no contexto da globalização, assumimos o bilinguismo como um instrumento fundamental para que cada...

  15. O Papel da Transferência na Aprendizagem de Línguas Estrangeiras no 1º Ciclo do Ensino Básico

    Ribeiro, Gorete
    Desde há alguns anos que se tem vindo a conferir uma importância cada vez maior à transferência no processo de ensino e de aprendizagem de línguas estrangeiras. Esta tem vindo a ser encarada como uma estratégia de aprendizagem valiosa a fomentar nos aprendentes. Tratando-se de alunos em idade precoce, esta estratégia assume um papel ainda mais preponderante, uma vez que para a maioria dos alunos, este é o primeiro contacto com uma língua diferente da deles. Este contacto com uma nova língua, para além de relativizar os conhecimentos dos aprendentes, anteriormente tidos como únicos e absolutos; faz com que estes recorram, de forma sistemática, a análises...

  16. The Role of Linguistic Routines in Early Foreign Language Learning

    Daloiso, Michele
    Recenti studi nel campo della neuropsicologia hanno dimostrato che nel processo di acquisizione linguistica i bambini attivano la memoria implicita, ossia la memoria delle procedure automatiche. Le implicazioni per l’accostamento alle lingue in tenera età sono notevoli, in quanto l’insegnante può sollecitare l’attivazione della memoria implicita degli allievi creando routine situazionali in cui specifiche espressioni linguistiche vengono associate ad azioni e movimenti ricorrenti. In questo saggio si discuteranno il valore neuropsicologico, linguistico ed educativo delle routine e i conseguenti principi metodologici per la gestione di momenti routinizzati in lingua straniera.

  17. A interpretação do erro e a consciência metalinguística - um estudo com alunos de origem cabo-verdiana

    Silva, Nélia
    A partir de textos produzidos a pares, recolhemos informação sobre os desvios na escrita e sobre a consciência metalinguística dos alunos de origem cabo-verdiana, a frequentar o 1.º Ciclo. Os erros detectados parecem ter origem na influência do Crioulo, na influência da linguagem oral e nas estratégias de comunicação em Língua Portuguesa. Os alunos identificaram e corrigiram os erros, mas não referiram as razões desses erros, não utilizaram termos linguísticos nas suas verbalizações nem explicitaram regras gramaticais. Encontram-se, assim, na fase epilinguística do desenvolvimento metalinguístico.

  18. O Ensino Precoce de Língua Estrangeira e a Literatura para a Infância: diálogo de encantamento

    Barreira, Carla; Cavalcanti, Joana
    O texto literário para crianças tem sido objecto de muitas discussões que extrapolam a sala de aula e se inserem em múltiplos contextos de valorização da criança, da leitura e da arte. Assim, a nossa intenção é abordar a Literatura para a Infância e o seu carácter de ambiguidade, mas sobretudo apontar janelas de onde se possa dialogar a partir de uma reflexão acerca da complexidade com a qual são tecidas as relações entre a Literatura, a Infância e a Escola. Tal diálogo assume uma abrangência de natureza desconcertante, visto que na maioria das vezes o discurso pedagógico não favorece uma atitude de proximidade entre...

  19. Edu-LE: English teaching in Madeira (students from 3 to 12 years old)

    Carvalho, Renato; Freitas, Paula; Ferreira, Carla
    O ensino da língua estrangeira no 1 º Ciclo (6 a 10) é uma realidade na Madeira já há treze anos. Todos os alunos dp 1 º Ciclo têm uma hora de Inglês no currículo e duas horas de Inglês como uma actividade extracurricular. Alunos do pré-escolas (3 a 5) têm também Inglês, embora seja opcional e tendo a duração de meia hora, uma hora ou dois períodos lectivos. O Edu-LE, o projeto em causa, promove a formação de professores em serviço, e desenvolve e avalia a metodologias do portfolio nos 1 º e 2 º Ciclos, articulando metodologias entre os ciclos. Os professors do...

  20. Por uma Didáctica de Línguas Estrangeiras no 1º Ciclo do Ensino Básico

    Cruz, Mário Rui; Ribeiro, Gorete
    Desde da introdução no ano de 2005 das Línguas Estrangeiras no 1º Ciclo do Ensino Básico, muito se tem vindo a trabalhar, no sentido de criar mais materiais didácticos e essencialmente em formar cada vez mais os nossos professores de Língua Estrangeira. No entanto, há ainda um longo caminho a percorrer no que se refere à criação duma didáctica de línguas estrangeiras no 1º Ciclo do Ensino Básico. Neste artigo, procuraremos discutir métodos e estratégias de ensino mais ligados à aprendizagem precoce de línguas estrangeiras, tendo em atenção que “when learning is active, students do most of the work” (Silberman, 1996).

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